Resumo dos samba-rock

domingo, 18 de agosto de 2024

CURUMIM CHAMA CUNHATÃ QUE EU VOU CONTAR (TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO) – JORGE BEN JOR

CURUMIM CHAMA CUNHATÃ QUE EU VOU CONTAR (TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO) – JORGE BEN JOR

(Jorge Lima Menezes)

1981 - Bem Vinda Amizade

 

Gês

Cariris

Karajás

Tukanos

Caraíbas

Panos

Nambikwaras

Tupis

Bororos

Guaranis

Kaiowá

Nhandeva

YemiKruia

Yanomae

Waurá

Kamayurá

Yawalapity

Fuia

Txikão

Txukarramãe

Xokren

Xikrin

Krahô

Ramkokamenkrá

Suyá

Curumin chama Cunhatã que eu vou contar

Cunhatã chama Curumin que eu vou contar

Curumin, Cunhatã

Cunhatã, Curumin

Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis Terras Brasilis que eram povoadas e amadas

Por milhões de índios

Reais donos felizes

Da terra do Pau Brasil

Pois todo dia e toda hora

Era dia de índio

Pois todo dia, toda hora

Era dia de índio

Mas agora eles só tem um dia, o dia 19 de Abril

Mas agora eles só tem um dia, o dia 19 de Abril

Amantes da pureza e da natureza eles são de verdade e incapazes

De maltratarem as fêmeas ou de poluir o rio, o céu e o mar

Protegendo o equilíbrio ecológico da terra, fauna e flora

Pois na sua história o índio

É o exemplo mais puro, mais perfeito, mais belo

Junto da harmonia da fraternidade e da alegria

Da alegria de viver

Da alegria de amar

Mas, no entanto agora

O seu canto de guerra

É um choro de uma raça inocente que já foi muito contente, pois antigamente

Pois todo dia, toda hora

Era dia de índio

Todo dia, toda hora

Era dia de índio

Hey

Hey, hey

Hey

Hey, hey

Hey

Hey, hey

Gês

Cariris

Karajás

Tukanos

Caraíbas

Panos

Nambikwaras

Tupis

Bororos

Guaranis

Kaiowá

Nhandeva

YemiKruia

Yanomae

Waurá

Kamayurá

Yawalapity

Fuia

Txikão

Txukarramãe

Xokren

Xikrin

Krahô

Ramkokamenkrá

Suyá

Todo dia, toda hora

Era dia de índio

Todo dia

Era dia de índio

Curumin, Cunhatã

Cunhatã, Curumin

Curumin, Cunhatã

Cunhatã, Curumin

 

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domingo, 4 de agosto de 2024

OLHA A PIPA - JORGE BEN JOR

OLHA A PIPA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Naquele campo verde que ainda existe

Longe dos fios elétricos

Eu vou soltar a minha pipa, eu vou

Eu vou soltar a minha pipa, eu vou

Olha a pipa

Voando no céu

Olha a pipa

Voando no céu

É de bambu, é de papel

Ela é de linha de carretel

Olha a pipa

Pipa, papagaio, barilete, pandorga

Pipa, papagaio, barilete, pandorga

Pipa feita de papel de seda amarelo e branco

Papagaio feito de papel de seda vermelho e ouro

Barilete feito de papel de seda azul e rosa

Pandorga feita de papel de seda verde e roxo

A minha linha é rococó

E tem cerol de vidro moído e goma arábica

A minha linha é rococó

E tem cerol de vidro moído e goma arábica

Quem quer cruzar, quem quer cruzar, quem quer cruzar

Tem gilete no rabo, tem gilete no rabo, tem gilete no rabo

Olha a pipa

Voando no céu

Olha a pipa

Voando no céu

É de bambu, é de papel

Ela é de linha de carretel

Olha a pipa

Pipa, papagaio, barilete, pandorga

Pipa, papagaio, barilete, pandorga

Pipa feita de papel de seda amarelo e branco

Papagaio feito de papel de seda vermelho e ouro

Barilete feito de papel de seda azul e rosa

Pandorga feita de papel de seda verde e roxo

A minha linha é rococó

E tem cerol de vidro moído e goma arábica

A minha linha é rococó

E tem cerol de vidro moído e goma arábica

Quem quer cruzar, quem quer cruzar, quem quer cruzar

Tem gilete no rabo, tem gilete no rabo, tem gilete no rabo

Tá com medo

Tabaréu

É de linha de carretel

Olha a pipa

Voando no céu

Pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa

Céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu

Pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa

Céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu

Pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa

Céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu

Pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa, pipa

Céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu, céu

 

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GEORGIA E JORGE – JORGE BEN JOR & LUCINHA LINS

GEORGIA E JORGE – JORGE BEN JOR & LUCINHA LINS

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Jorge, Jorge

Isto é que é vida

Jorge, ô Jorge

Isto é que é viver

Céu azul, sol e o mar

Isto é que é viver

Chuva de verão, meu violão

Muito amor e você

Não me importam que digam

Que eu não sou ninguém

Que eu não tenho estudos

Que sou até antissocial

Que eu devo procurar o meu lugar

Que eu sou pobre sem tostão

Ah! Mas eles não sabem

Ah! Não, não, não, não sabem não

Que eu sou nobre

Tenho um bom coração

Pois na minha oração

Eu rezo com muita fé

Eu rezo com muita fé

E não peço nada

Eu só agradeço a Deus

Por você ser o meu namorado

Só agradeço a Deus

Por você ser o meu namorado

Ô Jorge, Jorge

Jorge, Jorge

Georgia

Georgia

Isto é que é vida

Georgia

Georgia

Isto é que é viver

Céu azul, sol e mar

Isto é que é viver

Chuva de verão, meu violão

Muito amor e você

Jorge, Jorge

Que me importam que digam

Que eu não sou ninguém

Que eu não tenho estudos

Que sou até antissocial

Que eu devo procurar o meu lugar

Que eu sou pobre sem tostão

Mas eles não sabem

Não, não, não, não sabem não

Que eu sou nobre

Tenho um bom coração

Pois na minha oração

Eu rezo com muita fé

Eu rezo com muita fé

E não peço nada

Eu só agradeço a Deus

Por você ser a minha namorada

Eu só agradeço a Deus

Por você ser a minha namorada

Georgia

Georgia

Quero, quero, quero Georgia

Quero, quero, quero Georgia

Quero, quero, quero Georgia

Quero, quero, quero Georgia

Quero, quero, quero Georgia

Quero, quero Georgia

 

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CAI, CAI, CAI, CAETANO - JORGE BEN JOR

CAI, CAI, CAI, CAETANO - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

É Cai, Cai, é Cai,

Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino baiano

Cai, Cai, Cai, Cai, Cai, Caetano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Viva, viva Emanuel Caetano

Meu irmão, meu amigo, meu poeta, meu anjo

Viva, viva Emanuel Caetano

Meu irmão, meu amigo, meu poeta, meu encanto

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Tudo de bom pra você

Muito som, sol, sono, sorvetes e balões

Arco-Íris, flores, árvores, passarinhos

Céu azul, aurora boreal

Criancinhas

Azul, vermelho, rosa e ouro

Muitos beijos, muitos abraços e muitos queijos

Maravilhosos olhares, caleidoscópios e verdes mares

É o que deseja seu amigo sincero

Compra rolete de cana na estrada

Cana baiana, cana caiana

Solta pipa até a lua de Jorge nascer

Salve o divo divino maravilhoso

Que sai no badauê Ilê Ilê

Que sai no badauê Ilê Ilê

Mesmo que o panelão derreta as lembranças

Muito obrigado por você ser meu amigo Veloso

Muito obrigado por você ser meu amigo Veloso

Para, pará, pará

Para, pará, pá

Para, pará, pará

Para, pará, pá

Para, pará, pará

Para, pará, pá

Caetano

É Cai, Cai, é Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

É Cai, Cai, é Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Compra rolete de cana na estrada

Cana baiana, cana caiana

Solta pipa até a lua de Jorge nascer

Salve o divo divino maravilhoso

Que sai no badauê Ilê Ilê

Que sai no badauê Ilê Ilê

Mesmo que o panelão derreta as lembranças

Muito obrigado por você ser meu amigo Veloso

Muito obrigado por você ser meu amigo Veloso

É Cai, Cai, é Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

É Cai, Cai, é Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

Cai, Cai, Cai, Caetano

Filho de Santo Amaro

Menino Baiano

 

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SOLITÁRIO SURFISTA - JORGE BEN JOR

SOLITÁRIO SURFISTA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Acorde num domingo

Tome o seu café

Pegue a sua prancha

Tome à bênção a mãe

Reze com fé

E vai pro mar

E vai pro mar

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Descubra a natureza

O encanto e o mistério

Desta contagiante beleza

Que o Divino Deus criou

Que o Divino Deus criou

Por isso agradeça e pegue

Uma onda verde-esmeralda

Entre no tubo

E peça licença aos peixes

E namore as sereias

E mostre um front side

Um Cut Back

Um Back Side

Um Looping

Um 180

Um 360 graus

Pois o mar é de graça e é todo seu

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Acorde num domingo

Tome o seu café

Pegue a sua prancha

Tome à bênção a mãe

Reze com fé

E vai pro mar

E vai pro mar

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Descubra a natureza

O encanto e o mistério

Desta contagiante beleza

Que o Divino Deus criou

Que o Divino Deus criou

Por isso agradeça e pegue

Uma onda verde-esmeralda

Entre no tubo

E peça licença aos peixes

E namore as sereias

E mostre um front side

Um Cut Back

Um Back Side

Um Looping

Um 180

Um 360 graus

Pois o mar é de graça e é todo seu              

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

Solitário

Surfista

 

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A CEGONHA ME DEIXOU EM MADUREIRA - JORGE BEN JOR

A CEGONHA ME DEIXOU EM MADUREIRA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1080

 

A cegonha me deixou em Madureira

De presente para minha mãe Silvia Lenhadeira

A cegonha me deixou em Madureira

De presente para minha mãe Silvia Lenhadeira

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Me deixou numa santa casa barulhenta

Que tremia toda quando o trem passava

Olha o trem

U u u, u u

U u u, u u

Disseram que eu cheguei com dois quilos e meio

Com dois quilos e meio?

O que é que é isso?

Um bebê ou um palito

Disseram também que eu cheguei sorrindo

E cantando invés de chegar chorando

Acharam estranho

A cegonha me deixou em Madureira

De presente para minha mãe Silvia Lenhadeira

A cegonha me deixou em Madureira

De presente para minha mãe Silvia Lenhadeira

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira terra de bamba e de tradição

De casas coloridas e meninas bonitas

Do jogo do bicho, do comércio e do mistério

Terra de samba

Da Portela e do Império

Mas de Madureira me levaram

Para o Rio Comprido e Tijuca

Do Rio Comprido e Tijuca me levaram

Para Copacabana, Zona Sul

E de lá eu caí no mundo

E de lá eu caí no mundo

Abençoado por Deus

Cantando "Mas que nada"

Já não me chamam mais de vagabundo

A cegonha me deixou em Madureira

De presente para minha mãe Silvia Lenhadeira

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

Madureira, ô, ô

 

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MA MA MA MA MAÊ ( A LÍNGUA DOS ANJOS) - JORGE BEN JOR

MA MA MA MA MAÊ ( A LÍNGUA DOS ANJOS) - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Ma ma ma

Oi ma ma ma

Ma maê

Oi ma maê

Ma ma ma

Oi ma ma ma

Ma maê

Oi ma maê

Dizem que lá em cima no céu tem um disco voador

Dizem que nesse disco voador tem um anjo namorador

Que de vez em quando

Recebendo ordens

Desce aqui na terra

Para as mulheres fecundar

Eu quero ver anjo nascer

Eu quero ver anjo voar

Eu quero ver anjo nascer

Eu quero ver anjo voar

Oi ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Eu quero ver nascer

Um anjo amigo

Que converse e cante comigo

E me ensine a voar

Eu quero ver nascer

Um anjo namorada

Que seja minha musa

E dona do meu coração

E sem precisar falar nada

Ela saiba como eu vou e como estou

E nos seus braços me levar pra passear

Até a mais bonita das estrelas

Até a mais longínqua das estrelas

Ma ma ma

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Dizem que lá em cima no céu tem um disco voador

Dizem que nesse disco voador tem um anjo namorador

Que de vez em quando

Recebendo ordens

Desce aqui na terra

Para as mulheres fecundar

Eu quero ver anjo nascer

Eu quero ver anjo voar

Eu quero ver anjo nascer

Eu quero ver anjo voar

Oi ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Enoquiana eu vou aprender

A língua dos anjos para com os anjos falar

Enoquiana eu vou aprender

A língua dos anjos para com os anjos falar

Oi ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

Ma ma ma

Ma maê

 

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MONA LISA - JORGE BEN JOR

MONA LISA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Você é tão Gioconda

Você é tão maliciosa

Você é tão diferente e bela

Você é tão misteriosa

Que nem uma chuva de ouro

Seria tão atraente

Como você

Mon Amour

Como você

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Atrás desse sorriso

Tem coisas enigmáticas

Que só Leonardo da Vinci

Conseguiu descobrir

Por isso na calada da noite

Quando todos estiverem dormindo

Com os seus amores

Eu escalarei o Louvre

E conquistarei você

Eu escalarei o Louvre

E dormirei com você

Mon Amour

Mona Lisa

Mon Amour

Ma Cheri

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Atrás desse sorriso

Tem coisas enigmáticas

Que só Leonardo da Vinci

Conseguiu descobrir

Por isso na calada da noite

Quando todos estiverem dormindo

Com os seus amores

Eu escalarei o Louvre

E conquistarei você

Eu escalarei o Louvre

E dormirei com você

Mon Amour

Mona Lisa

Mon Amour

Ma Cheri

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

Mona Lisa

 

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LADY BENEDITA – JORGE BEN JOR

LADY BENEDITA – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Alô, alô como vai - 1980

 

Ô Leilá

Ô Leilá

Le Le Le Le Le Lá

Ô Leilá

Ô Leilá

Le Le Le Le Le Lá

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Essa é a história de Lady Benedita

Lady Benedita bonita

A rainha da floresta de Sherwood

A amante misteriosa do galante bandido Robin Hood

Bandido Robin Hood

Com quem discretamente se encontrava e se amavam

Abençoados por Frei Tuc e protegidos por Little John

Longe das vistas

Maliciosas

Do perigoso vilão príncipe João

Que tentando

Cobiçar o trono e a coroa

Do seu Ricardo irmão

Esquecia, e assim perdia

Lady Benedita bonita

Para o seu terrível rival

Robin Hood

O justiceiro

Protetor dos fracos e oprimidos

Um bandido romântico e legal

Viril e sensual

Viril e sensual

Ô Leilá

Ô Leilá

Ô Leilá

Le Le Le Le Le Lá

Ô Leilá

Ô Leilá

Le Le Le Le Le Lá

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Quero ver todo mundo agora no pom pom ron pom comigo

Saímos do castelo diretamente para a floresta

Olha aí!

Pom pom ron pom

Pom pom ron pom

Cuidado com a ponte!

Pom pom ron pom

Lady, lady, lady, lady, lady, lady, lady, lady, lady Benedita

Pom pom ron pom

Lady, lady, lady, lady Benedita

Lady, lady, lady, lady, lady, lady Benedita

Pom pom ron pom

 

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FALSA MAGRA – JORGE BEN JOR

FALSA MAGRA – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1980

Recuerdos de Asunción 443 - 2007

 

A falsa magra

Quer ser amada

Como deve ser

Ela quer ser

Testada rigorosamente dentro das normas

De segurança do amor

Por isso ela diz ter esperança

De aprender as especulações legais

De um pretendente à sua mão

Ai, ai, ai, ai

Pois a falsa magra

Tem por base

Ser carinhosa

Feminina e companheira

Sexy e inteligente

Amante e caprichosa

Sutil e maliciosa

E gostosa

A falsa magra

Quer ser amada

Como deve ser

Ela quer ser

Testada rigorosamente dentro das normas

De segurança do amor

Por isso ela diz ter esperança

De aprender as especulações legais

De um pretendente à sua mão

Ai, ai, ai, ai

Pois a falsa magra

Tem por base

Ser carinhosa

Feminina e companheira

Sexy e inteligente

Amante e caprichosa

Sutil e maliciosa

E gostosa

A falsa magra

Onde está você?

Falsa magra

Onde está você?

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

Onde está você?

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

A falsa magra

Onde está você?

 

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ALÔ, ALÔ COMO VAI – JORGE BEN JOR

ALÔ, ALÔ COMO VAI – JORGE BEN JOR

(Jorge Lima Menezes)

Alô, alô como vai - 1980

 

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Alô, alô, como vai?

Tudo bem

Vai ou fica, ou fica ou vai

Alô, alô, como vai?

Alô, alô, como vai?

Você se parece com quem?

Com a sua mãe ou com o seu pai?

"Com a mamãe"

Alô, alô, como vai?

Alô, alô, como vai?

Você se parece com quem?

Com a sua mãe ou com seu pai?

"Ô amizade, com a minha progenitora"

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Alô, alô, como vai?

Alô, alô, como vai?

Você se parece com quem?

Com a sua mãe ou com seu pai?

"Com Papai Noel"

Alô, alô, como vai?

Alô, alô, como vai?

Você se parece com quem?

Com a sua mãe ou com seu pai?

"Com a minha mãe, e não interessa tá!"

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Alô, alô, como vai?

Tudo bem

Vai ou fica, ou fica ou vai

Alô, alô, como vai?

Você se parece com quem?

Com a sua mãe ou com seu pai?

"Alôôôô, eu acho que é com o papai"

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai, vai

Vai, vai

 

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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

É UMA VERDADE – MANO DÉCIO DA VIOLA

É UMA VERDADE – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Abílio Martins / José Paulo Antônio Carlos)

Mano Décio – 1979

 

É uma verdade

É uma verdade

O samba nasceu no morro

Não nasceu lá na cidade

Muita gente por aí

Não me quer dar a razão

O samba nasceu no morro

Num modesto barracão

É uma verdade

É uma verdade

O samba nasceu no morro

Não nasceu lá na cidade

Muita gente por aí

Não me quer dar a razão

O samba nasceu no morro

Num modesto barracão

O nosso samba

Também tem teleco teco

Juro que não é xaveco

Tem pandeiro e violão

Uma cuíca, tamborim e reco-reco

Também tem o mestre surdo

Fazendo a marcação

É uma verdade

É uma verdade

É uma verdade

O samba nasceu no morro

Não nasceu lá na cidade

Muita gente por aí

Não me quer dar a razão

O samba nasceu no morro

Num modesto barracão

É uma verdade

É uma verdade

O samba nasceu no morro

Não nasceu lá na cidade

Muita gente por aí

Não me quer dar a razão

O samba nasceu no morro

Num modesto barracão

O nosso samba

Também tem teleco teco

Juro que não é xaveco

Tem pandeiro e violão

Uma cuíca, tamborim e reco-reco

Também tem o mestre surdo

Fazendo a marcação

 

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MADUREIRA CAPITAL DO SAMBA – MANO DÉCIO DA VIOLA

MADUREIRA CAPITAL DO SAMBA – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Picolino da Portela)

Mano Décio - 1979

 

A capital do samba

É Madureira

Celeiro de gente bamba

E será a vida inteira

Madureira tem Império

Madureira tem Portela

E no samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

No samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

Paulo Benjamim de Oliveira

Foi grande professor em Madureira

Morreu

Mas deixou na academia

Futuros mestres de harmonia

Mano Heitor e Claudionor ô ô ô

E outros nomes de bambas

Me orgulho

Em dizer que Madureira

É a capital do samba

Me orgulho

Em dizer que Madureira

É a capital do samba

A capital do samba

É Madureira

Celeiro de gente bamba

E será a vida inteira

Madureira tem Império

Madureira tem Portela

E no samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

No samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

No samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

No samba

Não faz mistério

E se transforma em aquarela

 

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SÚPLICA AO BOM SENHOR – MANO DÉCIO DA VIOLA

SÚPLICA AO BOM SENHOR – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Itacy Santos / Rubinho)

Mano Décio - 1979

 

Que mal eu fiz

Oh! Deus

Pra merecer

Tanto castigo

São grandes os sofrimentos meus

Oh! Meu Senhor, meu bom amigo

Porque eu sofro tanto

E sou tão infeliz

Já não tenho pranto

Para derramar

Deus venha me ajudar

Já não tenho pranto

Para derramar

Deus venha me ajudar

Vossa ajuda eu necessito

Estou aflito

Oh! Deus, meu Senhor

Ajudai a este pobre sofredor

Que padece de dor

Ajudai a esse pobre sofredor

Que padece de dor

Que mal eu fiz

Oh! Deus

Pra merecer

Tanto castigo

São grandes os sofrimentos meus

Oh! Meu Senhor, meu bom amigo

Porque eu sofro tanto

E sou tão infeliz

Já não tenho pranto

Para derramar

Deus venha me ajudar

Já não tenho pranto

Para derramar

Deus venha me ajudar

Vossa ajuda eu necessito

Estou aflito

Oh! Deus, meu Senhor

Ajudai a esse pobre sofredor

Que padece de dor

Ajudai a esse pobre sofredor

Que padece de dor

Ajudai a esse pobre sofredor

Que padece de dor

Ajudai a esse pobre sofredor

Que padece de dor

 

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VAI MEU SAMBA TRISTE – MANO DÉCIO DA VIOLA

VAI MEU SAMBA TRISTE – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Aylton Borges)

Mano Décio - 1979

 

Vai, vai

Meu samba triste

Que só existe

Pra recordar

Dela vou ver se esqueço

Seu endereço

O seu olhar

Vai, melancolia

Minha tristeza

É nostalgia

Ai! O que eu padeço

Vou ver se esqueço

Só por um dia

Ai! O que eu padeço

Vou ver se esqueço

Só por um dia

Vai, vai

Vai, vai

Meu samba triste

Que só existe

Pra recordar

Dela vou ver se esqueço

Seu endereço

O seu olhar

Vai, melancolia

Minha tristeza

É nostalgia

Ai! O que eu padeço

Vou ver se esqueço

Só por um dia

Ai! O que eu padeço

Vou ver se esqueço

Só por um dia

Vai, vai

 

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NÃO SEI O QUE SEUS OLHOS TÊM – MANO DÉCIO DA VIOLA

NÃO SEI O QUE SEUS OLHOS TÊM – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Fuleiro / Delfino)

Mano Décio - 1979

 

Não sei o que seus olhos têm

Que encantam minha alma

Seus olhos

Encantam linda mulher

Seduz

E maltrata alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Pra mim seus olhos são delirantes

Deles não esqueço um instante

Mas eu fico pensativo

Sem saber a certeza

Que vejo alguém almejando a sua beleza

Não sei o que seus olhos têm

Que encantam minha alma

Seus olhos

Encantam linda mulher

Seduz

E maltrata alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Pra mim seus olhos são delirantes

Deles não esqueço um instante

Mas eu fico pensativo

Sem saber a certeza

Que vejo alguém almejando a sua beleza

Não sei o que seus olhos têm

Que encantam minha alma

Seus olhos

Encantam linda mulher

Seduz

E maltrata alguém

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

Venha me dizer o que seus olhos têm

 

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ENSAIO GERAL – MANO DÉCIO DA VIOLA

ENSAIO GERAL – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Maria da Conceição Carlos)

Mano Décio – 1979

 

Deixa-me tocar meu tamborim

Quando a nossa escola desfilar

O diretor de harmonia

Mandou a porta bandeira ensaiar

Só falta a bateria começar

Só falta a bateria começar

Deixa-me tocar meu tamborim

Quando a nossa escola desfilar

O diretor de harmonia

Mandou a porta bandeira ensaiar

Só falta a bateria começar

Só falta a bateria começar

Eu já ensaiei

As nossas pastoras

O grande samba

Que ganhou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

Deixa-me tocar meu tamborim

Quando a nossa escola desfilar

O diretor de harmonia

Mandou a porta bandeira ensaiar

Só falta a bateria começar

Só falta a bateria começar

Deixa-me tocar meu tamborim

Quando a nossa escola desfilar

O diretor de harmonia

Mandou a porta bandeira ensaiar

Só falta a bateria começar

Só falta a bateria começar

Eu já ensaiei

As nossas pastoras

O grande samba

Que ganhou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

Toda plateia delirou ô ô ô

Quando a nossa escola desfilou

 

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HORA DE CHORAR – MANO DÉCIO DA VIOLA

HORA DE CHORAR – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Jorge Pessanha)

Mano Décio – 1979

 

Com licença

Está na minha hora de chorar

Paciência

Tenho que desabafar

Só quem perdeu seu grande amor

Sabe dar o valor

Ao pranto meu

Quero ver chorar quem não sofreu

Quero ver chorar quem não sofreu

Deixa

Meu pranto rolar

Hoje

Eu quero sofrer

A recordação de um grande amor

Faço do pranto a dor da minha dor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

Com licença está na minha hora de chorar

Paciência

Tenho que desabafar

Só quem perdeu seu grande amor

Sabe dar o valor

Ao pranto meu

Quero ver chorar quem não sofreu

Quero ver chorar quem não sofreu

Deixa

Meu pranto rolar

Hoje

Eu quero sofrer

A recordação de um grande amor

Faço do pranto a dor da minha dor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

Ô ô ô ô ô

Esse pranto faz parte do meu desamor

 

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70 ANOS DO TEATRO MUNICIPAL – MANO DÉCIO DA VIOLA

70 ANOS DO TEATRO MUNICIPAL – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Jorginho Pessanha / Jorginho do Império)

Mano Décio – 1979

 

Lá, lá, lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá

Lá, lá

A essência da arte eu vim contar

O encanto do canto erudito ao mais popular

Bela época foi aquela que

O tempo foi cicatrizar

Colocou o artista no alto pedestal

Emprestou sua história em cor

Para o meu carnaval

Na magia da escala musical

Ao som da bateria imperial

O balé se abre em leque

Para todo mundo ver

Papagaio moleque

Alegria na roça e batukejê

O balé se abre em leque

Para todo mundo ver

Papagaio moleque

Alegria na roça e batukejê

É carnaval

Carnaval

A doce ilusão do amor

Eixo da alegria, elo da paixão

Dono da folia,

Festa da razão

Grande gala

De confete e serpentina

É colossal

Com Pierrot e Colombina

Hoje é carnaval

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, laiá, lá, laiá

Lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá

 

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LUAR DO BRASIL – MANO DÉCIO DA VIOLA

LUAR DO BRASIL – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Manoel Ferreira / Mano Décio)

Mano Décio – 1979

 

Oh! Luar resplandecente

Linda luz incandescente

É o luar da minha terra

Com seu manto cor de prata

Seduz e arrebata

Quando desponta na serra

Quando a lua opalina

Se retrata na neblina

Numa terna adoração

A água virgem da cascata

Parece um jorro de prata

No meio da solidão

A água virgem da cascata

Parece um jorro de prata

No meio da solidão

Este luar que tanto brilha

Em outras tantas terras mil

Muito mais que em outras terras

Brilha mais no meu Brasil

Quando a lua vem surgindo

Com seus raios espargindo

Tenho no meu pensamento

Que as caboclas lá na roça

Vão pra porta da palhoça

Pra cantar pro firmamento

Na verde serra distante

O caboclo retirante

Fitando o céu cor de anil

Paira os olhos no cruzeiro

Se orgulha em ser brasileiro

E ter nascido, no Brasil

 

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PANCADA DE AMOR – MANO DÉCIO DA VIOLA

PANCADA DE AMOR – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio)

Mano Décio - 1979

 

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor não dói

Quando se bate com carinho

A mulher quando é boa

Tem que andar bem direitinho

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Eu briguei com meu amor

Por causa de um batuqueiro

Ela emprestou minha viola

E furou o meu pandeiro

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Ontem eu cheguei em casa

Não encontrei o meu amor

E já era de madrugada

A hora que ela chegou

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Vejam só a loucura

Que fez o meu amor

Ela chegou de madrugada

Bem cedinho se mandou

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor não dói

Quando se bate com carinho

A mulher quando é boa

Tem que andar bem direitinho

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Eu briguei com meu amor

Por causa de um batuqueiro

Ela emprestou minha viola

E furou o meu pandeiro

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Faz chorar, faz soluçar

Pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

Mas pancada de amor

Faz chorar

Chorar, chorar

 

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HERÓIS DA LIBERDADE – MANO DÉCIO DA VIOLA

HERÓIS DA LIBERDADE – MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Manoel Ferreira / Silvas de Oliveira)

Mano Décio – 1979

 

Ô ô ô ô ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô ô ô ô ô

Liberdade senhor

Passava noite vinha dia

O sangue do negro corria

Dia a dia

De lamento em lamento

De agonia em agonia

Ele pedia

O fim da tirania

Lá em Vila Rica

Junto ao Largo da Bica

Local da opressão

A fiel maçonaria

Com sabedoria

Deu sua decisão

Larará

Com flores e alegria

Veio Abolição

A Independência

Laureando seu brasão

Ao longe

Soldados e tambores

Alunos e professores

Acompanhados de clarins

Cantavam assim

Já raiou a liberdade

A liberdade já raiou

Essa brisa

Que a juventude afaga essa chama

Que o ódio não apaga pelo universo

É a evolução

Em sua legítima razão

Samba, o samba

Tem a sua primazia

Em gozar de felicidade

Samba meu samba

Presta esta homenagem

Aos heróis da liberdade

Ô ô ô

Ô ô ô ô ô ô

Ô ô ô ô

Ô ô ô ô ô ô

Liberdade senhor

 

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TIRADENTES - MANO DÉCIO DA VIOLA

TIRADENTES - MANO DÉCIO DA VIOLA

(Mano Décio / Arnaldo da Silva / Istanislan Silva)

Mano Décio – 1979

 

Lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá

Laiá, laiá, laiá

Lá, lá, lá

Joaquim

Joaquim José

Da Silva Xavier

Morreu a 21 de Abril

Pela Independência do Brasil

Foi traído

E não traiu jamais

A Inconfidência de Minas Gerais

Foi traído

E não traiu jamais

A Inconfidência de Minas Gerais

Joaquim José da Silva Xavier

É o nome de Tiradentes

Foi sacrificado

Pela nossa liberdade

Esse grande herói

Pra sempre há de ser lembrado

Esse grande herói

Pra sempre há de ser lembrado

Lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá, lá

Lá, lá, lá, lá

Laiá, laiá, laiá

Lá, lá, lá

 

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sábado, 27 de julho de 2024

SEGURA A NEGA – CLUBE DO BALANÇO

SEGURA A NEGA – CLUBE DO BALANÇO

(Bebeto / Luís Vagner)

LP Clube do Balanço Swing & Samba-Rock – 2012

 

Olha aí, rapaziada!

Esse é o Clube do Balanço!

Muito prazer, que honra!

Bibeleza!

A gente pra viver bem nesse mundo

Tem que ser um pouco mais inteligente

Como já dizia a minha velha vó:

"macaco velho não põe a mão na cumbuca"

Com o meu avô eu aprendi que não se cutuca onça com a vara curta

Mas quando minha mãe vinha me dizer

Pra tomar cuidado com esse mundo louco

Eu não quis ouvir

Eu não quis ouvir

Só fui ouvir um tio malandro que eu tinha quando ele me dizia:

Como é que é meu?!

Segura a nega

Segura a nega

Segura nega viu?

Segura a nega

A gente pra viver bem nesse mundo

Tem que ser um pouco mais inteligente

Como já dizia a minha velha vó:

"macaco velho não bota a mão na cumbuca"

Com o meu avô eu aprendi que não se cutuca onça com a vara curta

Mas quando a minha mãe vinha me dizer

Pra tomar cuidado com esse mundo louco

Eu não quis ouvir

Eu não quis ouvir

Só fui ouvir papai amado numa boa quando o velho me dizia:

Segura a nega

Segura a nega

Segura a nega, viu?!

Segura a nega

É verdade que o machão moderno gosta é de gravata e de trabalho?

É verdade que a mulher moderna gosta é de carro e de dinheiro?

Como já dizia o velho Luisão Vagner

Sempre que puder meu filho Ivo

Segura a nega, viu?

Segura nega

Segura, segura, segura a nega, viu?!

Segura a nega

Eu passei a minha vida toda segurando as nega

Eu passei a minha vida toda segurando as nega

E agora meu?

O que faço eu?

Eu?

Segura a nega

Uou, uou

Segura a nega

Eu?

Seguro a nega

Segura a nega

Segura a nega

O velho tinha razão

Segura a nega

Segura a nega

Eu quero ver!

Segura a nega

Ih!

Segura a nega

Não dá moleza, não.

Vai, meu compadre!

 

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terça-feira, 23 de julho de 2024

DENDECA DE BRIGA – JORGINHO DO IMPÉRIO

DENDECA DE BRIGA – JORGINHO DO IMPÉRIO

(Casquinha da Portela / Jorge Porém)


Minha vida tem sido um inferno 

Nunca mais pude vestir um terno

Minha vida tem sido um inferno 

Nunca mais pude vestir um terno

Se vou pra macumba

Negra me descomunga

Se vou pro samba

Ela se zanga

Preste atenção no detalhe

Nunca mais pude dançar no baile

Viver assim não é viver 

Eu vou tratar de mim e você de você

Viver assim não é viver 

Eu vou tratar de mim e você de você

Vou dizer!

Quando a Maria se zanga

É sururu no barraco

Muito valentão de fama

Perto dela fica fraco

Eu não morava na onda

Fiz um trato com a morena faceira

Mas, vou sair de fininho porque a dendeca não é brincadeira

Minha vida tem sido um inferno 

Nunca mais pude vestir um terno

Minha vida tem sido um inferno 

Nunca mais pude vestir um terno

Se vou pra macumba

A negra me descomunga

Se vou pro samba

Ela se zanga

Preste atenção no detalhe

Nunca mais pude dançar no baile

Viver assim não é viver 

Eu vou tratar de mim e você de você

Viver assim não é viver 

Eu vou tratar de mim e você de você

Quando a Maria se zanga

É sururu no barraco

Muito valentão de fama

Perto dela fica fraco

Eu não morava na onda

Fiz um trato com a morena faceira

Mas, vou sair de fininho porque a dendeca não é brincadeira

Mas, vou sair de fininho porque a dendeca não é brincadeira

Eu vou sair de fininho porque a dendeca não é brincadeira

Vou de fininho

Mas vou-me embora sozinho porque a dendeca não é brincadeira

Eu vou-me embora sozinho porque a dendeca não é brincadeira

Mas, eu vou sair de fininho porque a dendeca não é brincadeira


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