MARCAS - CHICO DA SILVA
De: Chico da Silva /
Arandas Júnior
1981
Muitos caminhos
andados ficaram marcados, mas não só por mim
Meus passos na
frente
Meu corpo atrasado
No meio um vazio
exclusivo do medo, em volta o segredo zombando da vida
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Pode o azar ser a
sorte e a sorte também pode ser o azar
0 amargo ser doce
0 doce amargar
A água da fonte
gerar a cobiça, a paz submissa ao mister cifrão
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Em uma sombra
deserta na hora mais certa o amor pode estar
O amor não descansa
Vigia os momentos
Das desilusões, da
angústia tristeza do bem da beleza e do livre prazer
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Pode o azar ser a
sorte e a sorte também pode ser o azar
0 amargo ser doce
0 doce amargar
A água da fonte
gerar a cobiça, a paz submissa ao mister cifrão
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Em uma sombra
deserta na hora mais certa o amor pode estar
O amor não descansa
Vigia os momentos
Das desilusões, da
angústia tristeza do bem da beleza e do livre prazer
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
Quem nega a partida
e não quer caminhar
Se perde na vida, na
sorte do azar
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