Resumo dos samba-rock

segunda-feira, 13 de abril de 2026

ALUGUEL (EU VOU MORAR NO MATO) – NICÉAS DRUMONT

ALUGUEL (EU VOU MORAR NO MATO) – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação - 1979


Já vendi meu terno

Também meu sapato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu já disse a você

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já dizia o meu avô

Nos seus raros argumentos

Que o índio é que tá certo

Não dá bola pro cimento

Não precisa de colchão

Dorme no couro do gato

Se livrou do condomínio

E da lei do inquilinato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Vou morar no mato

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Quero me cobrir de penas

Me perder no Matagal

Me lance pra distante

Dos assaltos no jornal

Abusei da paciência

Pra manter o meu papel

Mas perdi o entusiasmo

Com o preço do aluguel

Amargoso e cruel

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Eu fico aqui o que?

Também meu sapato

Vou-me embora

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Quero me cobrir de penas

Me perder no Matagal

Me lance pra distante

Dos assaltos no jornal

Abusei da paciência

Pra manter o meu papel

Mas perdi o entusiasmo

Com o preço do aluguel

Amargoso e cruel

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Lê, lê

Também meu sapato

Lê, lê, lê

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vendi, eu vendi

Já vendi meu terno

Eu vendi

Também meu sapato

Eu vendi

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Eu vou morar no mato

Já vendi meu terno

Eu fico aqui o quê?

Também meu sapato



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LUZES DA NOITE – NICÉAS DRUMONT

LUZES DA NOITE – NICÉAS DRUMONT

De: Marcos Lago / Dino Rossi

Peregrinação - 1979


Nosso amor foi a coisa mais linda que eu tive na vida

E você era tudo que eu sempre

Sonhei encontrar

Mas um dia uma coisa terrível chamada ciúme

Veio com tantos queixumes

E dessa maneira

Feriu nosso amor

Era sol hoje é a luz da noite saudades em copos

Que de dose

Em dose eu bebo

Tentando apagar

Uma chama que queima no peito por dentro da alma

Que trocou o meu sorriso

Por esse suspiro

De quem quer chorar

À noite eu sou mentira de qualquer balcão

Qualquer rumo, qualquer direção

Ressurgindo em qualquer solidão

Lá, laiá

Sem nosso amor sou um resto quebrado de mim

Sou um ano inteiro sem sol

Uma vida somente de dor

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá

Laiá

Nosso amor foi a coisa mais linda que eu tive na vida

E você era tudo que eu sempre

Sonhei encontrar

Mas um dia uma coisa terrível chamada ciúme

Veio com tantos queixumes

E dessa maneira

Feriu nosso amor

Era sol hoje é a luz da noite saudades em copos

E de dose em dose eu bebo

Tentando apagar

Uma chama que queima no peito, por dentro da alma

Que trocou o meu sorriso

Por esse suspiro

De quem quer chorar

À noite eu sou mentira de qualquer balcão

Qualquer rumo

Qualquer direção

Ressurgindo em qualquer solidão

Lá, lá, iá

Sem nosso amor sou um resto quebrado de mim

Sou um ano inteiro sem sol

Uma vida somente de dor

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá

Laiá


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PEREGRINAÇÃO – NICÉAS DRUMONT

PEREGRINAÇÃO – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação - 1979


Atenção moçada

Quero ver todo mundo desabafando no gogó

Põe o feito pra fora e diz

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

Já não temos mais o que sofrer

Já não temos mais o que chorar

Só nos resta o dia pra gemer

Só nos resta a noite pra gritar

Flores maltratadas morrerão

Por quê?

Lamparina seca não conduz

Ninguém

É demais a peregrinação

Queremos paz

Queremos luz

Agora é nossa vez de contestar

E você tem que tirar

Os pregos da nossa cruz

Você

Você nos encheu de promessas

Todo mundo junto!

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha santa paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

Já não temos mais o que sofrer

Já não temos mais o que chorar

Só nos resta o dia pra gemer

Só nos resta a noite pra gritar

Flores maltratadas morrerão

Por quê?

Lamparina seca não conduz

Ninguém

É demais a peregrinação

Queremos paz

Queremos luz

Agora é nossa vez de contestar

E você tem que tirar

Os pregos da nossa cruz

Hoje, vamos lá, vamos lá!

Você nos encheu de promessas

Jurou bem alto e esqueceu

Agora tenha tanta paciência

Queremos tudo que você nos prometeu

E não cumpriu

Queremos tudo que você nos prometeu


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MENINA DA PELE DE OURO (PELE DE OURO) – NICÉAS DRUMONT

MENINA DA PELE DE OURO (PELE DE OURO) – NICÉAS DRUMONT

(Nicéas Drumont)

Peregrinação – 1979


Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei, menina, ei, menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Que vontade danada

De sair por aí

Sem chinelo no pé

Discutindo com a vida

Abrindo caminhos na barba de Deus

Na mais curta palavra

Que vem da tua boca

Eu quero me prender

E depois de cansado

Dormir no mercado do teu coração

E transformar nós dois

Num só caracol

Quando a noite chega e de mansinho apaga o sol

Ei menina, ei menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei, menininha

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Pedirei pra nós dois

Sabonete do tempo

E chuveiro do céu

A toalha do vento

Garante enxugar o meu corpo e o seu

É somente querer

A gente se mistura

E depois vira três

Não precisa endereço

E nem passaporte pra se ser feliz

E transformar nós dois

Num só caracol

Quando a noite chega e de mansinho apaga o sol

Ei menina, menina

Ei, minha menina na pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei menininha

Ei, minha menina na pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio

Pela vida afora, a gente vai de vapor

Ei menina, ei menina

Ei, minha menina da pele de ouro

Vamos dar um passeio


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domingo, 12 de abril de 2026

LALÁ – LELÉ – LILI – TITULARES DO RITMO

LALÁ – LELÉ – LILI – TITULARES DO RITMO

De: João de Barro / Alberto Ribeiro

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Amei Lalá, amei Lili, Lili foi lá

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu, Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Teu coração, oh! Lili

É uma prisão, um alçapão onde eu caí sem querer

Dele eu não quero sair

Se um dia sair eu sei que vou morrer

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Eu ando agora tão só

Não tenho Lalá, Lelé, Lili, não encontro Loló

Eu ando agora tão só

Não tenho Lalá, Lelé, Lili, Loló

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu, Lulu

Amei Lalá

Mas foi Lelé que me deixou jururu

Lili foi má

Agora eu só quero Lulu

Só quero Lulu

Só quero Lulu

Lulu, Lulu, Lulu, Lulu...

Lalá, Lelé, Lili, Lulu


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SEGURE NA MÃO – TITULARES DO RITMO

SEGURE NA MÃO – TITULARES DO RITMO

De: Enéas / A. Paraguassu

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Vá sempre por mim, criatura

E veja que eu tenho razão

Eu pego na tua cintura

Os trouxas que peguem na mão

Se, se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita que eu gosto

Menina que eu gosto demais

Se tu segurares aposto

Não queres largar nunca mais, se, se

Lará, segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão, se

Segure meu bem, segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita que eu gosto

Menina que eu gosto demais

Se tu segurares aposto

Não queres largar nunca mais

Se, se, segure meu bem

Segure na mão

Não deixe partir o bordão

Se, segure meu bem

Segure na mão

Não deixe partir o bordão

Menina bonita, segure na mão


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ARARA – TITULARES DO RITMO

ARARA – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente / Leandro Medeiros

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Arara, ô, arara

Arara, ô, arara

Na minha rua tem um bando de pequenas

Elas fazem muita fé com sua cara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Você declara que negócio de namoro

Só de dia ou em noite muito clara

Mas por que é que você é arara

Arara

Arara

Arara

Arara

Mas por que é que você é arara

Arara, ô, arara

No outro dia encontrei uma pequena

Esfregando pó de arroz na sua cara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Porque você já recusou um automóvel

E um moderno bangalô em Dona Clara

Mas porque é que você é arara

Arara, arara, arara, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

Você se queixa que não pode tomar banho

Porque água por aqui é coisa rara

Mas porque aqui você é arara

Arara, ô, arara

Mas porque é que você é arara

Arara, ô, arara

La-la-la-la-la-la-la


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É DO BARULHO – TITULARES DO RITMO

É DO BARULHO – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente / Zequinha Reis

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


É do barulho

É do barulho

Larararararará

Larararará

Morena

Que faz cordão

Da noite e o dia

Na galeria

É do barulho

É do barulho

Loirinha

Que faz batalha

E vem sozinha

De manhãzinha

É do barulho

É do barulho

Sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De igual valor

Mulata

Que desce o morro

Puxando samba

De gente bamba

É do barulho

É do barulho

Crioula

Que vem na farra

Lá do Salgueiro

No tintureiro

É do barulho

É do barulho

Eu sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De qual valor

É do barulho

É do barulho

É do barulho

É do barulho

Sou pacificador

Não quero brigar

Por causa de cor

Morenas

Loirinhas

Todas elas são rainhas

De igual valor

É do barulho


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MENINA DAS LOJAS – TITULARES DO RITMO

MENINA DAS LOJAS – TITULARES DO RITMO

De: Lamartine Babo

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Menina

Menina

Menina

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu padrão

Na loja do meu coração

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Vão arranjar um sindicato pra nós dois

Depois

Além de férias para a gente descansar

No mar

E voltaremos no mar de rosas também

Se houver vapor no mês que vem

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

O teu amor vai muito além de dois mil reis

Tu és

A minha joia de alto preço no penhor

Amor

Da minha loja, todos os meses terás

Dez feriados nacionais

Menina das ruas

Das lojas na cidade

Eu tenho vontade de ser teu patrão

Na loja do meu coração

Menina

Menina

Menina


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MARCHINHA DO GRANDE GALO – TITULARES DO RITMO

MARCHINHA DO GRANDE GALO – TITULARES DO RITMO

De: Lamartine Babo / Paulo Barbosa

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan-darararan

Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan-darararan

Dan-dan-dan-daran

Dan-dan-dan

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

A minha vizinha também

Certa noite gritou

Toda a gente acordou

Nervoso o marido respondeu co-co-co-co-co-co-coró

Hoje o galo sou eu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co

Co-coró

Co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo de noite cantou

Toda a gente quis ver

O que aconteceu

Nervoso o galinho respondeu

Co-co-co-co-co-co-coró

A galinha morreu

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

Co-co-co-co-co-coró

Co-co-co-co-co-coró

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó

O galo tem saudade da galinha carijó


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ORA, ORA – TITULARES DO RITMO

ORA, ORA – TITULARES DO RITMO

De: Gomes Filho / Almanyr Greco

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Lá lá lá lá lá lá lá

Lá lá lá lá lá lá lá

Ora, ora

Ora, ora

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ela diz a todo mundo que é feliz

E até canta para alguém adormecer

Me diziam que esta mulher era só chiquê

Qual o quê?

Qual o quê?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Ora, ora lá vem você outra vez

Perguntar pela mulher que lhe abandonou

Ela agora está em boa companhia

Lava roupa noite e dia

E nunca se queixou, viu?

Já não quer saber de usar nenhum chapéu

Deixa seus cabelos soltos sempre ao léu

Me diziam que esta mulher era só chiquê

Qual o quê?

Qual o quê?

A mulher não tem chiquê

Não tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, tem não, viu?


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MARIA BOA – TITULARES DO RITMO

MARIA BOA – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Bom, bom, bararará

Que vantagem, que vantagem

Que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

À toa

Com quem é que Maria vive?

Comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo, não digo

Porque tenho certeza

Certeza porque sou escolado

Mulher é negócio de lado

Amigo é melhor separado

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

Maria vive

À toa

Com quem é que Maria vive?

Maria vive comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo

Não digo

Porque tenho certeza

Certeza

Que a minha Maria

Não vai com a cara do homem

Que tem a falinha macia

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

À toa

Com quem é que Maria vive?

Comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Não digo, não digo

Porque tenho certeza

Certeza porque sou escolado

Mulher é negócio de lado

Amigo é melhor separado

Mas que vantagem Maria tem?

É boa

Como é que Maria vive?

Maria vive à toa

Com quem é que Maria vive?

Maria vive comigo

Onde é que Maria mora?

Não digo

Que vantagem Maria tem?

Que vantagem Maria tem?

É boa

É boa

Maria boa, Maria boa, Maria boa, boa, boa


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NÃO QUERO NÃO – TITULARES DO RITMO

NÃO QUERO NÃO – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Quero não, não, não

Quero não, não, não

Quero não, não, não

Quero não, não, não

Não, não, não, não quero não, não, não, não, eu não

A baiana é muito boa

Ela é boa?

Mas não quero ela não

Não, não, não quero não

A baiana é muito boa

Mas não quero ela não

A baiana põe pimenta dentro do meu coração

Não quero não, não quero não, não quero não

Não, quero não

Quero não, não, não, não quero não

Carioca é muito boa

Ela é boa?

Mas não quero ela não

Não, não, não quero não

A carioca é muito boa

Mas não quero ela não

Carioca faz um samba dentro do meu coração

Quero não, não quero não

Quero não, não, não, não quero não

A mineira é muito boa

Ela é boa?

Mas não quero ela não

Não, não, não quero não

A mineira é muito boa

Mas não quero ela não

A mineira põe coalhada dentro do meu coração

Não quero não, não quero não, não quero não

Não, não quero não

Quero não, não, não, não quero não

A gaúcha é muito boa

Ela é boa?

Mas não quero ela não

Não, não, não quero não

A gaúcha é muito boa

Mas não quero ela não

A gaúcha faz churrasco do meu pobre coração

Quero não, não quero não

Quero não, não, não, não quero não

Mas a Paulista é muito boa

Ela é boa?

Mas não quero ela não

Não, não, não quero não

A Paulista é muito boa

Mas não quero ela não

A Paulista põe café dentro do meu coração

Não quero não, não quero não, não quero não

Não, não quero não

Quero não, não, não, não quero não

Quero não

Não, não, quero não, não, não

Quero não

Não, não, quero não, não, não


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QUE É QUE MARIA TEM – TITULARES DO RITMO

QUE É QUE MARIA TEM – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Dan-dan-dan, squi-dan-dan

Dan-dan-dan, squi-dan-dan

Dan-dan-dan, dan-dan-dan, dan-dan-dan

Dan-dan-dan, dan-dan-dan, dan-dan-dan

Que é? Que é? Que é? Que é? Que é?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Sei lá

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Faz um ano que eu dancei

Abraçado com Maria

E comecei na terça-feira e aguentei a noite inteira

Repetindo o outro dia

Repetindo o outro dia

Que é

Que é que Maria tem?

Tem

Que é que Maria tem?

Tem

Que é que Maria tem?

Tem

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

A Maria quando viu
O seu nome no jornal

Começou a ficar pedante, disse que a gente que faz samba

Não tem meio social

Não tem meio social

Que é?

Que é que Maria tem?

Que é?

Que é que Maria tem?

Que é

Que é que Maria tem?

Que é

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Não quer saber mais da gente

Ficou diferente, ô ô

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é que Maria tem?

Que é, que é que Maria tem?

Tá doente

Que é que Maria tem?

Tá doente

Que é que Maria tem?

Tá doente

Que é que Maria tem, gente?

Tá doente

Que é que Maria tem?

Tá doente

Que é que Maria tem?

Tá doente

Que é que Maricota tem?

Tá doente

Que é que Maricota tem?

Tá doente

Que é que Maria tem?

Tá doente


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CANSADO DE SAMBAR – TITULARES DO RITMO

CANSADO DE SAMBAR – TITULARES DO RITMO

De: Assis Valente

Homenagem Ao Bando Da Lua - 1958


Cansado de sambar

Cansado de sambar

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não

Que não queria

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não, não, não

Já sambei no Amazonas, Pernambuco e Macaé

Vou sambar com uma paulista morena faceira do Largo da Sé

Da paulista bronzeada, morena queimada, cheirando a café, a café

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não

Que não queria

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não, não, não

Eu nasci na praça Onze

Dou a vida pra sambar

Já sambei lá na Favela, Salgueiro e Portela, Estácio de Sá

Vou sambar lá no Catete pro seu presidente

Me condecorar, JK

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Noite e dia

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não

Que não queria

Perguntei ao coração

Se queria descansar

Ele disse que não, não, não

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Tenho o corpo

Cansado de sambar

Cansado de sambar

Cansado, cansado, cansado, cansado de sambar, cansado de sambar


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OLHA A LUA – TITULARES DO RITMO

OLHA A LUA – TITULARES DO RITMO

De: Ary Barroso

Homenagem Ao Bando Da Lua – 1958


Paum, paum, paum, paum, paum

Paum, paum, paum, paum, paum

Olha a lua como vem surgindo

Por detrás da mata

Olha a lua

Que me traz saudade

De você mulata

Guardo ainda o teu ciúme, o teu perfume (na-ra-ra-ra)

Guardo ainda uma cartinha amarelinha

Olha a lua como vem surgindo por detrás da mata

Olha a lua que me traz saudade de você mulata

Hoje vivo tão sozinho, sem carinho

Órfão da felicidade, eis a verdade

Olha a lua como vem surgindo

Por detrás da mata

Olha a lua que me traz saudade

De você mulata

Olha a lua

Olha a lua

Olha a lua

Que me traz saudade

Uh!


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terça-feira, 7 de abril de 2026

A SOLIDÃO INUNDOU ESTA CIDADE - CHICO DA SILVA

A SOLIDÃO INUNDOU ESTA CIDADE - CHICO DA SILVA

De: Waldir / Anísio

1981


Chuva

Rola em meu rosto

Em forma de pranto

A solidão

Inundou esta cidade

Que eu trato por coração

E alagou os meus caminhos

Afogou os meus carinhos

O amor que eu tanto quis

Me arrastou

E quanto mais eu naveguei

Num oceano me encontrei

Me perdi não pude mais voltar, naufraguei

Não consegui navegar na solidão

Não, não

Não consegui navegar na solidão

Não, não

Não consegui navegar na solidão

A solidão

A solidão

Inundou esta cidade

Que eu trato por coração

E alagou os meus caminhos

Afogou os meus carinhos

O amor que eu tanto quis

Me arrastou

E nem quis saber se eu sofri

Nem sequer me orientou

Nem sequer me instruiu, o amor

Não me ensinou navegar na solidão

Não, não

Não me ensinou navegar na solidão

Não, não

Não me ensinou navegar na solidão

E solidão

A solidão

Inundou esta cidade

Que eu trato por coração

E alagou os meus caminhos

Afogou os meus carinhos

O amor que eu tanto quis

Me arrastou

E quanto mais eu naveguei

Num oceano me encontrei

Me perdi não pude mais voltar, naufraguei

Não consegui navegar na solidão

Não, não

Não consegui navegar na solidão

Não, não

Não consegui navegar na solidão

A solidão

A solidão


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MARCAS - CHICO DA SILVA

MARCAS - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva / Arandas Júnior

1981


Muitos caminhos andados ficaram marcados, mas não só por mim

Meus passos na frente

Meu corpo atrasado

No meio um vazio exclusivo do medo, em volta o segredo zombando da vida

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Pode o azar ser a sorte e a sorte também pode ser o azar

0 amargo ser doce

0 doce amargar

A água da fonte gerar a cobiça, a paz submissa ao mister cifrão

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Em uma sombra deserta na hora mais certa o amor pode estar

O amor não descansa

Vigia os momentos

Das desilusões, da angústia tristeza do bem da beleza e do livre prazer

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Pode o azar ser a sorte e a sorte também pode ser o azar

0 amargo ser doce

0 doce amargar

A água da fonte gerar a cobiça, a paz submissa ao mister cifrão

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Em uma sombra deserta na hora mais certa o amor pode estar

O amor não descansa

Vigia os momentos

Das desilusões, da angústia tristeza do bem da beleza e do livre prazer

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar

Quem nega a partida e não quer caminhar

Se perde na vida, na sorte do azar


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domingo, 5 de abril de 2026

CANTIGA DE PARINTINS - CHICO DA SILVA

CANTIGA DE PARINTINS - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva / Fred Góis

1981


Na ilha Tupynabarana nasceu Partintins que eu vou decantar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

No seio da mata virgem

A pureza das araras

O som do silêncio morno

A maloca dos caiçaras

O canto da ariramba

Barranco do rio-mar

O som rouco do remanso

O mormaço brando no ar

O cantar do miri-miri

Mari-mari e taperebá

O cheiro do murici

O vinho de patauá

O cheiro do murici

O vinho de patauá

Na ilha Tupynabarana nasceu Partintins que eu vou decantar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

O lombo de peixe-boi

Pirarucu bem assado

Piracuí de bodó

Tucunaré muquiado

Manja de turma se esconde

A outra vai procurar

A tribo das andirás

E a dança do tangará

Terra de dona Ciloca

Pastoras e meu boi-bumbá

A pesca da piraíba

Viração de tracajá

A pesca da piraíba

Viração de tracajá

Na ilha Tupynabarana nasceu Partintins que eu vou decantar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar

Parintins dos Parin-tin-tins

O nome da tribo desse lugar


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O RECADO DE IAIÁ - CHICO DA SILVA

O RECADO DE IAIÁ - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva

1981


Faz da luta tua sina ioiô

Nessa marcha triunfal

Enche a vontade de coragem ioiô

Faz valer seu ideal

Iaiá mandou

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Faz da luta tua sina

O recado de iaiá

Esta luz que ilumina o céu e a terra te iluminará

Pra fazer dessas ruínas

Um carramanchão de flores

Essa dor que faz doer, doer, doer

Tira fora e planta amores

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Coração que não tem fibra

Não promete um bom astral

Assim como a tristeza

Não produz bom carnaval

Mesmo sendo por mania

É preciso acostumar

É um dever a nossa parte completar

Iaiá mandou

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Faz da luta tua sina

O recado de iaiá

Esta luz que ilumina o céu e a terra te iluminará

Pra fazer dessas ruínas

Um carramanchão de flores

Essa dor que faz doer, doer, doer

Tira fora e planta amores

Iaiá mandou dizer

Dizer o quê?

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

O quê?

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô

Iaiá mandou dizer

Este recado pra ioiô


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PINTANDO EM VERDE E ROSA (PINTANDO EM VERDE-ROSA) - CHICO DA SILVA

PINTANDO EM VERDE E ROSA (PINTANDO EM VERDE-ROSA) - CHICO DA SILVA

De: Sidney da Conceição

1981


Minha escola

Não tem luxo nem riqueza

É só arte e nobreza

E sambar de pé no chão

Minha escola

Faz da vida poesia

Se fantasia de alegria

Para alegrar a multidão

E vai meu povo cantando tão feliz

Um lindo samba que tem cheiro de raiz

De verde-rosa pinta o amor e a dor tem fim

No som redondo de um simples tamborim

E vai meu povo cantando tão feliz

Um lindo samba que tem cheiro de raiz

De verde-rosa pinta o amor e a dor tem fim

No som redondo de um simples tamborim

Não, eu não quero saber quem perdeu, quem ganhou

Nada consegue tirar o prazer do amor

Sambar no pé, sambei

Por tradição cantei

Um samba enredo em forma de canção

E você que se diz ser o juiz

Eu quero ver você julgar meu coração

E você

E você que se diz ser o juiz

Eu quero ver você julgar meu coração

E vai meu povo cantando tão feliz

Um lindo samba que tem cheiro de raiz

De verde-rosa pinta o amor e a dor tem fim

No som redondo de um simples tamborim

E vai meu povo cantando tão feliz

Um lindo samba que tem cheiro de raiz

De verde-rosa pinta o amor e a dor tem fim

No som redondo de um simples tamborim

E vai meu povo cantando tão feliz

Um lindo samba que tem cheiro de raiz

De verde-rosa pinta o amor e a dor tem fim

No som redondo de um simples tamborim


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sexta-feira, 3 de abril de 2026

ÁGUA DOCE - CHICO DA SILVA

ÁGUA DOCE - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva / Venâncio

1981


Eu sou a água doce pra você beber

Brincar e se banhar sem restrição

Você é o fogo ardente pra me excitar

E sentir o prazer

Com a maior duração

Dizer que o amor é bom pro coração viver

Até se decidir amar

Vou me queimar e brincar com o fogo

Jogo bem quando gosto do jogo

Se tiver com quem jogar

Vou me queimar e brincar com o fogo

Jogo bem quando gosto do jogo

Se tiver com quem jogar

Você é o fogo da paz, o clarão de um sol

A luz

O esplendor do nosso altar

Já sei dizer que a mão da perfeição

Tirou do seu condão o meu pedestal

Pra conservar

A permanência do calor

Me concentrei

Na imensidão do seu amor

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

Eu sou

Eu sou a água doce pra você beber

Brincar e se banhar sem restrição

Você é o fogo ardente pra me excitar

E sentir o prazer

Com a maior duração

Dizer que o amor é bom pro coração viver

Até se decidir amar

Vou me queimar e brincar com o fogo

Jogo bem quando gosto do jogo

Se tiver com quem jogar

Vou me queimar e brincar com o fogo

Jogo bem quando gosto do jogo

Se tiver com quem jogar

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu

O seu amor caiu do céu

Caiu do céu

Caiu do céu


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