Resumo dos samba-rock

terça-feira, 21 de abril de 2026

MEU CARNAVAL - ELTON MEDEIROS

MEU CARNAVAL - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Antônio Carlos de Brito (Cacaso)

1973


Muita gente na folia cantando

Sem perceber

Que eu buscava na avenida razão para não sofrer

Meu amor

Quis brincar o carnaval

E saiu pela avenida, escolas a desfilar

Foi vestida de alegria e saiu pra não voltar

E eu vestido de tristeza cantei para não chorar

Eu quisera ser feliz

Mas a felicidade foi uma quimera no meu coração

Preferia não falar

Mas eu preciso fazer minha confissão

Ai, de quem nunca teve amor

Mesmo iludido encontro esperança no meu padecer

Pois o mais importante é viver

Pois o mais importante é viver


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VEM MAIS DEVAGAR - ELTON MEDEIROS

VEM MAIS DEVAGAR - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Joacyr Santana

1973


Vem mais devagar

Na empolgação

Pra não magoar meu coração

Começo a morar

Na sua intenção

Mas não vai dar pé pra você, não

Vem mais devagar

Na empolgação

Pra não magoar meu coração

Começo a morar

Na sua intenção

Mas não vai dar pé pra você, não

Você vive a falar que a minha vida pode melhorar

Mas não vejo a solução

Este mundo não é seu

Nem a minha opinião

Vem mais devagar

Vem mais devagar

Na empolgação

Pra não magoar meu coração

Começo a morar

Na sua intenção

Mas não vai dar pé pra você, não

Vem mais devagar

Na empolgação

Pra não magoar meu coração

Começo a morar

Na sua intenção

Mas não vai dar pé pra você, não

Você vive a falar que a minha vida pode melhorar

Mas não vejo a solução

Este mundo não é seu

Nem a minha opinião

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá, laiá, laiá

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá, laiá, laiá

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá

Laiá, lá, laiá, laiá, laiá


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VAZIO - ELTON MEDEIROS

VAZIO - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Mauro Duarte de Oliveira (Mauro Duarte)

1973


Ando tão vazio

E esta irregularidade persiste

Se pelo menos existisse uma saudade eu estaria

Triste

Ando tão vazio

E esta irregularidade persiste

Se pelo menos existisse uma saudade eu estaria

Triste

Silêncio trago dentro de minha alma, enfim,

Não sei pra onde vou

Nem donde vim

Se faço referência

A tão cruel situação

É num instante de alucinação

Ando tão vazio

E esta irregularidade persiste

Se pelo menos existisse uma saudade eu estaria

Triste

Silêncio trago dentro de minha alma, enfim,

Não sei pra onde vou

Nem donde vim

Se faço referência

A tão cruel situação

É num instante de alucinação


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SEI CHORAR - ELTON MEDEIROS

SEI CHORAR - ELTON MEDEIROS

De: Agenor de Oliveira (Cartola)

1973


Sei chorar

Eu também já sei sentir a dor

Estou cansado de ouvir dizer

Que se aprende a sofrer no amor

Sei chorar

Eu também já sei sentir a dor

Estou cansado de ouvir dizer

Que se aprende a sofrer no amor

Hoje eu choro

E a mulher que eu adoro

Talvez

Caída nos braços de outro

Sorrindo

Repete as mesmas promessas

Mentindo

Eu sei chorar

Sei chorar

Eu também já sei sentir a dor

Estou cansado de ouvir dizer

Que se aprende a sofrer no amor

Sei chorar

Eu também já sei sentir a dor

Estou cansado de ouvir dizer

Que se aprende a sofrer no amor

Hoje eu choro

E a mulher que eu adoro

Talvez

Caída nos braços de outro

Sorrindo

Repete as mesmas promessas

Mentindo


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SEBASTIANA - ELTON MEDEIROS

SEBASTIANA - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Ciro Monteiro

1973


Sebastiana desfilando na avenida

Vai vestida de princesa num carnaval tristeza

Vai no compasso

De quem pisa na saudade

De quem pisa na verdade

De uma vida de incerteza

Traz nos bordados

Paetês, plumas e renda

A mais pura das vontades

De crescer sem ter pra que

Porque, de fato

Na verdade mascarada

Que é por todos comentada

Sebastiana não crê

Antigamente

Quando a escola desfilava

Sebastiana cantava

Esbanjando animação

Mas hoje em dia

Apesar da fantasia

Sebastiana desfila

Sem demonstrar emoção

Talvez quem sabe

Já não há mais ambiente

Pra quem é do samba quente

E samba por devoção

No meio

De gente nobre

Esta princesa tão pobre

Perdeu

A motivação

Lá lá laiá…

Antigamente

Quando a escola desfilava

Sebastiana cantava

Esbanjando animação

Mas hoje em dia

Apesar da fantasia

Sebastiana desfila

Sem demonstrar emoção

Talvez quem sabe

Já não há mais ambiente

Pra quem é do samba quente

E samba por devoção

No meio

De gente nobre

Esta princesa tão pobre

Perdeu

A motivação

Lá lá laiá…


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SANDÁLIA DOURADA - ELTON MEDEIROS

SANDÁLIA DOURADA - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Asteclinio Joaquim da Silva (Auteclinio Silva)

1973


Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Menina dos olhos tristes

Vou lhe dar muita alegria

Que a tristeza é nossa vida

Sem sandália e fantasia

Mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu que não era de samba

Me amarrei na sua linha

Mas eu sempre quis ser bamba

Já vi que a sorte foi minha

Mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Esta sandália dourada

É pra gastar na cidade

Mas se quiser dar um tempo lá no seu subúrbio eu lhe faço a vontade

Mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu mandei

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto

Eu mandei fazer

Mandei fazer

Pra você pisar no asfalto

Uma sandália dourada

De salto bem alto


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PRESSENTIMENTO - ELTON MEDEIROS

PRESSENTIMENTO - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Hermínio Bello de Carvalho

1973


Lá-ra-rá

Laiá-raiá-ra-raiá-raiá-ra

Ardido peito

Quem irá entender o teu segredo

Quem irá pousar em teu destino

E depois morrer de teu amor

Ai,

Mas quem virá

Me pergunto a toda hora

E a resposta é o silêncio

Que atravessa a madrugada

Vem, meu novo amor

Vou deixar a casa aberta

Já escuto os teus passos

Procurando o meu abrigo

Vem, que o sol raiou

Os jardins estão florindo

Tudo faz pressentimento

Que este é o tempo ansiado

De se ter felicidade

Lá-ra-rá

Laiá-raiá-ra-raiá-raiá-ra


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PRA BATER MINHA VIOLA - ELTON MEDEIROS

PRA BATER MINHA VIOLA - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros

1973


Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Pelo meu viver tão diferente

Procurei em toda gente

Coisa que não dá paixão

E fiz meu samba de um vazio

Ostensivamente frio sem marcas de ilusão

Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Se do meu viver tristonho esqueço

É sinal de que mereço

Tudo sem reclamação

Só fiz meu samba por esmola

Pra salvar minha viola das garras da solidão

Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Pra bater minha viola

Fiz um samba sem razão

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração

Fiz um samba sem dar bola pras coisas do coração


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MASCARADA - O SOL NASCERÁ (A SORRIR) - ELTON MEDEIROS

MASCARADA - O SOL NASCERÁ (A SORRIR) - ELTON MEDEIROS

Mascarada

De: Elton Medeiros / José Flores de Jesus (Zé Kéti)

O sol nascerá (a sorrir)

De: Elton Medeiros / Agenor de Oliveira (Cartola)

1973


Vejo agora

Esse teu lindo olhar

Olhar que eu sonhei

Que sonhei conquistar

E que um dia afinal conquistei, enfim

Findou-se o carnaval

E só nos carnavais

Encontrava-te sem

Encontrar esse teu lindo olhar porque

O poeta era eu

Cujas rimas eram compostas

Na esperança de que

Tirasses essa máscara

Que sempre me fez mal

Mal que findou só

Depois do carnaval

Mal que findou só

Depois do carnaval


A sorrir

Eu pretendo levar

A vida

Pois chorando

Eu vi a mocidade

A sorrir

Eu pretendo levar

A vida

Pois chorando

Eu vi a mocidade

Perdida

Finda a tempestade

O sol nascerá

Finda esta saudade

Hei de ter outro alguém para amar

A sorrir

Eu pretendo levar

A vida

Pois chorando

Eu vi a mocidade

Perdida

A sorrir

Eu pretendo levar

A vida

Pois chorando

Eu vi a mocidade

Perdida


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FOTOS E FATOS - ELTON MEDEIROS

FOTOS E FATOS - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Otavio de Moraes

1973


Teus retratos

Saudade colecionou

De um grande amor guardado

Entre os guardados a que o coração se acostumou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo feliz que passou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo feliz que passou

Fotos e fatos

O que passou não mudou

Nem mudaram teus atos

Só nos retratos teu sorriso lindo amarelou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo feliz que passou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo feliz que passou

Homem nenhum se envergonha

Se guarda o que sonha se é sonhador

Quando o sorriso nas fotos

Dos tempos remotos

Em que ela me amou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo em que ela me amou

Colados por dentro da porta do armário

Horário de um tempo em que ela me amou


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domingo, 19 de abril de 2026

AVENIDA FECHADA - ELTON MEDEIROS

AVENIDA FECHADA - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Cristóvão da Silva Bastos Filho (Cristóvão Bastos) / Antônio Valente

1973


Chora meu peito

Assim desse jeito pra que cantar

Enquanto a avenida estiver fechada

Pra quem não puder pagar

Nem um canto se quer pra ver

A sua escola

Passando

Sambando

Tanta beleza

Desfila presa no meu coração

Chora meu peito

Assim desse jeito pra que cantar

Enquanto a avenida estiver fechada

Pra quem não puder pagar

Nem um canto se quer pra ver

A sua escola

Passando

Sambando

Tanta beleza

Desfila presa no meu coração

Ver chegar

O povo querendo brincar

E saber

Que agora não tem mais lugar

Pela cidade

Toda enfeitada

Parece até

Que o povo vai desenfeitar

Não me leve a mal, mas muito luxo pode atrapalhar

Alegria ninguém pode fabricar

Um bom carnaval se faz com gente feliz a cantar

Pelas ruas um samba bem popular

Laiá, laiá, lá

Laiá, lá

Laiá

Laiá, laiá, lá

Laiá, lá

Laiá


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HORA H - ELTON MEDEIROS

HORA H - ELTON MEDEIROS

De: Elton Medeiros / Antônio Valente

1973


De nada me valeu

Na hora H correu

Sem dó nem despedida

Nem deu satisfação

E me deixou na mão

Me arruinou a vida e eu lhe dei casa e comida

Mas ela deu no pé

Não soube ser mulher

Fiel, agradecida

Dizem que ela agora quer voltar

Errar só uma vez

Não vou virar freguês

Errar só uma vez

Não vou virar freguês

De nada me valeu

Na hora H correu

Sem dó nem despedida

Nem deu satisfação

E me deixou na mão

Me arruinou a vida e eu lhe dei casa e comida

Mas ela deu no pé

Não soube ser mulher

Fiel, agradecida

Dizem que ela agora quer voltar

Errar só uma vez

Não vou virar freguês

Errar só uma vez

Não vou virar freguês

Errar só uma vez

Não vou virar freguês


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sexta-feira, 17 de abril de 2026

DINHEIRO NÃO HÁ (LÁ VEM ELA CHORANDO) – PEDRO MIRANDA

DINHEIRO NÃO HÁ (LÁ VEM ELA CHORANDO) – PEDRO MIRANDA

De: Ernani Alvarenga / Benedito Lacerda


Lá vem ela

Chorando, o quê que ela quer?

Pancada não é, já dei

Mulher da orgia quando começa a chorar

Quer dinheiro

Dinheiro não há

Não há

Lá vem ela

Chorando, o quê que ela quer?

Pancada não é, já dei

Mulher da orgia quando começa a chorar

Quer dinheiro

Dinheiro não há

Não há

Carinho eu tenho demais pra vender e pra dar

Pancada também

Não há de faltar

Dinheiro

Isso não!

Isso não dou à mulher

Faço descer a terra, o céu e as estrelas se ela quiser

Mas dinheiro não há

Lá vem ela

Chorando, o quê que ela quer?

Pancada não é, já dei

Mulher da orgia quando começa a chorar

Quer dinheiro

Dinheiro não há

Não há


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LÁ NA ROÇA (MÊS DE MARIA) – MARTINHO DA VILA

LÁ NA ROÇA (MÊS DE MARIA) – MARTINHO DA VILA

De: Antônio Candeia Filho / Ernani Alvarenga

1975


Bendito louvado seja

Bendito louvado seja

Lá na roça no mês de Maria

Bendito louvado seja

Festejamos de noite e de dia

Na barraca do Zebedeu

O leiloeiro sou eu

Então quando é noite de luar

Se ouve o cantador a cantar

Em todo mês de Maria

Na roça temos alegria

Festejamos em todo o arraiá

Aiá!

Cantador cantando

Crianças brincando

Outros na capela de joelhos

Rezando

Vamos levando a vida que Deus do céu mandou

Agradecendo a vida que Deus do céu mandou, ô

Que Deus do céu mandou, ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou, ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou, ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou

Vou-me embora já desta cidade

Vou pra roça buscar liberdade

Aqui nem posso respirar

Ai, que saudade de lá

Aqui se mata até por dinheiro

O povo da roça é mais maneiro

Lá a gente é mais gente

E a felicidade

Lá é total e permanente

Ai, ai

Cantador, cantando

Violeiros tocando

Outros na capela de joelhos

Rezando

Agradecendo a vida que Deus do céu mandou

Vamos levando a vida que Deus do céu mandou

Vamos levando a vida que Deus do céu mandou

Que Deus do céu mandou

Ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou

Ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou

Ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou

Ô, ô, ô, ô

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja

Que Deus do céu mandou

Bendito

Ô, ô, ô, ô

Louvado seja


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segunda-feira, 13 de abril de 2026

ALUGUEL (EU VOU MORAR NO MATO) – NICÉAS DRUMONT

ALUGUEL (EU VOU MORAR NO MATO) – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação - 1979


Já vendi meu terno

Também meu sapato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu já disse a você

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já dizia o meu avô

Nos seus raros argumentos

Que o índio é que tá certo

Não dá bola pro cimento

Não precisa de colchão

Dorme no couro do gato

Se livrou do condomínio

E da lei do inquilinato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Vou morar no mato

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Quero me cobrir de penas

Me perder no Matagal

Me lance pra distante

Dos assaltos no jornal

Abusei da paciência

Pra manter o meu papel

Mas perdi o entusiasmo

Com o preço do aluguel

Amargoso e cruel

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Eu fico aqui o que?

Também meu sapato

Vou-me embora

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Quero me cobrir de penas

Me perder no Matagal

Me lance pra distante

Dos assaltos no jornal

Abusei da paciência

Pra manter o meu papel

Mas perdi o entusiasmo

Com o preço do aluguel

Amargoso e cruel

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Eu fico aqui o quê?

Também meu sapato



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LUZES DA NOITE – NICÉAS DRUMONT

LUZES DA NOITE – NICÉAS DRUMONT

De: Marcos Lago / Dino Rossi

Peregrinação - 1979


Nosso amor foi a coisa mais linda que eu tive na vida

E você era tudo que eu sempre

Sonhei encontrar

Mas um dia uma coisa terrível chamada ciúme

Veio com tantos queixumes

E dessa maneira

Feriu nosso amor

Era sol hoje é a luz da noite saudades em copos

Que de dose

Em dose eu bebo

Tentando apagar

Uma chama que queima no peito por dentro da alma

Que trocou o meu sorriso

Por esse suspiro

De quem quer chorar

À noite eu sou mentira de qualquer balcão

Qualquer rumo, qualquer direção

Ressurgindo em qualquer solidão

Lá, laiá

Sem nosso amor sou um resto quebrado de mim

Sou um ano inteiro sem sol

Uma vida somente de dor

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá

Laiá

Nosso amor foi a coisa mais linda que eu tive na vida

E você era tudo que eu sempre

Sonhei encontrar

Mas um dia uma coisa terrível chamada ciúme

Veio com tantos queixumes

E dessa maneira

Feriu nosso amor

Era sol hoje é a luz da noite saudades em copos

E de dose em dose eu bebo

Tentando apagar

Uma chama que queima no peito, por dentro da alma

Que trocou o meu sorriso

Por esse suspiro

De quem quer chorar

À noite eu sou mentira de qualquer balcão

Qualquer rumo

Qualquer direção

Ressurgindo em qualquer solidão

Lá, lá, iá

Sem nosso amor sou um resto quebrado de mim

Sou um ano inteiro sem sol

Uma vida somente de dor

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá

Laiá


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PEREGRINAÇÃO – NICÉAS DRUMONT

PEREGRINAÇÃO – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação - 1979


Atenção moçada

Quero ver todo mundo desabafando no gogó

Põe o feito pra fora e diz

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

Já não temos mais o que sofrer

Já não temos mais o que chorar

Só nos resta o dia pra gemer

Só nos resta a noite pra gritar

Flores maltratadas morrerão

Por quê?

Lamparina seca não conduz

Ninguém

É demais a peregrinação

Queremos paz

Queremos luz

Agora é nossa vez de contestar

E você tem que tirar

Os pregos da nossa cruz

Você

Você nos encheu de promessas

Todo mundo junto!

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

Já não temos mais o que sofrer

Já não temos mais o que chorar

Só nos resta o dia pra gemer

Só nos resta a noite pra gritar

Flores maltratadas morrerão

Por quê?

Lamparina seca não conduz

Ninguém

É demais a peregrinação

Queremos paz

Queremos luz

Agora é nossa vez de contestar

E você tem que tirar

Os pregos da nossa cruz

Hoje, vamos lá, vamos lá!

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha tanta paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Queremos tudo que você nos prometeu


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MENINA DA PELE DE OURO (PELE DE OURO) – NICÉAS DRUMONT

MENINA DA PELE DE OURO (PELE DE OURO) – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação – 1979


Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei, menina, ei, menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Que vontade danada

De sair por aí

Sem chinelo no pé

Discutindo com a vida

Abrindo caminhos na barba de Deus

Na mais curta palavra

Que vem da tua boca

Eu quero me prender

E depois de cansado

Dormir no mercado do teu coração

E transformar nós dois

Num só caracol

Quando a noite chega e de mansinho apaga o sol

Ei menina, ei menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei, menininha

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Pedirei pra nós dois

Sabonete do tempo

E chuveiro do céu

A toalha do vento

Garante enxugar o meu corpo e o seu

É somente querer

A gente se mistura

E depois vira três

Não precisa endereço

E nem passaporte pra se ser feliz

E transformar nós dois

Num só caracol

Quando a noite chega e de mansinho apaga o sol

Ei menina, menina

Ei, minha menina na pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei menininha

Ei, minha menina na pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei menina, ei menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio


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domingo, 12 de abril de 2026

LALÁ – LELÉ – LILI – TITULARES DO RITMO

LALÁ – LELÉ – LILI – TITULARES DO RITMO

De: João de Barro / Alberto Ribeiro

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Amei Lalá, amei Lili, Lili foi lá

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu, Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Teu coração, oh! Lili

É uma prisão, um alçapão onde eu caí sem querer

Dele eu não quero sair

Se um dia sair eu sei que vou morrer

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Eu ando agora tão só

Não tenho Lalá, Lelé, Lili, não encontro Loló

Eu ando agora tão só

Não tenho Lalá, Lelé, Lili, Loló

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu, Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Só quero Lulu

Só quero Lulu

Lulu, Lulu, Lulu, Lulu...

Lalá, Lelé, Lili, Lulu


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SEGURE NA MÃO – TITULARES DO RITMO

SEGURE NA MÃO – TITULARES DO RITMO

De: Enéas / A. Paraguassu

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Vá sempre por mim, criatura

E veja que eu tenho razão

Eu pego na tua cintura

Os trouxas que peguem na mão

Se, se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita que eu gosto

Menina que eu gosto demais

Se tu segurares aposto

Não queres largar nunca mais, se, se

Lará, segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão, se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita que eu gosto

Menina que eu gosto demais

Se tu segurares aposto

Não queres largar nunca mais

Se, se, segure meu bem

Segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se, segure meu bem

Segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita, segure na mão


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ARARA – TITULARES DO RITMO

ARARA – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente / Leandro Medeiros

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Arara, ô, arara

Arara, ô, arara

Na minha rua tem um bando de pequenas

Elas fazem muita fé com sua cara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Você declara que negócio de namoro

Só de dia ou em noite muito clara

Mas por que é que você é arara

Arara

Arara

Arara

Arara

Mas por que é que você é arara

Arara, ô, arara

No outro dia encontrei uma pequena

Esfregando pó de arroz na sua cara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Porque você já recusou um automóvel

E um moderno bangalô em Dona Clara

Mas porque é que você é arara

Arara, arara, arara, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Você se queixa que não pode tomar banho

Porque água por aqui é coisa rara

Mas porque aqui você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

La-la-la-la-la-la-la


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É DO BARULHO – TITULARES DO RITMO

É DO BARULHO – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente / Zequinha Reis

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


É do barulho

É do barulho

Larararararará

Larararará

Morena

Que faz cordão

Da noite e o dia

Na galeria

É do barulho

É do barulho

Loirinha

Que faz batalha

E vem sozinha

De manhãzinha

É do barulho

É do barulho

Sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De igual valor

Mulata

Que desce o morro

Puxando samba

De gente bamba

É do barulho

É do barulho

Crioula

Que vem na farra

Lá do Salgueiro

No tintureiro

É do barulho

É do barulho

Eu sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De qual valor

É do barulho

É do barulho

É do barulho

É do barulho

Sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De igual valor

É do barulho


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MENINA DAS LOJAS – TITULARES DO RITMO

MENINA DAS LOJAS – TITULARES DO RITMO

De: Lamartine Babo

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Menina

Menina

Menina

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu padrão

Na loja do meu coração

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Vão arranjar um sindicato pra nós dois

Depois

Além de férias para a gente descansar

No mar

E voltaremos no mar de rosas também

Se houver vapor no mês que vem

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

O teu amor vai muito além de dois mil reis

Tu és

A minha joia de alto preço no penhor

Amor

Da minha loja, todos os meses terás

Dez feriados nacionais

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Menina

Menina

Menina


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MARCHINHA DO GRANDE GALO – TITULARES DO RITMO

MARCHINHA DO GRANDE GALO – TITULARES DO RITMO

De: Lamartine Babo / Paulo Barbosa

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan-darararan

Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan-darararan

Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

A minha vizinha também

Certa noite gritou

Toda a gente acordou

Nervoso o marido respondeu co-co-co-co-co-co-coró

Hoje o galo sou eu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co

Co-coró

Co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó


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ORA, ORA – TITULARES DO RITMO

ORA, ORA – TITULARES DO RITMO

De: Gomes Filho / Almanyr Greco

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Lá lá lá lá lá lá lá

Lá lá lá lá lá lá lá

Ora, ora

Ora, ora

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ela diz a todo mundo que é feliz

E até canta para alguém adormecer

Me diziam que esta mulher era só chiquê

Qual o quê?

Qual o quê?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Já não quer saber de usar nenhum chapéu

Deixa seus cabelos soltos sempre ao léu

Me diziam que esta mulher era só chiquê

Qual o quê?

Qual o quê?

A mulher não tem chiquê

Não tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, viu?


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MARIA BOA – TITULARES DO RITMO

MARIA BOA – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Bom, bom, bararará

Que vantagem, que vantagem

Que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

À toa

Com quem é que Maria vive?

Comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo, não digo

Porque tenho certeza

Certeza porque sou escolado

Mulher é negócio de lado

Amigo é melhor separado

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

Maria vive

À toa

Com quem é que Maria vive?

Maria vive comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo

Não digo

Porque tenho certeza

Certeza

Que a minha Maria

Não vai com a cara do homem

Que tem a falinha macia

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

À toa

Com quem é que Maria vive?

Comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo, não digo

Porque tenho certeza

Certeza porque sou escolado

Mulher é negócio de lado

Amigo é melhor separado

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

Maria vive à toa

Com quem é que Maria vive?

Maria vive comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Que vantagem Maria tem?

Que vantagem Maria tem?

É boa

É boa

Maria boa, Maria boa, Maria boa, boa, boa


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