Resumo dos samba-rock

terça-feira, 5 de junho de 2018

O NAVIO DEU SINAL - BAIANINHO


O NAVIO DEU SINAL - BAIANINHO

O navio deu sinal não demora, começa a navegar
O navio deu sinal não demora, começa a navegar
Eu já sinto o balanço das ondas
O navio começa jogar
Marinheiro que marca bobeira
Vai morar lá no fundo do mar
Eu já sinto o balanço das ondas
O navio começa jogar
Marinheiro que marca bobeira
Vai morar lá no fundo do mar
Eu falei
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
O navio deu sinal não demora, começa a navegar
O navio deu sinal não demora, começa a navegar
Pescador, bom pescador
Nem o tempo consegue enganar
Sabe quando vai chover
Nesse dia não sai pra pescar
Fica deitado na rede
Contando histórias do mar, pescador
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
Eu falei
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
O navio deu sinal não demora, começa a navegar
O navio deu sinal não demora, começa a navegar
Eu já sinto o balanço das ondas
O navio começa jogar
Marinheiro que marca bobeira
Vai morar lá no fundo do mar
Eu já sinto o balanço das ondas
O navio começa jogar
Marinheiro que marca bobeira
Vai morar lá no fundo do mar
Eu falei
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
Eu falei
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar
Outra vez
Ê, sereia quero ouvir você cantar
Ê, sereia você mora em alto mar

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(Colaboração Barry Cox)

NÃO VOU TOMAR MAIS SAIDEIRA – GRACIANO DO SALGUEIRO


NÃO VOU TOMAR MAIS SAIDEIRA – GRACIANO DO SALGUEIRO
(Gracia do Salgueiro / Duque do Surdo)

Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Eu não vou tomar
Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Agora, você mandou sair
Mais uma rodada
É derrubada, eu já senti
Essa já é a décima terceira
Que vem como saideira
E nada da gente sair
Enquanto tiver garçom e geladeira
Tem sempre uma saideira
Que não deixa a gente dormir
Eu não vou tomar
Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Eu não vou tomar
Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Agora, você mandou sair
Mais uma rodada
É derrubada, eu já senti
Essa já é a décima terceira
Que vem como saideira
E nada da gente sair
Enquanto tiver garçom e geladeira
Tem sempre uma saideira
Que não deixa a gente dormir
Eu não vou tomar
Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Eu não vou tomar
Eu não vou tomar mais saideira
Segunda feira
Tenho que ir trabalhar
Trabalhar
Estou nessa a semana inteira
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar
Se eu tomar mais um copo só mesmo de maca vão me retirar

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(Colaboração Barry Cox)

sexta-feira, 1 de junho de 2018

BÔKO MÔKO - ZUZUCA

BÔKO MÔKO - ZUZUCA
(Zere)
Zuzuca - O Bom Sambista (1972)

Lá onde eu moro tem um Bôko Môko
Só anda naquela do "me dá me dá"
Se tomo uma cerva ele pede um pouco
Se fumo um cigarro ele quer me filar
Nenhum jardineiro quer quebrar seu galho
Porque o sujeito é ruim de pagar
Quer ser teu amigo não fale em trabalho
Senão Bôko Môko pode desmaiar
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Lá onde eu moro
Lá onde eu moro tem um Bôko Môko
Só anda naquela do "me dá me dá"
Se tomo uma cerva ele pede um pouco
Se fumo um cigarro ele quer me filar
Nenhum jardineiro quer quebrar seu galho
Porque o sujeito é ruim de pagar
Quer ser teu amigo não fale em trabalho
Se não Bôko Môko pode desmaiar
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Lá onde eu moro
Lá onde eu moro tem um Bôko Môko
Só anda naquela do "me dá me dá"
Se tomo uma cerva ele pede um pouco
Se fumo um cigarro ele vem me filar
Nenhum jardineiro quer quebrar seu galho
Porque o sujeito é ruim de pagar
Quer ser seu amigo não fala em trabalho
Senão Bôko Môko pode desmaiar
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá
Oi, quer dar, dá
Se não quer dar, não dá

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(Colaboração de Barry Cox)

sábado, 26 de maio de 2018

MADRUGADA CHEGOU (ANIVERSÁRIO DO MEU BEM) - MANACÉIA


MADRUGADA CHEGOU (ANIVERSÁRIO DO MEU BEM) - MANACÉIA
Canta Casquinha


Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Madrugada, madrugada
Não posso mais demorar
Meu amor tá me esperando
Em casa tenho que chegar
Hoje é seu aniversário
Por isso não posso ficar
Vou levar doces pra ele
Mas amanhã eu vou voltar
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Madrugada eu agradeço
A sua boa intenção
Vou levar doces pra ela
E também meu coração
Amanhã eu voltarei
Para o samba incrementar
Madrugada, madrugada
Sem ela não posso ficar
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
O sambista da pesada
Tem que andar na madrugada
Pois nela se desenrola
Toda espécie de jogada
Quem pisa na madrugada
Com fé em Deus e confiança
Sempre dá pra arranjar
O leitinho da criança
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Madrugada, madrugada
Não posso mais demorar
Meu amor tá me esperando
Em casa tenho que chegar
Hoje é seu aniversário
Por isso não posso ficar
Vou levar doces pra ela
Mas amanhã eu vou voltar
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Madrugada eu agradeço
A sua boa intenção
Vou levar doces pra ela
E também meu coração
Amanhã eu voltarei
Para o samba incrementar
Madrugada, madrugada
Sem ela não posso ficar
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora
O sambista da pesada
Tem que andar na madrugada
Pois nela se desenrola
Toda espécie de jogada
Quem pisa na madrugada
Com fé em Deus e confiança
Sempre dá pra arranjar
O leitinho da criança
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou-me embora
Agora é hora
Ora se vou
Madrugada chegou eu vou embora
Agora é hora

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(colaboração Barry Cox)

segunda-feira, 2 de abril de 2018

O LAMENTO DO SAMBA – PAULO CESAR PINHEIRO


O LAMENTO DO SAMBA – PAULO CESAR PINHEIRO

Eu tenho saudade
Dos sambas de antigamente
Quando o samba deixava uma vaga tristeza no peito da gente
Não era amargura e nem desventura e nem sofrimento
Era uma nostalgia, era melancolia, era um bom sentimento
Nos dias de hoje
O samba ficou diferente
Não tem mais dolência, mudou a cadência e o povo nem sente
Sua melodia é uma falsa alegria que passa com o vento
Ninguém percebeu, mas o samba perdeu sua voz de lamento
Quando eu canto na roda de samba um samba que é mais antigo
A moçada se cala, escuta, aprende, e ainda canta comigo
O que falta pra quem faz um samba
É a tristeza que vem de outro tempo
Quem não sabe a ciência do samba
Vai fazer o que pede o momento
O segredo da força do samba
É a vivência do seu fundamento
O que faz ser eterno um bom samba
É a beleza que tem seu lamento
Eu tenho saudade
Dos sambas de antigamente
Quando o samba deixava uma vaga tristeza no peito da gente
Não era amargura e nem desventura e nem sofrimento
Era uma nostalgia, era melancolia, era um bom sentimento
Nos dias de hoje
O samba ficou diferente
Não tem mais dolência, mudou a cadência e o povo nem sente
Sua melodia é uma falsa alegria que passa com o vento
Ninguém percebeu, mas o samba perdeu sua voz de lamento
Quando eu canto na roda de samba um samba que é mais antigo
A moçada se cala, escuta, aprende, e ainda canta comigo
O que falta pra quem faz um samba
É a tristeza que vem de outro tempo
Quem não sabe a ciência do samba
Vai fazer o que pede o momento
O segredo da força do samba
É a vivência do seu fundamento
O que faz ser eterno um bom samba
É a beleza que tem seu lamento

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TEMPO DE PAZ – JORGE PESSANHA


TEMPO DE PAZ – JORGE PESSANHA

Você vai ver que viver sem mim
É pior
Você vai ver que viver sem mim
É pior
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Não, não há mais jeito
Nosso amor desfeito
Você vai viver só
Melhor, já dei um chega
E vou provar que sou maior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Estou em tempo de paz
Sofrer de amor nunca mais
Já não me lembro a cor dos olhos teus
Aceitando riso
Dominei as lágrimas
E aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Não, não há mais jeito
Nosso amor desfeito
Você vai viver só
Melhor, já dei um chega
E vou provar que sou maior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Estou em tempo de paz
Sofrer de amor nunca mais
Já não me lembro a cor dos olhos teus
Aceitando riso
Dominei as lágrimas
E aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus

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(Colaboração Barry Cox)

UM HINO DE AMOR AO SALGUEIRO - ZUZUCA


UM HINO DE AMOR AO SALGUEIRO - ZUZUCA

Calça Larga
Você foi e será sempre lembrado no coração de todos os salgueirenses
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá
Desculpe, mas do meu ponto de vista
Ser poeta e ser sambista
É um dom do brasileiro
Mas, fazer samba para o povo
Tendo sempre um molho novo
É privilegio do Salgueiro
Mas, fazer samba para o povo
Tendo sempre um molho novo
É privilegio do Salgueiro
Quando vejo a escola na avenida
Vejo cores, vejo vida
Tanta coisa recordar
Vejo Casemiro Calça Larga
Lá na Presidente Vargas
Nossa escola comandar
Coisas que a memória não empana
Dona Maria Romana
Tem bem viva em sua mente
E todo Salgueiro tem de cor
Não é melhor, nem é pior
É apenas diferente
E todo Salgueiro tem de cor
Não é melhor, nem é pior
É apenas diferente
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá

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(Colaboração Barry Cox)