Resumo dos samba-rock

sábado, 5 de junho de 2021

TOM MAIOR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

TOM MAIOR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Martinho da Vila)

 

Está

Em você

O que o amor

Gerou

Ele vai nascer

E há de ser

Sem dor

Ah! Eu hei de ver

Você ninar

Ele dormir

Hei de vê-lo andar

Falar

Sorrir

Ah! Eu hei de ver

Você ninar

Ele dormir

Fazê-lo andar

Falar

Cantar

Sorrir

E então quando ele crescer

Vai ter que ser homem de bem

Vou ensiná-lo a viver

Onde ninguém é de ninguém

Vai ter que amar a liberdade

Só vai cantar em tom maior

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

Mas vai ter que amar a liberdade

Só vai cantar em tom maior

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

Ah! Eu hei de ver

Você ninar

Ele dormir

Fazê-lo andar

Falar

Cantar

Sorrir

E então quando ele crescer

Vai ter que ser homem de bem

Vou ensiná-lo a viver

Onde ninguém é de ninguém

Vai ter que amar a liberdade

Só vai cantar em tom maior

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

Mas vai ter que amar a liberdade

Só vai cantar em tom maior

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

Laiá, lá, laiá, laiá, laiá

Lá, lá, laiá, laiá, laiá,

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

Lá, lá, lá, laiá, laiá, laiá,

Lá, lá, laiá, laiá, laiá,

Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor

 

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TEMPO DE PAZ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

TEMPO DE PAZ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Jorginho Pessanha - Walter Coringa)

 

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Aprendi a dizer

Adeus

Não, não há mais jeito

Nosso amor desfeito

Você vai viver só

Melhor

Já dei um chega

Vou provar que sou maior

Você vai ver que viver sem mim é pior

Você vai ver que viver sem mim é pior

Estou em tempo de paz

Sofrer esse amor nunca mais

Já não me lembro a cor dos olhos teus

Aceitando risos

Dominei as lágrimas

Aprendi a dizer

Adeus

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Aprendi a dizer

Adeus

Não, não há mais jeito

Nosso amor desfeito

Você vai viver só

Melhor

Já dei um chega

Vou provar que sou maior

Você vai ver que viver sem mim é pior

Você vai ver que viver sem mim é pior

Estou em tempo de paz

Sofrer esse amor nunca mais

Já não me lembro a cor dos olhos teus

Aceitando risos

Dominei as lágrimas

Aprendi a dizer

Adeus

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Aprendi a dizer

Adeus

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Aprendi a dizer

Adeus

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Aprendi a dizer

Adeus

 

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DOR DA FALSIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

DOR DA FALSIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Geraldo Babão)

 

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Sei que hoje está sorrido

Zombando de minha dor

É sinal que nunca teve

Piedade e amor

Se amanhã você chorar, não vou sorrir, conheço a dor

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Procure corrigir seu erro

Não zombe de ninguém

Porque hoje ou amanhã

Sua dor virá também

Vai morrer sem ter socorro e pra você não fica bem

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Muita gente desconhece

Que a dor tem qualidade

Existe a dor da tristeza

Existe a dor da saudade

Mas a dor que me tortura é a dor da falsidade

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

Só dói a dor

Só dói a dor em quem sente ela doer

Quem não sabe o que é dor

Não conhece o que é sofrer

 

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VOU PROSSEGUIR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

VOU PROSSEGUIR – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Dida - Everaldo da Viola)

 

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Lá, laiá

Vou sacudir a poeira e vou prosseguir

Todos os meus desenganos vou deixar aqui

Vou levantar a cabeça e a vida encarar

O que passou já passou eu vou deixar pra lá

Lá, lá

Quero pisar só em rosas pelo meu caminho

Até aqui tão somente pisei em espinhos

Vou me entregar totalmente aos prazeres da vida

Toda tristeza passada será esquecida

Vou me entregar totalmente aos prazeres da vida

Toda tristeza passada será esquecida

Vou mostrar

Que também

Sei sorrir

Sei cantar

Em caminhos de flores é que vou caminhar

Vou mostrar

Que também

Sei sorrir

Sei cantar

Em caminhos de flores é que vou caminhar

Vou sacudir a poeira e vou prosseguir

Todos os meus desenganos vou deixar aqui

Vou levantar a cabeça e a vida encarar

O que passou já passou eu vou deixar pra lá

Lá, lá

Quero pisar só em rosas pelo meu caminho

Até aqui tão somente pisei em espinhos

Vou me entregar totalmente aos prazeres da vida

Toda tristeza passada será esquecida

Vou me entregar totalmente aos prazeres da vida

Toda tristeza passada será esquecida

Vou mostrar

Que também

Sei sorrir

Sei cantar

Em caminhos de flores é que vou caminhar

Vou mostrar

Que também

Sei sorrir

Sei cantar

Em caminhos de flores é que vou caminhar

Vou mostrar

Que também

Sei sorrir

Sei cantar

Em caminhos de flores é que vou caminhar

 

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SÓ PODIA SER VOCÊ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

SÓ PODIA SER VOCÊ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Zé Catimba)

 

Um bilhete malcriado

Já está tudo acabado

Só podia ser você

Um amor desesperado

O meu peito sufocado

Só podia ser você

Quem semeou colheu

Quem não trabalhou sobrou

Só quem perdeu chorou

Quem esperou ganhou

Quem não amou não viveu

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Um bilhete malcriado

Já está tudo acabado

Só podia ser você

Um amor desesperado

O meu peito sufocado

Só podia ser você

Quem semeou colheu

Quem não trabalhou sobrou

Só quem perdeu chorou

Quem esperou ganhou

Quem não amou não viveu

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

Lá, laiá, lá, laiá, lá, lá

Lá, laiá

 

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FESTA DO CÍRIO DE NAZARÉ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

FESTA DO CÍRIO DE NAZARÉ – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Aderbal Moreira Serra / Dario Marciano / Nilo Mendes)

 

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

No mês de outubro

Em Belém do Pará

São dias de alegria e muita fé

Começa com extensa romaria matinal

O Círio de Nazaré

Começa com extensa romaria matinal

O Círio de Nazaré                            

Que maravilha

A procissão

E como é linda

A Santa em sua berlinda

E o romeiro

A implorar

Pedindo a Dona em oração

Pra lhe ajudar

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

Oh! Virgem Santa

Olhai por nós

Olhai por nós, oh! Virgem Santa

Pois precisamos de paz

Em torno da Matriz

As barraquinhas com seus pregoeiros

Moças e senhoras do lugar

Três vestidos fazem pra se apresentar

Tem o circo dos horrores

Berro-boi, roda gigante

As crianças se divertem

Em seu mundo fascinante

E o vendeiro

De iguarias a pronunciar

Comidas típicas

Do estado do Pará

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá

Tem patos no tucupi

Muçuã e tacacá

Maniçoba e tucumã

Açaí e aluá                     

 

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ARTE DE VIVER – CONJUNTO NOSSO SAMBA

ARTE DE VIVER – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Nenem - Pintado)

 

Tem gente nesta cidade

Que caminha sem saber

Que a intranquilidade

É consequência do sofrer

Foi vivendo lá no morro

Que aprendi desde criança

Que a vida é um palco

Onde a gente canta e dança

Onde a gente canta e dança

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Onde a gente canta e dança

A gente sem ser artista

Quem tem luz onde viver

Consegue grande conquista

Consegue grande conquista

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

O viver é uma arte

Arte que o mundo encobre

Tem pobre que ficou rico

Tem rico que ficou pobre

Tem gente que diz que ama

Sem saber o que é o amor

Tem gente que é feliz

E se sente o sofredor

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Tem gente nesta cidade

Que caminha sem saber

Que a intranquilidade

É consequência do sofrer

Foi vivendo lá no morro

Que aprendi desde criança

Que a vida é um palco

Onde a gente canta e dança

Onde a gente canta e dança

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá, lá, laiá

Lá, laiá, laiá

Lá, laiá, laiá

 

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NA CADÊNCIA DO SAMBA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

NA CADÊNCIA DO SAMBA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Luiz Bandeira)

 

Que bonito é

Ver o samba no terreiro

Assistir um batuqueiro

Numa roda improvisar

Que bonito é

A mulata requebrando

Os tambores repicando

Uma escola desfilar

Que bonito é

Ver a noite enluarada

Numa trova apaixonada

Um cantor desabafar

Que bonito é

Gafieira salão nobre

Seja rico, ou seja, pobre

Toda gente a sambar

O samba é romance

O samba é fantasia

O samba é sentimento

O samba é alegria

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Que bonito é

Ver o samba no terreiro

Assistir um batuqueiro

Numa roda improvisar

Que bonito é

A mulata requebrando

Os tambores repicando

Uma escola desfilar

Que bonito é

Ver a noite enluarada

Numa trova apaixonada

Um cantor desabafar

Que bonito é

Gafieira salão nobre

Seja rico, ou seja, pobre

Toda gente a sambar

O samba é romance

O samba é fantasia

O samba é sentimento

O samba é alegria

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

Bate que vá batendo a cadência boa que o samba tem

Bate que repicando pandeiro vai, tamborim também

 

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MAGIA AFRICANA NO BRASIL E SEUS MISTÉRIOS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

MAGIA AFRICANA NO BRASIL E SEUS MISTÉRIOS – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Gambazinho)

 

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô

Como Máfero

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô

Como Máfero

Trazidos da África para o Brasil

Trabalhavam

Os negros escravos

Na fazenda

Do branco senhor

Sobre as ordens

De um ambicioso rei

Bahia do feitiço e da magia

Da dança, da capoeira

Do famoso candomblé

Culto de origem africana

Vindo para este país

No tempo colonial

E tornou-se tradicional

Tem mucamas,

Têm feiticeiros,

Tem pajés e chefes de índios guerreiros

Tem mucamas,

Têm feiticeiros,

Tem pajés e chefes de índios guerreiros

Exu

Espírito criado pela natureza

Ogum

Sincretizado com santo Antônio na Bahia

Iê, Iê, Iê.

Salve Oxóssi rei da mata

Oxóssi é caçador

Salve abaluaê

Xangô, Oxum Maré,

Irê e Nanã

Oxum

Deusa do ouro e dos rios

E a guerreira Inhansã

Deusa dos raios

Salve Ossaim

Iemanjá rainha do mar

Saravá pai Oxalá

E ao rufar dos atabaques

Lá vem os negros

Lá vem os negros

Com a dança de roda cantando em Nagô

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

Iaô,

Iaô,

Iaô, Iaô, Iaô.

Como Máfero Iaô, como Máfero.

 

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ISTO É FELICIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

ISTO É FELICIDADE – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Dedé da Portela)

 

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é ter paz e liberdade

Viver em sociedade

É saber viver a vida

É ser amado

Ter amigo em todo lado

Com dinheiro ou sem dinheiro

Sempre ser considerado

Felicidade é trabalhar e ter afeto

Ser bem quisto e ser honesto

Lutar para prosperar

Sem falsidade, preconceito ou maldade,

Sempre com sinceridade

E ter paz dentro do lar

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é estar sempre contente

Ser notado quando ausente

Do convívio em que convive

Ajude hoje quem ontem lhe ajudou

Com carinho e muito amor

Neste país que a gente vive

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade é estar sempre contente

Ser notado quando ausente

Do convívio em que convive

Ajude hoje quem ontem lhe ajudou

Com carinho e muito amor

Neste país que a gente vive

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

Felicidade

Lá, lalaiá, laiá,

Lalá, laiá, laiá,

Lá, laiá, laiá!

 

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O OURO E A MADEIRA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

O OURO E A MADEIRA – CONJUNTO NOSSO SAMBA

(Ederaldo Gentil)

 

O Ouro afunda no mar

Madeira fica por cima

Ostra nasce do lodo

Gerando pérolas finas

Não queria ser o mar, me bastava a fonte

Muito menos ser a rosa, simplesmente o espinho

Não queria ser caminho, porém o atalho

Muito menos ser a chuva, apenas o orvalho

Não queria ser o dia, só a alvorada

Muito menos ser o campo, me bastava o grão

Não queria ser a vida, porém o momento

Muito menos ser concerto, apenas a canção

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

Não queria ser o mar, me bastava a fonte

Muito menos ser a rosa, simplesmente o espinho

Não queria ser caminho, porém o atalho

Muito menos ser a chuva, apenas o orvalho

Não queria ser o dia, só a alvorada

Muito menos ser o campo, me bastava o grão

Não queria ser a vida, porém o momento

Muito menos ser concerto, apenas a canção

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

O Ouro afunda no mar

No mar

Madeira fica por cima

Por cima

Ostra nasce do lodo

Do lodo

Gerando pérolas finas

 

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quarta-feira, 2 de junho de 2021

ONTEM – ZÉ DI

ONTEM – ZÉ DI

(Zé Di / Astrogildo Silva)

 

Ontem cheguei em casa e não encontrei

Aquela que eu tanto amei

E de tristeza eu quase morri

E além do mais

Minha viola em pedaços achei

Da parede seu retrato tirei

Mentindo pra mim mesmo que lhe esqueci

Mas, se ela voltar pro nosso barracão

Nessa de riso, choro e condição

Vai ser aquele samba no meu coração

Me arrependo de ter brigado e não pedir perdão, viu,

Não calculei que me custasse tanto

Ter me humilhado sem haver razão

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Que eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

Comigo!

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

Ontem cheguei em casa e não encontrei

Aquela que eu tanto amei

E de tristeza eu quase morri

E além do mais

Minha viola em pedaços achei

Da parede seu retrato tirei

Mentindo pra mim mesmo que lhe esqueci

Mas, se ela voltar pro nosso barracão

Nesta de riso, choro e condição

Vai ser aquele samba no meu coração

Me arrependo de ter brigado e não pedir perdão, viu,

Não calculei que me custasse tanto

Ter me humilhado sem haver razão

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

E é no meu barraco

Lelê!

O seu lugar

Oleá!

Abra a porta tristeza e deixe a alegria entrar

Eu morri da saudade por ti, liberdade eu vou festejar

 

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OUTRO BOUQUET – ZÉ DI

OUTRO BOUQUET – ZÉ DI

(Zé Di / Baby Santiago)

 

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que beleza!

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Na noite passada minha amada esperei

Pela madrugada afora não apareceu ninguém

As esperanças morreram no meu coração

E as flores também murcharam e eu de bouquet na mão

Segura!

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Na noite passada minha amada esperei

Pela madrugada afora não apareceu ninguém

As esperanças morreram no meu coração

Lelê!

E as flores também murcharam e eu de bouquet na mão

Vai você!

Que noite linda de morrer

Meu Deus do céu!

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

Que noite linda de morrer

Que noite gostosa

Será que o meu amor hoje não vem me ver

Pra nunca lhe oferecer outro bouquet de rosa

 

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terça-feira, 1 de junho de 2021

REI DA FRANÇA NA ILHA DA ASSOMBRAÇÃO – ZÉ DI

REI DA FRANÇA NA ILHA DA ASSOMBRAÇÃO – ZÉ DI

(Zé Di / Malandro)

 

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Mas não cantaram

Não cantaram em vão

O poeta e o sabiá

Na fonte do ribeirão

Lenda e assombração

Contam que o rei criança

Viu o Reino de França no Maranhão

Das matas fez o salão dos espelhos

Em candelabros, palmeirais

Da gente índia à Corte Real

Do ouro e prata um mundo irreal

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na praia dos Lençóis

Areia assombração

O touro negro coroado

É dom Sebastião

É meia-noite

Nhá Jança vem

Desce do além

Na carruagem

Do fogo vivo

Luz da nobreza

Saem azulejos

Sua riqueza

E a escrava

Que maravilha

É a serpente de prata que rodeia a ilha

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Mas não cantaram

Não cantaram em vão

O poeta e o sabiá

Na fonte do ribeirão

Lenda e assombração

Contam que o rei criança

Viu o Reino de França no Maranhão

Das matas fez o salão dos espelhos

Em candelabros, palmeirais

Da gente índia à Corte Real

De ouro e prata um mundo irreal

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na imaginação do rei mimado

A rainha era deusa

Do reino encantado

Na praia dos Lençóis

Areia assombração

O touro negro coroado

É dom Sebastião

É meia-noite

Nhá Jança vem

Desce do além

Na carruagem

Do fogo vivo

Luz da nobreza

Saem azulejos

Sua riqueza

E a escrava

Que maravilha

É a serpente de prata que rodeia a ilha

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô, ô, ô, ô, ô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

Ô meu sinhô!

Ô, ô, ô Xangô

As preta véia não mente, não sinhô

In credo in Cruz, ê, ê,

Virgem Maria

As preta véia se benze

Me arrepia

 

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SAMBA DO BOTECO "SAMBA BOM" – ZÉ DI

SAMBA DO BOTECO "SAMBA BOM" – ZÉ DI

(Zé Di)

 

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom, é

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Na mesa de um botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Foi num botequim

Sambando com a nega um samba do Serafim

Uma caipirinha para cada um

Da caixa de fósforo fiz o meu pandeiro

Tião fez do pente o reco-reco

Teleco da mesa fez o bumbo

Nelsinho, coitado, só bebeu

Pois em matéria de samba ele é ateu

E o dono do boteco, seu Joaquim,

Ficou que nem bobo olhando pra mim

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

Ô samba que samba bom

Obá, vamos se mandar

Já que estamos duros vamos de fininho

Saindo de mansinho sem pagar

 

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INDEPENDÊNCIA OU MORTE – ZÉ DI

INDEPENDÊNCIA OU MORTE – ZÉ DI

(Zé Di)

 

Valeu o sacrifício dos Andradas

E as preces da princesa Leopoldina

A morte de Tiradentes não foi em vão

São hoje símbolos vivos da nossa Nação

A maçonaria muito contribuiu

Na surdina lutou e conseguiu

De Príncipe Regente se fez imperador

Num gesto de coragem e de amor

Independência ou Morte Dom Pedro Primeiro bradou

E o sonho dos brasileiros se concretizou

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, lá, lá, laiá, lá

Laiá, lá, lá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Valeu o sacrifício dos Andradas

E as preces da princesa Leopoldina

A morte de Tiradentes não foi em vão

São hoje símbolos vivos da nossa Nação

A maçonaria muito contribuiu

Na surdina lutou e conseguiu

De Príncipe Regente se fez imperador

Num gesto de coragem e de amor

Independência ou Morte Dom Pedro Primeiro bradou

Hei!

E o sonho dos brasileiros se concretizou

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Oh! Meu Brasil segue avante

Olha o futuro lhe espera

Ninguém segura esse gigante

Raiou-se o sol de primavera

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, laiá, laiá,

hei!

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, lá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

Laiá, laiá, laiá, laiá,

Laiá, laiá, laiá, laiá, lá

 

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