Resumo dos samba-rock

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

RAPSODIA DA SAUDADE - GRUPO NOSSA GENTE

RAPSODIA DA SAUDADE - GRUPO NOSSA GENTE

(Tôco)

 

Canto

Faço do samba a minha prece

Sinto que a musa me aquece

Com o manto da inspiração

Ao transportar-me pelas asas

Da poesia

Ao som de linda melodia

Que vai fundo no meu coração

Então componho um poema

Singular

Rememorando obras célicas

Do cancioneiro popular

Então componho um poema

Singular

Rememorando obras célicas

Do cancioneiro popular

Oh! Divina música

Tua magia nos envolve a alma

Tua sutileza nos seduz

Pois emanas a luz

Quem inebria e acalma

Tu és a linguagem dos cantores

Tuas entonações

Nos inspiram amores

Música

Nos traz saudades coloridas

Dos trovadores e serestas

E das canções sentidas

Música

Nos traz saudades coloridas

Dos trovadores e serestas

E das canções sentidas

Canto

Faço do samba a minha prece

Sinto que a musa me aquece

Com o manto da inspiração

Ao transportar-me pelas asas

Da poesia

Ao som de linda melodia

Que vai fundo no meu coração

Então componho um poema

Singular

Rememorando obras célicas

Do cancioneiro popular

Então componho um poema

Singular

Rememorando obras célicas

Do cancioneiro popular

 

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OLHA O COURO COMENDO - GRUPO NOSSA GENTE

OLHA O COURO COMENDO - GRUPO NOSSA GENTE

(Ary do Cavaco / Otacílio)

 

Olha o couro comendo, Mané

Nossa Senhora!

Olha o couro comendo, Mané

Ih! Olha o couro comendo

Olha o couro comendo, Mané

Solta os bichos, minha gente!

Olha o couro comendo, Mané

Na minha rua quando o couro está comendo

Até quem não está devendo pode ir também

Seja de noite, seja tarde ou seja dia,

Invernada de olaria sempre leva alguém

Lá tem ensaio de escola, tem macumba,

Tem viola, tem quizumba quase a noite inteira

Mas se alguém tentar fazer uma sujeira

A rapaziada baixa a madeira

Mas se alguém tentar fazer uma sujeira

A rapaziada baixa a madeira

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Ih, olha o couro comendo

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Dona Chiquinha que era uma boa vizinha,

Porém tinha a mania de ser gente bem

E quando eu metia bronca com a negrinha,

Para Isolda ela dizia: “sou bicho também”

Um certo dia eu não sei o que ela fez

Eu só sei que o português soltou os bichos nela

E pela noite enquanto ela apanhava

A rapaziada se encantava na janela

E pela noite enquanto ela apanhava

A rapaziada se encantava na janela

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Ih! Olha o couro comendo

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Lá tinha um cara com a cara de otário

Era um pobre operário, um sujeito bom

E tinha um outro que era metido a valente

Que batia em toda gente e dava sugestão

Um certo dia o Mané foi na tendinha

Tomar uma cachacinha e na confusão

Saiu bolacha, garrafada e cadeirada,

Porém quem correu na estrada foi o valentão

Saiu bolacha, garrafada, cadeirada,

Porém quem correu na estrada foi o valentão

O couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Ih! Olha o couro comendo

Olha o couro comendo, Mané

Nossa Senhora

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

Olha o couro comendo, Mané

 

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TERRA BOA - GRUPO NOSSA GENTE

TERRA BOA - GRUPO NOSSA GENTE

(Dario Marciano)

 

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Enquanto os outros se pegam, se rasgam, se matam

Na maior confusão

Nós aqui vamos progredindo

Com muito amor e muita diversão

Mas que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Quarta-feira na televisão

Assisto Chacrinha, o velho bacana

No fim de semana vou ver as garotas

Na praia de Copacabana

Mas que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Quando chega fevereiro

É a maior sensação

O negro vira rei, mulata é rainha

E o turista se empolga com toda razão

Mas que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Enquanto os outros se pegam, se rasgam, se matam

Na maior confusão

Nós aqui vamos progredindo

Com muito amor e muita diversão

Mas que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Que terra boa

Que terra boa

Ó que pátria legal

Tem muita mina bonita

E tem a grande festa que é o carnaval

Laiá, laiá, laiá

Tem a grande festa que é o carnaval

Laiá, laiá, laiá

Tem a grande festa que é o carnaval

Laiá, laiá, laiá

Tem a grande festa que é o carnaval

 

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domingo, 12 de setembro de 2021

LIVRE ESTOU – CONJUNTO NOSSO SAMBA

LIVRE ESTOU – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Carlinhos do Cavaco / M. Alves / Gordinho

 

Livre estou

Outra vez

Pois a mulher que eu amava desprezei

Para a boemia eu voltei

Livre estou

Outra vez

Pois a mulher que eu amava desprezei

Para a boemia eu voltei

Desta vez meus amigos

Vão me parabenizar

Todos conhecem a razão

Pela qual eu lutei

Para me libertar

Decididamente eu voltei a boemia

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Decididamente eu voltei a boemia

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá,

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá,

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Eu estou

Livre estou

Outra vez

Pois a mulher que eu amava desprezei

Para a boemia eu voltei

Livre estou

Outra vez

Pois a mulher que eu amava desprezei

Para a boemia eu voltei

Desta vez meus amigos

Vão me parabenizar

Todos conhecem a razão

Pela qual eu lutei

Para me libertar

Decididamente eu voltei a boemia

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Decididamente eu voltei a boemia

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá,

Estou feliz

Não deixarei de cantar

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá,

Estou feliz

Não deixarei de cantar

 

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POUT-PORRI: LOUVAÇÃO / IRENE / O CRAVO BRIGOU COM A ROSA / CADE TEREZA / POR CAUSA DE VOCÊ MENINA / BALANÇA A PENA / CHOVE CHUVA / BEBETE VAMBORA / CHARLES 45 / TAKE IT EASY MY BROTHER CHARLES – CONJUNTO NOSSO SAMBA

POUT-PORRI: LOUVAÇÃO / IRENE / O CRAVO BRIGOU COM A ROSA / CADE TEREZA / POR CAUSA DE VOCÊ MENINA / BALANÇA A PENA / CHOVE CHUVA / BEBETE VAMBORA / CHARLES 45 / TAKE IT EASY MY BROTHER CHARLES – CONJUNTO NOSSO SAMBA

 

Vou fazer a louvação, louvação, louvação

Do que deve ser louvado, ser louvado, ser louvado

Meu povo, preste atenção, atenção, atenção

Repare se estou errado

Eu quero ir minha gente

Eu não sou daqui

Eu não tenho nada, nada,

Quero ver Irene rir

Quero ver Irene dar sua rizada

Irene rir, Irene rir, Irene rir

Irene rir, Irene rir, Irene rir

Quero ver Irene dar sua rizada

Quero ver Irene dar sua rizada

O cravo brigou com a rosa

Eu vou correndo e vou dizer porque

E quem chorou fui eu

O cravo brigou com a rosa

Eu vou correndo e vou dizer porque

E quem chorou fui eu

Cadê Tereza?

Onde anda minha Tereza?

Cadê Tereza?

Onde anda minha Tereza?

Saiobá, saiobá, saiobá, saiobá, saiobá

Saiobá, saiobá, saiobá, saiobá, saiobá

Balança a pena

Balança sem parar

Arrasta a sandália

Arrasta até gastar

Balança a pena

Balança sem parar

Arrasta a sandália

Arrasta até gastar

Chove chuva

Chove sem parar

Chove chuva

Chove sem parar

Betete vambora

Pois já está na hora

Betete vambora

Pois já está na hora

Oba, oba, oba Charles

Charles

Como é que é my friend Charles?

Charles

Como vão as coisas Charles?

Charles

Take it easy

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

Take it easy my brother Charles

Take it easy meu irmão de cor

 

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

BÔCA DO FORNO – BEBETO DI SÃO JOÃO

BÔCA DO FORNO – BEBETO DI SÃO JOÃO

(Sérgio Môsca / Felipe Cabeça)

 

Boca de forno

Tirando bolo (tira meu bolo)

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

No meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Olha a boca!

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Senhor rei mandou dizer

O que é que tem?

Bate na mão

Pé de coco me deixa maluco

É coco de roda lá de Pernambuco

Senhor rei mandou dizer

O que é que tem?

Bate na mão

Pé de coco me deixa maluco

É coco de roda lá de Pernambuco

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Se liga no coco de roda ou senão se manda pra Minas Gerais

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Se liga no coco de roda ou senão se manda pra Minas Gerais

Vento soprou, vento soprou

Lá no cerrado

Mandei chamar

O que é que tem?

O delegado

Fala de amor

Fico acanhado

Senhor rei mandou dizer

Tudo que eu falei está falado

Olha a boca

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Olha a boca!

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Senhor rei mandou dizer

O que é que tem?

Bate na mão

Pé de coco me deixa maluco

É coco de roda lá de Pernambuco

Senhor rei mandou dizer

O que é que tem?

Bate na mão

Pé de coco me deixa maluco

É coco de roda lá de Pernambuco

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Se liga no coco de roda ou senão se manda pra Minas Gerais

Coriolando, Coriolando

Onde é que você vai?

Cori, Coriolando

Onde é que você vai?

Se liga no coco de roda ou senão se manda pra Minas Gerais

Vento soprou, vento soprou

Lá no cerrado

Mandei chamar

O que é que tem?

O delegado

Fala de amor

Fico acanhado

Senhor rei mandou dizer

Tudo que eu falei está falado

Olha a boca!

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Olha a boca!

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Boca de fogo

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

Boca de forno

Tirando bolo

Abacaxi

E maracujá

Tem manga rosa

Do meu pomar

Corta madeira, malandro, basta queimar

 

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domingo, 5 de setembro de 2021

DESCAMISADO – BEBETO DI SÃO JOÃO

DESCAMISADO – BEBETO DI SÃO JOÃO

(L. Carlos do Cavaco / Bebeto Di São João / N. do Pandeiro)

 

Alô, rapaziada

Eu sei que tá ruim, mas vamos trabalhar que vai melhorar

Do jeito que anda a maré

Não está mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não está mole não

Do jeito que anda a maré

Não está mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Está muito esquisito

Tão difícil de viver

Meu salário é quase nada

Que mal dá para comer

As crianças lá em casa vivem só a reclamar

Não aguentam todo dia

Canjiquinha com fubá

Mas do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não está mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Quando tem carne é festa

É aquela confusão

Um pedacinho pra cada um

Para se comer no pão

Vejo nas minhas crianças

Um sorriso amarelado

Lá em casa nesse dia

É um mini feriado

Do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Como posso ser tão pobre

Num país que é tão rico

Que tem as suas mordomias

Só pra quem fala bonito

Eu que sou descamisado nunca tenho condição

Vou passar a vida inteira

Andando de pé no chão

Do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não está mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Está muito esquisito

Tão difícil de viver

Meu salário é quase nada

Que mal dá para comer

As crianças lá em casa vivem só a reclamar

Não aguentam todo dia

Canjiquinha com fubá

Mas do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Quando tem carne é festa

É aquela confusão

Um pedacinho pra cada um

Para se comer no pão

Vejo nas minhas crianças

Um sorriso amarelado

Lá em casa nesse dia

É um mini feriado

Do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Como posso ser tão pobre

Num país que é tão rico

Tem as suas mordomias

Só pra quem fala bonito

Eu que sou descamisado nunca tenho condição

Vou passar a vida inteira

Andando de pé no chão

Do jeito que tá

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

Não tá mole não

Do jeito que anda a maré

Não tá mole não, meu irmão

Tá ruim

De pegar com a mão

 

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sábado, 4 de setembro de 2021

CORAÇÃO TRANSTORNADO – BEBETO DI SÃO JOÃO

CORAÇÃO TRANSTORNADO – BEBETO DI SÃO JOÃO

(Edson Show / Bebeto Di São João / W. Saravá)

 

Meu coração magoado não quer mais saber

De amar podes crer

Meu coração transtornado cansou de sofrer

Por causa de você

Não, não bate mais, só quer penar

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Vi que você é uma menina, bela colombina do meu carnaval

Fiquei submisso ao amor até com meus vícios eu parei geral

Dei uma trava em tudo pra me dedicar simplesmente a você

Porém sem saber que a maré era rasa, aliás a cobra é só pra me morder

Meu coração

Meu coração magoado não quer mais saber

De amar podes crer

Meu coração transtornado cansou de sofrer

Por causa de você

Não, não bate mais, só quer penar

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Dei-lhe um banho de loja ela ficou dengosa cheia de chiquê

A pretinha ficou uma rosa de botar inveja em atriz de tevê

Pra conquistar a jambete comprei quitinete, banquei o doutor

Mas a Margarete com ar de chacrete pintou foi o sete, depois se mandou

Meu coração

Meu coração magoado não quer mais saber

De amar podes crer

Meu coração transtornado cansou de sofrer

Por causa de você

Não, não bate mais, só quer penar

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Não sei como você consegue ser cruel

Dessa maneira

Amor, coração de malandro não é brincadeira

Dei-lhe um banho de loja ela ficou dengosa cheia de chiquê

A pretinha ficou uma rosa de botar inveja em atriz de tevê

Pra conquistar a jambete comprei quitinete, banquei o doutor

Mas a Margarete com ar de chacrete pintou foi o sete, depois se mandou

 

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ASSALTO NO TREM – BEBETO DI SÃO JOÃO

ASSALTO NO TREM – BEBETO DI SÃO JOÃO

(Bebeto Di São João / Edson Show / R. Barros Filho)

 

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Uma moça gritava naquele alvoroço

Se liga seu moço, está na de horror

Se quiser eu lhe empresto uma nota de cem

Mas não mete esse trem que só tem sofredor

Foi aí que o cara ficou invocado

Tomou a bengala do cego também

Deu um bote no bolso do balão apagado

E levou a chupeta do neném

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Lá do outro vagão um malandro responsa

Foi metendo a mão e bem alto gritou:

“Entrega os pertences da rapaziada, senão a galera escalpela o senhor”

Uma velha agarrou o cara pela goela

Ele ficou naquela e o tempo fechou

Pode jogar ele pela janela

E o moleque pingente é que aliviou

Bom malandro respeita e tem boas maneiras

Trabalha na feira e é até camelô

Só não fica no trem da Central de bobeira

A fim de meter trabalhador

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Uma moça gritava naquele alvoroço

Se liga seu moço, está na de horror

Se quiser eu lhe empresto uma nota de cem

Mas não mete esse trem que só tem sofredor

Foi aí que o cara ficou invocado

Tomou a bengala do cego também

Deu um bote no bolso do balão apagado

E levou a chupeta do neném

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Lá do outro vagão um malandro responsa

Foi metendo a mão e bem alto gritou:

“Entrega os pertences da rapaziada, senão a galera escalpela o senhor”

Uma velha agarrou o cara pela goela

Ele ficou naquela e o tempo fechou

Pode jogar ele pela janela

O moleque pingente é que aliviou

Bom malandro respeita e tem boas maneiras

Trabalha na feira e é até camelô

Só não fica no trem da Central de bobeira

A fim de meter trabalhador

Não é?!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

O cara deu um bote no balão apagado

Levou a chupeta do neném

E quase que leva a marmita do operário

Se não fosse o malandro de primeira

Todo mundo dançava, aí!

Livra o trabalhador, compadre!

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

Teve um assalto no trem da Central

Só você vendo que braba que o cara tirou

Queria grana, cordão e relógio

Até a marmita do trabalhador

 

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PROTETOR / DOM CURANDEIRO / TERREIRO DA VOVÓ – BEBETO DI SÃO JOÃO

PROTETOR / DOM CURANDEIRO / TERREIRO DA VOVÓ – BEBETO DI SÃO JOÃO

 

Protetor (Alvinho / Aranha)

Dom de curandeiro (T. de Rocha Miranda / S. Devagar / G. Baião)

Terreiro da vovó (Tavico / Régis da Vila / J. dos Bohêmios)

                                                                                                              

Ele é meu guia

Meu protetor

É o mensageiro

Do amor

Quem acredita

Que batam palmas

Chegou

Tranca Rua das Almas

Quem acredita

Que batam palmas

Chegou Tranca Rua das Almas

Tranca Rua das Almas

Salve seu Tranca Rua

Ilumina a minha estrada

Com teu clarão da lua

Ilumina a minha estrada

Com teu clarão da lua

Me ajuda a caminhar

Nessa estrada quente, poeirenta

Tira essa dor que no meu peito atormenta

Cura esse irmão

Enfermo no terreiro

Mostra a essa gente o seu dom de curandeiro, olha aí

Tranca Rua das Almas

Salve seu Tranca Rua

Ilumina a minha estrada

Com teu clarão da lua

Ilumina a minha estrada

Com teu clarão da lua

Olha eu fui ao terreiro da vovó

Pedi uma proteção

Ela me disse assustada

Querem te jogar no chão

Olha eu fui ao terreiro da vovó

Pedi uma proteção

Ela me disse assustada

Querem te jogar no chão

É melhor se cuidar

Pra ninguém te derrubar

Vovó vai te benzer

Não precisa se preocupar

Quando chegar em casa

Reza uma prece com fé

Toma um banho de abranda fogo

Abre caminho arruda e guiné

A fumaça convence e demanda

Vai abrir seu caminhar

Filho de pemba balança e não cai

Basta querer se afirmar

O resto deixa com a vovó

Vou lhe dar o meu axé

Filho de Tranca Rua ninguém vai passar o pé

É filho de Tranca Rua ninguém vai passar o pé

Não é?!

Ele é meu guia

Meu protetor

É o mensageiro

Do amor

Quem acredita

Que batam palmas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

Chegou Tranca Rua das Almas

 

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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

COBRA CORAL - SAMBA NONSENSE / NELSON CEBOLA / DOM TATÃO

COBRA CORAL - SAMBA NONSENSE / NELSON CEBOLA / DOM TATÃO 

 

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Cuidado que a cobra lhe morde, ela corre pro mato e se enrola no pau

Levei uma corrida da cobra da Papuna a Marechal

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Olha a cobra coral

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Minha mãe sempre dizia: “menino essa cobra é cobra coral”

Livrai-me Nossa Senhora da cobra maldita, da cobra do mal

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Vamos nós

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Levei uma corrida da cobra

Na estação de Vigário Geral

Essa cobra é capoeira, no meio do terreiro dá salto mortal

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Essa cobra é coral

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

A picada dessa cobra

Te interna no hospital

Vou pedir São Benedito que leve essa cobra pra outro quintal

Ih! olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Menina não brinca com a cobra

Que o veneno é mortal

O veneno dessa cobra faz o bem e o faz o mal

Ih! Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! essa cobra é coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Dei tiro e dei facada na cobra

E matei ela com pau

Tem feitiço, tem milonga,

Feito com a cobra coral

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Essa cobra é coral

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih!

Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha a cobra coral

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih!

Aí a cobra, cuidado com a cobra coral

Ih! Olha aí a cobra, cuidado com a cobra coral

 

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domingo, 29 de agosto de 2021

QUEBRARAM O BRAÇO DA VIOLA - NELSON CEBOLA

QUEBRARAM O BRAÇO DA VIOLA - NELSON CEBOLA

 

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Foi numa festa de black

O som era discoteque

Armaram o partido alto

Querendo bagunçar o black

Os blacks ficaram invocados

Acharam que estava errado

Acabar com uma festa de black

Com samba de partido alto

Viu

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Ih! Outra vez

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Vou dizer

E não adianta

O samba vai continuar

Vocês quebraram o braço da viola

A minha língua eu quero ver cortar, já falei

E não adianta

O samba vai continuar

Vocês quebraram o braço da viola

A minha língua eu quero ver cortar

Ih!

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Ih!

Foi numa festa de black

O som era discoteque

Armaram o partido alto

Querendo bagunçar o black

Os blacks ficaram invocados

Acharam que estava errado

Acabar com uma festa de black

Com samba de partido alto

Viu

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Ih! Outra vez

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Bonito!

E não adianta

O samba vai continuar

Vocês quebraram o braço da viola

A minha língua eu quero ver cortar, já falei

E não adianta

O samba vai continuar

Vocês quebraram o braço da viola

A minha língua eu quero ver cortar

Ih! Vou dizer

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

Ih! De novo

Quebraram o braço da viola

Rasgaram o couro do pandeiro

Pegaram o dono da cuíca

Meteram o pau no partideiro

 

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OITO MULHERES / PIOR QUE É / MEU SAPATO TÁ FURADO / O TRAMBIQUEIRO / DINHEIRO VEM, DINHEIRO VAI – BEBETO DI SÃO JOÃO

OITO MULHERES / PIOR QUE É / MEU SAPATO TÁ FURADO / O TRAMBIQUEIRO / DINHEIRO VEM, DINHEIRO VAI – BEBETO DI SÃO JOÃO

 

Oito mulheres (José Batista)

Pior que é (Athayde Lucena / Carlinhos Ly)

Meu sapato tá furado (Colombo / Bebeto Di São João)

O trambiqueiro (Edson Menezes / Baiano do Cabral)

Dinheiro vem, dinheiro vai (Noca da Portela / Vovó Ziza)

 

Aí, Bebeto!

Mais uma vez juntos, hein?!

Pois é, Genaro.

Parceiro tem dessas coisas, não é?!

É, mas eu tô sabendo que tá com oito mulheres, meu amigo, qual é?!

Pô, assim tu me deixa mal, mas vamos fazer o seguinte:

Vamos dividir, vamos dividir?

Tá legal

Fica com quatro e eu fico com quatro, meu compadre

Aí tá certo!

Aí tá certo!

Mas uma não pode saber da outra, falou?!

Senão suja geral

É isso aí!

Pode falar, meu bem, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Pode falar!

Pode falar, meu bem, fala Genaro, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Oi!

Uma é pra dentro de casa

Outra pro meio da rua

Uma é pra dias de sol, meu compadre,

Outra pra noite de lua

Uma é para o pensamento

Outra é pro coração

Uma é mulher de verdade

A outra é a inspiração

É ou não é?

Pode falar, meu bem, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Pode falar, meu bem, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Uma é pra dentro de casa

Outra pro meio da rua

Uma é pra dias de sol

Outra pra noite de lua

Uma é para o pensamento

Outra é pro coração

Uma é mulher de verdade

A outra é a inspiração

Essa é aquela, né, compadre!

Pode falar, meu bem, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Pode falar, meu bem, pode chorar se quiser

Um homem não pode viver somente com uma mulher

Aí!

Aí!

O cara não leva a mulher de carro na churrascaria,

Mas sempre tem um qualquer pra gastar com a outra, aí!

É um vacilão, compadre!

Pior que é

Pior que é

Ele não gasta com a família dele, mas gasta na rua com a outra mulher

Pior

Pior que é

Pior que é

Ele não gasta com a família dele, mas gasta na rua com a outra mulher

Chega em casa ligado, até no cachorro ele dá pontapé

Desconhece o próprio filho

Inda bate na mulher

No dia do pagamento

Tem que ver como é que é

O botequim do Zé Barbudo

Fica assim de mulher

Pior

Pior que é

Pior que é

Ele não gasta com a família dele, mas gasta na rua com a outra mulher

Pior

Pior que é

Pior que é

Ele não gasta com a família dele, mas gasta na rua com a outra mulher

Meu sapato está furado

Mas eu não tenho dinheiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Meu sapato está furado

Mas eu não tenho dinheiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Bebeto não vou lhe pagar porque está bloqueado o meu dinheiro

Eu só tenho um ganzá, um tamborim e um pandeiro

Genaro tu é meu amigo, mas trato comigo vai ter que cumprir

Nem que tu venda seu pandeiro, mas sem meu dinheiro eu não saio daqui

Meu sapato está furado

Mas eu não tenho dinheiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Mas eu não tenho dinheiro

Pra levar no sapateiro

Fala Bebeto

Fala Bebeto

É o seguinte

Pra me pagar você nunca tem

Mas pra tomar cerveja no bar de Luiz tu sempre tem uma graninha

Qual é, camarada?!

Paga meu dinheiro, caloteiro

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara, sujeito,

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Quero receber minha nota

Não pensa que vai me dar volta

Não quero que pague juros

Porque eu não sou agiota

Eu entendo que dado é dado

Emprestado tem que devolver

Quantas vezes ficou me devendo, Bebeto?

Eu nunca cobrei a você

Paga meu dinheiro, caloteiro

É isso aí, compadre!

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Aí, Bebeto!

O papo é de dinheiro

Vamos cantar juntinho

Vamos lá

Deixe dinheiro pra quem vier aí que eu quero ver

Claro, meu compadre, Noca da Portela aí

Vovó Ziza, né pai,

É, compadre, então vamos juntinho

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Oi, dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

O cara briga com a mulher em casa

Quando ela pensa em lhe pedir dinheiro

Mas, no entanto, quando está na rua

A outra pede, ele dá ligeiro

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Se tem dinheiro tem amigo à beça

E até pagam pra te bajular

Mas, se está duro mudam de conversa

Como tem coveiro pra te enterrar

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Dinheiro vem dinheiro vai

Dinheiro entra dinheiro sai

Paga meu dinheiro, caloteiro, paga

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara, Bebeto,

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro,

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro,

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro,

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

Paga meu dinheiro, caloteiro,

Paga meu dinheiro

Toma vergonha na cara

Deixa de ser trambiqueiro

 

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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

CHEGUEI – JORGINHO PESSANHA

CHEGUEI – JORGINHO PESSANHA

(José Orlando)

 

E avisa Maria que cheguei

Cheguei dessa vez para ficar

Que de todo lugar por onde andei

Eu só trouxe tristeza pra contar

Corre ali, vai lá!

Avisa Maria que cheguei

Cheguei dessa vez para ficar

Que de todo lugar por onde andei

Eu só trouxe tristeza pra contar

Errei quando saí daqui

Sofri mil desenganos por aí

Paguei por todo mal que eu fiz

Magoei a quem me fez feliz

Ora, veja como errei!

Avisa Maria que cheguei

Cheguei dessa vez para ficar

Que de todo lugar por onde andei

Só trouxe tristeza pra contar

Corre ali, vai lá!

Avisa Maria que cheguei

Cheguei dessa vez para ficar

Que de todo lugar por onde andei

Só trouxe tristeza pra contar

Errei quando saí daqui

Sofri mil desenganos por aí

Paguei por todo mal que eu fiz

Magoei a quem me fez feliz

Ora, veja como errei!

Avisa Maria que cheguei

Cheguei dessa vez para ficar

Que de todo lugar por onde andei

Só trouxe tristeza pra contar

 

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DESTINO DA MADEIRA – JORGINHO PESSANHA

DESTINO DA MADEIRA – JORGINHO PESSANHA

(Adelino Alves / Vargas)

 

Eu tenho

O destino da madeira

Que canta

Quando morre na fogueira

Eu tenho

O destino da madeira

Que canta

Quando morre na fogueira

Eu sofro

Sofro tanto, meu senhor

Canto

Pra esquecer a minha dor

Quando nova mágoa em meu peito

Vem morar eu faço

Mais um samba popular

Quando nova mágoa em meu peito

Vem morar eu faço

Mais um samba popular

E pergunta

Você vai

Se eu sou

Tão infeliz

Para avaliar meu sofrimento

Basta analisar os sambas que já fiz

Para avaliar meu sofrimento

Basta analisar os sambas que já fiz

Eu tenho

O destino da madeira

Que canta

Quando morre na fogueira

Eu tenho

O destino da madeira

Que canta

Quando morre na fogueira

Eu sofro

Sofro tanto, meu senhor

Canto

Pra esquecer a minha dor

Quando nova mágoa em meu peito

Vem morar eu faço

Mais um samba popular

Quando nova mágoa em meu peito

Vem morar eu faço

Mais um samba popular

E pergunta

Você vai

Se eu sou

Tão infeliz

Para avaliar meus sofrimentos

Basta analisar os sambas que já fiz

Para avaliar meu sofrimento

Basta analisar os sambas que já fiz

Basta analisar os sambas que já fiz

Basta analisar os sambas que já fiz

Basta analisar os sambas que já fiz

 

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DECEPÇÃO – JORGINHO PESSANHA

DECEPÇÃO – JORGINHO PESSANHA

(Ivone Lara)

 

Lá, lá, lará, lará, lará

Lá, lá, lará, lará

Lá, lá, lará, lará, lará

Lá, lá, lará, lará

Decepção

Bate em meu coração

Partiu sem dar adeus por despedida

Isso não se faz, querida

Partiu sem dar adeus por despedida

Isso não se faz, querida

Por você sempre senti

Carinho, amor e afeição

Hoje estou desiludido

Com sua ingratidão

Você fingia gostar de mim

Demonstrando lealdade

Na inocência lhe dei

O meu amor de verdade

Que decepção!

Decepção

Bate em meu coração

Partiu sem dar adeus por despedida

Isso não se faz, querida

Partiu sem dar adeus por despedida

Isso não se faz, querida

Por você sempre senti

Carinho, amor e afeição

Hoje estou desiludido

Com sua ingratidão

Você fingia gostar de mim

Demonstrando lealdade

Na inocência lhe dei

O meu amor de verdade

Lá, lá, lará, lará, lará

Lá, lá, lará, lará

Lá, lá, lará, lará, lará

Lá, lá, lará, lará

 

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NÃO CHORE AMOR – JORGINHO PESSANHA

NÃO CHORE AMOR – JORGINHO PESSANHA

(Jorginho /  Muniz)

 

Meu bem

Cheguei

Para avisar que hoje não venho não

Quero apanhar meu violão

Preciso ensaiar minha canção

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

A favela toda está esperando

O meu samba, sou bamba

E não posso faltar

Você já pensou

Com essa viola em meu peito

Não vai ter jeito e a minha escola vai ganhar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Meu bem

Cheguei

Para avisar que hoje não venho não

Quero apanhar meu violão

Preciso ensaiar minha canção

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

A favela toda está esperando

O meu samba, sou bamba

E não posso faltar

Você já pensou

Com essa viola em meu peito

Não vai ter jeito e a minha escola vai ganhar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

Não chore, amor, pra que chorar?

Te prometo depois do ensaio regressar

 

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NEM VEM - JORGINHO PESSANHA

NEM VEM - JORGINHO PESSANHA

(Buguinho / Noel Rosa de Oliveira)

 

Nem vem

Me falar do romance que já se passou, nem vem

Nem vem

Você já me conhece sabe quem eu sou

Estou chegando agora

E já vou-me embora

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Nem vem

Me falar do romance que já se passou, nem vem

Nem vem

Você já me conhece sabe quem eu sou

Estou chegando agora

E já vou-me embora

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Não sei qual a razão

De vir e recordar

Me conhece muito bem

Não vem, meu amor, que não tem

Te amei, pra nunca mais amar

Nem vem

Me falar do romance que já se passou, nem vem

Nem vem

Você já me conhece sabe quem eu sou

Estou chegando agora

E já vou-me embora

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Pego minha viola e meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Não sei qual a razão

De vir e recordar

Me conhece muito bem

Não vem, meu amor, que não tem

Te amei, pra nunca mais amar

Nem vem

Me falar do romance que já se passou, nem vem

Nem vem

Você já me conhece sabe quem eu sou

Estou chegando agora

E já vou-me embora

Pego minha viola e o meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Pego minha viola e o meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

Pego minha viola e o meu tamborim, ô, ô

Serei feliz assim

 

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(colaboração Barry Cox)

DIA DE TRISTEZA – JORGINHO PESSANHA

DIA DE TRISTEZA – JORGINHO PESSANHA

(Jorge Duarte / Norival Reis)

 

Hoje é dia de tristeza

Hoje é dia pra chorar

Hoje é dia que a saudade vem

Vem pra me machucar

Lá, lá, lará, lará, lará, lá

Hoje é dia de tristeza

Hoje é dia pra chorar

Hoje é dia que a saudade vem

Vem pra me machucar

Tenho os olhos rasos d’água

Esta mágoa eu já sei porque

É que a saudade já chegou

Chegou pela mão trouxe você

Hoje é dia de tristeza

Hoje é dia pra chorar

Hoje é dia que a saudade vem

Vem pra me machucar

Tenho os olhos rasos d’água

Esta mágoa eu já sei porque

É que a saudade já chegou

Chegou pela mão trouxe você

Hoje é dia de tristeza

Hoje é dia pra chorar

Hoje é dia que a saudade vem

Vem pra me machucar

Tenho os olhos rasos d’água

Esta mágoa eu já sei porque

É que a saudade já chegou

Chegou pela mão trouxe você

Chegou pela mão trouxe você

Chegou pela mão trouxe você

Chegou pela mão trouxe você

 

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AH SE ELA VOLTASSE – JORGINHO PESSANHA

AH SE ELA VOLTASSE – JORGINHO PESSANHA

(Baianinho – Eládio Gomes)

 

Sinto que a tristeza me domina

O meu coração reclama

O meu amor já não me ama

Eu quero

Por que razão eu sofro tanto assim?

E ela não tem pena de mim

Parece que ela quer ver o meu fim

Parece que ela quer ver o meu fim

Sinto que a tristeza me domina

O meu coração reclama

O meu amor já não me ama

Eu quero

Por que razão eu sofro tanto assim?

Ela não tem pena de mim

Parece que ela quer ver o meu fim

Parece que ela quer ver o meu fim

Sinto um desgosto profundo

Vivo sozinho no mundo

Depois que meu amor me abandonou

Ah! Se ela voltasse novamente para os braços meus

Amenizaria a minha dor

Que domina os sofrimentos meus

Sinto que a tristeza me domina

O meu coração reclama

O meu amor já não me ama

Eu quero

Por que razão eu sofro tanto assim?

E ela não tem pena de mim

Parece que ela quer ver o meu fim

Parece que ela quer ver o meu fim

Sinto um desgosto profundo

Vivo sozinho no mundo

Depois que meu amor me abandonou

Ah! Se ela voltasse novamente para os braços meus

Amenizaria a minha dor

Que domina os sofrimentos meus

Sinto que a tristeza me domina

O meu coração reclama

O meu amor já não me ama

Eu quero

Por que razão eu sofro tanto assim?

E ela não tem pena de mim

Parece que ela quer ver o meu fim

Parece que ela quer ver o meu fim

Parece que ela quer ver o meu fim

 

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FAVELA – JORGINHO PESSANHA

FAVELA – JORGINHO PESSANHA

(Padeirinho  / Jorginho)

 

Favela

Numa vasta extensão

Onde não há plantação

Nem ninguém morando lá

Cada um pobre que passa por ali

Só pensa em construir seu lar

E quando o primeiro começa os outros depressa procuram marcar

O seu pedacinho de terra pra morar

E quando o primeiro começa os outros depressa procuram marcar

O seu pedacinho de terra pra morar

E assim a região

Sofre modificação

Fica sendo chamada de “a nova aquarela”

É aí que o lugar

Então passa a se chamar

Favela

É aí que o lugar

Então passa a se chamar

Favela

Numa vasta extensão

Onde não há plantação

Nem ninguém morando lá

Cada um pobre que passa por ali

Só pensa em construir seu lar

E quando o primeiro começa os outros depressa procuram marcar

O seu pedacinho de terra pra morar

E quando o primeiro começa os outros depressa procuram marcar

O seu pedacinho de terra pra morar

E assim a região

Sofre modificação

Fica sendo chamada de “a nova aquarela”

É aí que o lugar

Então passa a se chamar

Favela

É aí que o lugar

Então passa a se chamar

Favela

Favela

Favela

Favela

Favela

 

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O MORRO E A VIOLA – JORGINHO PESSANHA

O MORRO E A VIOLA – JORGINHO PESSANHA

(Mano Décio / Dalmo da Viola)

 

A noite é linda está estrelada

Vou fazer um samba para minha amada

Vou subir o morro com minha viola

Vou cantar meu samba ela vai me ouvir

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

A noite é linda está estrelada

Vou fazer um samba para minha amada

Vou subir o morro com minha viola

Vou cantar meu samba ela vai me ouvir

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

Sou um poeta apaixonado e vivo a cantar

Não deixo a tristeza me dominar

O morro e a viola são minha sedução

Eu canto e não me esqueço ela não

A noite é linda!

A noite é linda está estrelada

Vou fazer um samba para minha amada

Vou subir o morro com minha viola

Vou cantar meu samba ela vai me ouvir

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

Vai abrir a janela do seu barracão

Vai sentir a paixão que eu senti no coração

 

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