Resumo dos samba-rock

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

PAPEL RECLAME – CLEMENTINA DE JESUS

PAPEL RECLAME – CLEMENTINA DE JESUS

De: Nelson Sargento

1979


Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Assim também já é demais

Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Fazem de mim

Papel reclame

Sem pensar no vexame

Que me possa ferir

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Assim também já é demais

Assim também já é demais

Eu não consigo viver em paz

Ainda existe um porém, por que, meu bem não me meto na vida de ninguém

Fazem de mim

Papel reclame

Sem pensar no vexame

Que me possa ferir

Oh! Deus

Castigai os infames

E que falam da vida dos outros por aí

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Oh, meu Deus!

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí

Meu Deus!

Oh! Deus

Castigai os infames

Que falam da vida dos outros por aí


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EMBALA EU - CLEMENTINA DE JESUS

EMBALA EU - CLEMENTINA DE JESUS

De: Albaléria

1979


Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

Guiai os meus passos

E por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

Guiai os meus passos

Por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Oi, dai-me a sua bênção

Menininha do gantois

Livrai-me dos inimigos

Menininha do gantois

Dai-me a sua proteção

Menininha do gantois

E guiai os meus passos

E por onde eu caminhar

Vire os olhos grandes de cima de mim pras ondas do mar

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois

Embala pra lá

Embala pra cá

Menininha do gantois

Embala eu

Embala eu

Menininha do gantois


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CAXINGUELÊ DAS CRIANÇAS - CLEMENTINA DE JESUS

CAXINGUELÊ DAS CRIANÇAS - CLEMENTINA DE JESUS

De: José Ventura

1979


Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Lá na mata tem cachorro do mato, caxinguelê, oi

Chamei minhas crianças para vir me defender

Chamei minhas crianças para vir me defender

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá

Saroê, lê lê

Saroê, lá lá

Na fé das minhas crianças savará pai Oxalá


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domingo, 8 de fevereiro de 2026

TOCA NICANOR – TRIO ABAETÉ

TOCA NICANOR – TRIO ABAETÉ

De: Jorge Belizário Batista (Belizário) / Didier Mendes Ferra (Di Ferraz)

LP Abaeté – 1977


Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Quem paga o pato sou eu

Que faço música brasileira

E você no pé da orelha

Fala em língua estrangeira

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Eu não, eu não

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Desliga a sua antena que eu saio de cena

Vim agora só na morte ou se estourar no norte

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Quem paga o pato sou eu

Que faço música brasileira

E você no pé da orelha

Fala em língua estrangeira

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Não vou deixar

Não vou deixar

A baba americana me pegar

Eu não, eu não

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Toca Nicanor

Toca Nicanor, toca

Deixa o roque pra Leonor

Toca Nicanor, toca Nicanor, se toca

Toca samba, por favor

Desliga a sua antena que eu saio de cena

Vim agora só na morte ou se estourar no norte

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Foi bem melhor que eu fui lá no Pará

O amor eu fui buscar e trouxe o carimbó

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca o carimbó, toca o carimbó, toca

Toca Nicanor, toca Nicanor, toca


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ASCENÇÃO DE UM LAVRADOR – TRIO ABAETÉ

ASCENÇÃO DE UM LAVRADOR – TRIO ABAETÉ

(Herbo Lima / Di Ferraz)

LP Abaeté – 1977


Meu irmão

Companheiro

Seresteiros

Vêm cantar

Vêm cantar

Vêm cantar

Nas terras secas

Do sertão

Sem quase nada

Minha vida já cansada

Mas eu tinha que insistir

Eu acordava

Quando o sol

Ainda dormia

Trabalhava todo dia

Sem parar

Eu me benzia

Quando havia tempestade

E pedia caridade

Para os pobres do sertão

E quase sempre

Que havia ladainha

Eu rezava à santa minha

Para nossa proteção

Canta

Companheira

Nossa sorte

Chegou

Nasceram

As primeiras

Das roseiras

Do amor

E hoje eu tenho

Toda verde essa colina

E você mulher menina

Para sempre me agradar

Eu vou vivendo

Com o que faço cada dia

Vou cantar minha alegria

Vou viver neste lugar

Canta

Companheira

Nossa sorte

Chegou

Nasceram

As primeiras

Das roseiras

Do amor

Canta

Companheira

Nossa sorte

Chegou

Nasceram

As primeiras

Das roseiras

Do amor

Canta

Companheira

Nossa sorte

Chegou

Nasceram

As primeiras

Das roseiras

Do amor


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A BARCA É UMA SÓ – TRIO ABAETÉ

A BARCA É UMA SÓ – TRIO ABAETÉ

(Barbosa da Silva / Salvador Fernandes)

LP Abaeté – 1977


Faça de conta que a vida é um sambar na roda

E se o céu estiver preto, azul ou cor de rosa

Está tudo certo está tudo prosa

Aceite como um privilegio o fato de estar vivo

E o que se aprende no colégio é um tanto primitivo

Se comparado à experiência viva

Há quem consiga ver

Lindas flores

Nas estradas só

De pedra

Se preferir

O sonho a razão

Não forja o seu

Destino

A barca é uma só

Estamos todos sós

E se a brisa é contra o que importa a brisa

O importante é nós estarmos todos juntos

Na dor e no amor

Ô, ô, ô, ô

Na dor e no amor

Ô, ô, ô, ô

Na dor e no amor

Faça de conta que a vida é um sambar na roda

E se o céu estiver preto, azul ou cor de rosa

Está tudo certo está tudo prosa

Aceite como um privilégio o fato de estar vivo

E o que se aprende no colégio é um tanto primitivo

Se comparado à experiência viva

Há quem consiga ver

Lindas flores

Nas estradas só

De pedra

Se preferir

O sonho a razão

Não forja o seu

Destino

A barca é uma só

Estamos todos sós

E se a brisa é contra o que importa a brisa

O importante é nós estarmos todos juntos

Na dor e no amor

Ô, ô, ô, ô

Na dor e no amor

Ô, ô, ô, ô

Na dor e no amor

A barca é uma só

Estamos todos sós

Na dor e no amor

A barca é uma só

Estamos todos sós

Na dor e no amor


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BATOM CEREJA - TRIO ABAETÉ

BATOM CEREJA - TRIO ABAETÉ

(Carlos Bandeira / Paulo Afonso)

LP Abaeté – 1977


Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

Mil pensamentos vêm dizer

Que ninguém pode saber

O que houve entre nós dois

Nossos desejos são segredos

Desespero e tenho medo

Só você eu sei amar

Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

E como toda velha história

Muito fácil ter vitória

O difícil é saber perder

Tudo na vida tem seu preço

Recebi o que eu mereço

E o meu saldo é solidão

Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

Afogo numa lata de cerveja

O gosto do seu batom cereja

Nervoso, eu acendo um cigarro

Disfarço a tristeza e me calo

E me calo


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CANTO SUL – TRIO ABAETÉ

CANTO SUL – TRIO ABAETÉ

(Belizário / Di Ferraz)

LP Abaeté - 1977


Lá do lado sul

Lá do lado sul

Tem a festa da uva, pisa na uva que a dança é de matar

É de matar

A dança é de matar

Abre o seu coração que uma porta alegre se abriu pra você passar

Pra você passar

Pra você passar

Cavaleiro

Sangue puro do rodeio

Eu preciso ver, tchê

Sua vida, sua sorte, sua glória e seu bem-querer

E eu

Quero andar pelo mundo

Conhecer Passo Fundo no fundo

No fundo do meu coração

Lá do lado sul

Lá do lado sul

Quem se zanga na dança perde a elegância e a briga é de matar

É de matar

A briga é de matar

Mas quem planta esperança abre um verde nos pampas

Pra você passar

Pra você passar

Pra você passar

Violeiro

Sou vidrado no ponteio, eu preciso ver, tchê

Sua vida, sua sorte, sua forma e seu bem-querer

E eu

Quero andar pelo mundo

Conhecer Passo Fundo no fundo

No fundo do meu coração

Lá do lado sul

Lá do lado sul

Tem a festa da uva, pisa na uva que a dança é de matar

É de matar

A dança é de matar

Abre o seu coração que uma porta alegre se abriu pra você passar

Pra você passar

Pra você passar

Lá do lado sul

Lá do lado sul

Quem se zanga na dança perde a elegância e a briga é de matar

É de matar

A briga é de matar

Mas quem planta esperança abre um verde nos pampas

Pra você passar

Pra você passar

Pra você passar

Lá do lado sul

Lá do lado sul

Pisa na uva que a dança é de matar

Lá do lado sul

Lá do lado sul

Pisa na uva que a dança é de matar

Lá do lado sul

Lá do lado sul


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O REI DO CALANGO (CALANGOTANGO) – TRIO ABAETÉ

O REI DO CALANGO (CALANGOTANGO) – TRIO ABAETÉ

(Belizário / Di Ferraz)

LP Abaeté - 1977


Adiós muchachos

Que agora esse palco é do rei do calango que pirou

Calangotango

Calangotango e por um tango pra Tereza

Vira copo, vira a mesa

Que proeza

Quando pia, pia zola

Bota fogo na vitrola

Dança quem brigar lá fora

E a dança desenrola

Dança quem brigar lá fora

E a dança desenrola

Lá no forró do Mário Zan

Jaz o jazz do Tio San

Mas o coração da marquesa

Era uma casa portuguesa com certeza

Hoje é uma casa brasileira com certeza

La Típica, La Típica tocava aquele tango, samba

E o povo se arrastava no baião

Não me abandone amor

Que eu só quero alegrar meu coração

La Típica, La Típica tocava aquele tango, samba

E o povo se arrastava no baião

Não me abandone amor

Que eu só quero alegrar meu coração

Adiós muchachos

Que agora esse palco é do rei do calango que pirou

Calangotango

Calangotango e por um tango pra Tereza

Vira copo, vira a mesa

Que proeza

Quando pia, pia zola

Bota fogo na vitrola

Dança quem brigar lá fora

E a dança desenrola

Dança quem brigar lá fora

E a dança desenrola

Lá no forró do Mário Zan

Jaz o jazz do Tio San

Mas o coração da marquesa

Era uma casa portuguesa com certeza

Hoje é uma casa brasileira com certeza

La Típica, La Típica tocava aquele tango, samba

E o povo se arrastava no baião

Não me abandone amor

Que eu só quero alegrar meu coração

La Típica, La Típica tocava aquele tango, samba

E o povo se arrastava no baião

Não me abandone amor

Que eu só quero alegrar meu coração

Ih, não me abandone amor

Mexa-se comigo

Que eu só quero alegrar meu coração

Não me abandone amor

Mexa-se comigo

Que eu só quero alegrar meu coração


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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

CALUNDU - CRIOLO DOIDO

CALUNDU - CRIOLO DOIDO

De: Zé Bahia / Criolo Doido

LP Cenas de Ciúme - 1993


Bastiana, bota a criança do lado que o calandu vai começar

E hoje eu tô de calandu, hein?

Ha-ha!

Hoje ninguém me segura!

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

Ih!

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

Se é do corta braço é firme e bom de papo

Sabe cumprir trato e ama pra chuchu

Sua mãe é chula e tem a alma pura

E mora na rua do amor

Recebe caboclo bom de cura, entra em mata escura

E seu guia é Xangô

Ih!

Recebe caboclo bom de cura, entra em mata escura

E seu guia é Xangô

E diga lá!

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

Ih!

No desafio joga capoeira

Planta bananeira e samba no pé

Enfrenta o sol de feira todo dia

E a barraca é em beira de maré

Não tem gibeira vazia

E seu peito anda cheio de fé

Ih!

Não tem gibeira vazia

E o seu peito anda cheio de fé

Baiano de curuzu é baiano porreta!

Baiano danado!

No desafio joga capoeira

Planta bananeira e samba no pé

Enfrenta o sol de feira todo dia

E a barraca é em beira de maré

Não tem gibeira vazia

E seu peito anda cheio de fé

Ih!

Não tem gibeira vazia

E seu peito anda cheio de fé

E diga lá!

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

Ih!

Baiano que tem calundu

É do curuzu, é do curuzu

Se a lua afeta ele sai danado

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru

E come gente cru e come gente cru


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A FORÇA DO NÃO – CRIOLO DOIDO

A FORÇA DO NÃO – CRIOLO DOIDO

De: Giovanni do Cavaco / Roberto Guedes / Helcio Colored

LP Cenas de Ciúme – 1993


Está

Acabando a nossa união

Sobre os nossos lençóis

Não existe o mesmo sabor

A força do não

Nos tirou a razão

Pra viver de aparência

É melhor nossa separação

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Chega de ficar me impedindo

Falando às vezes sozinho

Só pensando em nós dois

Agora tenha santa paciência

Eu só devo obediência

Ao meu nobre coração

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Está

Acabando a nossa união

Sobre os nossos lençóis

Não existe o mesmo sabor

A força do não

Nos tirou a razão

Pra viver de aparência

É melhor nossa separação

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Chega de ficar me impedindo

Falando às vezes sozinho

Só pensando em nós dois

Agora tenha santa paciência

Eu só devo obediência

Ao meu nobre coração

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher

Não posso mais

Caminhar sobre os teus caminhos

Se nele não existe os carinhos

Que o homem quer de uma mulher


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VIDA VAZIA – CRIOLO DOIDO

VIDA VAZIA – CRIOLO DOIDO

De: Criolo Doido / Helcio Colored

LP Cenas de Ciúme – 1993


Quando

Eu avistei você

De tanta alegria

Chorei e sorri

Senti

Que você perguntava

Quem ali passava

Pra saber de mim

Fiquei tão radiante

E no mesmo instante

Eu achei não é justo

Pode falar quem quiser

O mais importante

É que nós estamos juntos

Pode falar quem quiser

O mais importante

É que nós estamos juntos

Foi bom

Você ter voltado

Pra mim novamente, amor

Foi bom

Porque sem você

Minha vida é vazia

E não tem sabor

Até arranjei outro alguém

Mas não consegui

Um minuto esquecer

Ninguém

Me completa no amor

Igual a você

Quando

Eu avistei você

De tanta alegria

Chorei e sorri

Senti

Que você perguntava

Quem ali passava

Pra saber de mim

Fiquei tão radiante

E no mesmo instante

Eu achei não é justo

Pode falar quem quiser

O mais importante

É que nós estamos juntos

Pode falar quem quiser

O mais importante

É que nós estamos juntos

Foi bom

Você ter voltado

Pra mim novamente, amor

Foi bom

Porque sem você

Minha vida é vazia

E não tem sabor

Até arranjei outro alguém

Mas não consegui

Um minuto esquecer

Ninguém

Me completa no amor

Igual a você


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POUSADA DO AMOR – CRIOLO DOIDO

POUSADA DO AMOR – CRIOLO DOIDO

De: Arnoldo Silva

LP Cenas de Ciúme – 1993


A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

Mas lhe peço, chegue cedo

Que o período é pequeno

Pois um dia só é pouco

Pra provar do meu veneno

O menu é variado

E tudo depende da sua emoção

Se quiser pode ficar

Mas só faça o que manda o seu coração

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

Se duvida venha ver

Para crer no que eu vou lhe falar

Se beber água da fonte

Não quer mais sair de lá

Tem um clima tropical

Com banho de cavaco pra pagodear

Mas o importante mesmo

É todo o amor que guardei pra lhe dar

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

Mas lhe peço, chegue cedo

Que o período é pequeno

Pois um dia só é pouco

Pra provar do meu veneno

O menu é variado

E tudo depende da sua emoção

Se quiser pode ficar

Mas só faça o que manda o seu coração

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

Se duvida venha ver

Para crer no que eu vou lhe falar

Se beber água da fonte

Não quer mais sair de lá

Tem um clima tropical

Com banho de cavaco pra pagodear

Mas o importante mesmo

É todo o amor que guardei pra lhe dar

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia

A posada do amor é lá em casa

É lá em casa

Vai passar comigo um dia

Num conforto e segurança

Carinho e boa companhia


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MELÔ DO CACHACEIRO – CRIOLO DOIDO

MELÔ DO CACHACEIRO – CRIOLO DOIDO

De: Criolo Doido / Helcio Colored

LP Cenas de Ciúme - 1993


Garçom

Bota uma aí e passa a régua

Hoje eu me afogo

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Diz!

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Esse cara vivia numa doce vida, cheia de razão

Andava alinhado dos pés à cabeça

Dinheiro no bolso e mulher de montão

Mas deu pra beber cana pura de se embriagar de não aguentar mais

Virou biriteiro, tá com o pé inchado, olha aí

O que é que a cachaça faz?

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

O cachaceiro faz coisa de torrar o saco, mas é inocente

Bebe até chato igual carrapato

E fala cuspindo na gente

E aquele bafo de cana que ninguém aguenta, que o cheiro é demais

Anda pelado caindo na rua, olha aí, o que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Esse cara vivia numa doce vida, cheia de razão

Andava alinhado dos pés à cabeça

Dinheiro no bolso e mulher de montão

Mas deu pra beber cana pura de se embriagar de não aguentar mais

Virou biriteiro, tá com o pé inchado, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

O cachaceiro faz coisa de torrar o saco, mas é inocente

Bebe até chato igual carrapato

E fala cuspindo na gente

E aquele bafo de cana que ninguém aguenta, que o cheiro é demais

Anda pelado caindo na rua, olha aí, o que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz

Olha o quê que a cachaça faz, olha aí

O quê que a cachaça faz


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LÁ VEM VOVÔ – CRIOLO DOIDO

LÁ VEM VOVÔ – CRIOLO DOIDO

De: Criolo Doido / Camal Kalaoun


Xi!

Sujou rapaziada!

Lá vem vovô arrastando a bengala cheio de moral!

Hoje ninguém pisa, malandro!

Aí, não vai prestar, compadre!

Xi!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Ih!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Vai correndo na cozinha, prepara o angu e o cuité de cachaça

Porque vovô primeiro bebe, pra depois bater a raça

Porque vovô primeiro bebe, pra depois bater a raça

Ih!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Aperta na palha de milho um fumo gostoso e acende depois

Porque vovô primeiro pita, se gostar vovô dá dois

Porque vovô primeiro pita, se gostar vovô dá dois

Ih!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Vai vovô!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Fica sentado no toco de cabeça feita até o romper da aurora

Mas depois que o galo canta, vovô levanta e vai embora

Mas depois que o galo canta, vovô levanta e vai embora

E aí, vovô?!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Aperta na palha de milho um fumo gostoso e acende depois

Porque vovô primeiro pita, se gostar vovô dá dois

Porque vovô primeiro pita, se gostar vovô dá dois

Ih!

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Fica sentado no toco de cabeça feita até o romper da aurora

Mas depois que o galo canta, vovô levanta e vai embora

Mas depois que o galo canta, vovô levanta e vai embora

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Lá vem vovô, Maria, meu bem, traz o rapé

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café

Porque vovô primeiro cheira, pra depois tomar café


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VIVER DE APARÊNCIA – CRIOLO DOIDO

VIVER DE APARÊNCIA – CRIOLO DOIDO

De: Helcio Colored / Criolo Doido

LP Cenas de Ciúme – 1993


Não

Adianta fingir

E querer consertar

Se não tem mais jeito

Foram águas passadas

Já não restam mais nada

Nem saudade em meu peito

Só mentiras

Somente mentiras

Nas juras de amor não cumpriu

Me iludiu totalmente

Você me traiu

Toda farsa acabou

Nem saudade restou

Pra que tanta insistência

Se outra face beijou

Com abraço e carinho

Pra viver de aparências

Não vou fingir

Que sou feliz alimentando a ilusão

Vou procurar

Um outro alguém pra entregar meu coração

Viver assim

É sacrifício, é castigo, é penitência

Não dá mais

Para nos enganar

E viver de aparências

Não vou fingir

Que sou feliz alimentando a ilusão

Vou procurar

Um outro alguém pra entregar meu coração

Viver assim

É sacrifício, é castigo, é penitência

Não dá mais

Para nos enganar

E viver de aparências


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