Resumo dos samba-rock

domingo, 19 de novembro de 2017

CAVACO VADIO – JORGINHO DO IMPÉRIO

CAVACO VADIO – JORGINHO DO IMPÉRIO

Machado bateu na madeira
Cavaco voou pra bem longe do pau
Caiu numa roda de samba
Um samba de roda que não tem final
Machado bateu na madeira
Cavaco voou pra bem longe do pau
Caiu numa roda de samba
Um samba de roda que não tem final
Cavaco se um dia eu te cato
Eu te desacato, eu te desafio
E se do meu samba discorda
Te prendo nas cordas, cavaco vadio
E se começares com choro
Só por desaforo
Eu pego a viola
E faço reinar no terreiro
Viola e pandeiro e nem te deu bola
Mestiço tu és cavaquinho
Teu bojo é de pinho
Teu braço é nogueira
Comigo é assim, não tem jeito
Ou toca direito ou vai pra fogueira
Comigo é assim, não tem jeito
Ou toca direito ou vai pra fogueira
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Machado bateu na madeira
Cavaco voou pra bem longe do pau
Caiu numa roda de samba
Um samba de roda que não tem final
Machado bateu na madeira
Cavaco voou pra bem longe do pau
Caiu numa roda de samba
Um samba de roda que não tem final
Cavaco se um dia eu te cato
Eu te desacato, eu te desafio
E se do meu samba discorda
Te prendo nas cordas, cavaco vadio
E se começares com choro
Só por desaforo
Eu pego a viola
E faço reinar no terreiro
Viola e pandeiro e nem te deu bola
Mestiço tu és cavaquinho
Teu bojo é de pinho
Teu braço é nogueira
Comigo é assim, não tem jeito
Ou toca direito ou vai pra fogueira
Comigo é assim, não tem jeito
Ou toca direito ou vai pra fogueira
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora
Cavaquinho sola
Cavaquinho chora
Cavaquinho faz um acorde nas cordas
Vai embora


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AMOR SELVAGEM – JORGINHO DO IMPÉRIO

AMOR SELVAGEM – JORGINHO DO IMPÉRIO

Amada vê se me
Arranha
E deixa suas marcas todas no meu corpo
Eu quero desfrutar do seu amor selvagem
E quero ver se é tão perigoso
Eu quero ir até o céu da sua boca
E adquirir uma estrela só pra mim
Não me importo com que os outros falem agora
Pois o nosso amor ainda não chegou ao fim
Não me importo com que os outros falem agora
Pois o nosso amor ainda não chegou ao fim
O seu carinho
Não existe igual
Pois consegue preencher os meus pontos vazios
Com seu toque divinal
Suas mãos me acariciam
Não estou para ninguém
Ao seu lado eu sou outro
Sem você não sou ninguém
Suas mãos me acariciam
Não estou para ninguém
Ao seu lado eu sou outro
Sem você não sou ninguém
Amada vê
Se me arranha
E deixa suas marcas todas no meu corpo
Eu quero desfrutar do seu amor selvagem
E quero ver se é tão perigoso
Eu quero ir até o céu da sua boca
E adquirir uma estrela só pra mim
Não me importo com que os outros falem agora
Pois o nosso amor ainda não chegou ao fim
Não me importo com que os outros falem agora
Pois o nosso amor ainda não chegou ao fim
O seu carinho
Não existe igual
Pois consegue preencher os meus pontos vazios
Com seu toque divinal
Suas mãos me acariciam
Não estou para ninguém
Ao seu lado eu sou outro
Sem você não sou ninguém
Suas mãos me acariciam
Não estou para ninguém
Ao seu lado eu sou outro
Sem você não sou ninguém
Lá, laiá!
Lá, laiá!
Lá, laiá!
Laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá!
Lá, laiá!
Lá, laiá, lá!


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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

VIAGEM ENCANTADA – JORGINHO DO IMPÉRIO

VIAGEM ENCANTADA – JORGINHO DO IMPÉRIO
Décio Antônio Carlos / Jorge Gomes Pessanha
Viagem Encantada - 1975

Vamos
Viajar
Era uma vez
Um pavão misterioso
Viagem encantada se fez
Pindorama a dentro
Pelo rio, mar,
Eu naveguei
Vem, vem, comigo!
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo!
Vem, vem que não tem perigo
Jamais alguém conseguiu chegar
À Lagoa de Upabuçu
A Lagoa Dourada
A Lagoa Encantada
A Lagoa Tabu
Um búzio encantado se abriu
Eu entrei
Pelos caminhos encontrei
Saci
Que me levou ao despertar de Guaracy
Em busca de Upabuçu, a Lagoa Tabu
Onde Iara fazia morada de amor
Ali ouvi falar
Cuidado com o boi tatá
Esse boi não é
De bumbá
Esse boi não é
De bumbá
Esse boi não é
De bumbá
Esse boi não é
De bumbá
Ouvi a linguagem das flores
Maravilha
Da natureza
Termina assim minha viagem
Que beleza
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Jamais alguém conseguiu chegar
À Lagoa de Upabuçu
A Lagoa Dourada
A Lagoa Encantada
A Lagoa Tabu
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo
Vem, vem, comigo
Vem, vem que não tem perigo


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TEMPO DE CRIANÇA – JORGINHO DO IMPÉRIO

TEMPO DE CRIANÇA – JORGINHO DO IMPÉRIO
Jorge Antonio Carlos / Ubirajara Rodrigues Dias
1975

Você se lembra do nosso tempo de criança?
E até hoje isso não sai da minha lembrança
Agora você pra lá, e eu pra cá, vivendo assim,
Lembrando a nossa infância que teve fim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Neste sambinha estou muito na minha, e você, como está?
Quero saber se com você vai tudo bem?
Vivo uma vida diferente
Me dou bem com toda gente
Mas, não quero amar a mais ninguém
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Você se lembra do nosso tempo de criança?
E até hoje isso não sai da minha lembrança
Agora você pra lá, e eu pra cá, vivendo assim,
Lembrando a nossa infância que teve fim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Vai!
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Fala a verdade!
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim
Mas, que saudades daquele tempo de criança, que você andava de tranças
Procurando por mim


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SAMBA SEM CUÍCA (SAMBA SEM CUÍCA, PANDEIRO E TAMBORIM) – JORGINHO DO IMPÉRIO

SAMBA SEM CUÍCA (SAMBA SEM CUÍCA, PANDEIRO E TAMBORIM) – JORGINHO DO IMPÉRIO
(David Lima)
1975

Samba sem cuíca
Sem pandeiro e tamborim
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim, oi
Samba sem cuíca
Sem pandeiro e tamborim
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim
Você sabe muito bem
Que eu sou um bom rapaz
Já lhe dei todo o meu amor
Meu carinho e algo mais
Dou um duro danado
Pra dar o que você quiser
Você sabe fazer tudo e só não sabe ser mulher, oi
Samba sem cuíca
Sem pandeiro e tamborim
É!
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim
Samba sem cuíca
Sem pandeiro e tamborim
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim
Eu até estava pensando
Que você fosse melhorar
Mas, o pau que nasce torto nunca vai endireitar
Noutro dia eu lhe avisei
Pra você não vacilar
Mas, você não me escutou e eu não vou lhe aturar, oi
Samba sem cuíca
Sem pandeiro e tamborim
É isso aí!
É a mesma coisa que você viver comigo
É!
Sem gostar de mim
Oi!
Samba sem cuíca
É!
Sem pandeiro e tamborim
É, é!
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim
Você sabe muito bem
Que eu sou um bom rapaz
Já lhe dei todo o meu amor
Meu carinho e algo mais
Dou um duro danado
Pra dar o que você quiser
Você sabe fazer tudo, só não sabe ser mulher, oi
Samba sem cuíca
É!
Sem pandeiro e tamborim
É isso aí!
É a mesma coisa que você viver comigo
Sem gostar de mim
Oi!
Samba sem cuíca
É, é!
Sem pandeiro e tamborim
É, é!
É a mesma coisa que você viver comigo
Oi!
Sem gostar de mim
Samba sem cuíca
Oi!
Sem pandeiro e tamborim
E tamborim!
É a mesma coisa que você viver comigo
Ah!
Sem gostar de mim
Oi, oi!
Samba sem cuíca
É!
Sem pandeiro e tamborim
E tamborim!


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NA BEIRA DO MAR – JORGINHO DO IMPÉRIO

NA BEIRA DO MAR – JORGINHO DO IMPÉRIO

Na beira do mar
Todo mundo brinca
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar
Todo mundo fica
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo brinca
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo fica
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego joga bola
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego deita e rola
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo brinca
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo fica
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego joga bola
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego deita e rola
Na beira do mar, ê, ê!
Eu quero ver você chegar
Na beira do mar, ê, ê!
Se benzer e se jogar
Na beira do mar, ê, ê!
E depois trazer notícias
Na beira do mar, ê, ê!
Aonde mora Iemanjá
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo brinca
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo fica
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego joga bola
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego deita e rola
Na beira do mar, ê, ê!
Eu vou na onda e tiro onda
Na beira do mar, ê, ê!
Mas é por isso que eu não vou
Na beira do mar, ê, ê!
Eu vou lá pra ver Mariazinha
Na beira do mar, ê, ê!
Estar junto com Zequinha
Na beira do mar, ê, ê!
Eu quero ver você chegar
Na beira do mar, ê, ê!
Se benzer e se jogar
Na beira do mar, ê, ê!
E depois trazer notícias
Na beira do mar, ê, ê!
Aonde mora Iemanjá
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo brinca
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar todo mundo fica
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego joga bola
Na beira do mar, ê, ê!
Na beira do mar nego deita e rola
Na beira do mar, ê, ê!


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JUCA OPERÁRIO – JORGINHO DO IMPÉRIO

JUCA OPERÁRIO – JORGINHO DO IMPÉRIO
De: Jorge Antônio Carlos / Ubirajara Rodrigues Dias
1975

Segunda feira pintou
Juca operário acordou
Sua Rita já
Está de pé
Preparou seu café
Sem leite, manteiga ou pão
Ele bebe apressado
Diz conformado: “não tem nada, não”
Não tem nada, não, Rita,
Não tem nada não
Não tem nada, não, Rita,
Não tem nada não
Pega um jornal
Embrulha a marmita
Um ovo cozido
Arroz, farinha,
E feijão
A vida vai mal
Juca não se irrita
E diz à mulher:
“Seja o que Deus quiser”
Não tem nada, não, Rita,
Não tem nada não
Não tem nada, não, Rita,
Não tem nada não
Beija a mulher
E a criança adormecida
Que ignora a luta do pai
Pela vida
E assim ele vai
Vai assoviando
Levando otimismo a quem precisar
Lembrando de um samba
Que fez no domingo pra escola cantar
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, Rita,
Lá, laiá, laiá!

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FOLHA DESABADA – JORGINHO DO IMPÉRIO

FOLHA DESABADA – JORGINHO DO IMPÉRIO
Glauco de Kruse Villas Boas / Paulo Cesar Barbosa
Viagem Encantada - 1975

Hoje eu sou folha desabada
Daquela árvore marcada
Num dia de só amor
Você é rosa arrancada
A roseira não diz nada
Mas, sente falta da flor
Enfim, somos pássaros sem ninho
Que voando de mansinho
Vão em busca de amor
Enfim, somos pássaros sem ninho
Que voando de mansinho
Vão em busca de amor
Vem, ó, vem matar o desapego
Pois eu tenho muito medo
De viver na solidão
Jogue-se outra vez entre os meus braços
Se o passado foi fracasso
O presente é só canção
Enfim, somos pássaros sem ninho
Que voando de mansinho
Vão em busca de amor
Vem, ó, vem matar o desapego
Pois eu tenho muito medo
De viver na solidão
Jogue-se outra vez entre os meus braços
Se o passado foi fracasso
O presente é só canção
Se o passado foi fracasso
O presente é só canção
Se o passado foi fracasso
O presente é só canção
Se o passado foi fracasso
O presente é só canção


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DINHEIRO VEM, DINHEIRO VAI – JORGINHO DO IMPÉRIO

DINHEIRO VEM, DINHEIRO VAI – JORGINHO DO IMPÉRIO
De: Osvaldo Alves Pereira (Noca) / Carlos Pereira (Vovô Ziza)
Viagem Encantada - 1975

Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
É!
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
O marido briga com a mulher de casa
Quando ela pensa em pedir dinheiro
Mas, no entanto, quando está na rua
A outra canta e ele dá ligeiro
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
É!
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Se tem dinheiro tens amigo à beça
E até paga pra te bajular
Mas, se está duro mudam de conversa
E como tem coveiro pra te enterrar
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
É!
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai 
O marido briga com a mulher de casa
Quando ela pensa em pedir dinheiro
Mas, no entanto, quando está na rua
A outra canta e ele dá ligeiro
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Se tens dinheiro tens amigo à beça
E até paga pra te bajular
Mas, se está duro mudam de conversa
E como tem coveiro pra te enterrar
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Mas
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai
Dinheiro vem, dinheiro vai,
Dinheiro entra, dinheiro sai


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COM AÇÚCAR SEM MISTÉRIO – JORGINHO DO IMPÉRIO

COM AÇÚCAR SEM MISTÉRIO – JORGINHO DO IMPÉRIO

Vou fazer um samba sem critério
E não vou levar a sério
Quem quiser me criticar
Vou fazer um samba sem mistério
Que até no cemitério
A gente possa cantar laraiá, laraiá
Vou fazer um samba diferente
Vou fazer samba pra gente
Que quiser se desligar
Vou fazer um samba, companheiro,
Pra cantar no meu banheiro
Quando a vida sufocar
Vou fazer um samba, companheiro,
Pra cantar no meu banheiro
Quando a vida sufocar
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar
Vou fazer um samba sem mistério
Que até no cemitério
A gente possa cantar laraiá, laraiá
Vou fazer um samba diferente
Vou fazer samba pra gente
Que quiser se desligar
Vou fazer um samba, companheiro,
Pra cantar no meu banheiro
Quando a vida sufocar
Vou fazer um samba, companheiro,
Pra cantar no meu banheiro
Quando a vida sufocar
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar
Vai!
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar
O que interessa não é grilar
É ver pra não sentir e desligar


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CHORO EM VERDE E BRANCO (PRANTO EM VERDE E BRANCO) – JORGINHO DO IMPÉRIO

CHORO EM VERDE E BRANCO (PRANTO EM VERDE E BRANCO) – JORGINHO DO IMPÉRIO
Jorge Antônio Carlos / Gerson Alves
1975

Eu vou cantar o meu samba agora
Porque já chegou a hora e o samba não pode parar
O samba lá na serra é pra frente
Eu vou mostrar pra essa gente porque é que eu sou de lá
Eu vou cantar
Eu vou cantar o meu samba agora porque já chegou a hora e o samba não pode parar
O samba lá na serra é pra frente
Eu vou mostrar pra essa gente porque é que eu sou de lá
O soluço interrompeu a madrugada
Minha voz misturou-se com meus prantos
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
Fala, Império!
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, laiá!
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, laiá!
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
Ta bonito, gente!
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
E de novo!
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
É isso aí!
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco
Olha a coroa imperial!
Quando eu choro, meu amor,
Choro em verde e branco


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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

VOLTA PRO MORRO – JORGINHO DO IMPÉRIO

VOLTA PRO MORRO – JORGINHO DO IMPÉRIO

Volta pro morro
Seu lugar ainda está vazio
Venho pedir socorro
Pra nossa escola que agora só tem samba frio
Pois o neguinho
Que você deixou
Nunca mais compôs
Nunca mais cantou
Com a sua tristeza a alegria no morro acabou
Nunca mais compôs
Nunca mais cantou
Com a sua tristeza a alegria no morro acabou
Mas, se você voltar
Vamos ter samba bonito
Todo mundo vai cantar
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira
Volta pro morro
Volta pro morro
Seu lugar ainda está vazio
Venho pedir socorro
Pra nossa escola que agora só tem samba frio
Pois, o neguinho
Que você deixou
Nunca mais compôs
Nunca mais cantou
Com a sua tristeza a alegria no morro acabou
Nunca mais compôs
Nunca mais cantou
Com a sua tristeza a alegria no morro acabou
Mas, se você voltar
Vamos ter samba bonito
Todo mundo vai cantar
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira
Vou marcar um novo grito
Pra lhe entregar a bandeira
E a nossa escola vai ser novamente a primeira


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QUEM TEM MEDO DE PERDER NÃO GANHA – JORGINHO DO IMPÉRIO

QUEM TEM MEDO DE PERDER NÃO GANHA – JORGINHO DO IMPÉRIO

Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha, ô, caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Se eu não tiro a nega lá do alto e me mando
Já tinha mil otário lá no morro me atrasando
E eu não vou ficar que nem meu compadre Pereira
No dia que dançou foi na maior bobeira, ô caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha, vai
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
O meu compadre Aroldo me chamou para um almoço
No seu aniversário lá no Morro do Caroço
Enquanto a comadre preparava o despacho
Veio a rapaziada cobrando pedágio, ô caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Diz de novo!
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha, vai
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
A minha vizinha não joga no bicho
E no outro dia acertou no milhar
O meu compadre não gosta de briga
E arranjou uma mulher que gosta de apanhar, ô caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
É verdade!
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Quem tem medo de perder não ganha, não ganha, não
Quem não gosta de bater apanha, vai
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
Ô caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Quem tem medo de perder não ganha, não
Quem não gosta de bater apanha, vai
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
Ô caramba
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Diz de novo, diz!
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba
Quem tem medo de perder, perder, não ganha não
Quem não gosta de bater apanha, vai
Quem tem medo de perder não ganha
Quem não gosta de bater apanha
Fala compadre!
Ô caramba
Não há casa de bamba que não tenha samba


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PEDRA 90 – JORGINHO DO IMPÉRIO

PEDRA 90 – JORGINHO DO IMPÉRIO

Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Você acende uma vela ensaia na rua para procurar
Lhe dou um prêmio e dinheiro meu bem, eu, se você achar
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Eu sou a Pedra 90
No mercado não existe mais
Com a falta de matéria prima, meu bem, ih,
Igual a mim ninguém faz
Eu falei pra você
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Eu não tenho vaidade
Porém, tenho bom proceder
A verdade é muito bacana
E foi feita pra gente dizer
Eu falei pra você
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Eu sou a Pedra 90
No mercado não existe mais
Com a falta de matéria prima, meu bem, ih,
Igual a mim ninguém faz
Eu falei pra você
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça
Quando eu lhe falo, meu bem,
Você acha graça
Homem como eu é difícil encontrar na praça


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