MULHER DE POETA - BRÁULIO DE CASTRO
De: Bráulio de Castro
1983
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Não é uma qualquer
Que pode ser mulher de poeta
É preciso muita fé
Nas horas de dor
Nas horas incertas
Porque nem tudo é festa
Pro poeta, em seu caminho
Nos versos muitas flores
Na vida real
Quase sempre espinho
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Ele chega de madrugada
Ela firme a esperar
Às vezes de cara amarrada
Desculpa não quer aceitar
Mas no fundo sabe que o poeta
Não vive sem a boêmia
Briga, reclama, bronqueia
Mas esquece tudo no outro dia
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Não é uma qualquer
Que pode ser mulher de poeta
É preciso muita fé
Nas horas de dor
Nas horas incertas
Porque nem tudo é festa
Pro poeta, em seu caminho
Nos versos muitas flores
Na vida real
Quase sempre espinho
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Ele chega de madrugada
Ela firme a esperar
Às vezes de cara amarrada
Desculpa não quer aceitar
Mas no fundo sabe que o poeta
Não vive sem a boêmia
Briga, reclama, bronqueia
Mas esquece tudo no outro dia
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
Mulher de poeta sabe viver
Mulher de poeta sabe amar
Mulher de poeta procura entender
Mulher de poeta também tem que sonhar
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