Resumo dos samba-rock

sexta-feira, 12 de junho de 2026

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Quando você ver de perto que eu não estou mais perto

E que eu já me pirei

Você vai sentir que a vida foi aquilo tudo

Quando estive aí

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pego a violinha

Que uma amiga minha da Bahia

Teve o prazer de me dar

Ela sabia que eu gosto de tocar pagode pela madrugada

Vou me infernar nesse inferno de vida

Quero ter ferida pra chorar

Pra superar esse tempo

Eu sei, que aguento e vou lutar

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu


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MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

De: Antonio Carlos Nascimento Pinto (Toninho) / Romildo Souza Bastos (Romildo)

1977


Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena, morena, morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia


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MUNDO BOM - AGEPÊ

MUNDO BOM - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Eta mundo bom, minha gente!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Ó mundo bom!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval


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DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Nega!

Ó nega!

Ó nega!

Nega!

Nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Ô ô nega!

Ô nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!


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A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval


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UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

De: Juvenil José Furtado (Juvenil Santos) / Antonio Rego Barros Filho (Barros)

1977


Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação


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PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

De: Ary Alves de Souza (Ary do Cavaco)

1977


Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na terra dura e seca da triste caatinga

Está correndo sangue como ribeirão

De um lado a macacada e sargento Bezerra

Do outro a cangaçada com o Lampião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei da opinião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei do coração

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

E não adiantou macheza de Corisco

O amor de Maria e o destemor de Azulão

Não há mais no bornal farinha e carne seca

A água se acabou só tem na solidão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E o lamurio triste de um corujão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E um nome que honrou o homem do sertão

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Se tivesse a água que a gente bebe

Se tivesse o amor que Deus nos concede

Se tivesse a flor com o seu perfume

Se tivesse o amor mesmo com ciúme

Se tivesse o pão que temos cada dia

Se tivesse o anjo que ajudou Maria

Se tivesse a mãe que sempre nos cria

Homem igual a esse nunca existiria

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião


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OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia, é

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar


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A BANDEIRA DE VILMA - AGEPÊ

A BANDEIRA DE VILMA - AGEPÊ

De: Sebastião Vitorino Teixeira (Catoni)

1977


Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Depois que você deixou seu posto

Uma alegria no rosto

Em muita gente ficou

Disseram que seu estandarte era pesado

Que seu cabelo prateado

O sereno clareou

Mas hoje você faz o seu regresso

Pra mostrar que seu sucesso

Ainda não envelheceu

Quero ver você dançar

E cantar de ficar rouca

Que é pra calar a boca

De quem falou sem pensar

Quero ver você dançar

E cantar de ficar rouca

Que é pra calar a boca

De quem falou sem pensar

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Simbora, gente!

Nazareno carregou, ô, ô, ô, ô

Sua cruz até o fim

Até o fim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim

Arrasta sua bandeira, bandeira

Que eu levo o meu tamborim


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SAMBA, IOIÔ - AGEPÊ

SAMBA, IOIÔ - AGEPÊ

De: Wilson Moreira / Nei Lopes

1977


Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Pra quem nunca entrou na roda

Vou mostrar como é que é

Se é Iaiá tem que dar nas cadeiras

Se é Ioiô tem que dizer no pé

Tinha eu quase dois anos

Minha mãe foi quem contou

Meu padrinho me deu um pandeiro

E da roda de samba meu pai me tirou

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Samba é samba, é umbigada

Lá nas terras de Luanda

Queira zambi que eu não deixe o mundo

Sem sambar naquelas bandas

Meu avô veio do Congo

Minha avó veio de Angola

No batuque de um ponto de jongo

Só vendo, malungo, como ela rebola

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

No calor da batucada

É que se vai ver quem é

O facão tem que bater em baixo

Bananeira vai cair de pé

Na grande roda da vida

Eu caí, levantei, sacudi

Dei a volta pra plantar de novo

Taí minha mãe que não deixa eu mentir

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, ah, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Ah, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar

Eta

Samba Ioiô

Olha meu samba, Iaiá

Agora vim e vou ficar


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quinta-feira, 28 de maio de 2026

LÍNGUA DE PILÃO - ELZA SOARES

LÍNGUA DE PILÃO - ELZA SOARES

De: Elza da Conceição Soares

1877


Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Galo cantou meia-noite

No meio da plantação

Meu café só sai gostoso

Quando tiro do pilão

Negra da canela fina

Preferida do feitor

Foi-se embora pra fazenda

Três vinténs foi quem comprou

E o menino chorou

Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Negro do pé espalhado

Nunca foi trabalhador

Era muito respeitado

Pois foi guia do feitor

Feiticeiro Nhô Nhô

Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Chorou, chorou

Quando deu meia-noite esse pobre menino chorou

Eu fui pau, chicote, pedra

Queda, pó, chicote pau

Eu rezava Ave-Maria

Pedindo Agô pra livrar-me do mal

Jogando maculelê

Congo, jongo, capoeira

Dia e noite, noite e dia

De segunda a sexta-feira

E o menino chorou

Chorou, chorou

Benedito Canela Fina

Aquele respeito

É, velho Belém

Velho Aniceto

Tia Neném do Salgueiro

Tia Vicentina

Mamãe Clementina, como eu te quero bem

Olha, a todo povo da Bahia, em nome da minha mãe Stella

Do Afonjá

Vou até Recife

A bênção pai Edu

A bênção a todos vocês

Todo pessoal de Jango

Capoeira

E eu aqui

As lavadeiras do a beira do Rio, que legal

Eita, viva a raça

Vovó Teresa

Da Serrinha mais uma vez os meus respeitos

Porque o menino chorou, minha gente

E como chora o menino

Ih!

É Congo, jongo, capoeira

Quanta gente boa que a gente não pode dizer o nome


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quarta-feira, 27 de maio de 2026

COMPOSITOR (O QUE EU SOU É COMPOSITOR) - ELZA SOARES

COMPOSITOR (O QUE EU SOU É COMPOSITOR) - ELZA SOARES

De: Sergio Cabral / Rildo Hora

1977


Olha aí não me olhe assim com horror

Tá escrito no meu borderô

O que eu sou é um compositor

Mas você quer me ver com o bico calado

Tantã meio abilolado

Escravo olhando o sinhô

Tá é doido, também eu não sou dom Quixote

Não quero entrar no garrote

Pra ver a torcida vibrar

Mas você quer fazer eu plantar bananeira

Mandando eu ficar na barreira

Quer ver meu time apanhar

Se a cabeça engolir pela boca

Vai sair

Você pode ter a certeza que eu estou desarmado

Só tenho aqui sete notas pra dar meu recado

Olha aí não me olhe assim com horror

Tá escrito no meu borderô

O que eu sou é um compositor

Mas você quer me ver com o bico calado

Tantã meio abilolado

Escravo olhando o sinhô

Tá é doido, também eu não sou dom Quixote

Não quero entrar no garrote

Pra ver a torcida vibrar

Mas você quer fazer eu plantar bananeira

Mandando eu ficar na barreira

Quer ver meu o time apanhar

Se a cabeça engolir pela boca

Vai sair

Você pode ter a certeza que eu estou desarmado

Só tenho aqui sete notas pra dar meu recado

Tá é doido também eu não sou dom Quixote

Não quero entrar no garrote

Pra ver a torcida vibrar

Mas você quer ver eu plantar bananeira

Mandando eu ficar na barreira

Quer ver o meu time apanhar

Mas você quer ver eu plantar bananeira

Mandando eu ficar na barreira

Quer ver o meu time apanhar

Mas você quer ver eu plantar bananeira

Mandando eu ficar na barreira

Quer ver o meu time apanhar


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sábado, 23 de maio de 2026

SAMBA-ROCK - ERASMO CARLOS E LEILA PINHEIRO

SAMBA-ROCK - ERASMO CARLOS E LEILA PINHEIRO

De: Billy Moore / Reg. Simpson / Johnny Brandford

1986


Vim ao Rio de Janeiro

Esperando encontrar

Jacarés pelas calçadas

Índios nus à beira-mar

O que vi foram guitarras

Namorando violões

Fui gostando e fui ficando

Entre amores e canções

Samba

Tem rock no samba

Rola

Rola que as pedras vão sempre se encontrar

A marola virou onda

E molhou todo o país

Quando a praia é diferente

Todo o povo pede bis

Morenice da morena

7 notas tropicais

Aprendiz de brasileiro

Não me fui daqui jamais

Samba

Tem rock no samba

Rola

Rola que as pedras vão sempre se encontrar

Samba

Tem rock no samba

Rola

Rola que as pedras vão sempre se encontrar

E foi em Copacabana

Que isso tudo aconteceu

A morena, o som e eu

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba

Samba

Samba

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock

Samba-rock


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terça-feira, 19 de maio de 2026

COITADINHA DE VOCÊ - RENATO E SEUS BLUE CAPS

COITADINHA DE VOCÊ - RENATO E SEUS BLUE CAPS

De: Marcos Torraca

1970


Quando o seu namorado na despedida vem lhe beijar

E diz que vai pra casa e está cansado de trabalhar

Ele é um bom menino e você deve dormir em paz

Mas quando você dorme o que será que o menino faz?

Mas coitadinha, coitadinha de você

Tao bobinha você dorme sem saber

Tal como um passarinho sai da gaiola batendo asas

Ele fica contente saindo cedo de sua casa

Dois amiguinhos sempre estão na esquina a lhe esperar

E lá na outra esquina tem outro alguém que eu não vou contar

Mas coitadinha, coitadinha de você

Tao bobinha você dorme sem saber

Quando o seu namorado na despedida vem lhe beijar

E diz que vai pra casa e está cansado de trabalhar

Ele é um bom menino e você deve dormir em paz

Mas quando você dorme o que será que o menino faz?

Mas coitadinha, coitadinha de você

Tao bobinha você dorme sem saber

Lá, lá, lá….


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TUDO TEM SEU PREÇO - RENATO E SEUS BLUE CAPS

TUDO TEM SEU PREÇO - RENATO E SEUS BLUE CAPS

De: Getúlio Cortes

1970


Você bem falou como quis

E agora terá de ouvir o que não quer

Não me surpreendo se você se despedir

Nem me arrependo e deixo logo você ir

Assim volto a sorrir

Tudo tem seu preço eu não mereço

O que passei e vou dizer

Que é bem melhor você ter juízo

E amor assim eu não mais preciso

Nem vou me arrepender

Tudo tem seu preço eu não mereço

O que passei e vou dizer

Que é bem melhor você ter juízo

E amor assim eu não mais preciso

Nem vou me arrepender

Nem vou me arrepender

Lá, lá, lá…

Tudo tem seu preço eu não mereço

O que passei e vou dizer


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MINHA ROUPA - TIÃO MOTORISTA

MINHA ROUPA - TIÃO MOTORISTA

De: Tião Motorista

1970


Minha roupa

Minha roupa

Está na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Minha roupa

Minha roupa

Tá na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Dia 2 de fevereiro

É festa de Iemanjá

Jorge Amado faz um samba e já mandou me convidar

Minha roupa está na fonte

Lavadeira foi lavar

Hoje é dia primeiro e com que roupa eu vou pra lá

Minha roupa

Minha roupa

Está na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Minha roupa

Minha roupa

Tá na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Na casa do Jorge Amado

Lugar bom pra sambar

Se samba a noite inteira

Até ver o sol raiar

Comida pra todo mundo

Bebida pra se afogar

Minha roupa está na fonte e com que roupa eu vou pra lá

Minha roupa

Minha roupa

Está na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Minha roupa

Minha roupa

Tá na mão da lavadeira que eu mandei lavar

Na casa do Jorge Amado

Lugar bom pra sambar

Se samba a noite inteirinha

Até ver o sol raiar

Comida pra todo mundo

Bebida pra se afogar

Minha roupa está na fonte e com que roupa eu vou pra lá


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domingo, 17 de maio de 2026

PULO, PULO - JORGE BEN JOR

PULO, PULO - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1970


Pulo, pulo, pulo e não caio

Pulo, pulo, pulo e se eu caio

Eu caio dentro do balaio

Flores do meu amor

Pulo, pulo, pulo e não caio

Pulo, pulo, pulo e se eu caio

Eu caio dentro do balaio

Flores do meu amor

O balaio tem rosas, tem cravos, margaridas,

Tulipas, hortênsias, tem lírios, violetas, sempre viva,

Brinco de princesa, orquídeas, jasmim,

Tem amor-perfeito é o que ela é pra mim

Pulo, pulo, pulo e não caio

Pulo, pulo, pulo e se eu caio

Eu caio dentro do balaio

Flores do meu amor

Pulo, pulo, pulo e não caio

Pulo, pulo, pulo e se eu caio

Eu caio dentro do balaio

Flores do meu amor

O balaio tem rosas, tem cravos, margaridas,

Tulipas, hortênsias, tem lírios, violetas, sempre viva,

Brinco de princesa, orquídeas, jasmim,

Tem amor-perfeito é o que ela é pra mim

Pulo e não caio

Pulo e se eu caio

Eu caio dentro do balaio

Flores do meu amor

Flores do meu amor

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá


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sexta-feira, 15 de maio de 2026

APARECEU APARECIDA - JORGE BEN JOR

APARECEU APARECIDA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1970


Ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

E o que eu mais queria aconteceu

Deixei de lado o meu orgulho

Pois eu vi como eu era feio

Inútil e tão infeliz

Descobri que a vida é bela

O sol nasceu pra todos

O amor é lindo, e ela me quis

E agora eu sou feliz

Ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

0 que eu mais queria aconteceu

Rola pedra, rola pedra

Quem rola pedra não fica à toa

Quanto mais eu rolo pedra

Mais a coisa fica boa

Ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

0 que eu mais queria aconteceu

Ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

E o que eu mais queria aconteceu

Apareceu Aparecida

Aparecida apareceu

Aconteceu o que eu mais queria

O que eu mais queria aconteceu

Ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

O que eu mais queria aconteceu

Ei compadre

Ai, ai, ai

Ei compadre

Ei, ai, ai, ai

Apareceu Aparecida

Ai, ai, ai, ai

Aparecida apareceu

Ai, ai, ai

Aconteceu o que eu mais queria

Ai, ai, ai

O que eu mais queria aconteceu


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ESTOU MARCADO - PAULINHO DA VIOLA

ESTOU MARCADO - PAULINHO DA VIOLA

De: Paulinho da Viola

1970


Quem sou eu

Quem sou eu pra viver sem madrugada

Quem sou eu pra viver sem violão

Quem sou eu pra esquecer o que passei

No tempo em que andei com você no coração

Quem sou eu

Quem sou eu pra viver sem madrugada

Quem sou eu pra viver sem violão

Quem sou eu pra esquecer o que passei

No tempo em que andei com você no coração

Era grande meu sofrer, mas eu amava

Arranjei um certo dia um violão que me ajudava

A cantar os versos que fiz pra você

Posso até dizer que eu era mais feliz

Mas depois do seu amor fiquei marcado

Sem viola e madrugada eu não fico sossegado

Quem sou eu pra viver sem madrugada

Quem sou eu pra viver sem violão

Quem sou eu pra esquecer o que passei

No tempo em que andei com você no coração

Quem sou eu

Quem sou eu pra viver sem madrugada

Quem sou eu pra viver sem violão

Quem sou eu pra esquecer o que passei

No tempo em que andei com você no coração

Mas no tempo em que andei com você no coração

Mas no tempo em que andei com você no coração


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quarta-feira, 13 de maio de 2026

MESMO SEM ALEGRIA - PAULINHO DA VIOLA

MESMO SEM ALEGRIA - PAULINHO DA VIOLA

De: Paulinho da Viola

1970


Sinto

Mas não quero sofrer

Outra desilusão

Com você

Vivo

Mesmo sem alegria

Procurando um alguém que me faça feliz

Um dia

Você jamais amou alguém

Não sabe o que é sentir saudade

Agora vem me procurar

Para dizer que quer voltar

Jurando amizade

Sinto

Mas não quero sofrer

Outra desilusão

Com você

Vivo

Mesmo sem alegria

Procurando um alguém que me faça feliz

Um dia

Procurando um alguém que me faça feliz

Um dia

Procurando um alguém que me faça feliz

Um dia


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segunda-feira, 11 de maio de 2026

ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE - CHICO BUARQUE

ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE - CHICO BUARQUE

De: Chico Buarque

1970


Essa moça tá diferente

Já não me conhece mais

Está pra lá de pra frente

Está me passando pra trás

Essa moça tá decidida

A se supermodernizar

Ela só samba escondida

Que é pra ninguém reparar

Eu cultivo rosas e rimas

Achando que é muito bom

Ela me olha de cima

E vai desinventar o som

Faço-lhe um concerto de flauta

E não lhe desperto emoção

Ela quer ver o astronauta

Descer na televisão

Mas o tempo vai

Mas o tempo vem

Ela me desfaz

Mas o que é que tem

Que ela só me guarda despeito

Que ela só me guarda desdém

Mas o tempo vai

Mas o tempo vem

Ela me desfaz

Mas o que é que tem

Se do lado esquerdo do peito

No fundo ela ainda me quer bem

Essa moça tá diferente

Já não me conhece mais

Está pra lá de pra frente

Está me passando pra trás

Essa moça é a tal da janela

Que eu me cansei de cantar

E agora está só na dela

Botando só pra quebrar

Mas o tempo vai

Mas o tempo vem

Ela me desfaz

Mas o que é que tem

Que ela só me guarda despeito

Que ela só me guarda desdém

Mas o tempo vai

Mas o tempo vem

Ela me desfaz

Mas o que é que tem

Se do lado esquerdo do peito

No fundo ela ainda me quer bem

Essa moça


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quinta-feira, 7 de maio de 2026

BAHIA, BAIÁ - GOLDEN BOYS

BAHIA, BAIÁ - GOLDEN BOYS

De: Edinho / Roberto Corrêa / Ernani Marones

1971


Bahia

Bahia

Salvador meu santo já vou chegar

Ver de perto as coisas que dizem lá

Esse som, isso tudo é bom demais

Esse gosto, esse cheiro parece mar

Ô Bahia, Bahia

É Bahia, Bahia

É Bahia, Bahia

É Bahia, Bahia

É Bahia Salvador

É Bahia meu amor

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

Iemanjá mamãe, mãe de santo azul

Na cidade eu vou me entregar a Exu

Gabrielas soltas por todo o cais

Se Exu me der uma eu não volto mais

Ô Bahia, Bahia

É Bahia, Bahia

Ô Bahia, Bahia

Ô Bahia, Bahia

É Bahia Salvador

É Bahia meu amor

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

É Bahia Salvador

É Bahia meu amor

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

É Bahia Salvador

É Bahia meu amor

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira

É Bahia Salvador

É Bahia meu amor

Capoeira, poeira

Poeira, capoeira


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terça-feira, 5 de maio de 2026

COISAS DA PORTELA (CONTOS DE AREIA) - AGEPÊ

COISAS DA PORTELA (CONTOS DE AREIA) - AGEPÊ

De: Antônio Gilson Porfírio / Verner Raymundo de Macedo

1984


Ê saruê

Eê saruê

Odabalá, dilê auê

Saruê

Eê saruê

Odabalá, dilê auê

Auê de fantasia

Sou um grão de areia desse mar

Li no livro branco da alegria

Coisas que a Portela e vou contar

Ô Bahia

Bahia!

Foi Oranian quem azulou ô ô ô ô

Veio em Paulo da Portela

A mão negra na tramela

Nosso samba começou

E a lua cheia fez Candeia

Oxóssi, meu terreiro iluminou

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Estrela branca

Oh! Estrela branca vem, semeia

Seu lirismo na manhã

Clara, guerreira, clareia

Com a claridade de Yansã

E com seus balangandãs, oi belo Oyá

Meu conto de areia diz, oi belo Oyá

Que a Portela é meu samba, é meu cantar

Faz meu povo mais feliz

Diz belo Oyá

E com seus balangandãs, oi belo Oyá

Meu conto de areia diz, oi belo Oyá

Que a Portela é meu samba, é meu cantar

Faz meu povo mais feliz

Ê saruê

Eê saruê

Odabalá, dilê auê

Saruê

Eê saruê

Odabalá, dilê auê

Auê de fantasia

Sou um grão de areia desse mar

Li no livro branco da alegria

Coisas que a Portela e vou contar

Ô Bahia

Bahia!

Foi Oranian quem azulou ô ô ô ô

Veio em Paulo da Portela

A mão negra na tramela

Nosso samba começou

A lua cheia fez Candeia

Oxóssi, meu terreiro iluminou

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Estrela branca

Oh! Estrela branca vem, semeia

Seu lirismo na manhã

Clara, guerreira, clareia

Com a claridade de Yansã

E com seus balangandãs, ô belo Oyá

Meu conto de areia diz, ô belo Oyá

Que a Portela é meu samba, é meu cantar

Faz meu povo mais feliz

E com seus balangandãs, ô belo Oyá

Meu conto de areia diz, ô belo Oyá

Que a Portela é meu samba, é meu cantar

Faz meu povo mais feliz

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei

Na roda dos 25

Natal foi rei

Se é pra brincar, eu brinco

Meu amor, brinquei


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