Resumo dos samba-rock

sexta-feira, 12 de junho de 2026

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Quando você ver de perto que eu não estou mais perto

E que eu já me pirei

Você vai sentir que a vida foi aquilo tudo

Quando estive aí

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pego a violinha

Que uma amiga minha da Bahia

Teve o prazer de me dar

Ela sabia que eu gosto de tocar pagode pela madrugada

Vou me infernar nesse inferno de vida

Quero ter ferida pra chorar

Pra superar esse tempo

Eu sei, que aguento e vou lutar

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu


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MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

De: Antonio Carlos Nascimento Pinto (Toninho) / Romildo Souza Bastos (Romildo)

1977


Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena, morena, morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia


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MUNDO BOM - AGEPÊ

MUNDO BOM - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Eta mundo bom, minha gente!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Ó mundo bom!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval


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DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Nega!

Ó nega!

Ó nega!

Nega!

Nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Ô ô nega!

Ô nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!


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A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval


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UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

De: Juvenil José Furtado (Juvenil Santos) / Antonio Rego Barros Filho (Barros)

1977


Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação


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PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

De: Ary Alves de Souza (Ary do Cavaco)

1977


Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na terra dura e seca da triste caatinga

Está correndo sangue como ribeirão

De um lado a macacada e sargento Bezerra

Do outro a cangaçada com o Lampião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei da opinião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei do coração

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

E não adiantou macheza de Corisco

O amor de Maria e o destemor de Azulão

Não há mais no bornal farinha e carne seca

A água se acabou só tem na solidão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E o lamurio triste de um corujão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E um nome que honrou o homem do sertão

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Se tivesse a água que a gente bebe

Se tivesse o amor que Deus nos concede

Se tivesse a flor com o seu perfume

Se tivesse o amor mesmo com ciúme

Se tivesse o pão que temos cada dia

Se tivesse o anjo que ajudou Maria

Se tivesse a mãe que sempre nos cria

Homem igual a esse nunca existiria

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião


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OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia, é

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar


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A BANDEIRA DE VILMA - AGEPÊ

A BANDEIRA DE VILMA - AGEPÊ

De: Sebastião Vitorino Teixeira (Catoni)

1977


Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Depois que você deixou seu posto

Uma alegria no rosto

Em muita gente ficou

Disseram que seu estandarte era pesado

Que seu cabelo prateado

O sereno clareou

Mas hoje você faz o seu regresso

Pra mostrar que seu sucesso

Ainda não envelheceu

Quero ver você dançar

E cantar de ficar rouca

Que é pra calar a boca

De quem falou sem pensar

Quero ver você dançar

E cantar de ficar rouca

Que é pra calar a boca

De quem falou sem pensar

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Simbora, gente!

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim


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SAMBA, IOIÔ - AGEPÊ

SAMBA, IOIÔ - AGEPÊ

De: Wilson Moreira / Nei Lopes

1977


Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Pra quem nunca entrou na roda

Vou mostrar como é que é

Se é Iaiá tem que dar nas cadeiras

Se é Ioiô tem que dizer no pé

Tinha eu quase dois anos

Minha mãe foi quem contou

Meu padrinho me deu um pandeiro

E da roda de samba meu pai me tirou

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Samba é samba, é umbigada

Lá nas terras de Luanda

Queira zambi que eu não deixe o mundo

Sem sambar naquelas bandas

Meu avô veio do Congo

Minha avó veio de Angola

No batuque de um ponto de jongo

Só vendo, malungo, como ela rebola

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

No calor da batucada

É que se vai ver quem é

O facão tem que bater em baixo

Bananeira vai cair de pé

Na grande roda da vida

Eu caí, levantei, sacudi

Dei a volta pra plantar de novo

Taí minha mãe que não deixa eu mentir

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, ah, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Ah, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar


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