Resumo dos samba-rock

quinta-feira, 6 de março de 2014

SÓ DEUS – ANÁLIA

SÓ DEUS – ANÁLIA
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Jorginho e Walter Rosa)

Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os amores que passaram
Em minha vida
Hoje vivem em completa escuridão
Só Deus
É que pode dar o que vem me pedir
Eu não
Só Deus
É que pode dar o que vem me pedir
Eu não
Não há fidelidade embora vendo a convenção
A carne é fraca
Na ausência e o mal é sempre a solução
Depois que consumar seu ideal
Correndo vai embora
Deixando o remorso em seu lugar
Baixinho a gente chora
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os amores que passaram
Em minha vida
Hoje vivem em completa escuridão
Só Deus
É que pode dar o que vem me pedir
Eu não
Só Deus
É que pode dar o que vem me pedir
Eu não
Não há fidelidade embora vendo a convenção
A carne é fraca
Na ausência e o mal é sempre a solução
Depois que consumar seu ideal
Correndo vai embora
Deixando o remorso em seu lugar
Baixinho a gente chora
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão
Os meus
Ouvidos estão cansados de ouvir
Perdão

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SINFONIA DO MOSQUITO – ANTÔNIO GRANDE

SINFONIA DO MOSQUITO – ANTÔNIO GRANDE
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Aurinho da Ilha)

Mosquito seresteiro
Ciumado vá embora
Pois não sabes quem é ela
Eu não quero ouvir sua canção
Que desafina com a rima do meu coração
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Zunzum, zunzum
Que algazarra em meu ouvido
Zunzum, zunzum
Até parece castigo
Mosquito
Mosquito seresteiro
Ciumado vá embora
Pois não sabes quem é ela
Eu não quero ouvir sua canção
Que desafina com a rima do meu coração
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Zunzum, zunzum
Que algazarra em meu ouvido
Zunzum, zunzum
Até parece castigo
Mosquito
Mosquito seresteiro
Ciumado vá embora
Pois não sabes quem é ela
Eu não quero ouvir sua canção
Que desafina com a rima do meu coração
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Se não sais pela janela
Não durmo bem
Nem penso nela
Zunzum, zunzum
Que algazarra em meu ouvido
Zunzum, zunzum
Até parece castigo
Mosquito
Zunzum, zunzum
Que algazarra em meu ouvido
Zunzum, zunzum
Até parece castigo
Zunzum, zunzum

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SE EU ERREI – MARTINHO DA VILA

SE EU ERREI – MARTINHO DA VILA
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Tolito)

Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Se eu errei
Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Já não se lembra
Daquele maldito dia
Que eu lhe pedi
Para esperar
Era
Uma noite fria, pois muito chovia
E eu
Compareci ao lugar marcado
Mas
Você chegou no outro dia
Para dizer que o nosso amor tinha acabado
Se eu errei
Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Se eu errei
Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Já não se lembra
Daquele maldito dia
Que eu lhe pedi
Para esperar
Era
Uma noite fria, pois muito chovia
E eu
Compareci ao lugar marcado
Mas
Você chegou no outro dia
Para dizer que o nosso amor tinha acabado
Se eu errei
Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Se eu errei
Se eu errei
Você também errou
Não devia se falar de mim
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor
Por que fui eu que alimentei
O nosso amor

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QUERER É PODER – MARTINHO DA VILA

QUERER É PODER – MARTINHO DA VILA
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Colombo, Picolino da Portela e Noca da Portela)

Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me esforço
Para onde der
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me espaço
Para onde der
E a maior
Pra me (...)
Sair da pior
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me esforço
Para onde der
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me esforço
Para onde der
E a maior
Pra me (...)
Sair da pior
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me esforço
Para onde der
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Querer é poder
Se eu der eu gosto
Por isso me esforço
Para onde der
E a maior
Pra me (...)
Sair da pior
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor
Preciso dar um jeito de encontrar um meio de vida melhor

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QUEM LHE DISSE QUE EU CHOREI - ANTÔNIO GRANDE

QUEM LHE DISSE QUE EU CHOREI - ANTÔNIO GRANDE
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido

Quem lhe disse que chorei
Quando você partiu
Nem uma lágrima correu
Esse alguém mentiu
Pra que chorar eu não
Motivo eu não vejo
Até gostei quando você partiu, pois era o meu desejo
Pra que chorar eu não
Motivo eu não vejo
Até gostei quando você partiu, pois era o meu desejo
Amar você eu não
Pedir perdão por que
Quem errou
Foi você
Escute meu conselho
Procure outro alguém
Não faça caso
Seja feliz meu bem
Quem lhe disse
Quem lhe disse que chorei
Quando você partiu
Nem uma lágrima correu
Esse alguém mentiu
Pra que chorar eu não
Motivo eu não vejo
Até gostei quando você partiu, pois era o meu desejo
Pra que chorar eu não
Motivo eu não vejo
Até gostei quando você partiu, pois era o meu desejo
Amar você eu não
Pedir perdão por que
Quem errou
Foi você
Escute meu conselho
Procure outro alguém
Não faça caso
Seja feliz meu bem
Seja feliz meu bem
Seja feliz meu bem
Seja feliz meu bem


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PRA QUE DINHEIRO - MARTINHO DA VILA

PRA QUE DINHEIRO - MARTINHO DA VILA
(1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido)

Dinheiro pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Ai dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Venha depressa correndo pro samba
Porque a lua já vai se mandar
Venha depressa correndo pro samba
Porque a lua já vai se mandar
Afina logo a sua viola
E canta samba até o sol raiar
Mas dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Aquela mina não quis me dar bola
Eu tinha tanta grana pra lhe dar
Aquela mina não quis me dar bola
E eu tinha tanta grana pra lhe dar
Chegou um cara com uma viola
E ela logo começou bolar
Mas dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Eu era um cara muito solitário
Não tinha mina pra me namorar
Diz!
Eu era um cara muito solitário
Não tinha mina pra me namorar
Depois que eu comprei uma viola
Arranjo nega de qualquer lugar
Mas dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Eu tinha grana me levaram a grana
Fiquei quietinho nem quis reclamar
Falou!
Eu tinha grana me levaram a grana
Fiquei quietinho nem quis reclamar
Mas se levarem a minha viola
Não me segura, pois eu vou brigar
Mas dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Para depressa com essa viola
Porque o samba já vai terminar
Falou e disse!
Para depressa com essa viola
Porque o samba já vai terminar
Eu vou depressa correndo pra casa
Pegar a marmita pra ir trabalhar
Mas dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Ai dinheiro
Pra que dinheiro
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola
Mas só quem fala alto é viola
Só quem fala alto é viola
Mas só quem fala alto é viola
Só quem fala alto é viola

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NEM TODO CRIOULO É DOIDO – CABANA

NEM TODO CRIOULO É DOIDO – CABANA

Lará!
Larará, larará!
Laraiá, larará!
Larará, laiará!
Larará!
Larará!
Laraiá, lalaiá!
Lalaiá, larará!
Larará, lalaiá!
Nem todo crioulo é doido
Nem todo crioulo é doido
Preste atenção pessoal
O crioulo só endoida
Quando chega o carnaval
Nem todo crioulo é doido
Nem todo crioulo é doido
Preste atenção pessoal
O crioulo só endoida
Quando chega o carnaval
Quando chega o carnaval
O crioulo tem
Que fazer samba enredo
E de terreiro também
Tem que ensaiar as pastoras
Acertar a bateria
Tem que ter o (...)
Pra fazer a fantasia
E arranjar um figueiro
Pra fazer a rebolia
O crioulo sai
Com o livro de ouro na mão
O crioulo sai
Com o livro de ouro na mão
Anda o dia inteiro
Sem arranjar um tostão
É o que mais contribui
Pra sua reputação
Mas depois do carnaval
Já terminou o tormento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
Mas depois do carnaval
Já terminou o tormento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
Nem todo crioulo é doido
Nem todo crioulo é doido
Preste atenção pessoal
O crioulo só endoida
Quando chega o carnaval
Nem todo crioulo é doido
Nem todo crioulo é doido
Preste atenção pessoal
O crioulo só endoida
Quando chega o carnaval
Quando chega o carnaval
O crioulo tem
Que fazer samba enredo
E de terreiro também
Tem que ensaiar as pastoras
Acertar a bateria
Tem que ter o (...)
Pra fazer a fantasia
E arranjar um figueiro
Pra fazer a rebolia
O crioulo sai
Com o livro de ouro na mão
O crioulo sai
Com o livro de ouro na mão
Anda o dia inteiro
Sem arranjar um tostão
É o que mais contribui
Pra sua reputação
Mas depois do carnaval
Já terminou o tormento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
Mas depois do carnaval
Já terminou o tormento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento
A dar mensagem de novo
Volta que tá cem por cento


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DEIXA SERENAR – MARTINHO DA VILA

DEIXA SERENAR – MARTINHO DA VILA
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Dalmo Castello e Sidney da Conceição)

É madrugada
É fim de noite
Começo de um dia
Ainda é cedo
Não vá embora
Deixa romper aurora
É madrugada
É madrugada
É fim de noite
Começo de um dia
Ainda é cedo
Não vá embora
Deixa romper aurora
Deixa, deixa serenar
Eu só embora quando o samba terminar
E se você gostar do samba
Fique até o dia clarear
Deixa, deixa
Deixa, deixa serenar
Eu só embora quando o samba terminar
E se você gostar do samba
Fique até o dia clarear
É madrugada
É madrugada
É fim de noite
Começo de um dia
Ainda é cedo
Não vá embora
Deixa romper aurora
É madrugada
É madrugada
É fim de noite
Começo de um dia
Ainda é cedo
Não vá embora
Deixa romper aurora
Deixa, deixa serenar
Eu só embora quando o samba terminar
E se você gostar do samba
Fique até o dia clarear
Deixa, deixa
Deixa, deixa serenar
Eu só embora quando o samba terminar
E se você gostar do samba
Fique até o dia clarear
É madrugada

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DE FEVEREIRO A FEVEREIRO – MÁRIO

DE FEVEREIRO A FEVEREIRO – MÁRIO
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(J. Galvão e M. Pereira)

Me arrependi depois que resolvi não mais brincar no carnaval por que
Confesso carnaval é minha vida
Minha alegria de viver
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer
Me arrependi depois que resolvi não mais brincar no carnaval por que
Confesso carnaval é minha vida
É minha alegria de viver
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer
Depois de trabalhar o ano inteiro
Novamente é fevereiro
Novamente é carnaval
É hora de esquecer a nostalgia
E comprar a fantasia
Pro desfile principal
Me arrependi depois que resolvi não mais brincar no carnaval por que
Confesso carnaval é minha vida
É minha alegria de viver
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer
Depois de trabalhar o ano inteiro
Novamente é fevereiro
Novamente é carnaval
É hora de esquecer a nostalgia
E comprar a fantasia
Pro desfile principal
Me arrependi depois que resolvi não mais brincar no carnaval por que
Confesso carnaval é minha vida
É minha alegria de viver
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer
Enquanto existir o carnaval eu brincarei até o amanhecer

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BERÇO DO SAMBA – ANÁLIA

BERÇO DO SAMBA – ANÁLIA
1968 – Martinho da Vila e seus Amigos – Nem todo crioulo é doido
(Edgard Cardoso e Silas de Oliveira)

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
O primeiro berço que o samba se embalou
Foi na Mangueira
Ô, ô, ô!
Certa melodia
Um dia o poeta cantou
Daí a fama
Ficou
O primeiro berço que o samba se embalou
Foi na Mangueira
Ô, ô, ô!
Certa melodia
Um dia o poeta cantou
Daí a fama
Ficou
Somente o tempo confirmou
Nasceu no Estácio
Mas a favela o criou
Aceitou
A Portela tua madrinha
O Salgueiro seu padrinho
Ali o samba se batizou
Aceitou
A Portela sua madrinha
O Salgueiro seu padrinho
Ali o samba se batizou
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
O primeiro berço que o samba se embalou
Foi na Mangueira
Ô, ô, ô!
Certa melodia
Um dia o poeta cantou
Daí a fama
Ficou
O primeiro berço que o samba se embalou
Foi na Mangueira
Ô, ô, ô!
Certa melodia
Um dia o poeta cantou
Daí a fama
Ficou
Somente o tempo confirmou
Nasceu no Estácio
Mas a favela o criou
Aceitou
A Portela tua madrinha
O Salgueiro teu padrinho
Ali o samba se batizou
Aceitou
A Portela sua madrinha
O Salgueiro seu padrinho
E ali o samba se batizou
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!
Lá, lá, laiá, lá, laiá!


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