Resumo dos samba-rock

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

QUERO VIVER FELIZ – JORGINHO PESSANHA

QUERO VIVER FELIZ – JORGINHO PESSANHA

(Jorge Soares / Vicente Silva)

 

Lá, lá, lará, lá, lará

Lá, lá, lará, lará

Eu não quero

Não quero chegar ao fim

Já é demais

É bem cruel viver assim

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Eu não quero

Não quero chegar ao fim

Já é demais

É bem cruel viver assim

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Vai embora solidão

Abandone o meu barracão

Quero sorrir e cantar

Um novo amor está pra chegar

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

Eu não quero!

Eu não quero

Não quero chegar ao fim

Já é demais

É bem cruel viver assim

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Vai, vai saudade

Deixa vir a felicidade

Vai embora solidão

Abandone o meu barracão

Quero sorrir e cantar

Um novo amor está pra chegar

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

Meu coração é quem diz

Quero viver feliz

 

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CINDERELA DO MORRO – JORGINHO PESSANHA

CINDERELA DO MORRO – JORGINHO PESSANHA

(Dewett Cardoso)

 

Chuá, chuá, chuá

Chuá, chuá, chuá

Cinderela no morro, é

Preta lavadeira, sim senhor

Não tem sapato pra descer na escadaria

Mas tem samba pra dançar com seu amor

E quando os tamborins repicam no terreiro

A nega vira princesa

Do carnaval brasileiro

Chuá, chuá, chuá

Quanto esplendor naquele vestido de prata

Maria é destaque na noite multicor

Mas quanta água, doutor, carregou na lata

Chuá, chuá, chuá

O morro pra sonhar tem quatro dias

Chuá, chuá, chuá

E a cinderela volta a ser Maria

Cinderela no morro, é

Preta lavadeira, sim senhor

Não tem sapato pra descer na escadaria

Mas tem samba pra dançar com seu amor

E quando os tamborins repicam no terreiro

A nega vira princesa

Do carnaval brasileiro

Chuá, chuá, chuá

Quanto esplendor naquele vestido de prata

Maria é destaque na noite multicor

Mas quanta água, doutor, carregou na lata

Chuá, chuá, chuá

O morro pra sonhar tem quatro dias

Chuá, chuá, chuá

E a cinderela volta a ser Maria

 

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QUEM VAI TOCAR MEU TAMBORIM? – JORGINHO PESSANHA

QUEM VAI TOCAR MEU TAMBORIM? – JORGINHO PESSANHA

(Jorginho / J. Aguiar)

 

Não, eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim?

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim?

Quando o samba começa eu não atendo não

Ninguém, nem se meu amor chegar

Porque não fica bem

Sair do samba para amar

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim?

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim?

Quando o samba começa eu não atendo não

Ninguém, nem se meu amor chegar

Porque não fica bem

Sair do samba para amar

Eu não vou e por isso eu não vou-me embora

Porque fica mal pra mim

Se eu sair agora

Quem vai tocar meu tamborim?

Quem vai tocar meu tamborim?

Quem vai tocar meu tamborim?

Quem vai tocar meu tamborim?

Quem vai tocar meu tamborim?

Quem vai tocar meu tamborim?

 

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

PAGODE NO MORRO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

PAGODE NO MORRO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Sérgio Marujo / Zeca Melodia / Joel Teixeira)

 

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

Simbora, gente!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

Canta o louro e o moreno

Canta o branco e o sarará

Mas quando chega o crioulo

O pagode começa a esquentar

Mas quando chega o crioulo

O pagode começa a esquentar

Comigo!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

Outra vez!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

Ele fala da velha Lapa

Fala de amor e canção

E relembra a Praça Onze

Na maior inspiração

E relembra a Praça Onze

Na maior inspiração

Simbora, gente!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

De novo!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

Vejam só o crioulo

Ele é fenomenal

O asfalto sem ele

Não faz o seu carnaval

O asfalto sem ele

Não faz o seu carnaval

Simbora, gente!

Quando está bom o pagode no morro

Até lá do asfalto

Escuta a voz do crioulo

No partido alto

 

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

LÁ DA BAHIA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

LÁ DA BAHIA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

De: Aloísio Martins / Adilson Silva / Everaldo José

1975

 

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laía.

Veja meu bem!

Veja meu bem

Veja meu bem!

Veja o que eu mandei buscar

O que eu mandei buscar

Veio da Bahia para o nosso lar

Agora ninguém vai nos separar

Veja meu bem!

Veja meu bem

Mas veja meu bem!

Veja o que eu mandei buscar

O que eu mandei buscar

Veio da Bahia para o nosso lar

Agora ninguém vai nos separar

O bom da vida é saber viver

Laiá, laiá.

Coisa melhor não há

Lá, lá, laiá.

Felicidade em nossa porta vai bater

Graças ao meu patuá

Veja meu bem!

Veja meu bem

Veja meu bem!

Veja o que eu mandei buscar

O que eu mandei buscar

Veio da Bahia para o nosso lar

Agora ninguém vai nos separar

Veio da Bahia para o nosso lar

Agora ninguém vai nos separar

O bom da vida é saber viver

Laiá, laiá.

Coisa melhor não há

Lá, lá, laiá.

Felicidade em nossa porta vai bater

Graças ao meu patuá

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, lá.

Bonito, gente!

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laía, lá.

De novo, bonitinho!

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laía, lá.

 

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sexta-feira, 6 de agosto de 2021

QUEM COMEU PASSOU MAL - ABRAÃO VALÉRIO

QUEM COMEU PASSOU MAL - ABRAÃO VALÉRIO

(Abraão Valério / Arthur Villarinho)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Eu falei pra você!

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Ele armou um pagode

Tu vem como pode com os partideiros

Quase matou a moçada

Com a tal feijoada arrumou um dinheiro

Quando ele está na pior

Ora, vejam só como é cara de pau

Ele já vendeu churrasco

De carne de rato lá na Central

Olha só quem comeu!

Quem comeu passou mal

É!

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Eu falei pra você!

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

É!

Uma vez lá em Rocha Miranda

O Zé armou uma grande peixada

Saiu montado na grana e a rapaziada toda intoxicada

Dizendo um montão de besteira

Que a cozinheira não fora perfeita

Mas a pesca foi de peixe morto

Da Lagoa Rodrigo de Feitas

Eu falei quem comeu!

Quem comeu passou mal

É!

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Eu falei pra você!

Quem comeu passou mal

O quê, gente?!

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

É!

Ele armou um pagode

Tu vem como pode com os partideiros

Quase matou a moçada

Com a tal feijoada arrumou um dinheiro

Quando ele está na pior

Ora, vejam só como é cara de pau

Ele já vendeu churrasco

De carne de rato lá na Central

Olha só quem comeu!

Quem comeu passou mal

Simbora!

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Eu falei pra você!

Quem comeu passou mal

É!

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Uma vez lá em Rocha Miranda

O Zé armou uma grande peixada

Saiu montado na grana e a rapaziada toda intoxicada

Foi dizendo um montão de besteira

Que a cozinheira não fora perfeita

Mas a pesca foi de peixe morto

Da Lagoa Rodrigo de Feitas

Eu falei pra você!

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

Quem comeu passou mal

Foi para o Pronto Socorro

A feijoada do Zé

Tinha carne de cobra e até de cachorro

 

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OLHO NO FORASTEIRO – ABRAÃO VALÉRIO

OLHO NO FORASTEIRO – ABRAÃO VALÉRIO

(Abraão Valério / Silvio Cláudio)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

É no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Eu falei pra você!

É no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Ele chegou contando vantagem

Que tinha coragem pra dar e vender

Que quando se aborrecia

Até fazia dez homens correr

Cão que ladra muito não morde

Bem antigo é este ditado

Foi mexer com a mulher do vizinho

E apanhou feito um pobre coitado

Eu falei é no mar!

É no mar que se conhece o bom marujo

É isso aí, gente!

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Outra vez, meu irmão!

É no mar que se conhece o bom marujo

Bonito, bonito!

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Um sujeito chegou de mansinho

Parecendo anjinho caído do céu

Mas aquele cordeirinho

Estava escondendo um bandido cruel

Olho nesse que vem chegando

Muito se gabando da honestidade

Pode esse forasteiro

Ser um trambiqueiro escondendo a verdade

Eu falei é no mar!

É no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Bonito, gente!

É no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

Ele chegou contando vantagem

Que tinha coragem pra dar e vender

Que quando se aborrecia

Até fazia dez homens correr

Cão que ladra muito não morde

Bem antigo é esse ditado

Foi mexer com a mulher do vizinho

E apanhou feito um pobre coitado

E é no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

E é no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Eu falei!

Quem é limpo, quem é sujo

Eu falei pra você!

E é no mar que se conhece o bom marujo

Na folha corrida se vê

Quem é limpo, quem é sujo

 

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FESTÃO DO ANASTÁCIO – JOTA RAMOS

FESTÃO DO ANASTÁCIO – JOTA RAMOS

(Jota Ramos / Edson Menezes)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

No casamento da filha do Anastácio

O pau comeu lá no Morro do Estácio

No casamento da filha do Anastácio

Olha aí, meu irmão!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Outra vez, eu falei!

No casamento da filha do Anastácio

Eu falei pra você!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Começou lá na igreja

Quando disse o Reverendo:

“Alguém aqui sabe de algo que possa impedir a esse casamento?”

O João disse: “eu sei, preste atenção vou dar a fala”

Daí não falou mais nada, pois como se sabe, defunto não fala

Olha aí!

No casamento da filha do Anastácio

Olha aí, eu falei!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Olha veja você!

No casamento da filha do Anastácio

Olha que eu te avisei!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Lá pras tantas o Raul cheio de cana improvisou

Falou que o noivo entrara

Em lata furada e nem se mancou

Deram-lhe tremenda surra, ele perdeu a linha, elegância e o terno

Ficou caído na vala

Abraçando o diabo a caminho do inferno

Olha aí!

No casamento da filha do Anastácio

Olha aí, meu irmão!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Eu falei pra você!

No casamento da filha do Anastácio

Olha aí, eu avisei!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Na volta da igreja

O marido todo contente

Sorriu pra tirar retrato e aí se lembrou que estava sem dente

Se a foto ficou boa

Ninguém sabe, nem se fala,

Assaltaram o retratista, tomaram-lhe tudo e o encheram de bala

Olha aí!

No casamento da filha do Anastácio

Eu falei pra você!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Outra vez, eu falei!

No casamento da filha do Anastácio

Olha aí, meu irmão!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

Outra vez pra acabar!

No casamento da filha do Anastácio

Olha que eu te avisei!

O pau comeu lá no Morro do Estácio

 

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DIABO É QUEM DUVIDA – EVERALDO DA VIOLA

DIABO É QUEM DUVIDA – EVERALDO DA VIOLA

(Everaldo da Viola)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Simbora!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

De novo, gente!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Trago Deus no pensamento

Em tudo aquilo que faço

Pelo olhando ao Firmamento

Pra me livrar do fracasso

E pra quem não acredita

Em tudo aquilo que digo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Simbora!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Trago Deus dentro do peito

Trago na minha canção

Penso em Deus quando toco

Nas cordas do meu violão

Peço a Deus sempre que posso

Pra me livrar do castigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Simbora!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Trago Deus no pensamento

E em tudo aquilo que faço

Pelo olhando ao Firmamento

Pra me livrar do fracasso

E pra quem não acredita

Em tudo aquilo que digo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Simbora!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

De novo!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Trago Deus dentro do peito

Trago na minha canção

Penso em Deus quando toco

Nas cordas do meu violão

Peço a Deus sempre que posso

Pra me livrar do castigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Simbora!

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

Diabo é quem duvida que Deus não está comigo

 

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DESSE JEITO EU NÃO AGUENTO - PAULINHO CÉSAR

DESSE JEITO EU NÃO AGUENTO - PAULINHO CÉSAR

(Jorge Maquinista / Paulinho César / Iguatemy Moreira)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Minha vida, ultimamente, só tem sido de azar

Só aparece mulher feia

Querendo me namorar

Noutro dia eu conheci

A Maria boca quente

Ela tem o nariz de batata, é careca e na boca não tem nenhum dente

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Certo dia já corri

Da tal de Chica pagode

Ela era zarolha e ainda por cima

Tinha até barba e bigode

Viajei para o nordeste

Tentando mudar a sorte

Encontrei uma nega maluca, capenga e feia como a própria morte

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Minha vida, ultimamente, só tem sido de azar

Só aparece mulher feia

Querendo me namorar

Noutro dia eu conheci

A Maria boca quente

Ela tem o nariz de batata, é careca e na boca não tem nenhum dente

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Certo dia já corri

Da tal de Chica pagode

Ela era zarolha e ainda por cima

Tinha até barba e bigode

Viajei para o nordeste

Tentando mudar a sorte

Encontrei uma nega maluca, capenga e feia como a própria morte

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

Eu não aguento

Eu não aguento

Desse jeito eu não aguento

Já rezei para São Jorge, Santo Antônio e até pra São Bento

 

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CUIDADO MANÉ - GRACIA DO SALGUEIRO

CUIDADO MANÉ - GRACIA DO SALGUEIRO

De: Graciano Campos (Gracia do Salgueiro)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Você sabe que o morro não tem “deixa disso” na hora que o couro comer

Porque não abandona essa nega, compadre, é um conselho que eu dou pra você

Se é que você não escuta conselho, faça o que você quiser

Mas você vai falar com o diabo, compadre, em figura de uma mulher

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Ô Mané

Eu te avisei!

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Se você está pensando que estou atrasando a sua jogada

Pode dar linha na pipa, subir a colina que eu não sei de nada

Quero que você se liga que não quero briga, meu papo é legal

Quero evitar amanhã você ser manchete de jornal

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Se manda otário!

Ô Mané

Essa nega vai te matar, desgraçado!

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Você disse que a nega lhe disse que pode subir que não há embaraço

Será que você não está vendo que ela está querendo te jogar um laço?

Ela disse que vai aprontar um peixe com coco pra você comer

Mas na hora da remandiola, malandro, quem vai ser comido é você

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Você sabe que o morro não tem “deixa disso” na hora em que o couro comer

Porque não esquece essa nega, compadre, é um conselho que eu dou pra você

Se é que você não escuta conselho, faça o que você quiser

Mas você vai transar com o diabo, malandro, em figura de uma mulher

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Se você está pensando que estou atrasando a sua jogada

Pode dar linha na pipa, subir a colina que eu não sei de nada

Quero que você se liga que eu não quero briga, meu papo é legal

Quero evitar amanhã você ser manchete de jornal

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Você disse que a nega lhe disse que pode subir que não há embaraço

Será que você não está vendo que ela está querendo te jogar um laço?

Ela disse que vai aprontar um peixe com coco pra você comer

Mas na hora da remandiola, malandro, quem vai ser comido é você

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

Ô Mané

Não sobe que não vai dar pé

A barra lá em cima é pesada, malandro, só dança se você quiser

 

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CACHAÇA COM BABÁ – JOTA RAMOS

CACHAÇA COM BABÁ – JOTA RAMOS

(Jota Ramos / Edson Menezes)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros – 1978

 

Nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Mas nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Dona Rosa do Abaeté é babá de um centro aonde eu vou

Não conhece a Bahia, nem nada,

Seu nome é Bradoska, nasceu em Moscou

Sei também que a Mara Baiana

Que tem a cabeça feita no Bonfim

Não é Mara nem é brasileira

É um travesti chamado Joaquim

Mas nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Mas nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Eu sei de um burduega

Metido a químico industrial

Quando fecha seu boteco

Fabrica cachaça da especial

Outro dia estava todo inchado

Foi pro hospital, internado ficou

Por engano tomou uma taça daquela desgraça que fabricou

Nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Mas nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Dona Rosa do Abaeté é babá de um centro aonde eu vou

Não conhece a Bahia, nem nada,

Seu nome é Bradoska, nasceu em Moscou

Sei também que a Mara Baiana que tem a cabeça feita no Bonfim

Não é Mara nem é brasileira

É um travesti chamado Joaquim

Nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

Mas nem toda cachaça é feita de cana

É de cana

E nem toda babá de terreiro é baiana

É baiana

 

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AGORA É TARDE - PAULINHO CÉSAR

AGORA É TARDE - PAULINHO CÉSAR

(Jorge Maquinista / Paulinho César / Iguatemy Moreira)

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros - 1978

 

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Você tinha

Tudo o que sempre quis

Casa, comida e carinho,

Pensei que fosse feliz

E de repente o golpe, você me deixou sem dar satisfação

E hoje arrependida você me pede reconciliação

Mas essa é que não!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Mas agora é tarde!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Sofri com a sua partida, comi o pão que o diabo amassou

Mas sigo o lema que diz que uma moça se esquece com um novo amor

E como diz outro ditado que águas passadas não movem moinho

Eu consegui te esquecer e estou de romance com meu cavaquinho

Agora é tarde!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Outra vez!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Você tinha

Tudo o que sempre quis

Casa, comida e carinho,

Pensei que fosse feliz

E de repente o golpe, você me deixou sem dar satisfação

E hoje arrependida você me pede reconciliação

Mas essa é que não!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Agora é tarde!

Não adianta vir bater na minha porta

Agora é tarde!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

Sofri com a sua partida, eu comi o pão que o diabo amassou

Mas sigo o lema que diz que uma moça se esquece com um novo amor

E como diz outro ditado que águas passadas não movem moinho

Eu consegui te esquecer e estou de romance com meu cavaquinho

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Agora é tarde!

Não adianta vir bater na minha porta

Mas agora é tarde!

Agora é tarde, meu bem, Inês é morta

Não adianta vir bater na minha porta

 

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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

MULHER DE CHICO – BAIANO DO CABRAL

MULHER DE CHICO – BAIANO DO CABRAL

(Baiano do Cabral / Edson Menezes)  

Os Partideiros do Plá - O Plá dos Partideiros – 1978

 

É, mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Ô mulher

Vai todo mundo!

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

E diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

 E, e diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

É, mulher

Dá um jeito no Seu Chico

Pois cada mês ele aparece esquisito

Um mês fala fino

Outro grosso demais

Ver Chico valente

Ver Chico bom demais

Leva Chico nos trilhos

Ou mesmo no doutor

Não se preocupe que o dinheiro eu lhe dou

Ô mulher

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Que mulher

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

E diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

E, e diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

Mulher

Mulher

Dá um jeito no Seu Chico

Pois cada mês ele aparece esquisito

Um mês fala fino

Outro grosso demais

Ver Chico valente

Ver Chico bom demais

Leva Chico nos trilhos

Ou mesmo no doutor

Não se preocupe que o dinheiro eu lhe dou

Ô, mulher

Vai, meu povo, vai!

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Ô mulher

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

E diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

E, e diz também, ô, ôi,

Que eu vou bem

Que acertei na loteria e não ando mais de trem

É, mulher

Dá um jeito no Seu Chico

Pois cada mês ele aparece esquisito

Um mês fala fino

Outro grosso demais

Ver Chico valente

Ver Chico bom demais

Leva Chico nos trilhos

Ou mesmo no doutor

Não se preocupe que o dinheiro eu lhe dou

Ô, mulher

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Mulher

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito

Mulher

Como vai seu Chico?

Dá lembrança a ele, quem mandou foi Benedito  

 

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terça-feira, 27 de julho de 2021

MINHA VERDADE – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

MINHA VERDADE – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Noel Rosa de Oliveira / Hayblan)

 

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Eu aqui cheguei

Não foi pra desafiar ninguém

Apenas pra cantar meu samba

Que me faz tão grande bem

Porém notei que o seu pensamento

Interpreta diferente

Não foi só eu que notei

Muita gente

Não fui só eu que notei

Muita gente

Vou lhe dizer

Eu nasci para cantar

Nenhum fracasso de amor

Vai me fazer calar

A gente chora

Chega a vez vai ir embora

Até que um amor maior

Nos impele a regressar

Essa é minha verdade

Você pode acreditar

Eu voltei pela saudade

Que lá fora é permanente

Por amor à minha terra, meu cenário e minha gente

Eu voltei pela saudade

Que lá fora é permanente

Por amor à minha terra, meu cenário e minha gente

Eu aqui cheguei

Eu aqui cheguei

Não foi pra desafiar ninguém

Apenas pra cantar meu samba

Que me faz tão grande bem

Porém notei que o seu pensamento

Interpreta diferente

Não foi só eu que notei

Muita gente

Não foi só eu que notei

Muita gente

Lá, laiá, laiá, laiá, lá,

Lá, laiá, laiá, laiá, lá,

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, laiá, lá,

Lá, laiá, laiá, laiá, lá,

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

 

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SERÁ – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

SERÁ – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Iracy A. Serra / Walter Nunes)

 

Laiá, laiá, laiá, lá, lá, lá, laiá, lá, laiá

Será, será,

Será que papai do céu me atendeu?

Será, será,

Será que o dono de tudo sou eu?

Será?

Será, será,

Será que papai do céu me atendeu?

Será, será,

Será que o dono de tudo sou eu?

Quando ela passa com seu lindo rebolado

O seu vestido estampado

E foi o papai quem deu

A moçada fica com água na boca

Vejam só que coisa louca

Mas o dono dela sou eu

A moçada fica com água na boca

Vejam só que coisa louca

Mas o dono dela sou eu

Será?

Será, será,

Será que papai do céu me atendeu?

Será, será,

Será que o dono de tudo sou eu?

Será?

Será, será,

Será que papai do céu me atendeu?

Será, será,

Será que o dono de tudo sou eu?

Quando ela passa com seu lindo rebolado

O seu vestido estampado

E foi o papai quem deu

A moçada fica com água na boca

Vejam só que coisa louca

Mas o dono dela sou eu

A moçada fica com água na boca

Vejam só que coisa louca

Mas o dono dela sou eu

Será?

Será, será,

Será que papai do céu me atendeu?

Será, será,

Será que o dono de tudo sou eu?

Será que o dono de tudo sou eu?

Será que o dono de tudo sou eu?

Será que o dono de tudo sou eu?

 

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VOU PRA BAHIA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

VOU PRA BAHIA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Nescarzinho)

 

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Eu vou pra Bahia

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Quero ver a linda terra que tanto já ouvi falar

Quero ver a linda terra que tanto já ouvi falar

Vou levar minha viola, meu padeiro e meu ganzá

Vou levar minha viola, meu padeiro e meu ganzá

Eu vou pra Bahia

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Quero ver a baianinha de saia de renda bordada

Quero ver a baianinha de saia de renda bordada

Vendendo bolo de milho, pé de moleque e cocada

Vendendo bolo de milho, pé de moleque e cocada

Eu vou pra Bahia

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Pra fazer samba de roda com os partideiros de lá

Quero ver a linda terra que tanto já ouvi falar

Quero ver a linda terra que tanto já ouvi falar

Vou levar minha viola, meu padeiro e meu ganzá

Vou levar minha viola, meu padeiro e meu ganzá

Eu vou pra Bahia

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Eu vou pra Bahia

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

Vou pra Bahia cangoma mandou me chamar

 

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CAPOEIRÃO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

CAPOEIRÃO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Sidney da Conceição / Noca)

 

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Capoeira

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Simbora

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Capoeira da Bahia

Chegou pra capoeirar

Trazendo no peito uma guia

Da magia do lado de lá

Capoeira

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Simbora

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Capoeira é gente da gente

Que lutou lá no cacimbão

Não respeitava corrente

No tempo da escravidão

Capoeira

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Capoeira de Angola

Da terra de Missaião

Demonstra para essa gente

Como é que se briga na mão

Capoeira

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Ê, capoeira

Ê, capeirão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

Gira no coco e joga valente no chão

 

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LADRÃO QUE ENTRA NA CASA DE POBRE SÓ LEVA SUSTO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

LADRÃO QUE ENTRA NA CASA DE POBRE SÓ LEVA SUSTO – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Jorge Costa)

 

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Pra que ladrão quer um rádio que mistura estação?

O surdo furado sem tarraxa

Um fogareiro de carvão

Uma cuíca que não ronca

Um violão sem bordão

Uma galinha que canta grosso e uma cama sem colchão

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Um papagaio depenado

Que fala da vida alheia

Está sujeito a falar demais

E levá-lo pra cadeia

Um cachorro vira-lata que não pode nem latir

E quando late encosta na parede com receio de cair

Olha aí!

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Pra que ladrão quer um rádio que mistura estação?

O surdo furado sem tarraxa

Um fogareiro de carvão

Uma cuíca que não ronca

Um violão sem bordão

Uma galinha que canta grosso e uma cama sem colchão

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

Ladrão que entra na casa de pobre, Zé, só leva susto

Porque o pobre não tem nada, Zé, que o ladrão possa levar

 

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ISSO É CASCATA, MEU CHAPA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

ISSO É CASCATA, MEU CHAPA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Edson Menezes / Jota Palmeira)

 

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá,

Lá, lá, laiá, lá, laiá.

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá,

Lá, lá, laiá, lá, laiá.

Você contou um tremendo barato para mim

Você contou um tremendo barato para mim

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Esse penteia a pantola não conta esse papo pra ninguém

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Tá com a cuca queimada de tanto barato que contou

A primeira é graça, a segunda é chalaça, a terceira bolacha

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Ô, você contou um tremendo barato para mim

Você contou um tremendo barato para mim

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Esse penteia a pantola não conta esse papo pra ninguém, olha aê

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Tá com a cuca queimada de tanto barato que contou

A primeira é graça, a segunda é chalaça, a terceira bolacha

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Isso é cascata, meu chapa, podes crer

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá,

Lá, lá, laiá, lá, laiá.

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Lá, lá, laiá, lá, laiá, lá,

Lá, lá, laiá, lá, laiá.

 

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SEM ESSA DE MÊS A MÊS – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

SEM ESSA DE MÊS A MÊS – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Flávio Moreira)

 

Quando você está tudo é festa

O nada para minha alegria

Mas quando você sai nada presta eu pergunto a mim mesmo

Como será outro dia

Quando você está tudo é festa

O nada para minha alegria

Mas quando você sai nada presta eu pergunto a mim mesmo

Como será outro dia

Em nada vejo beleza

Tudo pra mim é tristeza a vontade é somente chorar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Quando você está tudo é festa

Pra tudo é festa!

O nada para minha alegria

É alegria!

Mas quando você sai nada presta eu pergunto a mim mesmo

Como será outro dia

Quando você está tudo é festa

Pra tudo é festa!

O nada para minha alegria

É alegria!

Mas quando você sai nada presta eu pergunto a mim mesmo

Como será outro dia

Em nada vejo beleza

Tudo pra mim é tristeza a vontade é somente chorar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

Porque não fica de uma vez?

Sem essa de mês a mês

Eu quero muito lhe amar

 

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MANDEI AMOLAR A ENCHADA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

MANDEI AMOLAR A ENCHADA – OS PARTIDEIROS DO PLÁ

(Jorge Teté / Laelso da Cuíca)

 

Mandei amolar a enxada

Pro capineiro cortar

Corta capim, capineiro,

Não deixa o capim tornar a criar

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola, oi

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Convidei os partideiros

Para a festa alegrar

Foi Martinho e Padeirinho

Xangô não podia faltar

Zuzuca chegou mais tarde

Para a festa incrementar

E o recado do Candeia

Quem cantou foi Guiomar, oi

Mandei amolar a enxada

Pro capineiro cortar

Corta capim, capineiro,

Não deixa o capim tornar a criar

E o galo?

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Convidei os partideiros

Para a festa alegrar

Foi Martinho e Padeirinho

Xangô não podia faltar

Zuzuca chegou mais tarde

Para a festa incrementar

E o recado do Candeia

Quem cantou foi Guiomar, oi

Mandei amolar a enxada

Pro capineiro cortar

Corta capim, capineiro, não deixa o capim tornar a criar

E o galo?

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

Galo cantou na campina

Cantou fora de hora

Corta capim, capineiro, quem toca viola é dona Carola

 

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