SOLO DE PISTON - ALCIONE
De: Antônio Oliveira (Totonho) / Paulo Rezende
1977
Eu às vezes paro numa esquina do tempo
E deixo o pensamento ir visitar o passado
Volto a caminhar nas ruas de São Luiz
Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz
Corro novamente pelas ruas descalça
Ouço antigas valsas das serestas de então
Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio
Saudade que me veio lá do Maranhão
Volto a minha escola e a bruxinha de pano
Ao jogo de bola e sou criança outra vez
Sob a batuta do meu velho no coreto
Toco na pracinha um dobrado e um minueto
Passo pela praça e minha turma me espera
Mas minha quimera dura pouco
Como tudo que é bom
Então eu volto outra vez à realidade
Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston
Então eu volto outra vez à realidade
Pra matar minha saudade faço um solo de piston
Eu às vezes paro numa esquina do tempo
E deixo o pensamento ir visitar o passado
Volto a caminhar nas ruas de São Luiz
Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz
Corro novamente pelas ruas descalça
Ouço antigas valsas das serestas de então
Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio
Saudade que me veio lá do Maranhão
Volto a minha escola e a bruxinha de pano
Ao jogo de bola e sou criança outra vez
Sob a batuta do meu velho no coreto
Toco na pracinha um dobrado e um minueto
Passo pela praça e minha turma me espera
Mas minha quimera dura pouco
Como tudo que é bom
Então eu volto outra vez à realidade
Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston
Então eu volto outra vez à realidade
Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston
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