Resumo dos samba-rock

terça-feira, 24 de março de 2026

A CARTA DE GETÚLIO - JORGINHO DO IMPÉRIO

A CARTA DE GETÚLIO - JORGINHO DO IMPÉRIO

De: Silas de Oliveira / Marcelino Ramos

1984


Mais uma vez

A força e os interesses contra o povo

Coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre mim

Não me acusam

Insultam-me de novo

Vejo de perto aproximar meu fim

Não me combatem

Caluniam com certeza

Numa perseguição atroz

Não me dão o direito de defesa

Precisam sufocar a minha voz

Numa ação impedir

Para que eu não continue a defender o povo

Como sempre defendi

Compelido em meu profundo desgosto

Sigo o destino que me é imposto

Não querem que o povo seja independente

Não querem a felicidade do trabalhador

Mas esse povo de quem fui escravo

Não mais o será de ninguém

Aos que pensam que me derrotaram eu respondo com a vitória

Levo comigo um porém

Eu saio da vida para entrar na história

Eu saio da vida para entrar na história

Mas o povo

Mas esse povo de quem fui escravo

Não mais o será de ninguém

Aos que pensam que me derrotaram eu respondo com a vitória

Levo comigo um porém

Eu saio da vida para entrar na história

Eu saio da vida para entrar na história


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quinta-feira, 19 de março de 2026

IMPÉRIO DO SAMBA (O DR. MANDOU) – FRANCINETH & BATUQUEIROS E SUA GENTE

IMPÉRIO DO SAMBA (O DR. MANDOU) – FRANCINETH & BATUQUEIROS E SUA GENTE

De: Zilda do Zé

1984


Chegou

O Império do samba

Agora o samba vai imperar

Ai, ai, ai, ai, ai

O Dr. mandou

Todo mundo

Gingar

Lê, lê, lê, lê, lê

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafá

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Lê, lê, lê, lê, lê

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafá

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Chegou

O Império do samba

Agora

O samba vai imperar

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Lê, lê, lê, lê, lê

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafá

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Lê, lê, lê, lê, lê

Venho do lado de lá

Minha gente chegou

Chegou querendo abafá

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Chegou

O Império do samba

Agora

O samba vai imperar

Ai, ai, ai, ai, ai,

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

Lê, lê, lê, lê, lê

Chegou

O Império do samba

Agora o samba vai imperar

Ai, ai, ai, ai, ai

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

O Dr. mandou

Todo mundo gingar

O Dr. mandou

Todo mundo gingar


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sexta-feira, 6 de março de 2026

PEREGRINO - JORGINHO DO IMPÉRIO

PEREGRINO - JORGINHO DO IMPÉRIO

De: Beto sem Braço / Joel Meneses

1984


Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Por este mundo onde eu ando

No peito a viola é o cantor

Na sola os pés pelejando

Só encontrei desamor

Desde os tempos de menino

Grito bem alto aonde eu for

Nasci pra ser peregrino

Nasci pra ser cantador

Nasci pra ser peregrino

Nasci pra ser cantador

Só porque

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Minha saudade é tão triste

Não tem nada, Deus me deu

Não sei se você ainda existe

Ou quem não existe sou eu

Trago nos pés minha estrada

Quero cantar a razão

Eu não quero a viola calada

Eu traço o destino na mão

Quem já comeu poeira

Não quero a viola calada

Eu traço o destino na mão

Só porque

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

A saudade só é lembranceira

Pra quem não tem companhia

E a vida só é choradeira

Pra quem não abraça a alegria

Trago em minha companheira

Sem ela a vida é vazia

Ela é virgem, moça solteira

Se chama estrela guia

Ela é virgem, moça solteira

Se chama estrela guia

Só porque

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Quem já comeu poeira

Quem aprendeu a lição

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração

Viu que a vida é passageira

Viaja no coração


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quinta-feira, 5 de março de 2026

FEIRA DO ROLO - ALCIONE

FEIRA DO ROLO - ALCIONE

De: Ederaldo Gentil

1977


Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Troco um carrilhão dourado

Que marca o tempo e o dia

Por um cuco que ao menos

Funcione a melodia

Troca louças de faiança

Por um fio de esperança

De brilhar um lindo dia

Só não troco meu sorriso

Pois não é de fantasia

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Troco lindas pedrarias

Miçangas troco a granel

Por um riso de alegria

Por um livro de cordel

Troco brasões, pratarias

Menorah e samovar

Por uma qualquer poesia

Por uma razão popular

Só não troco este meu canto

Forma de eu desabafar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Troco lindas pedrarias

Miçangas troco a granel

Por um riso de alegria

Por um livro de cordel

Troco brasões, pratarias

Menorah e samovar

Por uma qualquer poesia

Por uma razão popular

Só não troco este meu canto

Forma de eu desabafar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar

Vem que a feira é do rolo

Vem quem tem pra rolar

Quem tiver faz o troco ê

Quem tem pra trocar


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EU VOU DEIXAR - ALCIONE

EU VOU DEIXAR - ALCIONE

De: Roberto Correa / Sylvio Son

1977


Eu vou deixar o morro

Não tem mais escolha pra mim

Nem solução

Você já nem vem pro barraco

E quando vem só enche o saco

Problemas do coração

Eu vou deixar

Eu vou deixar meu samba

Não vou desfilar por aí

Sozinha assim

Cansei de ficar na saudade

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Eu vou deixar

Eu vou deixar o morro

Não tem mais escolha pra mim

Nem solução

Ah! Você

Você já nem vem pro barraco

E quando vem só enche o saco

Problemas do coração

Eu vou deixar

Ah! Vou deixar meu samba

Não vou desfilar por aí

Sozinha assim

Cansei de ficar na saudade

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Vou descer pra cidade

Encarar o que der e vier

Me vestir de verdade

Mostrar que também sou mulher

Vou tentar na cidade

Mudar pra poder esquecer

Minha outra metade que ainda ficou com você

Eu vou deixar

Eu vou deixar o morro

Não tem mais escolha pra mim

Nem, nem solução

Você já nem vem pro barraco

E quando vem só enche o saco

Problemas do coração

Eu vou deixar

Ah! Eu vou deixar meu samba

Não vou desfilar por aí

Sozinha assim

Cansei de ficar na saudade

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim

Pois viver só de amizade

Não foi bom pra mim


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NÃO CHORE NÃO - ALCIONE

NÃO CHORE NÃO - ALCIONE

De: Carlos dos Santos Pereira (Tom) / Expedito Machado de Carvalho (Dito)

1977


Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão

Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão

Canta o teu canto é quem dirá

Quem tu és

Liberta no teu grito a tua dor

A noite é minha companheira

No mar de solidão vivi sozinho

Lembro tudo como era

No encontro despedida

Desencontro na partida

Fiz dos braços do meu samba um novo sonho em minha vida

Fiz dos braços do meu samba um novo sonho em minha vida

Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão

Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão

Canta o teu canto é quem dirá

Quem tu és

Liberta no teu grito a tua dor

A noite é minha companheira

No mar de solidão vivi sozinho

Lembro tudo como era

No encontro despedida

Desencontro na partida

Fiz dos braços do meu samba um novo sonho em minha vida

Fiz dos braços do meu samba um novo sonho em minha vida

Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão

Pra que chorar

A vida é mesmo assim, não chore não

Bem melhor cantar

Espante o mal

Pra bem longe da ilusão


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segunda-feira, 2 de março de 2026

SOLO DE PISTON - ALCIONE

SOLO DE PISTON - ALCIONE

De: Antônio Oliveira (Totonho) / Paulo Rezende

1977


Eu às vezes paro numa esquina do tempo

E deixo o pensamento ir visitar o passado

Volto a caminhar nas ruas de São Luiz

Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz

Corro novamente pelas ruas descalça

Ouço antigas valsas das serestas de então

Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio

Saudade que me veio lá do Maranhão

Volto a minha escola e a bruxinha de pano

Ao jogo de bola e sou criança outra vez

Sob a batuta do meu velho no coreto

Toco na pracinha um dobrado e um minueto

Passo pela praça e minha turma me espera

Mas minha quimera dura pouco

Como tudo que é bom

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade faço um solo de piston

Eu às vezes paro numa esquina do tempo

E deixo o pensamento ir visitar o passado

Volto a caminhar nas ruas de São Luiz

Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz

Corro novamente pelas ruas descalça

Ouço antigas valsas das serestas de então

Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio

Saudade que me veio lá do Maranhão

Volto a minha escola e a bruxinha de pano

Ao jogo de bola e sou criança outra vez

Sob a batuta do meu velho no coreto

Toco na pracinha um dobrado e um minueto

Passo pela praça e minha turma me espera

Mas minha quimera dura pouco

Como tudo que é bom

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston


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SEJAS MAR OU BEIJA-FLOR - TOTONHO

SEJAS MAR OU BEIJA-FLOR - TOTONHO

De: Antônio Oliveira (Totonho) / Paulo Rezende

1977


Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Colibri da madrugada

Só você sabe cantar

Avenida iluminada onde eu venho te escutar

Do seu pranto com certeza

A pureza meio a vida

E do seu azul turquesa

A beleza foi colhida

Alto mar de ondas calmas

Minha escola meu amor

Pra você dou minhas palmas

Sejas mar ou beija-flor

Eu só sei que no desfile

Quando escuto os seus tambores

Não há nada que me grile

Lá se vão as minhas dores

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Oceano infinito

Só de ver você passar

Me arrepio, canto e grito

Chego mesmo até chorar

Imagine se algum dia

Eu puder me transformar

Numa gota fantasia

E em você ir desaguar

Colibri da madrugada

Minha escola meu amor

No teu samba fiz morada

Sejas mar ou beija-flor

Eu só sei que no desfile

Quando escuto os seus tambores

Não há nada que me grile

Lá se vão as minhas dores

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar


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RECUSA - ALCIONE

RECUSA - ALCIONE

De: Paulo de Souza (Paulo Debetio) / Paulo Rezende

1977


Você me procura na hora do almoço

Me agarra, me cheira, me deixa à vontade

Me traga, me afaga, me aperta o pescoço

Depois me abandona na dona saudade

Me irrita e me agita, me diz pra esperar

Que a hora do lanche não tarda a chegar

Eu me desespero por esta recusa

Me sinto uma intrusa, mas fico a esperar

Quando o telefone me chama eu atendo

É você dizendo que não vem lanchar

Que tem compromisso com isso e aquilo

Me pede tranquilo pra eu me guardar

Pro jantar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Na nora da janta, você vem calado

Me dá o desprezo, diz que está cansado

Se farta na mesa, depois vai deitar

Nem vê a tristeza que escondo no olhar

Se vira pro canto e começa a roncar

Lá vou eu de novo no pranto afogar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar


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