Resumo dos samba-rock

segunda-feira, 26 de junho de 2023

RÁDIO PATRULHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

RÁDIO PATRULHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Marcelino Ramos / J. Dias / Silas de Oliveira / Luisinho)

 

Se a rádio patrulha chegasse aqui agora

Seria uma grande vitória

Ninguém poderia correr

Se a rádio patrulha chegasse aqui agora

Seria uma grande vitória

Ninguém poderia correr

Agora que eu quero ver  

Quem é malandro não pode correr

Agora que eu quero ver

Quem é malandro não pode correr

Resistência e coragem não lhe ofereço

Quando ela chega impondo respeito não oferece preço

Resistência e coragem não lhe ofereço

Quando ela chega impondo respeito não oferece preço

Oba!

Se a rádio patrulha chegasse aqui agora

Seria uma grande vitória

Ninguém poderia correr

Se a rádio patrulha chegasse aqui agora

Seria uma grande vitória

Ninguém poderia correr

Agora que eu quero ver 

Quem é malandro não pode correr

Agora que eu quero ver

Quem é malandro não pode correr

Resistência e coragem não lhe ofereço

Quando ela chega impondo respeito não oferece preço

Resistência e coragem não lhe ofereço

Quando ela chega impondo respeito não oferece preço

Oba!

Agora que eu quero ver 

Quem é malandro não pode correr

Agora que eu quero ver

Quem é malandro não pode correr

 

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TIÊ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

TIÊ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(D. Ivone Lara / Mestre Fuleiro / Tio Hélio)

 

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Passarinho estimado que me deu inspiração

Dos meus tempos de criança guardei na lembrança esta recordação

Tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

E representava pra mim

Carinho, amor e paixão

Mas o ingrato do tiê

Desprezou meu coração

Tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

A estrela no céu corre, eu também quero correr

A estrela atrás da lua eu atrás do meu tié, tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Bem que vovó me dizia, criança

Olha lá tome cuidado

Oxá, esse seu passarinho está mal acostumado

Tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Passarinho estimado que me deu inspiração

Dos meus tempos de criança guardei na lembrança esta recordação

Tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

E representava pra mim

Carinho, amor e paixão

Mas o ingrato do tiê

Desprezou meu coração

Tiê

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

Tiê, tiê, 'oiá' lá....Oxá

 

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QUEM TEM, TEM (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

QUEM TEM, TEM (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Aniceto do Império)

 

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Se o amigo tem duas mulheres

Olha é bom deixar pra lá

Curtição da tua vida

É tarefa de cansar

Vão trabalhar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Teu primo-irmão tem dinheiro

Você não quer trabalhar

E fica no botequim

Com os amigos a vagar

É de amargar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Se passa um cidadão

Ficas a o admirar

Por ele estar bem trajado

Também pode se trajar

Sem raptar

 Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Muita gente aposentada

Às onze vai almoçar

É motivo para crítica

Sua doença é falar

Vai se matar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Todo aquele que critica devia se preparar

Auto critica não fazes

Se referva e quer brigar

Assim não dá

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

Quem tem, tem

Quem não tem vai arranjar

 

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MANO DÉCIO PONTEIA A VIOLA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MANO DÉCIO PONTEIA A VIOLA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Mano Décio da Viola)

 

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vai a mana Clementina

Vai o mano Edgar

O partido está formado

Até o dia clarear

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Na vida tem batuqueiro

Tem uma rica Iáiá

Que requebra com as cadeiras

Tem cadência no andar

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Em Mangueira, velha Mila

Com Maria Madalena

A Carola e a Retoleda

A saudosa Nair pequena

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Lá em Santo tinha Creuza

A Celeste, Guiomar

Quando elas entram no samba

A poeira vai pro ar

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Na Portela tinha Paulo

Em Mangueira tem Cartola

O Império Mano Décio

Ponteando a viola

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Quando cheguei na Portela

Me chamaram pra cantar

Procurei o João da Gente

Mas não podia encontrar

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Meu partido alto

Os versos são feitos na hora

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou buscar o meu pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Não me empreste a viola

Mano Décio ponteia a viola

Não me fura o pandeiro

Mano Décio ponteia a viola

Vou levar o nosso samba

Mano Décio ponteia a viola

O Bezerra vai com ela

Mano Décio ponteia a viola

Eu não posso mais cantar

Mano Décio ponteia a viola

Já me dói o céu da boca

Mano Décio ponteia a viola

Os dentinhos do queixá

Mano Décio ponteia a viola

 

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PÁSSARO DO CANTUÁ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

PÁSSARO DO CANTUÁ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Mano Décio da Viola / Waldemiro do Candomblé)

 

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Em Amaralina

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

Lá na Pituba

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Lá na Ribeira

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

Em Santo Amaro

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Eu disse que ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Mas finalmente

Fui encontrar

O belo canto vinha do Cantuá

Mas finalmente

Fui encontrar

O belo canto vinha do Cantuá

Ouvi

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Eu disse que ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Em Amaralina

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

Lá na Pituba

Ouvi

Ouvi o canto do sabiá

É por isso que eu digo!

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Eu disse que ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Mas finalmente

Fui encontrar

O belo canto vinha do Cantuá

Mas finalmente

Fui encontrar

O belo canto vinha do Cantuá

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Eu disse que ouvi

Ouvi, ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

Que beleza!

Ouvi trinar

Lá na Bahia o canto do sabiá

 

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QUEM VAI TOCAR MEU TAMBORIM (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

QUEM VAI TOCAR MEU TAMBORIM (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Jorginho / J. Aguiar)

 

Não eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim

Quando o samba começa eu não atendo não

Ninguém, nem se meu amor chegar

Porque não fica bem

Sair do samba para amar

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim

Quando o samba começa eu não atendo não

Ninguém, nem se meu amor chegar

Porque não fica bem

Sair do samba para amar

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim

Quem vai tocar meu tamborim

Quem vai tocar meu tamborim

Quem vai tocar meu tamborim

Quem vai tocar meu tamborim

Quem vai tocar meu tamborim

 

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CINDERELA DO MORRO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CINDERELA DO MORRO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Dewett Cardoso / Jonas Garret)

 

Chuá, chuá, chuá

Chuá, chuá, chuá

Cinderela no morro é

Preta lavadeira, sim senhor

Não tem sapato pra perder na escadaria

Mas tem samba pra cantar pro seu amor

E quando os tamborins repicam no terreiro

A nega vira princesa

Do carnaval brasileiro

Chuá, chuá, chuá

Quanto esplendor naquele vestido de prata

Maria é destaque na noite multicor

Mas quanta água, doutor

Carregou na lata

Chuá, chuá, chuá

O morro pra sonhar tem quatro dias

Chuá, chuá, chuá

E a cinderela volta a ser Maria

Cinderela no morro é

Preta lavadeira, sim senhor

Não tem sapato pra perder na escadaria

Mas tem samba pra cantar pro seu amor

E quando os tamborins repicam no terreiro

A nega vira princesa

Do carnaval brasileiro

Chuá, chuá, chuá

Quanto esplendor naquele vestido de prata

Maria é destaque na noite multicor

Mas quanta água, doutor

Carregou na lata

Chuá, chuá, chuá

O morro pra sonhar tem quatro dias

Chuá, chuá, chuá

E a cinderela volta a ser Maria

 

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MINHA VERDADE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MINHA VERDADE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(D. Ivone Lara / Délcio Carvalho)

 

Eu

Tenho a minha verdade

Fruto de tanta maldade que já conheci

Me deixa caminhar a minha vida

Livremente

O que desejo é pouco, pois não duro eternamente

Nada poderá me afastar do que eu sou

Amor é o meu ambiente

Nada poderá me afastar do que eu sou

Me deixa, por favor

Do bom samba sou escravo

Seu fascínio me apertou

Traçou-me este destino

Meu sonho menino se concretizou

Deixe-me agora sonhar

E seguir sem pensar numa desilusão

Que o amor simplesmente se faça presente no meu coração

Eu tenho

Eu

Tenho a minha verdade

Fruto de tanta maldade que já conheci

Me deixa caminhar a minha vida

Livremente

O que desejo é pouco, pois não duro eternamente

Nada poderá me afastar do que eu sou

Amor é o meu ambiente

Nada poderá me afastar do que eu sou

Me deixa, por favor

Do bom samba sou escravo

Seu fascínio me apertou

Traçou-me este destino

Meu sonho menino se concretizou

Deixe-me agora sonhar

E seguir sem pensar numa desilusão

Que o amor simplesmente se faça presente no meu coração

Eu tenho

Eu tenho a minha verdade

 

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QUANDO A MARÉ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

QUANDO A MARÉ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Antônio Caetano)

 

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Quando a maré

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Ontem tu foste embora

E hoje sou eu quem vou

Ontem tu foste embora

E hoje sou eu quem vou

Vou-me embora, vou-me embora

O que me dão para levar?

Levo penas e saudades, meu bem, coração para te amar

Você me mandou embora

Por que razão eu não sei

É sinal que arranjou outro

Para ser seu novo bem  

Quando a maré

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Ontem tu foste embora

Hoje sou eu quem vou

Ontem tu foste embora

Hoje sou eu quem vou

Por favor, não recriminem o meu modo de pensar

Vou-me embora pra Bahia, meu bem, que a Bahia é meu lugar

A rosa se desfolhou

Porque se achou cansada

De tanto fazer bonito

No romper da madrugada

Quando a maré

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Quando a maré

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Ontem tu foste embora

Hoje sou eu quem vou

Ontem tu foste embora

Hoje sou eu quem vou

Quando a maré

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

Quando a maré vai e vem

Assim é o nosso amor

 

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PRAZER DA SERRINHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

PRAZER DA SERRINHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Hélio dos Santos / R. Silva)

 

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laia.

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá.

Qualquer criança

Bate um pandeiro e toca um cavaquinho

Acompanha o canto de um passarinho

Sem errar o compasso

Quem não acreditar

Poderemos provar, podes crer

Nós não somos de enganar  

Melodia mora lá

No prazer da serrinha

Quem não acreditar

Poderemos provar, podes crer

Nós não somos de enganar 

Melodia mora lá

No prazer da serrinha

Nós vivemos alegres a cantar

A nossa escola nos dá emoção

Porque ninguém jamais

Poderá desmoronar

A nossa união

Nós vivemos alegres a cantar

A nossa escola nos dá emoção

Porque ninguém jamais

Poderá desmoronar

A nossa união

Qualquer criança

Qualquer criança

Bate um pandeiro e toca um cavaquinho

Acompanha o canto de um passarinho

Sem errar o compasso

Quem não acreditar

Poderemos provar, podes crer

Nós não somos de enganar 

Melodia mora lá

No prazer da serrinha

Quem não acreditar

Poderemos provar, podes crer

Nós não somos de enganar 

Melodia mora lá

No prazer da serrinha

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laia.

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá.

 

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CANTEI SÓ PRA DISTRAIR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CANTEI SÓ PRA DISTRAIR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Tio Hélio)

 

Eu cantei só pra distrair

Aquelas lágrimas que eu já derramei por ti

Mas eu amei

Amei e não fui feliz

Mas eu vou deixar de amar

Para não chorar

Cantando assim eu vivo

Sorrindo

Sorrindo vou me distraindo

Morreu a minha alegria

Minha companheira de orgia

Mas morreu

Morreu a minha alegria

Minha companheira de orgia

Pagode de Hélio dos Santos que em todos os cantos bota pra quebrar

Mostrando que é da serrinha e todos são bambas naquele lugar

Este samba da antiga que alegra a vida e não tem idade

Desce pra cá pro asfalto e vem alegrar o povo da cidade

Eu cantei

Eu cantei só pra distrair

Aquelas lágrimas que eu já derramei por ti

Mas eu amei

Amei e não fui feliz

Mas eu vou deixar de amar

Para não chorar

Cantando assim eu vivo

Sorrindo

Sorrindo vou me distraindo

Morreu a minha alegria

Minha companheira de orgia

Mas morreu

Morreu a minha alegria

Minha companheira de orgia

Dona Fia, dona Fia

 

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FOI ILUSÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

FOI ILUSÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Aidno Sá / Mano Décio da Viola / Darci de Souza)

 

Foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Mas foi

Foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Eu sabia que ia voltar

E me pedir reconciliação

Eu não dou não

Foi, foi, foi, foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Mas foi

Foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Eu sabia que ia voltar

E me pedir reconciliação

Eu não dou não

Foi, foi, foi, foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Mas foi

Foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Mas foi

Foi

Foi ilusão

Você querer

Você querer

A separação

Mas foi

Foi

 

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SUPREMO OLHAR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

SUPREMO OLHAR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(D.E.Coelho / Mestre Fuleiro)

 

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

 Não sei o que teus olhos têm

Que prendem minha alma

Seus olhos me encantam, linda mulher

Seduzem e maltratam alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Não sei o que teus olhos têm

Que prendem minha alma

Seus olhos me encantam, linda mulher

Seduzem e maltratam alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Para mim seus olhos são delirantes

Deles não esqueço um instante

Mas eu fico pensativo

Sem saber a certeza  

Se tem outro alguém almejando essa beleza

Não sei o que teus olhos têm

Que prendem minha alma

Seus olhos me encantam, linda mulher

Seduzem e maltratam alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Para mim seus olhos são delirantes

Deles não esqueço um instante

Mas eu fico pensativo

Sem saber a certeza 

Se tem outro alguém almejando essa beleza

Não sei o que teus olhos têm

Que prendem minha alma

Seus olhos me encantam, linda mulher

Seduzem e maltratam alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Para mim seus olhos são delirantes

Deles não esqueço um instante

Mas eu fico pensativo

Sem saber a certeza 

Se tem outro alguém almejando essa beleza

Não sei o que teus olhos têm

Que prendem minha alma

Seus olhos me encantam, linda mulher

Seduzem e maltratam alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

 

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RESIGNAÇÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

RESIGNAÇÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(D. Ivone Lara / Hélio dos Santos)

 

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Sinto que eu estou me atormentando

E aos poucos me acabando

Por te amar em vão

Quis amenizar meus sofrimentos

Esquecendo por um momento

Teu desprezo e a ingratidão

Agora

Já desisti de lutar

Porque tu não sabes amar

Pois não tens coração

E nem que venhas chorando

Tu não terás mais o meu perdão

E nem que venhas chorando

Tu não terás mais o meu perdão

Nem ao menos em pensamento

Tive alívio em minha dor

Sofri muito por querer

Ser feliz com teu amor

Alimentei uma ilusão

Dentro do meu coração

E hoje vivo tristonho com resignação

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Nem ao menos em pensamento

Tive alívio em minha dor

Sofri muito por querer

Ser feliz com teu amor

Alimentei uma ilusão

Dentro do meu coração

E hoje vivo tristonho com resignação

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Laiá

Laiá

 

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AQUARELA BRASILEIRA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

AQUARELA BRASILEIRA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Silas de Oliveira)

 

Vejam

Esta maravilha de cenário

É um episódio relicário

Que o artista

Num sonho genial

Escolheu

Para este carnaval

E o asfalto

Como passarela

Será a tela

Do Brasil em forma de aquarela

Passeando

Pelas cercanias do Amazonas

Conheci

Vastos seringais

No Pará

A ilha de Marajó

E a velha cabana do timbó

Caminhando ainda um pouco mais

Deparei

Com lindos coqueirais

Estava no Ceará

Terra de Irapuã

De Iracema e Tupã

Fiquei radiante de alegria

Quando cheguei

Na Bahia

Bahia de Castro Alves

Do acarajé

Das noites de magia

E do candomblé

Depois de atravessar as matas do Ipu

Assisti em Pernambuco a festa do frevo e do maracatu

Brasília tem o seu destaque

Na arte na beleza e arquitetura

Feitiço de garoa pela serra

São Paulo engrandece a nossa terra

Do leste

Por todo o centro-oeste

Tudo é belo e tem lindo matiz

O Rio

Dos sambas e batucadas

Dos malandros e mulatas

De requebros febris

Brasil

Essas nossas verdes matas

Cachoeiras e cascatas

De colorido sutil

E este lindo céu

Azul de anil

Emolduram

Em aquarela o meu Brasil

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

Brasília tem o seu destaque

Na arte na beleza e arquitetura

Feitiço de garoa pela serra

São Paulo engrandece a nossa terra

Do leste

Por todo o centro-oeste

Tudo é belo

E tem lindo matiz

O Rio

Dos sambas e batucadas

Dos malandros e mulatas

De requebros febris

Brasil

Essas nossas verdes matas

Cachoeiras e cascatas

De colorido sutil

E este lindo céu

Azul de anil

Emolduram

Em aquarela o meu Brasil

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

Lá, lá, lá, laiá

 

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MEU DRAMA - SENHORA TENTAÇÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MEU DRAMA - SENHORA TENTAÇÃO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Silas de Oliveira)

 

Lá, laiá, laiá....

Eu sinto

Sinto

Abalada minha calma

Embriagada minha alma

Efeitos da tua sedução

Oh! Minha romântica senhora tentação

Não deixes que eu venha a sucumbir

Neste vendaval de paixão

Oh! Minha romântica senhora tentação

Não deixes que eu venha a sucumbir

Neste vendaval de paixão

Jamais pensei em minha vida

Sentir tamanha emoção

Será que o amor por ironia

Deu-me esta fantasia vestida de obsessão

A ti confesso que me apaixonei

Será uma maldição, não sei

Sinto

Abalada minha calma

Embriagada minha alma

Efeitos da tua sedução

Oh! Minha romântica senhora tentação

Não deixes que eu venha a sucumbir

Neste vendaval de paixão

Oh! Minha romântica senhora tentação

Não deixes que eu venha a sucumbir

Neste vendaval de paixão

Jamais pensei em minha vida

Sentir tamanha emoção

Será que o amor por ironia

Deu-me esta fantasia vestida de obsessão

A ti confesso que me apaixonei

Será uma maldição, não sei

Lá, laiá, laiá....

 

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MALANDROS MANEIROS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MALANDROS MANEIROS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Nei Lopes / Zé Luis do Império)

 

Hoje

Vamos prestar nossa homenagem

A quem toda malandragem

Homenageia e respeita também

Aqueles

Que portando uma caneta

Um bloco e uma folha preta

Escrevem a sorte

Ou o azar de alguém

São eles

Os velhos malandros maneiros

Que têm São Jorge guerreiro

Como fiel protetor

Mas ganhou, leva

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou

No tempo da quinta coluna de lá da Pavuna, Jacarepaguá

Eu me lembro que eu era menino e no seu Natalino já ouvia falar

No governo do Marechal Dutra não teve nem truta nem meu pé me dói

E na guerra que houve aos cassinos parou Constantino e fechou Niterói

São eles

Velhos malandros maneiros

Que têm São Jorge guerreiro

Como fiel protetor

Mas ganhou, leva

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou 

Avestruz, águia, burro, cavalo, elefante, galo, macaco e leão

Borboleta, cachorro, coelho, carneiro, camelo, veado e pavão

Eu sonhei que você na floresta tava numa festa, mas me viu e correu

Fiz a fé no malandro da esquina

E tu nem imagina o bicho que deu

São eles

Velhos malandros maneiros

Que têm São Jorge guerreiro

Como fiel protetor

Mas ganhou, leva

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou

Ganhou, leva

Só vale o que está escrito

Lá só não leva no grito

Quem quis levar não prestou

Quero ouvir

Cabra, cobra, peru, touro, tigre, gato, porco, vaca, urso e jacaré

No singelo no grupo ou dezena, milhar e centena ganha quem tem fé

Borboleta da ilusão perdida fez da minha vida um triste jardim

Hoje eu sofro invertido e cercado pelos sete lados, coitado de mim

Hoje vamos prestar nossa homenagem

A quem toda malandragem

Homenageia e respeita também

Aqueles

Que portando uma caneta

Um bloco e uma folha preta

Escrevem a sorte

Ou o azar de alguém

São eles

Velhos malandros maneiros

 

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MINHA FILOSOFIA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MINHA FILOSOFIA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Aloísio Machado)

 

Vai passar

Esse meu mal estar

Esse nó na garganta

Deixe estar

O próprio tempo dirá

Água demais mata a planta

Vai passar, diz!

Vai passar

Esse meu mal estar

Esse nó na garganta

Deixe estar

O próprio tempo dirá

Água demais mata a planta

Tudo que é muito é demais

É demais

Peço me perdoe a redundância

Entrelinhas só quero lembrar

A terra fértil um dia se cansa

É uma questão de esperar

Relógio que atrasa não adianta

E o remédio que cura

Também pode matar

Como água demais mata a planta

Vai passar, diz gente!

Vai passar

Esse meu mal estar

Esse nó na garganta

Deixe estar

O próprio tempo dirá

Água demais mata a planta

O próprio tempo dirá

Água demais mata a planta

 

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IMPÉRIO DO SAMBA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

IMPÉRIO DO SAMBA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Zé da Zilda / Zilda do Zé)

 

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafar  

Ai, ai, ai, ai, ai

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafar 

Ai, ai, ai, ai, ai

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

Chegou

O império do samba

Agora

O samba vai imperar

Ai, ai, ai, ai, ai

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

Ai, ai, ai, ai, ai

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

O doutor mandou

Todo o mundo gingar

 

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IMPÉRIO TOCOU REUNIR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

IMPÉRIO TOCOU REUNIR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Silas de Oliveira / Mano Décio da Viola)

 

Lá, laiá, laiá

Laiá, laiá, lá, laiá, lá, laiá

Vem, vem ouvir

O Império tocou reunir

Vem, vem ouvir

O Império tocou reunir

Não fique assim desanimada

Seu amor vai dizer que você é uma louca apaixonada

Não se deixe dominar

O amor é a ilusão

Que não vale nada

Ao invés de você chorar

Vem cantar até chegar

A madrugada

Eu quero lhe ver cantando, sorrindo e sambando pra esquecer esta paixão

Que domina

Seu coração

É triste

Você sentir uma dor quando alguém

Vem sorrir do seu amor

Mas vem ouvir

Vem, vem ouvir

Vem ouvir

O Império tocou reunir

Vem, vem ouvir

Vem ouvir

O Império tocou reunir

Não fique assim desanimada

Seu amor vai dizer que você é uma louca apaixonada

Não se deixe dominar

O amor é uma ilusão

Que não vale nada

Ao invés de você chorar

Vem cantar até chegar

A madrugada

Eu quero lhe ver cantando, sorrindo e sambando pra esquecer esta paixão

Que domina

Seu coração

É triste

Você sentir uma dor quando alguém

Vem sorrir do seu amor

Vem, vem ouvir

Vem ouvir

O Império tocou reunir

Vem, vem ouvir

Vem ouvir

O Império tocou reunir

Lá, laiá, laiá

Laiá, laiá, lá, laiá, lá, laia

 

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ESTRELA DE MADUREIRA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

ESTRELA DE MADUREIRA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Acyr Pimentel / Ubirajara Cardoso)

 

Império Serrano!

Brilhando

Num imenso cenário

Num turbilhão de luz

De luz

Surge

A imagem daquela

Que o meu samba traduz

A estrela vai brilhando

Mil paetês salpicando

O chão de poesia

A vedete principal

Do subúrbio da Central

Foi a pioneira

A vedete principal

Do subúrbio da Central

Foi a pioneira

E o trem

E o trem de luxo parte

Para exaltar a sua arte

Que encantou Madureira

Mesmo com o palco apagado

Apoteose é o infinito

Continua a estrela

Brilhando no céu

E o trem

E o trem de luxo parte

Para exaltar a sua arte

Que encantou Madureira

Mesmo com o palco apagado

Apoteose é o infinito

Continua a estrela

Brilhando no céu

Brilhando

Brilhando

Num imenso cenário

Num turbilhão de luz

De luz

Surge

A imagem daquela

Que o meu samba traduz

A estrela vai brilhando

Mil paetês salpicando

O chão de poesia

A vedete principal

Do subúrbio da Central

Foi a pioneira

A vedete principal

Do subúrbio da Central

Foi a pioneira

E o trem

E o trem de luxo parte

Para exaltar a sua arte

Que encantou Madureira

Mesmo no palco apagado

Apoteose é o infinito

Continua a estrela

Brilhando no céu

E o trem

E o trem de luxo parte

Para exaltar a sua arte

Que encantou Madureira

Mesmo com o palco apagado

Apoteose é o infinito

Continua a estrela

Brilhando no céu

Mais uma vez!

E o trem de luxo parte

Para exaltar a sua arte

Que encantou Madureira

Mesmo com o palco apagado

Apoteose é o infinito

Continua a estrela

“E a estrela de Madureira continua brilhando no jongo da Serrinha, nas baianas da cidade alta, na Velha Guarda, na ala do Cabelo Branco, nas crianças, na bateria, enfim, no meu querido Império Serrano”.

 

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ACREDITAR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

ACREDITAR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(D. Ivone Lara / Délcio Carvalho)

 

E acreditar

Eu não

Recomeçar

Jamais

E a vida foi em frente e você simplesmente não viu que ficou pra trás

Mas acreditar

Acreditar

Eu não

Recomeçar

Jamais

E a vida foi em frente e você simplesmente não viu que ficou pra trás

Não sei

Se você me enganou, pois quando você tropeçou

Não viu o tempo que passou

Não viu que ele me carregava

A saudade me entregava

Com aval da imensa dor

E eu

Agora moro nos braços da paz

Ignoro o passado

Que hoje você me traz

E eu

Agora moro nos braços da paz

Ignoro o passado

Que hoje você me traz

E acreditar

Acreditar

Eu não

Recomeçar

Jamais

E a vida foi em frente e você simplesmente não viu que ficou pra trás

Mas acreditar

Acreditar

Eu não

Recomeçar

Jamais

E a vida foi em frente e você simplesmente não viu que ficou pra trás

 

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DELEGADO CHICO PALHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

DELEGADO CHICO PALHA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Tio Hélio / Nilton Campolino)

 

Delegado Chico palha

Sem alma, sem coração

Não quer samba, nem curimba

Na sua jurisdição

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Delegado Chico palha

Sem alma, sem coração

Não quer samba, nem curimba

Na sua jurisdição

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Era um homem muito forte

Com um gênio violento

Acabava a festa a pau

E ainda quebrava os instrumentos

Ele não

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Os malandros da Portela, da Serrinha e da Congonha

Pra ele eram vagabundos

E as mulheres sem vergonhas

Por que

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia 

A curimba ganhou terreiro

O samba ganhou escola

Ele expulso da polícia

Vivia pedindo esmola

Ele não

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Delegado Chico palha

Sem alma, sem coração

Não quer samba, nem curimba

Na sua jurisdição

Ele não

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

Ele não prendia

Só batia

 

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CUIDADO, VOVÓ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CUIDADO, VOVÓ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Tio Hélio / Nilton Campolino)

 

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Cuidado, vovó!

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Vou botar meus dentes esticar o meu cabelo, vou fazer um murulu

Agora que eu vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Mas agora é que eu vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Vai comprar pano se seda

Nunca mais vai usar chita

Agora ela vai ficar bonita

Vai ficar bonita

Agora ela vai ficar bonita

Vai ficar bonita

Cuidado vovó!

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Cuidado, vovó!

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

É, mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Quem usa saia engomada

É sinal de que não tem preguiça

Agora ela vai ficar bonita

Vai ficar bonita

Mas ela agora vai ficar bonita

Vai ficar bonita

Todos vão se admirar

Quando eu chegar lá na bica

Agora é que eu vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Mas agora é que eu vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Cuidado vovó!

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Cuidado, vovó!

Cuidado, vovó

Tá pisando de um lado só

Fica quieto, meu neto

Eu estou pisando certo

Que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas que netinho danado pra se meter no meu pisado

Não é o meu pé

É o sapato que está entortado

Mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

É, mas eu agora vou ficar bonita

Vai ficar bonita

Mas eu agora vou ficar bonita

Linda, maravilhosa!

Vai ficar bonita

Simplesmente o máximo, um arraso!

Vai ficar bonita

Chiquérrima!

Vai ficar bonita

Poderosa!

Vai ficar bonita

Alô Velha Guarda do Império Serrano!

Vai ficar bonita

Um grande beijo e um grande abraço das meninas da Serrinha!

Vai ficar bonita

Ih! Vai subir

Vai ficar bonita

 

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SERRA DOS MEUS SONHOS DOURADOS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

SERRA DOS MEUS SONHOS DOURADOS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Carlinhos Bem-Te-Vi)

 

Serra

Dos meus sonhos dourados onde nós fomos criados

Hei de morrer

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

É não desfazendo de ninguém!

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

Olha o Serra!

Serra

Dos meus sonhos dourados onde nós fomos criados

Hei de morrer

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

É não desfazendo de ninguém!

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

Joana cadê minha viola que eu mandei você guardar?

Ela não é de pinho, não é de peroba é de jacarandá

Quem é meio da Serrinha

Trata o samba com respeito

Traz as cores verde e branco

No lado esquerdo do peito

Mas Serra

Serra

Dos meus sonhos dourados onde nós fomos criados

Hei de morrer

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

É não desfazendo de ninguém!

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

Giordano deu um tiro

Madureira estremeceu

A Serrinha que era o forte

Do lugar nem se mexeu

Keco que é irmão do Tico que casou com a Chica mandou me convidar

Para avistar a Serrinha numa noite linda cheia de luar

Ô Serra!

Serra

Dos meus sonhos dourados onde nós fomos criados

Hei de morrer

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

É não desfazendo de ninguém!

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem  

Vou no samba da Serrinha

Pra rever o meu amigo Tuninho

Ele fica com as brancas

E deixa as pretinhas pra mim

Lá no morro da Serrinha

Samba preto samba branco

Samba quem tá de chinelo, quem tá de sapato, quem tá de tamanco

Ô Serra!

Serra

Dos meus sonhos dourados onde nós fomos criados

Hei de morrer

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

É não desfazendo de ninguém!

Não desfazendo de ninguém

Serrinha custa, mas vem

Serrinha custa, mas vem

Serrinha custa, mas vem

Ô sorte!

 

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CINCO BAILES DA HISTÓRIA DO RIO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CINCO BAILES DA HISTÓRIA DO RIO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Silas de Oliveira / Ivone Lara / Bacalhau)

 

“Eu, Ivone Lara, em 1965 fiz este samba com Silas de Oliveira e Bacalhau”

Lá, laiá,

Lá, laiá, lá, laiá, laiá

Lá, laiá,

Lá, laiá, lá, laiá, laiá

Carnaval

Doce ilusão

Dê-me um pouco de magia

De perfume e fantasia e também de sedução

Quero sentir

Nas asas do infinito

Minha imaginação

Eu e meu amigo Orfeu

Sedentos de orgia e desvario

Cantaremos em sonho

Os cinco bailes na história do Rio

Quando a cidade completava

Vinte anos de existência

Nosso povo dançou

Em seguida era promovida a capital

A corte festejou

Iluminado estava o salão

Na noite da coroação

Ali

No esplendor da alegria

A burguesia fez sua aclamação

Vibrando de emoção

O luxo e a riqueza

Imperou com imponência

A beleza fez presença

Condecorando a independência

Ao erguer a minha taça

Com euforia

Brindei aquela linda valsa

Já no amanhecer do dia

A suntuosidade me acenava

E alegremente sorria

Algo acontecia

Era o fim da monarquia

Algo acontecia

Era o fim da monarquia

Lá, laiá,

Lá, laiá, lá, laiá, laiá

Lá, laiá,

Lá, laiá, lá, laiá, laiá

“Não me pergunte pra que samba eu vou”

“Eu vou pro Império Serrano, sim senhor”

“Meu querido Império Serrano”

 

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HERÓIS DA LIBERDADE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

HERÓIS DA LIBERDADE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Silas de Oliveira / Mano Décio / Manoel Ferreira)

 

Ôôôôô, ôôôô, ôôôôô

Liberdade Senhor!

Passava noite vinha dia

O sangue do negro corria

Dia a dia

De lamento em lamento

De agonia em agonia

Ele pedia

O fim da tirania

Lá em Vila Rica

Junto ao Largo da Bica

Local da opressão

A fiel maçonaria

Com sabedoria

Deu sua decisão

Larará!

Com flores e alegria

Veio a abolição

A independência

Laureando o seu brasão

Ao longe

Soldados e tambores

Alunos e professores

Acompanhados de clarim

Cantavam assim:

Já raiou a liberdade

A liberdade já raiou

Essa brisa

Que a juventude afaga essa chama

Que o ódio não apaga pelo universo

É a evolução

Em sua legítima razão

Samba ó samba

Tem a sua primazia

Em gozar de felicidade

Samba meu samba

Presta esta homenagem

Aos heróis da liberdade

Ô, ô

Ôôôôô, ôôôô, ôôôôô

Liberdade Senhor!

 

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TIRANO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

TIRANO (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Aidno Sá / Mano Décio da Viola / Romero Gonzaga)

 

Invadiram meu reinado

Meu trono foi ultrajado

Com passado deste novo rei

Como um rei soberano

Hei de combater esse tirano

Que a liberdade do meu povo tirou

Sou um rei aprisionado

Dentro do meu reinado

Hei de vencer este invasor

A origem dessa luta

Foi uma linda princesa

Que recusou

O amor de sua alteza

O tirano cheio de humilhação

Preparou a invasão

E atacou meu reinado de surpresa

Eu como um grande espadachim

Lutarei até o fim

Pra libertar meu reinado

E a princesa que pertence a mim

Invadiram meu reinado

Meu trono foi ultrajado

Com passado deste novo rei

Como um rei soberano

Hei de combater esse tirano

Que a liberdade do meu povo tirou

Sou um rei aprisionado

Dentro do meu reinado

Hei de vencer este invasor

Dentro do meu reinado

Hei de vencer este invasor

Dentro do meu reinado

Hei de vencer este invasor

 

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MINHA LAIÁ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

MINHA LAIÁ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Mano Décio da Viola / C. Santos)

 

O samba já começou

A minha laiá não chegou

Menino tome um cruzeiro e chame a laiá

Diga para ela

Que o diretor de harmonia mandou chamar

O samba já começou

A minha laiá não chegou

Menino tome um cruzeiro e chame a laiá

Diga para ela

Que o diretor de harmonia mandou chamar

Menino diga a laiá

Pra ela não demorar

Já está ficando tarde

Ela não deve faltar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

O samba

O samba já começou

A minha laiá não chegou

Menino tome um cruzeiro e chame a laiá

Diga para ela

Que o diretor de harmonia mandou chamar

O samba

O samba já começou

A minha laiá não chegou

Menino tome um cruzeiro e chame a laiá

Diga para ela

Que o diretor de harmonia mandou chamar

Menino diga a laiá

Pra ela não demorar

Já está ficando tarde

Ela não deve faltar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

Diga a laiá que a moçada está esperando para sambar

 

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ADEUS AMOR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

ADEUS AMOR (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Dom Carlos/ Molequinho)

 

Adeus amor

Chegou a hora  

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

Chegou a hora 

Meu benzinho eu já vou

Deixo o morro e a viola

Não acha melhor assim?

Tudo abandonarei

Pra viver junto de ti

Meu amor adeus

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Você vai na lancha nova

Eu vou no rebocador

Meu amor adeus

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Deixo o morro e a viola

Não acha melhor assim?

Tudo abandonarei

Pra viver junto de ti

Meu amor adeus

Adeus amor

Chegou a hora 

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

Chegou a hora 

Meu benzinho eu já vou

Chegou a hora 

Meu benzinho eu já vou

 Você vai na lancha nova

Eu vou no rebocador

Meu amor adeus

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

Chegou a hora

Meu benzinho eu já vou

Adeus amor

 

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LÁGRIMAS E SANGUE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

LÁGRIMAS E SANGUE (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Osório Lima / Mano Décio da Viola / Abílio Martins)

 

Amarrado pela fatalidade

E o destino a me chicotear

Vim por um caminho escuro e cheio de espinhos

Dei graças a Deus em te encontrar

Caí nos teus braços a chorar

Enxuga as minhas lágrimas

E cubra a marca da minha cicatriz

Não queira me fazer mais infeliz do que sou

Confesso que não posso mais sofrer por amor

Nos teus lábios só encontrei doçura

Ó criatura

És a minha felicidade

O que eu vejo em ti é só bondade

E por isso eu te peço a chorar

Enxuga as minhas lágrimas

E cubra a marca da minha cicatriz

Não queira me fazer mais infeliz do que sou

Confesso que não posso mais sofre por amor

Amarrado pela fatalidade

E o destino a me chicotear

Vim por um caminho escuro e cheio de espinhos

Dei graças a Deus em te encontrar

Caí nos teus braços a chorar

 

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CHOREI POR VOCÊ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CHOREI POR VOCÊ (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Abílio Martins/Jorge Canseira/Mano Décio da Viola)

 

Ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Sei que hoje tem saudade

Do amor que teve fim

Se ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Sei que hoje tem saudade

Do amor que teve fim

Se ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Ao relembrar o passado

Eu chorei feito criança

Hoje eu lhe vejo chorando

É minha vingança

Ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Sei que hoje tem saudade

Do amor que teve fim

Se ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Ao relembrar o passado

Eu chorei feito criança

Hoje eu lhe vejo chorando

É minha vingança

Ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Sei que hoje tem saudade

Do amor que teve fim

Se ontem chorei por você

Você hoje chora por mim

Você hoje chora por mim

Você hoje chora por mim

Você hoje chora por mim

 

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NOITE LINDA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

NOITE LINDA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Davi do Pandeiro / Mano Décio da Viola / Abílio Martins)

 

Lá, lalá, lalá, lalá, lalá, lalá...

Aquela noite linda

Eu jamais esquecerei

 Eu só vivo a recordar meu grande amor

Aquele beijo que eu te dei

Aquela noite linda

Eu jamais esquecerei

 Eu só vivo a recordar meu grande amor

Aquele beijo que eu te dei

Somente a lua confirmou

As nossas juras de amor

O céu estava estrelado

Era uma noite linda

Para amar e ser amado

Aquela noite linda

Eu jamais esquecerei  

Eu só vivo a recordar meu grande amor

Aquele beijo que eu te dei

Aquela noite linda

Eu jamais esquecerei

 Eu só vivo a recordar meu grande amor

Aquele beijo que eu te dei

Somente a lua confirmou

As nossas juras de amor

O céu estava estrelado

Era uma noite linda

Para amar e ser amado

Aquela noite linda eu jamais esquecerei

Eu só vivo a recordar meu grande amor

Aquele beijo que eu lhe dei

Lá, lalá, lalá, lalá, lalá, lalá...

 

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SERENATA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

SERENATA (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Geraldo Queiroz / Paulo Gesta / José Batista)

 

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno

E ela não veio na janela

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno

E ela não veio na janela

Ela é culpada

Do meu padecer

Não quero chorar

Para ela não ver

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno

E ela não veio na janela

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno

E ela não veio na janela

Ela é culpada

Do meu padecer

Não quero chorar

Para ela não ver

Ela é culpada

Do meu padecer

Não quero chorar

Para ela não ver

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno  

E ela não veio na janela

Serenata de amor eu fiz pra ela

Fiquei no sereno 

E ela não veio na janela

E ela não veio na janela

E ela não veio na janela

E ela não veio na janela

 

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CONSELHO DEMAIS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

CONSELHO DEMAIS (HOMENAGEM AO IMPÉRIO SERRANO)

(Dom Carlos / Elane Assumpção / Mulequinho)

 

Mulher você não procure errar

Cansado eu já estou de avisar

Na primeira eu a perdoei

Na segunda o conselho é demais

Na terceira você me deixa em paz

Mulher você não procure errar

Cansado eu já estou de avisar

Na primeira eu a perdoei

Na segunda o conselho é demais

Na terceira você me deixa em paz

Se me enganar outra vez

Vai pagar tudo que fez

Essa não é a primeira

A segunda e a terceira

Vai embora de uma vez

Mulher você não procure errar

Cansado eu já estou de avisar

Na primeira eu a perdoei

Na segunda o conselho é demais

Na terceira você me deixa em paz

Se me enganar outra vez

Vai pagar tudo que fez

Essa não é a primeira

A segunda e a terceira

Vai embora de uma vez

Mulher você não procure errar

Cansado eu já estou de avisar

Na primeira eu a perdoei

Na segunda o conselho é demais

Na terceira você me deixa em paz

Na terceira você me deixa em paz

Na terceira você me deixa em paz

 Na terceira você me deixa em paz

Na terceira você me deixa em paz

 

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