Resumo dos samba-rock

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

TRISTEZA NO CARNAVAL – JORGINHO DO IMPÉRIO

TRISTEZA NO CARNAVAL – JORGINHO DO IMPÉRIO

De: Décio Antonio Carlos (Mano Décio da Viola /  Silas de Oliveira

Jorginho do Império – 1981

 

Era carnaval

Comédia

Ritmos e fantasias

Era carnaval

Tragédias

Festival e orgias

A carne na sua essência natural

Dominando

Com ritmo sensual

E o Orfeu

Com sorrisos diabólicos

E olhar melancólico

Encarnava o mal

Será que esse vai ser igual

Àquele que passou

Quando o episódio

Emocional

Me amargurou

A linda porta-bandeira apaixonada

Trazia em silêncio o seu enredo

Depois de desfilar encantada

Levou consigo para o túmulo o seu segredo

Seu gesto

Causou

Profunda consternação

Foi triste a despedida

Da sambista

Cantar

Foi nossa consolação

Com toda nossa alma

De sambista

Deus escreveu em linhas certas

O que estava errado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Deus escreveu em linhas certas

O que estava errado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

Dando-lhe a morte como salário do pecado

 

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OUÇO UMA VOZ – JORGINHO DO IMPÉRIO

OUÇO UMA VOZ – JORGINHO DO IMPÉRIO

(Candeia)

Jorginho do Império – 1981

 

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar

Ela está

Deixa o carnaval passar

Eu ouço uma voz

Diz gente!

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar ela está

Deixa o carnaval passar

O pagode de antigamente mexe com a gente, traz recordação

Falo a verdade, não minto, tudo o que sinto é inspiração

Quando o carnaval passar, meu compadre, eu vou dar um castigo nela

Pra aprender a respeitar o malandro que morre de amores por ela

Eu ouço uma voz, vai!

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar ela está

Deixa o carnaval passar

Ouço uma voz

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar ela está

Deixa o carnaval passar

Ela veio se arrepender

Mais cedo do que eu esperava

Foi medo de me perder

Pra outra que já me olhava

Essas rimas dos meus versos me traz submerso no mar da paixão

Enfrento a revolta dos mares se não me aceitares em teu coração

Eu ouço uma voz

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar ela está

Deixa o carnaval passar

Eu ouço uma voz

Ouço uma voz que me chama

Corre, vem ver

Essa mulher que chora

Louca para me voltar ela está

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

Deixa o carnaval passar

 

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FRANQUEZA – JORGINHO DO IMPÉRIO

FRANQUEZA – JORGINHO DO IMPÉRIO

(Denis Brean / O. Guilherme)

Jorginho do Império – 1981

 

Você passa por mim

E não olha

Como coisa

Que eu fosse ninguém

Com certeza você

Já esqueceu

Que em meus braços

Já chorou

Também

Eu não ligo,

Porém, ao seu modo

Isso é próprio de quem é infeliz

Quer mostrar que não sente saudade

De um passado

Que foi tão feliz

Se eu quisesse

Podia dizer

Tudo, tudo

Que houve entre nós

Mas pra que destruir seu orgulho?

Se eu até

Já esqueci

Tua voz

De uma coisa

Eu tenho certeza

Foi o tempo

Quem me confirmou

Que os melhores

Momentos

Da vida

Em meus braços

Você desfrutou

Você passa por mim

E não olha

Como coisa

Que eu fosse ninguém

Com certeza você

Já esqueceu

Que em meus braços

Já chorou

Também

Eu não ligo, porém, ao seu modo

Isso é próprio de quem é infeliz

Quer mostrar

Que não sente saudade

De um passado que foi

Tão feliz

Se eu quisesse

Podia dizer

Tudo, tudo que houve entre nós

Mas pra que destruir seu orgulho?

Se eu até

Já esqueci

Sua voz

De uma coisa

Eu tenho certeza

Foi o tempo

Quem me confirmou

Que os melhores

Momentos da vida

Em meus braços

Você desfrutou

 

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VIROU... MEXEU - JORGINHO DO IMPÉRIO

VIROU... MEXEU - JORGINHO DO IMPÉRIO

De: Edel Ferreira Lima (Dida)

Jorginho do Império – 1981

 

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou, vai

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Hoje faz da vida sua vida

Porque nos caminhos do amor se perdeu

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou, vai

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Hoje faz da vida sua vida

Porque nos caminhos do amor se perdeu

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou, vai

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Hoje faz da vida sua vida

Porque nos caminhos do amor se perdeu

Virou

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Vira, vira, vira

Virou, virou mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

Virou, virou

Virou... mexeu

Mergulhou fundo no amor

Sofreu

 

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FORRÓ EM LIMOEIRO – JORGINHO DO IMPÉRIO

FORRÓ EM LIMOEIRO – JORGINHO DO IMPÉRIO

(Edgar Ferreira)

Jorginho do Império – 1981

 

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E eu entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando a sanfona

E eu entrei no fuá

No meio do forró houve um tereré, disse o mano Zé,

Aguenta o pagode todo mundo pode

Gritou o Teixeira quem não tem peixeira é briga no pé

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Foi quando eu vi a dona Zezé

A mulher que é, diz que topa parada de saia amarrada fazer o cocó

E dizer eu brigo com cabra canalha

Puxou a navalha e entrou no forró

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu que sou do morro, não choro, não corro, não peço socorro quando há chuá

Gosto de sambar

Na ponta da faca sou negro de raça e não quero apanhar

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

No meio do forró houve um tereré, disse o mano Zé,

Aguenta o pagode todo mundo pode

Gritou o Teixeira quem não tem peixeira briga no pé

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

Eu vi um caboclo brejeiro tocando sanfona

E entrei no fuá

Eu fui pra limoeiro e gostei do forró de lá

 

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

FOI VOCÊ – JAIR RODRIGUES

FOI VOCÊ – JAIR RODRIGUES

De: Darci Maravilha

 

Lá, laiá...

Foi você

Quem me enganou

Me prometendo carinho

Cheguei a me sentir um rei

Mas no trono só encontrei espinho

Foi você

Quem me enganou

Me prometendo carinho

Cheguei a me sentir um rei

Mas no trono só encontrei espinho

Não, não precisa explicar

Eu esperava por isso

Não chorei

E lhe garanto que não vou chorar

Porque no amor existe sempre explicação

Não quero mais amar

Não chorei

E lhe garanto que não vou chorar

Porque no amor existe sempre explicação

Não quero mais amar

Foi você

Foi você

Quem me enganou

Me prometendo carinho

Cheguei a me sentir um rei

Mas no trono só encontrei espinho

Não, não precisa explicar

Eu esperava por isso

Não chorei

E lhe garanto que não vou chorar

Porque no amor existe sempre explicação

Não quero mais amar

Não chorei

E lhe garanto que não vou chorar

Porque no amor existe sempre explicação

Não quero mais amar

Laiá, laiá...

 

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MALANDRO DE VERDADE - JAIR RODRIGUES

MALANDRO DE VERDADE - JAIR RODRIGUES

(Chico Santana)                                                                                                                                               

Existe uma diferença entre o malandro e o vagabundo

É que o malandro é malandro, e o vagabundo é vagabundo mesmo

O malandro de verdade

É, é

Ele não trabalha não

Não, não

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

O malandro de verdade

O malandro de verdade

É, é

Ele não trabalha não

Não, não

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

Na vizinhança todo mundo quer saber

A vida que ele leva

Mas ele não vai dizer

Anda alinhado

Ele vive muito bem

Ninguém precisa saber

De onde o dinheiro vem

O malandro de verdade

O malandro de verdade

É, é

Ele não trabalha não

Não, não

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

O vagabundo não quer nada com o trabalho

Quer entrar na malandragem

Mas só pega vadiagem

E o malandro anda sempre alinhado

Com sua camisa de seda

E seu terno engomado

O malandro de verdade

O malandro de verdade

É, é

Ele não trabalha não

Não, não

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

Na vizinhança todo mundo quer saber

A vida que ele leva

Mas ele não vai dizer

Anda alinhado

Ele vive muito bem

Ninguém precisa saber

De onde o dinheiro vem

Deixa pra lá

O malandro de verdade

É, é

Ele não trabalha não

Não, não

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

Que malandro é esse, gente!

Ele tem roupa lavada                            

Ele tem casa e comida

E tem o dinheiro na mão

O malandro de verdade

 

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

MIRONGA DO MATO – NEI LOPES

MIRONGA DO MATO – NEI LOPES

(Wilson Moreira / Nei Lopes)

Celebração Nei Lopes - 60 Anos

 

Tudo que é do mato tem mandinga

Tem mironga

Seja folha ou seja raiz

Às vezes cura

Às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

À vezes cura

Às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Tudo que é do mato tem mandinga

Tem mironga

Seja folha ou seja raiz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Guiné pra fazer figa

Erva pra mezinha

Garrafada e muito chá

Vassourinha pra rezar cobreiro

Folha pra descarga

Cataplasma e patuá

Mas também tem raiz de matar

E por isso é bom deixar pra lá

Mas também tem raiz de matar

E por isso é bom deixar pra lá

Tudo que é do mato tem mandinga

Tem mironga

Seja folha ou seja raiz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Naqueles negros tempos

Muita casa-grande

Volta e meia estava lá

Procurando os velhos na senzala

Pra buscar nas folhas

Força pra se segurar

Pra sarar, pra viver, pra matar

E por isso é bom deixar pra lá

Pra sarar, pra viver, pra matar

E por isso é bom deixar pra lá

Tudo que é do mato tem mandinga

Tem mironga

Seja folha ou seja raiz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Às vezes cura, às vezes mata

É o que vovó sempre me diz

Guiné pra fazer figa

Erva pra mezinha

Garrafada e muito chá

Vassourinha pra rezar cobreiro

Folha pra descarga

Cataplasma e patuá

Mas também tem raiz de matar

E por isso é bom deixar pra lá

Mas também tem raiz de matar

E por isso é bom deixar pra lá

Tudo que é do mato tem mandinga

Tem mironga

 

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

POT-POURRI - HOMENAGEM A CLARA NUNES - MINEIRA / GUERREIRA / QUANDO VIM DE MINAS / AS FORÇAS DA NATUREZA / JUÍZO FINAL / TRISTEZA PÉ NO CHÃO / A DEUSA DOS ORIXÁS / CONTO DE AREIA / O MAR SERENOU / NA LINHA DO MAR / MENINO DEUS / MORENA DE ANGOLA / COMO É GRANDE E BONITA A NATUREZA / PORTELA NA AVENIDA / ILU AYÊ TERRA DA VIDA / Ê BAIANA / ÚLTIMA MORADA / UM SER DE LUZ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

POT-POURRI - HOMENAGEM A CLARA NUNES - MINEIRA / GUERREIRA / QUANDO VIM DE MINAS / AS FORÇAS DA NATUREZA / JUÍZO FINAL / TRISTEZA PÉ NO CHÃO / A DEUSA DOS ORIXÁS / CONTO DE AREIA / O MAR SERENOU / NA LINHA DO MAR / MENINO DEUS / MORENA DE ANGOLA / COMO É GRANDE E BONITA A NATUREZA / PORTELA NA AVENIDA / ILU AYÊ TERRA DA VIDA / Ê BAIANA / ÚLTIMA MORADA / UM SER DE LUZ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

Mineira (João Nogueira / Paulo César Pinheiro)

Guerreira (João Nogueira / Paulo César Pinheiro)

Quando Vim de Minas (Xangô da Mangueira)

As Forças da Natureza (João Nogueira / Paulo César Pinheiro)

Juízo Final (Nelson Cavaquinho / Élcio Soares)

Tristeza Pé No Chão (Armando Fernandes "Mamão")

A Deusa dos Orixás (Romildo Bastos / Toninho Nascimento)

Conto de Areia (Romildo Bastos / Toninho Nascimento)

O Mar Serenou (Candeia)

Na Linha do Mar (Paulinho da Viola)

Menino Deus (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)

Morena de Angola (Chico Buarque)

Como É Grande E Bonita A Natureza (Sivuca / Glória Gadelha)

Portela Na Avenida (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)

Ilu Ayê Terra da Vida Cabana / Norival Reis)

Ê Baiana (Fabrício da Silva / Baianinho / Ênio Santos Ribeiro / Miguel Pancrácio)

Última Morada (Noca da Portela / Natal)

Um Ser de Luz (João Nogueira / Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)

 

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Clara

Abre o pano do passado

Tira a preta do cerrado

Põe rei congo no gongá

Anda

Canta um samba verdadeiro

Faz o que mandou o mineiro

Ó mineira

Se vocês querem saber quem eu sou

Eu sou a tal mineira

Filha de Angola, de Ketu e Nagô

Não sou de brincadeira

Canto pelos sete cantos, não temo quebrantos porque eu sou guerreira

Dentro do samba eu nasci

Me criei, me converti

E ninguém vai tomar a minha bandeira

O, ô

Dentro do samba eu nasci

Me criei, me converti

E ninguém vai tomar a minha bandeira

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó, quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Eu já disse a vocês

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó, quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Vai resplandecer

Uma chuva de prata do céu vai descer, lá, laiá

O esplendor da mata vai renascer

E o ar de novo vai ser natural

Vai florir

Cada grande cidade o mato vai cobrir

Ô, ô

Das ruínas um novo povo vai surgir

E vai cantar afinal

As pragas e as ervas daninhas

As armas e os homens de mal

Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval

Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval

O sol

Há de brilhar mais uma vez

A luz

Há de chegar aos corações

Do mal

Será queimada a semente

O amor

Será eterno novamente

O amor

Será eterno novamente

Dei um aperto de saudade no meu tamborim

Molhei o pano da cuíca com as minhas lágrimas

Dei meu tempo de espera para a marcação e cantei

A minha vida na avenida sem empolgação

Vai manter a tradição

Vai meu bloco tristeza e pé no chão

Vai manter a tradição

Vai meu bloco tristeza e pé no chão

Iansã, cadê Ogum?

Foi pro mar

Iansã, cadê Ogum?

Foi pro mar

Iansã, cadê Ogum?

Foi pro mar

Iansã, cadê Ogum?

Foi pro mar

É água do mar

É água no mar

É maré cheia, ô

Mareia, ô

Mareia

É água no mar

É água no mar

É maré cheia, ô

Mareia, ô

Mareia

O mar serenou

Na areia

Quem samba na beira do mar

É sereia

O mar serenou

O mar serenou quando ela pisou

Na areia

Quem samba na beira do mar

É sereia

Galo cantou

Galo cantou às quatro da manhã

Céu azulou

Na linha do mar

Vou-me embora desse mundo de ilusão

Quem me vê sorrir

Não há de me ver chorar

Vou-me embora desse mundo de ilusão

Quem me vê sorrir

Não há de me ver chorar

Raiou

Raiou

Resplandeceu, iluminou

Na barra do dia o canto do galo ecoou

A flor se abriu

A gota de orvalho brilhou quando a manhã surgiu

Dos dedos de Nosso Senhor

A paz amanheceu sobre o país

E o povo até pensou

Que já era feliz

Mas foi por que

Pra todo mundo pareceu

Que o Menino Deus nasceu

Que o Menino

Que o Menino Deus nasceu

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela

Será que ela mexe o chocalho ou chocalho é que mexe com ela?

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela

Será que ela mexe o chocalho ou chocalho é que mexe com ela?

Oiê, oiê

Como é grande e bonita a natureza

Oiê, oiê

Como é grande e bonita a natureza

Oiê, oiê

Como é grande e bonita a natureza

Oiê, oiê

Como é grande e bonita a natureza

Portela

Eu nunca vi coisa mais bela

Quando ela pisa a passarela

E vai entrando na avenida

Ilu Ayê, Ilu Ayê Odara

Negro cantava na Nação Nagô

Ilu Ayê

Ilu Ayê, Ilu Ayê Odara

Negro cantava na Nação Nagô

Depois chorou lamento de senzala

Tão longe estava de sua Ilu Ayê

Tempo passou

Ô, ô

E no terreirão da casa grande

Negro diz tudo que pode dizer

É samba, é batuque, é reza

É dança, é ladainha

Negro joga capoeira e faz louvação à rainha

É samba, é batuque, é reza

É dança, é ladainha

Negro joga capoeira e faz louvação à rainha

Ê baiana

Ê baiana

Ê, ê, ê, baiana baianinha

Ê, ê, baiana

Ê, ê, ê, baiana

Quando eu morrer

Eu quero uma batucada

Pra me levar à minha última morada

Quando eu morrer

Quando eu morrer

Eu quero uma batucada

Pra me levar à minha última morada

Quero ouvir acordes de um violão

E o povo pelas ruas cantando as estrofes da minha canção

Assim no céu terei felicidade

E das belas coisas da vida eu não sentirei saudade

Assim no céu terei felicidade

E das belas coisas da vida eu não sentirei saudade

Canta meu sabiá

Voa meu sabiá

Adeus meu sabiá

Até um dia

Canta meu sabiá

Voa meu sabiá

Adeus meu sabiá

Até um dia

Canta meu sabiá

Voa meu sabiá

 

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É MANHÃ - CONJUNTO NOSSO SAMBA

É MANHÃ - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Darcy Fernandes Monteiro)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Ih! É manhã

É manhã

Que nessa luz que está nascendo

Já vejo a flor que está vivendo

Já sei que o amor não me deixou, é manhã

É manhã

Que nessa paz que estou sentindo

De verde e rosa estou sorrindo

O meu encanto despertou

É manhã

Eu quero toda essa beleza em mim

Quero a Mangueira que é meu sonho enfim

Quero saber meu samba como vai

É manhã

Eu quero o céu que enfeita a ilusão

Quero fazer prazer de uma canção

Maior que do meu peito sai

Laraiá

Laraiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá

Ih! É manhã

É manhã

Que nessa luz que está nascendo

Já vejo a flor que está vivendo

Já sei que o amor não me deixou, é manhã

É manhã

Que nessa paz que estou sentindo

De verde e rosa estou sorrindo

O meu encanto despertou

É manhã

Eu quero toda essa beleza em mim

Quero a Mangueira que é meu sonho enfim

Quero saber meu samba como vai

É manhã

Eu quero o céu que enfeita a ilusão

Quero fazer prazer de uma canção

Maior que do meu peito sai

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá

Laiá

 

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A MAIS LINDA FLOR (RAZÃO DO MEU VIVER) – CONJUNTO NOSSO SAMBA

A MAIS LINDA FLOR (RAZÃO DO MEU VIVER) – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Pedrinho da Flor / Mauro Diniz)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Todo dia de manhã

Ela faz o meu café

Minha vida meu afã

Até hoje ainda é

A razão do meu viver

Meu sorriso, meu cantar

Foi ela quem me ensinou

Como é tão bom amar

Mas você tem valor

É o mais puro amor

Minha vida

É mais linda

Que a mais linda flor

Bem mais

Mas você tem valor

É o mais puro amor

Minha vida

É mais linda

Que a mais linda flor

Uma canção

Com acalanto ao luar

Recordação

Sinto vontade de chorar

Ser criança em teus braços

Até hoje sou

Envolver-me em abraços

De candura e amor

E dou um conselho a quem

Tiver sua mãezinha querida

Faça de tudo por ela nessa vida

E dou um conselho a quem

Tiver sua mãezinha querida

Faça de tudo por ela nessa vida

Todo dia de manhã

Ela faz o meu café

Minha vida meu afã

Até hoje ainda é

A razão do meu viver

Meu sorriso, meu cantar

Foi ela quem me ensinou

Como é tão bom amar

Mas você tem valor

É o mais puro amor

Minha vida

É mais linda

Que a mais linda flor

Uma canção

Com acalanto ao luar

Recordação

Sinto vontade de chorar

Ser criança em teus braços

Até hoje sou

Envolver-me em abraços

De candura e amor

E dou um conselho a quem

Tiver sua mãezinha querida

Faça de tudo por ela nessa vida

E dou um conselho a quem

Tiver sua mãezinha querida

Faça de tudo por ela nessa vida

Ô mãe

Mas você tem valor

É o mais puro amor

Minha vida

É mais linda

Que a mais linda flor

Ô mãe

Mas você tem valor

É o mais puro amor

Minha vida

É mais linda

Que a mais linda flor

 

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EU JÁ PEDI – CONJUNTO NOSSO SAMBA

EU JÁ PEDI – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Wilson Moreira / Jurandir Cândido)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Eu já pedi

Já pedi pra você me deixar

Eu não quero mais o seu amor

Até

Na Bahia eu fui

Pra pedir ao senhor do Bonfim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Eu já pedi

Já pedi pra você me deixar

Eu não quero mais o seu amor

Até

Na Bahia eu fui

Pra pedir ao senhor do Bonfim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Não quero mais você

Os motivos são vários

Por favor, não me obrigue a dizer

Você abalou a minha doce vida

Pra bem da nossa paz

Vai embora, por favor,

Não quero você jamais

Eu já pedi

Já pedi pra você me deixar

Eu não quero mais o seu amor

Até

Na Bahia eu fui

Pra pedir ao senhor do Bonfim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Eu já pedi

Já pedi pra você me deixar

Eu não quero mais o seu amor

Até

Na Bahia eu fui

Pra pedir ao senhor do Bonfim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Não quero mais você

Os motivos são vários

Por favor, não me obrigue a dizer

Você abalou a minha doce vida

Pra bem da nossa paz

Vai embora, por favor,

Não quero você jamais

Eu já pedi

Já pedi pra você me deixar

Eu não quero mais o seu amor

Até

Na Bahia eu fui

Pra pedir ao senhor do Bonfim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

Que levasse você

Pra bem longe de mim

Pra bem longe de mim

 

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SAMBA POEIRA - CONJUNTO NOSSO SAMBA

SAMBA POEIRA - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Dedé / Dida)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Poeira de um samba rasgado numa gafieira

Poeira da reza rezada pela rezadeira

Poeira da vida noturna bem à brasileira

Poeira da rosa tirada da sua roseira

Poeira de tem o sabor da comida caseira

Poeira do amor que envolve de toda maneira

Poeira que tem no sorriso da moça faceira

Poeira das velas acesas na segunda-feira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Poeira que vem da ressaca de uma bebedeira

Poeira de alguém que sofreu porque marcou bobeira

Poeira que traz a malícia de um capoeira

Poeira do craque que rola a bola de primeira

Poeira da vida que às vezes nos dá uma rasteira

Poeira de um mestre sala e a porta bandeira

Poeira do amor que chegou feito brincadeira

Poeira do amor que se fez com amor numa esteira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

Eu disse poeira

Ê poeira

Poeira que o samba levanta à sua maneira

 

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METAMORFOSE - CONJUNTO NOSSO SAMBA

METAMORFOSE - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Jorge King / Paulino da Vila)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Eu já disse que não

Não, não é pra já

Você se foi

Sem me deixar

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

O quê que há?

Não, não é pra já

Você se foi

Sem me deixar

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

Porque o amor é uma coisa profunda e mexe com a gente

Às vezes se afasta, mas fica a semente

Há sempre bom senso clamando a razão

É uma cama, um conselho, um banho, um espelho pra se reciclar

É uma briga inventada, um tudo por nada, um jeito de amar

Eu já disse que não

Não, não é pra já

Você se foi

Sem me deixar

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

O quê que há?

Não, não é pra já

Você se foi

Sem me deixar

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

Porque o amor é uma coisa profunda e mexe com a gente

Às vezes se afasta, mas fica a semente

Há sempre bom senso clamando a razão

É uma cama, um conselho, um banho, um espelho pra se reciclar

É uma briga inventada, um tudo por nada, um jeito de amar

Eu já disse que não

Não, não é pra já

Você se foi

Sem me deixar

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

O quê que há?

Lá, laiá, laiá,

Laiá, laiá,

Laiá, laiá

Não, não foi em vão

Nossa união

Não pode se abalar

O quê que há?

 

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LOUCA - CONJUNTO NOSSO SAMBA

LOUCA - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Wilson Moreira)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Ai louca

Louca

Ou quase louca

Desesperada beijou minha boca

Pôs os meus nervos em brasa e deixou minha voz

Ai rouca

Ou quase rouca

Sem ter coragem nem força pra falar

Ai louca

Louca

Ou quase louca

Desesperada beijou minha boca

Pôs os meus nervos em brasa e deixou minha voz

Ai rouca

Ou quase rouca

Sem ter coragem nem força pra falar

Em um segundo isso tudo aconteceu

Nesse segundo esse mundo foi só meu

No jardim das delícias

Via a face de Deus

Andei por sobre as águas

Fui nobre e plebeu

Mas esse beijo era vidro e se quebrou

Rosa de vida fugaz despetalou

Um gosto de saudade

Ficou na minha boca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

Ai louca

Louca

Ou quase louca

Desesperada beijou minha boca

Pôs os meus nervos em brasa e deixou minha voz

Ai rouca

Ou quase rouca

Sem ter coragem nem força pra falar

Em um segundo isso tudo aconteceu

Nesse segundo esse mundo foi só meu

No jardim das delícias

Via a face de Deus

Andei por sobre as águas

Fui nobre e plebeu

Mas esse beijo era vidro e se quebrou

Rosa de vida fugaz despetalou

Um gosto de saudade

Ficou na minha boca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

E ela não se lembra mais porque ela é louca

 

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EU AINDA MORRO DISSO - CONJUNTO NOSSO SAMBA

EU AINDA MORRO DISSO - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Hércules Correa / Balinha / Marquinhos Lessa)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Eu arranjei

Arranjei uma mulher

Que só pensa

Naquilo o dia inteiro

Dentro da cozinha ou na sala

No quarto ou no corredor

E até mesmo no banheiro

Se não sou o coro come

Ela faz o maior rebuliço

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

To prejudicado, com olho afundado muito cansadão

Todo amarelado, tossindo adoidado com as calças na mão

To com o pé na cova e aquela bandida só pensa em ouriço

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Eu arranjei

Arranjei uma mulher

Que só pensa

Naquilo o dia inteiro

Dentro da cozinha ou na sala

No quarto ou no corredor

E até mesmo no banheiro

Se não sou o coro come

Ela faz o maior rebuliço

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

To prejudicado, com olho afundado muito cansadão

Todo amarelado, tossindo adoidado com as calças na mão

To com o pé na cova e aquela bandida só pensa em ouriço

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Eu arranjei

Arranjei uma mulher

Que só pensa

Naquilo o dia inteiro

Dentro da cozinha ou na sala

No quarto ou no corredor

E até mesmo no banheiro

Se não sou o coro come

Ela faz o maior rebuliço

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Ô!

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Ô

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

Ô

Me dá, me dá

Eu ainda morro disso

 

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O BEM E O MAL - CONJUNTO NOSSO SAMBA

O BEM E O MAL - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Carlinho / Adilson Gavião / Darci Maravilha)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Tem que aprender a lutar pela sobrevivência

Tem que saber o que vai na sua consciência

Tem que saber escolher entre o bem e o mal

Para não ter que sofrer nem sentir no final

Zele por tudo que faz e não se engrandeça

Não deixe que o orgulho lhe faça a cabeça

Segue o caminho do bem

Que ele está nos olhos seus

Esse é o caminho de Deus

Segue o caminho do bem

Que ele está nos olhos seus

Esse é o caminho de Deus

Pra que tanto orgulho na vida se a morte é certa

Esse é o conselho que dou e procure aprender

Vai abrace a sorte

Como tem que ser

Esqueça o caminho do mal pra poder viver

Vai abrace a sorte

Como tem que ser

Esqueça o caminho do mal pra poder viver

Mas tem que aprender

Tem que aprender a lutar pela sobrevivência

Tem que saber o que vai na sua consciência

Tem que saber escolher entre o bem e o mal

Para não ter que sofrer nem sentir no final

Zele por tudo que faz e não se engrandeça

Não deixe que o orgulho lhe faça a cabeça

Segue o caminho do bem

Que ele está nos olhos seus

Esse é o caminho de Deus

Segue o caminho do bem

Que ele está nos olhos seus

Esse é o caminho de Deus

 

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ANDANÇAS PELO MUNDO - CONJUNTO NOSSO SAMBA

ANDANÇAS PELO MUNDO - CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Almir de Araújo / Marquinhos Lessa)

Andanças Pelo Mundo - 1985

 

Pelas minhas andanças por esse mundo

Eu vi coisas de arrepiar

Irmãos famintos e moribundos

Crianças vagando num drama profundo

Entregues ao Deus dará

Meu senhor que será da nossa terra

Com essa guerra acabando com tudo que há

As balas cortando o céu tão lindo

Levando pro alto zunindo

A morte com a vida arrasar

Quiseram matar um homem santo

Que semeia o amor

E só fala de paz

Como fizeram com o homem da cruz

Chamando Jesus

Trocado por Barrabás

Pelas minhas andanças por esse mundo

Eu vi coisas de arrepiar

Irmãos famintos e moribundos

Crianças vagando num drama profundo

Entregues ao Deus dará

Mas ainda existe a esperança

De um mundo repleto de amor

Homem tiver a confiança

A pureza da criança

E a sabedoria do Senhor

E lutar junto com o povo

Por um mundo novo

Com muita fé no coração

Na certa seremos felizes

Sem as raízes

Da ganância e ambição

Pelas minhas andanças por esse mundo

Eu vi coisas de arrepiar

Irmãos famintos e moribundos

Crianças vagando num drama profundo

Entregues ao Deus dará

Meu senhor que será da nossa terra

Com essa guerra acabando com tudo que há

As balas cortando o céu tão lindo

Levando pro alto zunindo

A morte com a vida arrasar

Quiseram matar um homem santo

Que semeia o amor

E só fala de paz

Como fizeram com o homem da cruz

Chamando Jesus

Trocado por Barrabás

Pelas minhas andanças por esse mundo

Eu vi coisas de arrepiar

Irmãos famintos e moribundos

Crianças vagando num drama profundo

Entregues ao Deus dará

Pelas minhas andanças por esse mundo

Eu vi coisas de arrepiar

Irmãos famintos e moribundos

Crianças vagando num drama profundo

Entregues ao Deus dará

 

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