Resumo dos samba-rock

domingo, 22 de fevereiro de 2026

ZUM, ZUM, ZUM - CHICO DA SILVA

ZUM, ZUM, ZUM - CHICO DA SILVA

De: Alfredo Lucas / Rogério Enoi

1984


Ouvi dizer que malandro não chora

Independente da situação

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor que ouvi dizer que malandro de agora

Virou artista de televisão

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Ouvi dizer que malandro não chora

Independente da situação

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor que ouvi dizer que malandro de agora

Virou artista de televisão

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há


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NO DIA D - CHICO DA SILVA

NO DIA D - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva)

1984


Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Você nunca se abriu

Pra emoção

Seu coração

Congelou de vez

Quem tentou não fez

Acredito não

Esquentar as turbinas

Desse avião

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Você nunca se abriu

Pra emoção

Seu coração

Congelou de vez

Quem tentou não fez

Acredito não

Esquentar as turbinas

Desse avião

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor


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MEU TAMBORIM - CHICO DA SILVA

MEU TAMBORIM - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva)

1984


Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Eu sem o samba não sou nada

Sou mais um ébrio na calçada

Se eu perder meu tamborim

Não sei o que será de mim

Mas eu já posso imaginar

O tanto quanto irei sofrer

Eu não vou me conformar

Como é que vou sambar

De tristeza vou morrer

Vou morrer, vou morrer

Pode acreditar em mim

Para mim será o fim

Se o meu tamborim vender

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Não vou vender meu tamborim

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Eu sem o samba não sou nada

Sou mais um ébrio na calçada

Se eu perder meu tamborim

Não sei o que será de mim

Mas eu já posso imaginar

O tanto quanto irei sofrer

Eu não vou me conformar

Como é que vou sambar

De tristeza vou morrer

Vou morrer, vou morrer

Pode acreditar em mim

Para mim será o fim

Se o meu tamborim vender

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Não vou vender meu tamborim


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FAÇA DE CONTA - CHICO DA SILVA

FAÇA DE CONTA - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva / Zardino (Oswaldino de Carvalho)

1984


Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Se eu sofri

Cá pra nós eu sou feliz

Se eu chorei

Cá pra nós eu sorri

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Faça de conta

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Se eu sofri

Cá pra nós eu sou feliz

Se eu chorei

Cá pra nós eu sorri

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Faça de conta


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DÁDIVA - CHICO DA SILVA

DÁDIVA - CHICO DA SILVA

De: Carlito Cavalcante (Carlos Augusto Alves Cavalcante / Joel Menezes (Joel Menezes Lourenço)

1984


Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu o vento que vagueia

Deu areia a beira-mar

Deu a morena sereia

Para o sol morenizar

Deu a lua toda prosa

Deu a rosa pra enfeitar

Deu a fé pra quem tem fé

Oração pra se rezar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu azul de amaralina

Deu-me a sina de amar

Deu o amor de Janaína

Para o amor de Obatalá

Deu Uiara e seu encanto

Deu o canto de Iemanjá

Deu a luz pra quem tem luz

E uma cruz pra meditar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu mironga pra Bahia

Deu magia pro congá

Deu a ginga de Maria

Para gente admirar

Deu o pranto que deslisa

Deu a brisa pra secar

Deu o riso da criança

Esperança pra ficar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá


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BEIJO MATINAL - CHICO DA SILVA

BEIJO  MATINAL - CHICO DA SILVA

De: Arlindo Cruz (Arlindo Domingos da Cruz Filho) / Zeca Pagodinho (Jessé Gomes da Silva Filho) / Sereno (Jalcireno Fontoura de Oliveira)

1984


É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

É tão bom

É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Eu sei que por dentro ela chora, mas vou trabalhar

Sou obrigado

Na saída um beijo molhado, um abraço apertado nos faz esperar

No curso que o tempo passar

A saudade me devora

Sei que a minha demora ela sente também

Eu digo amém

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

Pra sonhar

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

É tão bom

É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Eu sei que por dentro ela chora, mas vou trabalhar

Sou obrigado

Na saída um beijo molhado, um abraço apertado nos faz esperar

No curso que o tempo passar

A saudade me devora

Sei que a minha demora ela sente também

Eu digo amém

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

Pra sonhar

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

É tão bom


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

SE EXISTE AMOR - CHICO DA SILVA

SE EXISTE AMOR - CHICO DA SILVA

De: Darci Maravilha (Darci Souto Amorim da Cruz) / Adilson Gavião (Adilson Magalhães Gavião? Marquinho

1981


Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá, lá

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá, lá

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá


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CORDA POÍDA – CHICO DA SILVA

CORDA POÍDA – CHICO DA SILVA

De: Davi Correa (David Antônio Correia) / Zé do Maranhão (José Calazans Viveiros)

1981


Eu não sou rosa nem espinho

Não sou afilhado nem padrinho

Não sou liberdade nem gaiola

E nem tão pouco sou passarinho

Eu não sou chapéu de palha

E não sou chapéu de feltro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Mas quando perder o povo vai pagar pra ver

Quem joga a pedra e esconde a mão

Amordaçaram o meu coração

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Eu não sou rosa

Eu não sou rosa nem espinho

Não sou afilhado nem padrinho

Não sou liberdade nem gaiola

E nem tão pouco sou passarinho

Eu não sou chapéu de palha

E não sou chapéu de feltro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Mas quando perder o povo vai pagar pra ver

Quem joga a pedra e esconde a mão

Amordaçaram o meu coração

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

SONHO MEU – CLEMENTINA DE JESUS e DONA IVONE LARA

SONHO MEU – CLEMENTINA DE JESUS e DONA IVONE LARA

De: Dona Ivone Lara / Delcio Carvalho

Clementina e Convidados – 1979


Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Pra matar essa saudade

Sonho meu

Com a sua liberdade

Sonho meu

No meu céu a estrela guia se perdeu

A madrugada fria

Só me traz melancolia

Sonho meu

Sinto o canto da noite na boca do vento

Fazer a dança das flores

No meu pensamento

Traz a pureza de um samba

Sentido, marcado de mágoas de amor

Um samba que mexe o corpo da gente

E o vento vadio embalando a flor

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Pra matar essa saudade

Sonho meu

Com a sua liberdade

Sonho meu

No meu céu a estrela guia se perdeu

A madrugada fria

Só me traz melancolia

Sonho meu

Sinto o canto da noite na boca do vento

Fazer a dança das flores

No meu pensamento

Traz a pureza de um samba

Sentido, marcado de mágoas de amor

Um samba que mexe o corpo da gente

E o vento vadio embalando a flor

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

ASSIM NÃO, ZAMBI - CLEMENTINA DE JESUS e MARTINHO DA VILA

ASSIM NÃO, ZAMBI - CLEMENTINA DE JESUS e MARTINHO DA VILA

De: Martinho da Vila

Clementina e Convidados - 1979


Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Ô Zambi

Vê se manda parar com aquelas blitz lá no morro

Quando os homens chegam chutando a porta e revirando tudo

Todo mundo fica assustado

E a criançada com aqueles olhos arregalados

O coração saindo pela boca

Ai meu Deus!

A tal de lei de invasão de domicílio lá no morro não vale nada

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

A Zambi, lembrei de outra coisa

Vê se clareia a cabeça da minha gente lá no morro

Para eles pararem de tanta cachaçada, maconha e briga

Devagar tá legal

Mas quando os nego tão doido dão tiro à toa, à toa

E quando eles inventam de brincar de bandido?

É o debaixo atacando o de cima

Os da direita atacando o da esquerda

E o pior é que ninguém é da direita nem da esquerda

É todo mundo do mesmo morro

É a miséria brigando com o miserê

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero as crianças roubando

E as veinhas esmolando uma xepa na feira

Eu não quero esse medo espantado

Na cara dos nego sem eira e sem beira

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Abre a cadeia pros inocentes

Dá liberdade pros homens de opinião

Quando um nego tá morto de fome

O outro não tem o que comer

Quando um nego tá num pau de arara

Tem outro penando num outro sofrer

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Clementina é filha de Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Ê ê ê ê ê ê ê ê ê Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi


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TORRESMO À MILANESA - CLEMENTINA DE JESUS

TORRESMO À MILANESA - CLEMENTINA DE JESUS

De: Adoniran Barbosa / Carlinhos Vergueiro

Clementina e Convidados - 1979


O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Que é que você trouxe

Na marmita, Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão

E um torresmo à milanesa

Da minha Tereza

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Que é que você trouxe

Na marmita, Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito, ué

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão

E um torresmo à milanesa

Da minha Tereza

Vamos almoçar

Sentados na calçada

Conversar sobre isso e aquilo

Coisas que nóis não entende nada

Depois puxar uma paia

Andar um pouco

Pra fazer o quilo

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza João

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou


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LAÇADOR - CLEMENTINA DE JESUS

LAÇADOR - CLEMENTINA DE JESUS

De: Sebastião Vitorino Teixeira dos Santos (Catoni) / Clementina de Jesus

Clementina e Convidados - 1979


Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Veja que carreiro bom

É carreiro da fazenda

O carro tá na lama

O carreiro tá na venda

Se quiser pinga da boa

Mande calango buscar

É nego tem perna fina

Ele vai e volta já

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Você pra cantar magina

Eu canto sem maginar

Trago letra na cabeça

Como letra no jorná

Chiquinha compra e vende

Totonha compra e me dá

Comprei uma boneca

Pra menina batizá

Olha o boi

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Veja que carreiro bom

É o carreiro da fazenda

Recado tá na lama

E o carreiro tá na venda

Se quiser pinga da boa

Mande calango buscar

É nego tem perna fina

Ele vai e volta já

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

BOCA DO SAPO – CLEMENTINA DE JESUS E JOÃO BOSCO

BOCA DO SAPO – CLEMENTINA DE JESUS E JOÃO BOSCO

(João Bosco / Aldir Blanc)

Clementina e Convidados - 1979


Costurou

Na boca do sapo uns restos de angu

A sobra do prato que o pato deixou

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

E amarrou

As pernas do sapo com a guia de vidro

Que ele pensava que tinha perdido

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Tu tá branco, Honorato, que nem cal,

Murcho feito sapo, Honorato, no quintal

Do teu riso, Honorato, nem sinal

Se o sapo dança, Honorato, tu babau

Definhou

E acordou com um sonho contando a mandinga

E falou pra doidas meu santo me vinga

Mas ela se riu feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Mas ela se riu feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

E implorou

Patroa perdoa, eu quero viver

Afasta meus olhos de Obaluaiê

Mas ela se riu feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Mas ela se riu feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Tas virando, Honorato, varapau,

Seco feito o sapo, Honorato, no quintal

Figa reza Honorato, o escambau,

Nada salva o sapo, Honorato,

Desse mal

Mas costurou

Costurou

Na boca do sapo uns restos de angu

A sobra do prato que o pato deixou

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Depois deu de rir feito Exu Caveira

Marido infiel vai levar rasteira

Depois deu de rir feito Exu Caveira


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

OLHOS DE AZEVICHE – CLEMENTINA DE JESUS

OLHOS DE AZEVICHE – CLEMENTINA DE JESUS

(Jaguarão)

Clementina e Convidados – 1979


Aonde estão

Os olhos de azeviche

Que me olham tanto

Que destruíram minha alma

E me roubaram a calma

O meu coração

Palpita a todo instante

Vive a perguntar

Se aqueles olhos lindos

Não vão me enganar

Aonde estão

Aonde estão

Os olhos de azeviche

Que me olham tanto

Que destruíram minha alma

E me roubaram a calma

O meu coração

Palpita a todo instante

Vive a perguntar

Se aqueles olhos lindos

Não vão me enganar

Eu que vivia feliz sossegado

Jamais havia pensado em novo amor

Surgiram então aqueles olhos negros

Todo meu sentimento transformou

Consulto o meu coração sentimental

Se uma aventura a mais não lhe faz mal

Aonde estão

Aonde estão

Os olhos de azeviche

Que me olham tanto

Que destruíram minha alma

E me roubaram a calma

O meu coração

Palpita a todo instante

Vive a perguntar

Se aqueles olhos lindos

Não vão me enganar

Se aqueles olhos lindos

Não vão me enganar


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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

COCOROCÓ – CLEMENTINA DE JESUS E ROBERTO RIBEIRO

COCOROCÓ – CLEMENTINA DE JESUS E ROBERTO RIBEIRO

(Paulo da Portela)

Clementina e Convidados - 1979


Cocorocó

O galo já cantou

Levanta nego tá na hora de tu ir pro batedô

Oh! Nega me deixa dormir mais um bocado, não pode ser.

Porque o senhorio está zangado com você

Ainda não pagaste a casa esse mês

Levanta nego que só faltam dez pra seis

Cocorocó

O galo já cantou

Levanta nego tá na hora de tu ir pro batedô

Oh! Nega me deixa dormir mais um bocado, não pode ser.

Porque o senhorio está zangado com você

Ainda não pagaste a casa esse mês

Levanta nego que só faltam dez pra seis

Nega, me deixa dormir

Eu hoje me sinto cansado

O relógio da parede talvez esteja enganado

Nega me deixa dormir

Eu hoje me sinto doente

Deixa de fita malandro você não quer ir pro batente

Cocorocó

O galo já cantou

Levanta nego tá na hora de tu ir pro batedô

Oh! Nega me deixa dormir mais um bocado, não pode ser.

Porque o senhorio está zangado com você

Ainda não pagaste a casa esse mês

Levanta nego que só faltam dez pra seis

Nega me deixa dormir

Eu hoje me sinto cansado

O relógio da parede talvez esteja enganado

Nega me deixa dormir

Eu hoje me muito doente

Deixa de fita malandro você não quer ir pro batente

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó

Cocorocó


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PAPEL RECLAME – CLEMENTINA DE JESUS

PAPEL RECLAME – CLEMENTINA DE JESUS

De: Nelson Sargento

Clementina e Convidados - 1979


Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Assim também já é demais

Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Fazem de mim

Papel reclame

Sem pensar no vexame

Que me possa ferir

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Assim também já é demais

Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Fazem de mim

Papel reclame

Sem pensar no vexame

Que me possa ferir

Oh! Deus

Castigai os infames

E que falam da vida dos outros por aí

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Oh, meu Deus!

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Meu Deus!

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí


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EMBALA EU - CLEMENTINA DE JESUS E CLARA NUNES

EMBALA EU - CLEMENTINA DE JESUS E CLARA NUNES

De: Albaléria

Clementina e Convidados - 1979


Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

Guiai os meus passos

E por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

Guiai os meus passos

Por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

E guiai os meus passos

E por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois


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CAXINGUELÊ DAS CRIANÇAS - CLEMENTINA DE JESUS

CAXINGUELÊ DAS CRIANÇAS - CLEMENTINA DE JESUS

De: José Ventura

Clementina e Convidados - 1979


Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá


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domingo, 8 de fevereiro de 2026

TOCA NICANOR – TRIO ABAETÉ

TOCA NICANOR – TRIO ABAETÉ

De: Jorge Belizário Batista (Belizário) / Didier Mendes Ferra (Di Ferraz)

LP Abaeté – 1977


Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Quem paga o pato sou eu

Que faço música brasileira

E você no pé da orelha

Fala em língua estrangeira

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Eu não, eu não

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Desliga a sua antena que eu saio de cena

Vim agora só na morte ou se estourar no norte

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Quem paga o pato sou eu

Que faço música brasileira

E você no pé da orelha

Fala em língua estrangeira

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Eu não, eu não

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Desliga a sua antena que eu saio de cena

Vim agora só na morte ou se estourar no norte

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca Nicanor, toca Nicanor, toca


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