Resumo dos samba-rock

sábado, 5 de junho de 2021

SÓ PODIA SER VOCÊ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

SÓ PODIA SER VOCÊ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Zé Catimba)

 

Um bilhete malcriado

Já está tudo acabado

Só podia ser você

Um amor desesperado

O meu peito sufocado

Só podia ser você

Quem semeou colheu

Quem não trabalhou sobrou

Só quem perdeu chorou

Quem esperou ganhou

Quem não amou não viveu

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Um bilhete malcriado

Já está tudo acabado

Só podia ser você

Um amor desesperado

O meu peito sufocado

Só podia ser você

Quem semeou colheu

Quem não trabalhou sobrou

Só quem perdeu chorou

Quem esperou ganhou

Quem não amou não viveu

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

 

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FESTA DO CÍRIO DE NAZARÉ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

FESTA DO CÍRIO DE NAZARÉ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Aderbal Moreira Serra / Dario Marciano / Nilo Mendes)

 

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

No mês de outubro

Em Belém do Pará

São dias de alegria e muita fé

Começa com extensa romaria matinal

O Círio de Nazaré

Começa com extensa romaria matinal

O Círio de Nazaré                            

Que maravilha

A procissão

E como é linda

A Santa em sua berlinda

E o romeiro

A implorar

Pedindo a Dona em oração

Pra lhe ajudar

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

Em torno da Matriz

As barraquinhas com seus pregoeiros

Moças e senhoras do lugar

Três vestidos fazem pra se apresentar

Tem o circo dos horrores

Berro-boi, roda gigante

As crianças se divertem

Em seu mundo fascinante

E o vendeiro

De iguarias a pronunciar

Comidas típicas

Do estado do Pará

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá                     

 

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ARTE DE VIVER – CONJUNTO NOSSO SAMBA

ARTE DE VIVER – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Nenem - Pintado)

 

Tem gente nesta cidade

Que caminha sem saber

Que a intranquilidade

É consequência do sofrer

Foi vivendo lá no morro

Que aprendi desde criança

Que a vida é um palco

Onde a gente canta e dança

Onde a gente canta e dança

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Onde a gente canta e dança

A gente sem ser artista

Quem tem luz onde viver

Consegue grande conquista

Consegue grande conquista

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

O viver é uma arte

Arte que o mundo encobre

Tem pobre que ficou rico

Tem rico que ficou pobre

Tem gente que diz que ama

Sem saber o que é o amor

Tem gente que é feliz

E se sente o sofredor

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Tem gente nesta cidade

Que caminha sem saber

Que a intranquilidade

É consequência do sofrer

Foi vivendo lá no morro

Que aprendi desde criança

Que a vida é um palco

Onde a gente canta e dança

Onde a gente canta e dança

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

 

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NA CADÊNCIA DO SAMBA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

NA CADÊNCIA DO SAMBA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Luiz Bandeira)

 

Que bonito é

Ver o samba no terreiro

Assistir um batuqueiro

Numa roda improvisar

Que bonito é

A mulata requebrando

Os tambores repicando

Uma escola desfilar

Que bonito é

Ver a noite enluarada

Numa trova apaixonada

Um cantor desabafar

Que bonito é

Gafieira salão nobre

Seja rico, ou seja, pobre

Toda gente a sambar

O samba é romance

O samba é fantasia

O samba é sentimento

O samba é alegria

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Que bonito é

Ver o samba no terreiro

Assistir um batuqueiro

Numa roda improvisar

Que bonito é

A mulata requebrando

Os tambores repicando

Uma escola desfilar

Que bonito é

Ver a noite enluarada

Numa trova apaixonada

Um cantor desabafar

Que bonito é

Gafieira salão nobre

Seja rico, ou seja, pobre

Toda gente a sambar

O samba é romance

O samba é fantasia

O samba é sentimento

O samba é alegria

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

 

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MAGIA AFRICANA NO BRASIL E SEUS MISTÉRIOS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

MAGIA AFRICANA NO BRASIL E SEUS MISTÉRIOS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Gambazinho)

 

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô

Como Máfero

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô

Como Máfero

Trazidos da África para o Brasil

Trabalhavam

Os negros escravos

Na fazenda

Do branco senhor

Sobre as ordens

De um ambicioso rei

Bahia do feitiço e da magia

Da dança, da capoeira

Do famoso candomblé

Culto de origem africana

Vindo para este país

No tempo colonial

E tornou-se tradicional

Tem mucamas,

Têm feiticeiros,

Tem pajés e chefes de índios guerreiros

Tem mucamas,

Têm feiticeiros,

Tem pajés e chefes de índios guerreiros

Exu

Espírito criado pela natureza

Ogum

Sincretizado com santo Antônio na Bahia

Iê, Iê, Iê.

Salve Oxóssi rei da mata

Oxóssi é caçador

Salve abaluaê

Xangô, Oxum Maré,

Irê e Nanã

Oxum

Deusa do ouro e dos rios

E a guerreira Inhansã

Deusa dos raios

Salve Ossaim

Iemanjá rainha do mar

Saravá pai Oxalá

E ao rufar dos atabaques

Lá vem os negros

Lá vem os negros

Com a dança de roda cantando em Nagô

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

 

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ISTO É FELICIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

ISTO É FELICIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Dedé da Portela)

 

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é ter paz e liberdade

Viver em sociedade

É saber viver a vida

É ser amado

Ter amigo em todo lado

Com dinheiro ou sem dinheiro

Sempre ser considerado

Felicidade é trabalhar e ter afeto

Ser bem quisto e ser honesto

Lutar para prosperar

Sem falsidade, preconceito ou maldade,

Sempre com sinceridade

E ter paz dentro do lar

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é estar sempre contente

Ser notado quando ausente

Do convívio em que convive

Ajude hoje quem ontem lhe ajudou

Com carinho e muito amor

Neste país que a gente vive

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é estar sempre contente

Ser notado quando ausente

Do convívio em que convive

Ajude hoje quem ontem lhe ajudou

Com carinho e muito amor

Neste país que a gente vive

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

 

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O OURO E A MADEIRA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

O OURO E A MADEIRA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Ederaldo Gentil)

 

O Ouro afunda no mar

Madeira fica por cima

Ostra nasce do lodo

Gerando pérolas finas

Não queria ser o mar, me bastava a fonte

Muito menos ser a rosa, simplesmente o espinho

Não queria ser caminho, porém o atalho

Muito menos ser a chuva, apenas o orvalho

Não queria ser o dia, só a alvorada

Muito menos ser o campo, me bastava o grão

Não queria ser a vida, porém o momento

Muito menos ser concerto, apenas a canção

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

Não queria ser o mar, me bastava a fonte

Muito menos ser a rosa, simplesmente o espinho

Não queria ser caminho, porém o atalho

Muito menos ser a chuva, apenas o orvalho

Não queria ser o dia, só a alvorada

Muito menos ser o campo, me bastava o grão

Não queria ser a vida, porém o momento

Muito menos ser concerto, apenas a canção

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

 

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quarta-feira, 2 de junho de 2021

ONTEM – ZÉ DI

ONTEM – ZÉ DI

(Zé Di / Astrogildo Silva)

 

Ontem cheguei em casa e não encontrei

Aquela que eu tanto amei

E de tristeza eu quase morri

E além do mais

Minha viola em pedaços achei

Da parede seu retrato tirei

Mentindo pra mim mesmo que lhe esqueci

Mas, se ela voltar pro nosso barracão

Nessa de riso, choro e condição

Vai ser aquele samba no meu coração

Me arrependo de ter brigado e não pedir perdão, viu,

Não calculei que me custasse tanto

Ter me humilhado sem haver razão

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Que eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

Comigo!

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

Ontem cheguei em casa e não encontrei

Aquela que eu tanto amei

E de tristeza eu quase morri

E além do mais

Minha viola em pedaços achei

Da parede seu retrato tirei

Mentindo pra mim mesmo que lhe esqueci

Mas, se ela voltar pro nosso barracão

Nesta de riso, choro e condição

Vai ser aquele samba no meu coração

Me arrependo de ter brigado e não pedir perdão, viu,

Não calculei que me custasse tanto

Ter me humilhado sem haver razão

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

 

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OUTRO BOUQUET – ZÉ DI

OUTRO BOUQUET – ZÉ DI

(Zé Di / Baby Santiago)

 

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que beleza!

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Na noite passada minha amada esperei

Pela madrugada afora não apareceu ninguém

As esperanças morreram no meu coração

E as flores também murcharam e eu de bouquet na mão

Segura!

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Na noite passada minha amada esperei

Pela madrugada afora não apareceu ninguém

As esperanças morreram no meu coração

Lelê!

E as flores também murcharam e eu de bouquet na mão

Vai você!

Que noite linda de morrer

Meu Deus do céu!

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

 

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terça-feira, 1 de junho de 2021

REI DA FRANÇA NA ILHA DA ASSOMBRAÇÃO – ZÉ DI

REI DA FRANÇA NA ILHA DA ASSOMBRAÇÃO – ZÉ DI

(Zé Di / Malandro)

 

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Mas não cantaram

Não cantaram em vão

O poeta e o sabiá

Na fonte do ribeirão

Lenda e assombração

Contam que o rei criança

Viu o Reino de França no Maranhão

Das matas fez o salão dos espelhos

Em candelabros, palmeirais

Da gente índia à Corte Real

Do ouro e prata um mundo irreal

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na praia dos Lençóis

Areia assombração

O touro negro coroado

É dom Sebastião

É meia-noite

Nhá Jança vem

Desce do além

Na carruagem

Do fogo vivo

Luz da nobreza

Saem azulejos

Sua riqueza

E a escrava

Que maravilha

É a serpente de prata que rodeia a ilha

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Mas não cantaram

Não cantaram em vão

O poeta e o sabiá

Na fonte do ribeirão

Lenda e assombração

Contam que o rei criança

Viu o Reino de França no Maranhão

Das matas fez o salão dos espelhos

Em candelabros, palmeirais

Da gente índia à Corte Real

De ouro e prata um mundo irreal

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na praia dos Lençóis

Areia assombração

O touro negro coroado

É dom Sebastião

É meia-noite

Nhá Jança vem

Desce do além

Na carruagem

Do fogo vivo

Luz da nobreza

Saem azulejos

Sua riqueza

E a escrava

Que maravilha

É a serpente de prata que rodeia a ilha

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô meu sinhô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

 

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SAMBA DO BOTECO "SAMBA BOM" – ZÉ DI

SAMBA DO BOTECO "SAMBA BOM" – ZÉ DI

(Zé Di)

 

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom, é

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

 

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INDEPENDÊNCIA OU MORTE – ZÉ DI

INDEPENDÊNCIA OU MORTE – ZÉ DI

(Zé Di)

 

Valeu o sacrifício dos Andradas

E as preces da princesa Leopoldina

A morte de Tiradentes não foi em vão

São hoje símbolos vivos da nossa Nação

A maçonaria muito contribuiu

Na surdina lutou e conseguiu

De Príncipe Regente se fez imperador

Num gesto de coragem e de amor

Independência ou Morte Dom Pedro Primeiro bradou

E o sonho dos brasileiros se concretizou

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, lá, lá, laiá, lá

Laiá, lá, lá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Valeu o sacrifício dos Andradas

E as preces da princesa Leopoldina

A morte de Tiradentes não foi em vão

São hoje símbolos vivos da nossa Nação

A maçonaria muito contribuiu

Na surdina lutou e conseguiu

De Príncipe Regente se fez imperador

Num gesto de coragem e de amor

Independência ou Morte Dom Pedro Primeiro bradou

Hei!

E o sonho dos brasileiros se concretizou

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, laiá, laiá,

hei!

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

 

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sábado, 29 de maio de 2021

REZA FORTE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

REZA FORTE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Zuzuca)

 

Rezadeira também tem o seu valor

Foi a reza da vizinha que curou a minha dor

Rezadeira também tem o seu valor

Foi a reza da vizinha que curou a minha dor

Ai Sinhá

Ai Sinhô

Meu pai me deixou pequeno

Minha mãe que me criou

Ai Sinhá

Ai Sinhô

Sou filho de lavadeira que vem lá do interior

Ai Sinhá

Ai Sinhô

Sou filho de lavadeira que vem lá do interior

Cadê carreiro, carreiro tá me chamando

Cadê carreiro, carreiro tá me chamando

Carreiro tem um costume

Chama a gente e vai andando

Cadê carreiro, carreiro tá me chamando

Cadê carreiro, carreiro tá me chamando

Carreiro tem um costume

Quando chama sai andando

Minha mãe sempre dizia

Não preciso de doutor

Quando estou desanimado

Ou estou sentindo dor

Eu procuro a rezadeira ou então um rezador

Rezadeira também tem o seu valor

Foi a reza da vizinha que curou a minha dor

Rezadeira também tem o seu valor

Foi a reza da vizinha que curou a minha dor

 

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SERENOU – CONJUNTO NOSSO SAMBA

SERENOU – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Délcio Carvalho)

 

Serenou

Quem não viu

Quando a aurora despontou

Na hora em que você sorriu

Serenou

Quem não viu

Quando a aurora despontou

Na hora em que você sorriu

Teu sorriso de criança

Há tanto tempo eu não via

Foi assim como a bonança

Despertou minha alegria

Que morria na lembrança

Foi o sol dourando a terra

E o milagre da alvorada

Pôs um fim ao nosso adeus

Fez do inferno o paraíso

Um maravilhoso sorriso

Que pairou nos olhos teus

Serenou

Quem não viu

Quando a aurora despontou

Na hora em que você sorriu

Serenou

Quem não viu

Quando a aurora despontou

Na hora em que você sorriu

 

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quinta-feira, 27 de maio de 2021

QUANDO VIM DE MINAS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

QUANDO VIM DE MINAS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Xangô da Mangueira)

 

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Trabalhava lá em Minas

Juntei dinheiro numa sacola

Por causa de uma mineira

Quase que peço esmola

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Você diz que é esperto

Mas esperto fui eu só

Eu que trabalhei na mina

E juntei meu ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Trabalhava noite e dia

Trabalhei com chuva e sol

Mas assim eu consegui

Foi trazer meu ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Sou mineiro sou de fato

Sou mineiro, mas sou requintado

Só não volto lá pra Minas

Porque tenho meu corpo cansado

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó quando eu vim

Quando eu vim de Minas

Trouxe ouro em pó

 

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MALANDRO É MALANDRO MESMO - CONJUNTO EXPLOSÃO DO SAMBA

MALANDRO É MALANDRO MESMO - CONJUNTO EXPLOSÃO DO SAMBA

(Ari do Cavaco / Otacílio)

Isto É Que É Partido Alto Vol.5 - 1976

 

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Quem fala mal do malandro, compadre,

Só pode ser por despeito

Malandro é um cara bacana

Homem de moral e respeito

O defeito do malandro

É dinheiro, bebida e mulher

Como é que é?

Malandro tem cabeça feita

Malandro sabe o que quer

Como é que é?

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Bom malandro foi brancura

Foi camisa preta

Foi um milhãozinho

Que não trabalhavam e andavam limpinhos

E muitas mulheres lhe davam carinho

Um otário lá no morro metido a malandro

Metido a valente

Assaltava operário

Botava pra frente

Mas foi enterrado como indigente

Como é que é?

Malandro é malandro mesmo

Ô malandragem

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Um malandro de primeira

Tem que ser considerado

Na favela ou na Mangueira

Quando chega está chegado

Um bom malandro não briga

E nunca faz arruaça

E nunca se mete em intriga

Por causa de uma cachaça

Como é que é?

Malandro é malandro mesmo

Ô malandragem

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Ô malandragem

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Ô malandragem

Malandro é malandro mesmo

Fala malandro!

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

Malandro é malandro mesmo

 

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CAMISA 10 / BOA NOITE - CONJUNTO NOSSO SAMBA

CAMISA 10 / BOA NOITE - CONJUNTO NOSSO SAMBA

Camisa 10 (Hélio Matheus/Luis Vagner)

Boa Noite (Aparecida)

 

Desculpe seu Zagalo

Mexe nesse time que está muito fraco

Levaram uma flecha esqueceram o arco

Bolaram muito fogo e sopraram o furacão

Que não saiu do chão

Desculpe seu Zagalo

Puseram uma palhinha na sua fogueira

E se não fosse a força desse tal Pereira

Comiam um frango assado lá na jaula do leão

Mas não tem nada não

Cuidado seu Zagalo

O garoto do parque está muito nervoso

E esse meio campo fica perigoso

Parece que desliza nesse vai não vai

Quando não cai

É camisa dez na seleção

Paiá, paiá, paiá!

É camisa dez na seleção

Paiá, paiá, paiá!

Dez é a camisa dele

Quem é que vai no lugar dele

É camisa dez na seleção

Paiá, paiá, paiá!

Boa noite aos amigos

Boa noite, boa noite

Boa noite às melodias

Boa noite, boa noite

Boa noite aos inimigos

Boa noite, boa noite

Boa noite às agonias

Boa noite, boa noite

Boa noite à bateria

Boa noite, boa noite

Boa noite aos diretores

Boa noite, boa noite

Boa noite à alegria

Boa noite, boa noite

Também aos compositores

Boa noite, boa noite

E boa noite felicidade

Boa noite, boa noite

Pra entra e pra quem sai

Boa noite, boa noite

Boa noite à saudade

Boa noite, boa noite

De quem fica e de quem vai

Boa noite, boa noite

E boa noite as minhas almas

Boa noite, boa noite

Minhas almas santas benditas

Boa noite, boa noite

Boa noite pai Oxalá

Boa noite, boa noite

E boa noite pra moça bonita

Boa noite, boa noite

Ih! Boa noite Escrete do Samba

Boa noite, boa noite

Boa noite meu Brasil

Boa noite, boa noite

 

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RETALHOS DE CETIM – CONJUNTO NOSSO SAMBA

RETALHOS DE CETIM – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Benito Di Paula)

 

Ensaiei meu samba o ano inteiro

Comprei surdo e tamborim

Gastei tudo em fantasia

Era só o que eu queria

E ela jurou desfilar pra mim

Minha escola estava tão bonita

Era tudo o que eu queria ver

Em retalhos de cetim

Eu dormi o ano inteiro

E ela jurou desfilar pra mim

Mas chegou o carnaval

E ela não desfilou

Eu chorei na avenida eu chorei

Não pensei que mentira

A cabrocha que eu tanto amei

 

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QUANDO EU ME CHAMAR SAUDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

QUANDO EU ME CHAMAR SAUDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Nelson Cavaquinho/Guilherme de Brito)

 

Sei que amanhã quando eu morrer

Os meus amigos vão dizer

Que eu tinha um bom coração

Alguns até hão de chorar

E querer me homenagear

Fazendo de ouro um violão

Mas depois que o tempo passar

Sei que ninguém vai se lembrar

Que eu fui embora

Por isso é que eu penso assim

Se alguém quiser fazer por mim

Que faça agora

Me dê as flores em vida

Um carinho, a mão amiga

Para aliviar meus ais

Depois que eu me chamar saudade

Não preciso de vaidade

Quero prece e nada mais

Quero prece e nada mais

Quero prece e nada mais

Quero prece e nada mais

 

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HORA DE CHORAR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

HORA DE CHORAR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Mano Décio da Viola/Jorginho Pessanha)

 

Com licença está na minha hora de chorar

Paciência

Quero me desabafar

Só quem perdeu o grande amor

Sabe dar valor

Ao pranto meu

Quero ver chorar quem não sofreu

Quero ver chorar quem não sofreu

Deixa teu pranto rolar

Hoje eu quero sofrer

A recordação de um grande amor

Faço do pranto a dor da minha dor

Ô, ô, ô, ô, ô,

Esse pranto faz parte do meu desamor

Ô, ô, ô, ô, ô,

Esse pranto faz parte do meu desamor

 

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QUE BELEZA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

QUE BELEZA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Benito Di Paula)

 

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Esse samba começa agora

Vai até o sol raiar

Tem muita mulher bonita e muita mulher tá pra chegar

Ora essa meu amigo

Pode entrar que a casa é sua

Não mexa com a mulher no samba senão você vai pro olho da rua

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza ver meu samba

Na avenida desfilar

Que beleza ver cabrocha colorida a sambar

No meu samba tudo é festa

Ele acaba com a tristeza

Vamos lá rapaziada

Pro meu partido que beleza

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Quando eu entro com meu samba

Dança e canta quem quiser

Todo mundo vem pra roda

Canta um verso e diz no pé

Faço samba toda hora

Fazer samba é o que eu mais quero

Meu partido é uma beleza

Ele é verde e amarelo

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Beleza, hein?!

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

Que beleza

Que beleza ô

Que beleza

Que beleza meu amor

Que beleza

 

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