OPERÁRIO PADRÃO - AGEPÊ
De: Antonio Gilson Porfiro (Agepê) / Verne Raymundo de Macedo (Canário)
1977
Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz
Olha que coisa bonita é comer na marmita
Olhando o mar
Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô
Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,
Assim como eu sou
As vezes
Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia
Muita gente sem saia
Muitos homens de bem
De viola e cadeirinha
Esperando um alguém que já vem
E aí me dá vontade de ir pra lá
Mas o mestre-cela da obra
Diz que é hora de acordar
E eu vou
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
Olha que cheirinho bom que esse ventinho traz
Olha que coisa bonita é comer na marmita
Olhando o mar
Vivo assim trabalhando na obra do ano, no metrô
Sou operário sem jeito, mas to satisfeito,
Assim como eu sou
As vezes
Fico com os meus dois olhões mergulhados na praia, é
Muita gente sem saia
Muitos homens de bem
De viola e cadeirinha
Esperando um alguém que já vem
E aí me dá vontade de ir pra lá
Mas o mestre-cela da obra
Diz que é hora de acordar
E eu vou
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
Olhando o mar
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
No teco-teleco-teleco-teco teco-teco na pedra
No teco-teleco-teleco-teco olhando o mar
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