UM SAMBA NO BAÚ - AGEPÊ
De: Juvenil José Furtado (Juvenil Santos) / Antonio Rego Barros Filho (Barros)
1977
Um samba no baú pra prestar conta a Deus
Ouvir dos seus
Falar dos meus
Eu tenho muito pouco pra falar de mim
Senão do botequim
E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou
No vento
Um samba no baú pra prestar conta a Deus
Dizer que já não sou
Lembrar o que passou
Embora a gente agora não se entenda mais
O tempo tem seu tempo de paz
O dia tem seu dia de horror
De chega pra lá
De pingos de amor
Não, eu nunca mais vou te esquecer
O riso perde a graça se não tem você
E a vida vive apenas de recordação
Não, eu nunca mais vou te esquecer
O riso perde a graça se não tem você
E a vida vive apenas de recordação
Um samba no baú pra prestar conta a Deus
Ouvir dos seus
Falar dos meus
Eu tenho muito pouco pra falar de mim
Senão do botequim
E da saudade, é verdade, a maldade matou, nosso tempo voou
No vento
Um samba no baú pra prestar conta a Deus
Dizer que já não sou
Lembrar o que passou
Embora a gente agora não se entenda mais
O tempo tem seu tempo de paz
O dia tem seu dia de horror
De chega pra lá
De pingos de amor
Não, eu nunca mais vou te esquecer
O riso perde a graça se não tem você
E a vida vive apenas de recordação
Não, eu nunca mais vou te esquecer
O riso perde a graça se não tem você
E a vida vive apenas de recordação
Não, eu nunca mais vou te esquecer
O riso perde a graça se não tem você
E a vida vive apenas de recordação
letrasdesambarock.blogspot.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário