O SABER POÉTICO DA LITERATURA DE CORDEL - JORGE BEN JOR
De: Baianinho
1975
Ih!
Em Cima da Hora pede passagem
Apresentando o samba enredo, o Boi Mandingueiro
Era uma vez, era uma vez
Era assim que começava
Eu era menino e hoje recordo
Das histórias que vovó contava
Do pavão misterioso
Que evangelista mandou construir
Com seu talento conquistou
A filha do conde, o seu amor
Quem é que não se lembra
Do conto do boi mandingueiro
Quando falava o seu nome
Vaqueiro tremia de medo
Mas quem amansasse o boi
Tinha um prêmio em dinheiro
E também casava com a filha do fazendeiro, viu?
E também casava com a filha do fazendeiro
O padre Cícero do Juazeiro
Homem de bom coração
Sempre lembrado pelo povo cristão
Vamos cantar minha gente
Preste atenção no refrão
Viva o poeta violeiro, lá do sertão
Vamos cantar minha gente
Preste atenção no refrão
Viva o poeta violeiro, lá do sertão
Ê boi
E ê ê boiada
É mandingueiro, gente, é vaquejada
Ê boi
E ê ê boiada
É mandingueiro, gente, é vaquejada
Era uma vez
Era uma vez
Era assim que começava
Eu era menino, hoje recordo
As histórias que vovô contava
O pavão misterioso
Evangelista mandou construir
Com seu talento conquistou, ô, ô
A filha do conde, o seu amor
Quem é que não se lembra
Do conto do boi mandingueiro
Quando falava o seu nome
Vaqueiro tremia de medo
Mas quem amansasse o boi
Tinha um prêmio em dinheiro
E também casava com a filha do fazendeiro
E também casava com a filha do fazendeiro
O padre Cícero do Juazeiro, padinho Ciço
Homem de bom coração
Sempre lembrado pelo povo cristão
Vamos cantar minha gente, preste atenção no refrão
Viva o poeta, violeiro lá do sertão
Vamos cantar, minha gente
Preste atenção no refrão
Viva o poeta, violeiro
Lá do sertão
Ê boi
E ê ê boiada
É mandingueiro, gente, é vaquejada
Ê boi
E ê ê boiada
É mandingueiro, gente, é vaquejada
Ih, solta o boi
Ih, é, quero ver a (…) pro boi
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