Resumo dos samba-rock

domingo, 28 de junho de 2026

O REI É ROSA CRUZ - JORGE BEN JOR

O REI É ROSA CRUZ - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1982


Nina, Nina, pendragon

Nina, Nina, pendragon

Camelot

Camelot

Camelot

Camelot

Mandou avisar que vai chegar o rei

Mandou avisar que vai ter festa para o rei

Que Deus conserve a sabedoria e a bondade pro rei

Que Deus salve o rei

Vida longa para o rei

Eu fui convidado para nela tomar parte

Agradeço a Deus por essa alegria

Eu vou ao castelo com bons pensamentos

Pois neste grande e curto espaço de tempo

Eu poderei testemunhar belos acontecimentos

Vou me cuidar e me guardar

Pensar, refletir, examinar meu dia-a-dia

Com objetividade, amor e confiança

Pois o rei e a sua corte podem não gostar

Se eu negligenciar

Se eu não me aprimorar

Infeliz daquele

Que é demasiado fútil

Infeliz daquele

Que chega sempre por último

Não saberá

Não saberá

Que no manto sagrado do rei tem uma rosa e uma cruz

Que no manto sagrado do rei tem uma rosa e uma cruz

Oh, nina, nina, nina, pendragon

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

Camelot

Camelot

Camelot

Ô mina, mina, mina, pendragon

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz

Camelot

Camelot

Camelot

Ô nina, nina, nina, pendragon

O rei é Rosa Cruz

O rei é Rosa Cruz


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O REINO ENCANTADO DO AMOR - JORGE BEN JOR

O REINO ENCANTADO DO AMOR - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1982


Grêmio Recreativo Unidos da Simpatia

Agradecendo a atenção dispensada

Pede licença, e pede passagem

Para mostrar o seu novo samba enredo

"O Reino Encantado do Amor"

Eu amo

Tu amas

Ele ama

Nós amamos

Vós amais

Eles amam

Eu amo

Tu amas

Ele ama

Nós amamos

Vós amais

Eles amam

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

O cupido com sua flecha de ouro

Vai flechando quem de amor necessitar

E como é bonito ver

Iniciantes, namorados e amantes

Felizes e radiantes

Felizes e radiantes

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Protegidos por fadas, gnomos, centauros, elfos e unicórnios

O cão de Artemis, pavões reais

Cavalos alados, o príncipe sapo

A águia do Olimpo, a coruja colorida


A sereia e o peixe-voador dourado

Todos habitantes e guardiãs dos bosques, lagos e jardins

No Reino Encantado

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Enquanto que suaves e elegantes

Arcanjos, anjos e querubins

Entoando um belo e alegre coro

Cantavam assim

Cantavam assim

Ouô

Ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô

Quem quiser amor

Que se aproxime dele

Quem quiser amor

Que viva e cante com ele

Quem quiser amor

Que se aproxime dele

Quem quiser amor

Que viva e cante com ele

Eu quero paz

Eu quero viver

Eu quero amar

Eu quero você

Eu quero paz

Eu quero viver

Eu quero amar

Eu quero você

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Ô ô ô ô

Ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Ô ô ô ô

Ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Ô ô ô ô

Ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor

Ô ô ô ô

Ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô

No Reino Encantado do Amor

No Reino Encantado do Amor


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DUAS MULHERES - JORGE BEN JOR

DUAS MULHERES - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1982


Me chegou às mãos

Um livro diferente

Que me foi dado de presente

Por duas mulheres sorridentes

Me chegou às mãos

Eram duas mulheres

Uma inocente, outra madura

Cheias de sabedorias e de ternuras

Apareceram na hora do meu lazer

E me presentearam com esse livro dos seres imaginários

Escrito pelo poeta hermano

Jorge Luis Borges

Esse livro é um universo de contos e versos

Casos, histórias, fábulas e lendas

O real

O irreal

O surreal

Tá tudo lá

Ali e aqui

Começa a ciência e acaba a ficção

Aqui começa a ficção e acaba a ciência

Ô ô ô ô ô

Esse livro é exceção

Ô ô ô ô ô

Esse livro é cabeção

Bela luz, avisa a Joana

Eu vi Hanningel, Capiziel

…...


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quarta-feira, 24 de junho de 2026

SACI PERERÊ - JORGE BEN JOR

SACI PERERÊ - JORGE BEN JOR

De: Jorge Ben Jor

1982


Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Dona Cuca vai querer fazer uma aposta com você

E essa aposta você vai ter que ganhar

Não pode perder, não pode perder

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Pererê

Pererê

Pererê

Dona Cuca vai querer que você aposte

O seu cachimbo e o seu chapéu mágico

Contra uma torta de jiló, melancia e alho

Cuidado saci, cuidado com a touca

Prende bem e não se compromete

Pois essa aposta consiste em que você ande

Pelo sítio de patinete

Pelo sítio de patinete

Saci pererê

Saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Saci, saci pererê

Pula, brinca e joga que eu quero ver

Pererê

Pererê

Pererê

Pererê

Pererê

Pererê

Pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê

Sa, saci, sa, saci pererê


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sábado, 20 de junho de 2026

MUDA BRASIL – JORGINHO DO IMPÉRIO

MUDA BRASIL – JORGINHO DO IMPÉRIO

Gervásio Horta

1984


Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua, no colégio

Tudo vai mudar, muda Brasil

Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua e no colégio

Tudo vai mudar, muda Brasil

O Brasil não vai deixar

Passar a hora da travessia

No fundo do poço apareceu

Um raio de luz que anuncia

Quero ver meu povo cantando

Comemorando um novo dia

Muda meu Brasil

O Brasil já vai mudar

Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua e no colégio

Tudo vai mudar

Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua e no colégio

Tudo vai mudar

Muda Brasil

O Brasil não vai deixar

Passar a hora da travessia

No fundo do poço apareceu

Um raio de luz que anuncia

Quero ver meu povo cantando

Comemorando um novo dia

Muda meu Brasil

O Brasil já vai mudar

Muda Brasil

Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua e no colégio

Tudo vai mudar

Muda Brasil

Já chegou a hora

A hora do Brasil mudar

Em casa, na rua e no colégio

Tudo vai mudar

Muda Brasil


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terça-feira, 16 de junho de 2026

DOIDINHA - FAROFA CARIOCA

DOIDINHA - FAROFA CARIOCA

De: Gabriel Moura, Fernando Moura, Carlos Negreiros, Jovi Joviniano


Farofa, carioca!

(choro)

Hum, olha só, seu Jorge!

Vai passar aqui do seu lado, olha só, olha só!

Que beleza!

Hum!

Ô filhona

Chega aí!

Gata!

Ih, tá voltando, aí!

Ela vai bem muito bem, tá legal?

É uma delícia de amasso!

É maravilha pura

Me dá beijinho na boca

E quando samba

O samba corre no sangue dela

E quando samba

O samba mora no corpo dela

E aí todo mundo pára

Pra olhar pra ela

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Vem farofa

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Ela é campeão, um pedaço de maçã, um arraso no pedaço

Que peitinho durinho

De biquíni amarelinho

E quando samba

O samba corre no sangue dela

E quando samba

O samba mora no corpo dela

E aí todo mundo pára

Pra olhar pra ela

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Vem farofa, uh

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar

Ô menina gostosa que passa cheirosa fazendo de prosa, fingindo inocente e tirando o sossego da gente

Que gosta, se enrosca no seu rebolado meio suingado, mas bem debochado que vem lá do alto, passando no asfalto, o arrasto sandália na beira da praia que eu moro na areia

Eu fico mais lindo por causa do amor

Olha que coisa mais linda

Eu fico chapado, repara na ginga do seu rebolado

Vem toda molhada saindo do

Maaaar

Mostrando o seu bronzeado passeia na areia

Seu corpo de musa é um cacho de uva

Hum, cai como uma luva no meu paladar

Que beleza!

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Yeah, yeah, yeah, uô, uh

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Doidinha pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Vai dar, vai dar, vai dar pra ter neném

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-da-ba-da

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-ba-ba-ba-ba-ba

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-da-ba-da

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-ba-ba-ba-ba

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-da

Ba-ba-da-ba-da

Ba-da-da-ba-ba-ba-ba-ba

Ba-da-da-ba-da

Ba-da-da-ba-da


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domingo, 14 de junho de 2026

APROVEITA SEU ARISTEU – VIOLETA CAVALCANTI

APROVEITA SEU ARISTEU – VIOLETA CAVALCANTI

(Alvarenga / Paquito / Mabial)



Vizinha, um favor vou lhe pedir

Darei uma festa hoje

Quer deixar o seu marido ir

É que ele disse, disse ter receio de sair sem lhe avisar

E quando chega de volta

A senhora não deixa entrar

Vizinha, um favor vou lhe pedir

Darei uma festa hoje

Quer deixar o seu marido ir

É que ele disse que tem receio de sair sem lhe avisar

E quando chega de volta

A senhora não deixa entrar

Vamos, seu Aristeu,

Brincar até uma hora

Não tenha medo que eu pedi à sua senhora

Aproveite a liberdade que ela lhe deu

Hoje está pra você, seu Aristeu

Hoje está pra você, seu Aristeu

E vamos, seu Aristeu,

Brincar até uma hora

Não tenha medo que eu pedi à sua senhora

Aproveite a liberdade que ela lhe deu

Hoje está pra você, seu Aristeu

Hoje está pra você, seu Aristeu

Vizinha, um favor vou lhe pedir

Darei uma festa hoje

Quer deixar o seu marido ir

É que ele disse que tem receio de sair sem lhe avisar

E quando chega de volta

A senhora não deixa entrar



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PRETA RARA – VITROLLA 70

PRETA RARA – VITROLLA 70

Tibles Machado


Preta rara

Menina linda

Eu quero você pra mim

Sentir o teu cheiro

Tua boca num beijo

Matar meu desejo, enfim

Hoje estou a fim de te encontrar

Vou te procurar

Até a noite acabar

Pois só com você eu quero estar

Ansiosamente te espero, meu bem

A cada momento contigo

A cada momento contigo

É demais

O teu olhar me faz viajar

O teu olhar me faz viajar

Pra outro lugar

Quando você sorri

Retorno de lá

De volta me traz

E, eu sei

Que não é tão fácil assim

Fazer você gostar de mim

Pois o acaso não ajuda muito

Pra que fiquemos juntos

Não, não

Habitamos em lados extremos

E há pouco tempo

Nos conhecemos

E dai?

Deixe os seus conceitos pra depois

Vamos dar uma chance pra nós dois

A cada momento contigo

A cada momento contigo

É demais

O teu olhar me faz viajar

Me faz viajar

Pra outro lugar

Quando você sorri

Retorno de lá

De volta me traz

A cada momento contigo é louco, é bom, é bom, é bom, é bom

É demais

O teu olhar me faz viajar

Me faz viajar

Pra outro lugar

Quando você sorri

Retorno de lá

De volta me tra-a-a-a-a-a-e-lu, iiih!


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sexta-feira, 12 de junho de 2026

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

EU E A VIOLINHA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Quando você ver de perto que eu não estou mais perto

E que eu já me pirei

Você vai sentir que a vida foi aquilo tudo

Quando estive aí

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pego a violinha

Que uma amiga minha da Bahia

Teve o prazer de me dar

Ela sabia que eu gosto de tocar pagode pela madrugada

Vou me infernar nesse inferno de vida

Quero ter ferida pra chorar

Pra superar esse tempo

Eu sei, que aguento e vou lutar

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Sei lá, você pode cantar

Mas depois vai sofrer

Vai saber como ver que eu fazia melhor

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu

Eu vou me embora pra longe

Agora quem não quer sou eu

Pelo tudo que fizeste

Pelo tudo que doeu


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MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

MORENA COR DA BAHIA - AGEPÊ

De: Antonio Carlos Nascimento Pinto (Toninho) / Romildo Souza Bastos (Romildo)

1977


Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena, morena, morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Os teus olhos feiticeiros

Me contaram noutro dia

Que o amor nasceu primeiro

Depois veio a poesia

Sofrimento é tatuagem

Que nem o pranto desfaz

E a saudade é um passarinho

Que não volta nunca mais

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Seu sorriso é um mar aberto

Carregado de saveiros

Quem quiser passar por perto

Vai ficar prisioneiro

Quem passar do outro lado

É um moço de juízo

Que se livra do pecado

Mas não vê o seu sorriso

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia

Ai! Morena

Morena cor da Bahia


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MUNDO BOM - AGEPÊ

MUNDO BOM - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Eta mundo bom, minha gente!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Ó mundo bom!

Eh! Eta mundo velho e bom

Bonito, colorido, boa praça

Atrás

Do lado feio do viver

Há coisas lindas

Pra se ver, quero ver

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Gira mundo, vai girando

Roda mundo, vai rodar

Roda, gira, gira roda

Me leva pra qualquer lugar

No eixo do meu dia a dia

Te deixo me fazer cantar

Tem gente que não entende que a vida é feita de açúcar e sal

De chuva e sol

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval

Quem sabe arrancar o veneno

Do peito e sair satisfeito por aí

Faz da vida um carnaval


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DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

DIA DE GRAÇA - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Nega!

Ó nega!

Ó nega!

Nega!

Nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Ô ô nega!

Ô nega!

Ô nega saia do fogão, vai se arrumar

Quero lhe ver bonita, vamos vadiar

Pegue no jornal e veja o que tem

De bom e de barato no cinema ou no teatro

Dá muchocho não!

Deixa comigo que eu tô bem

Tô com mais de cem

Pra semana a gente arranca aquela grana da poupança

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Hoje é seu dia

Quero lhe ver na alegria

Enfeitada de amor

Uma linda princesa

Namorada da vida

Com seu jeito de flor

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Ô ô nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!

Nega!


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A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

A MUSA DOS HERÓIS - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval

A índia deu um toque de magia

Na arte brasileira que ficou

E hoje a mulher se faz presente

Tem mais valor na vida social

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Meu grande amor!

Oh! Musa dos heróis

Oh! Brisa do Brasil

Nessa passarela a Portela

Faz você melhor mulher que já se viu

Quanto amor se vê

No sorriso de mel

Da mulher do Brasil

Tem todo jeito de uma flor

Feito rosa colombina

É poesia

Que no mundo não existe igual

Mulher brasileira dengosa e faceira, a razão

No carnaval


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UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ

De: Juvenil José Furtado (Juvenil Santos) / Antonio Rego Barros Filho (Barros)

1977


Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Ouvir dos seus

Falar dos meus

Eu tenho muito pouco pra falar de mim

Senão do botequim

E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou

No vento

Um samba no baú pra prestar conta a Deus

Dizer que já não sou

Lembrar o que passou

Embora a gente agora não se entenda mais

O tempo tem seu tempo de paz

O dia tem seu dia de horror

De chega pra lá

De pingos de amor

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação

Não, eu nunca mais vou te esquecer

O riso perde a graça se não tem você

E a vida vive apenas de recordação


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PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

PRECE A PADIM CIÇO - AGEPÊ

De: Ary Alves de Souza (Ary do Cavaco)

1977


Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na terra dura e seca da triste caatinga

Está correndo sangue como ribeirão

De um lado a macacada e sargento Bezerra

Do outro a cangaçada com o Lampião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei da opinião

De um lado é a lei que tem que ser mantida

Do outro lado é a lei do coração

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

E não adiantou macheza de Corisco

O amor de Maria e o destemor de Azulão

Não há mais no bornal farinha e carne seca

A água se acabou só tem na solidão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E o lamurio triste de um corujão

Três corpos sem cabeças e sem vela acesa

E um nome que honrou o homem do sertão

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Se tivesse a água que a gente bebe

Se tivesse o amor que Deus nos concede

Se tivesse a flor com o seu perfume

Se tivesse o amor mesmo com ciúme

Se tivesse o pão que temos cada dia

Se tivesse o anjo que ajudou Maria

Se tivesse a mãe que sempre nos cria

Homem igual a esse nunca existiria

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião

Na luta de Angico

Oh! Meu padim Ciço!

Será que esqueceu Maria e Lampião


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OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ

De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)

1977


Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz

Olha que coisa bonita é comer na marmita

Olhando o mar

Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô

Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,

Assim como eu sou

As vezes

Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia, é

Muita gente sem saia

Muitos homens de bem

De viola e cadeirinha

Esperando um alguém que já vem

E aí me dá vontade de ir pra lá

Mas o mestre-cela da obra

Diz que é hora de acordar

E eu vou

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

Olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar

No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra

No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar


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