AS ROSAS ERAM TODAS AMARELAS – JORGE BEN JOR
De: Jorge Ben Jor
1972
O adolescente
O ofendido
O jogador
O ladrão honrado
Todos sabiam
Mas ninguém falava
Esperando a hora de dizer, sorrindo
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Lendo um livro de um poeta
Ah, ah, ah, ah
Da mitologia contemporânea
Ah, ah, ah, ah
Sofisticado senti que ele era
Ah, ah, ah, ah
Pois morrendo de amor
Renunciando em ser poeta, dizia
Basta eu saber que poderei viver sem escrever
Mas com o direito de fazer quando quiser
Porque ele sabia
Mas esperava a hora de escrever que as rosas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
O adolescente
O adolescente
O ofendido
O ofendido
O jogador
O jogador
O ladrão honrado
O ladrão honrado
Todos sabiam
Todos sabiam
Mas ninguém falava
Esperando a hora de dizer, sorrindo
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
Que as rosas eram todas amarelas
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