Resumo dos samba-rock

segunda-feira, 2 de março de 2026

SOLO DE PISTON - ALCIONE

SOLO DE PISTON - ALCIONE

De: Antônio Oliveira (Totonho) / Paulo Rezende

1977


Eu às vezes paro numa esquina do tempo

E deixo o pensamento ir visitar o passado

Volto a caminhar nas ruas de São Luiz

Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz

Corro novamente pelas ruas descalça

Ouço antigas valsas das serestas de então

Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio

Saudade que me veio lá do Maranhão

Volto a minha escola e a bruxinha de pano

Ao jogo de bola e sou criança outra vez

Sob a batuta do meu velho no coreto

Toco na pracinha um dobrado e um minueto

Passo pela praça e minha turma me espera

Mas minha quimera dura pouco

Como tudo que é bom

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade faço um solo de piston

Eu às vezes paro numa esquina do tempo

E deixo o pensamento ir visitar o passado

Volto a caminhar nas ruas de São Luiz

Ah! Meu Deus aquilo sim era ser feliz

Corro novamente pelas ruas descalça

Ouço antigas valsas das serestas de então

Cada vez mais fundo eu vou no meu devaneio

Saudade que me veio lá do Maranhão

Volto a minha escola e a bruxinha de pano

Ao jogo de bola e sou criança outra vez

Sob a batuta do meu velho no coreto

Toco na pracinha um dobrado e um minueto

Passo pela praça e minha turma me espera

Mas minha quimera dura pouco

Como tudo que é bom

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston

Então eu volto outra vez à realidade

Pra matar minha saudade eu faço um solo de piston


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SEJAS MAR OU BEIJA-FLOR - TOTONHO

SEJAS MAR OU BEIJA-FLOR - TOTONHO

De: Antônio Oliveira (Totonho) / Paulo Rezende

1977


Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Colibri da madrugada

Só você sabe cantar

Avenida iluminada onde eu venho te escutar

Do seu pranto com certeza

A pureza meio a vida

E do seu azul turquesa

A beleza foi colhida

Alto mar de ondas calmas

Minha escola meu amor

Pra você dou minhas palmas

Sejas mar ou beija-flor

Eu só sei que no desfile

Quando escuto os seus tambores

Não há nada que me grile

Lá se vão as minhas dores

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Oceano infinito

Só de ver você passar

Me arrepio, canto e grito

Chego mesmo até chorar

Imagine se algum dia

Eu puder me transformar

Numa gota fantasia

E em você ir desaguar

Colibri da madrugada

Minha escola meu amor

No teu samba fiz morada

Sejas mar ou beija-flor

Eu só sei que no desfile

Quando escuto os seus tambores

Não há nada que me grile

Lá se vão as minhas dores

Ah! Quem vem chegando

Passarinho da manhã pra flor beijar

É o mar sambando

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar

Entornado na avenida a desfilar


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RECUSA - ALCIONE

RECUSA - ALCIONE

De: Paulo de Souza (Paulo Debetio) / Paulo Rezende

1977


Você me procura na hora do almoço

Me agarra, me cheira, me deixa à vontade

Me traga, me afaga, me aperta o pescoço

Depois me abandona na dona saudade

Me irrita e me agita, me diz pra esperar

Que a hora do lanche não tarda a chegar

Eu me desespero por esta recusa

Me sinto uma intrusa, mas fico a esperar

Quando o telefone me chama eu atendo

É você dizendo que não vem lanchar

Que tem compromisso com isso e aquilo

Me pede tranquilo pra eu me guardar

Pro jantar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Na nora da janta, você vem calado

Me dá o desprezo, diz que está cansado

Se farta na mesa, depois vai deitar

Nem vê a tristeza que escondo no olhar

Se vira pro canto e começa a roncar

Lá vou eu de novo no pranto afogar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar

Aí, é hora de sofrer

Lutar pra não morrer

De morte tão vulgar

Amor cuidado com o desdém

Pois quem tem um, não tem

Nenhum pra consolar


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sábado, 28 de fevereiro de 2026

É ISSO AÍ – SIDNEY MILLER

É ISSO AÍ – SIDNEY MILLER

(Sidney Miller)

1971


Preparei uma roda de samba só pra ela

Mas se ela não sambar

Isso é problema dela

Entreguei um palpite seguro só pra ela

Mas se ela não jogar

Isso é problema dela

Isso é problema dela

Isso é problema dela

Problema dela

Só dela

To cansado de andar por aí curtindo o que não é

Preocupado em pintar na jogada que dá pé

Só que tem que eu to numa tão certa que ninguém me diz

Quem eu sou, o que eu devo fazer e o que eu não fiz

Separei um pedaço de bolo só pra ela

Mas se ela não provar

Isso é problema dela

Inventei na semana um domingo só pra ela

Se ela for trabalhar

Isso é problema dela

Isso é problema dela

Problema é dela

Isso é problema dela

Só dela

To cansado de andar por aí curtindo o que não é

Preocupado em pintar na jogada que dá pé

Só que tem que eu to numa tão certa

Que ninguém me diz

Quem eu sou, o que eu devo fazer e o que eu não fiz

Comprei roupa, sapato e sandália só pra ela

Mas se ela não usar

Isso é problema dela

Aluguei uma roda gigante só pra ela

Mas se ela não rodar

Isso é problema dela

Problema é dela

Isso é problema dela

É, isso é problema dela

Só dela

Isso é problema dela

É problema dela


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

EU SOU O BICHO HOMEM - JAIR RODRIGUES

EU SOU O BICHO HOMEM - JAIR RODRIGUES

De: Ary Alves de Souza (Ary do Cavaco} / Otacilio de Souza

1978


Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Bicho mulher!

Bicho mulher

Tô gamado por você

Bicho mulher

Tô gamado por você

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

A mulher pra ser minha

Tem que pisar miudinho

Tem que fazer o gostoso

E me chamar de paizinho

Ela não deve fazer

Como fez minha vizinha

Com a chaleira de água quente escaldou o malandro que nem a galinha

Bicho mulher!

Bicho mulher

Tô gamado por você

Bicho mulher

Tô gamado por você

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

Se andares direitinho

Terás uma vida eterna

Se errares eu farei

Como os homens da caverna

Te arrasto pelos cabelos

Te penduro pelas pernas

Te arrasto pelos cabelos

Te penduro pelas pernas

Ih! Bicho mulher!

Bicho mulher

Tô gamado por você

Bicho mulher

Tô gamado por você

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

Eu sou o bicho homem

Eu sou o bicho homem

Se pisar na bola neném

O coro come

Se andares direitinho

Terás uma vida eterna

Se errares eu farei

Como os homens da caverna

Te arrasto pelos cabelos

Te penduro pelas pernas

Te arrasto pelos cabelos

Te penduro pelas pernas

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná

Ná, ná, ná, ná, ná, ná


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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

CUMPADRE SÃO PAULO - JAIR RODRIGUES

CUMPADRE SÃO PAULO - JAIR RODRIGUES

De: José Dias (Zé Di)

1977


Ê, ê, ê, ê São Paulo

Ê São Paulo

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Cumpadre São Paulo te abraço em samba

Cumpadre São Paulo te embalo na ginga

Cumpadre São Paulo Bandeirante bamba

Foi Baluarte de Piratininga

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Cumpadre São Paulo cosmopolitano

Cumpadre São Paulo sei que me abençoa

Estou chegando, estou bebemorando

Com velhos amigos da caninha boa

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Cumpadre São Paulo digo com humildade

Cumpadre São Paulo não se zangue não

Santo de casa nunca fez milagre

Me acudiu cumpadre São Sebastião

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Cumpadre São Paulo de tanta alegria

Cumpadre São Paulo vai rolando à toa

Lágrima quente nesta noite fria

Se misturando com tua garoa

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ai, ai, ai cumpadre São Paulo como é que vai

Ai, ai, ai

Tanta saudade eu não suporto mais

Ê, ê, ê, ê São Paulo

Ê São Paulo


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domingo, 22 de fevereiro de 2026

ZUM, ZUM, ZUM - CHICO DA SILVA

ZUM, ZUM, ZUM - CHICO DA SILVA

De: Alfredo Lucas / Rogério Enoi

1984


Ouvi dizer que malandro não chora

Independente da situação

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor que ouvi dizer que malandro de agora

Virou artista de televisão

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Ouvi dizer que malandro não chora

Independente da situação

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor que ouvi dizer que malandro de agora

Virou artista de televisão

Se o negócio é falar e não precisa provar eu vou dizer

Eu vou gritar pro meu amor

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há

Quem faz careta não morre só fica no zum, zum, zum

Quando me esquenta a cabeça

Dou um tiro é menos um

Deixa de fazer gracinha

Não adianta implorar

Vou machucar esse cara

Eu sou mais eu

O quê que há


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NO DIA D - CHICO DA SILVA

NO DIA D - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva)

1984


Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Você nunca se abriu

Pra emoção

Seu coração

Congelou de vez

Quem tentou não fez

Acredito não

Esquentar as turbinas

Desse avião

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Você nunca se abriu

Pra emoção

Seu coração

Congelou de vez

Quem tentou não fez

Acredito não

Esquentar as turbinas

Desse avião

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Mesmo assim eu sei

Que no dia "D"

Esse gelo se quebra

E vou ganhar você

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor

Se meu beijo não valeu não foi porque faltou

Calor, calor

Sabor de amor


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MEU TAMBORIM - CHICO DA SILVA

MEU TAMBORIM - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva)

1984


Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Eu sem o samba não sou nada

Sou mais um ébrio na calçada

Se eu perder meu tamborim

Não sei o que será de mim

Mas eu já posso imaginar

O tanto quanto irei sofrer

Eu não vou me conformar

Como é que vou sambar

De tristeza vou morrer

Vou morrer, vou morrer

Pode acreditar em mim

Para mim será o fim

Se o meu tamborim vender

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Não vou vender meu tamborim

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Não vou vender meu tamborim

E nem doá-lo a um museu

Viver sem ele é tão ruim

Ele e o samba é todo eu

Eu sem o samba não sou nada

Sou mais um ébrio na calçada

Se eu perder meu tamborim

Não sei o que será de mim

Mas eu já posso imaginar

O tanto quanto irei sofrer

Eu não vou me conformar

Como é que vou sambar

De tristeza vou morrer

Vou morrer, vou morrer

Pode acreditar em mim

Para mim será o fim

Se o meu tamborim vender

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola

Não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Meu tamborim me consola, não me fere e não amola

É meu samba é minha escola

É a flor do meu jardim

Não vou vender meu tamborim


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FAÇA DE CONTA - CHICO DA SILVA

FAÇA DE CONTA - CHICO DA SILVA

De: Chico da Silva (Francisco Ferreira da Silva / Zardino (Oswaldino de Carvalho)

1984


Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Se eu sofri

Cá pra nós eu sou feliz

Se eu chorei

Cá pra nós eu sorri

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Faça de conta

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Faça de conta meu destino

Que existe amor na minha estrada

E que aprendi com as pessoas

Conviver

Nesta minha caminhada

Se eu sofri

Cá pra nós eu sou feliz

Se eu chorei

Cá pra nós eu sorri

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Dizer pra que

Que a vida tem sido ruim

Meu destino quem ama é quem diz

Que o amor é um mundo sem fim

Faça de conta


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DÁDIVA - CHICO DA SILVA

DÁDIVA - CHICO DA SILVA

De: Carlito Cavalcante (Carlos Augusto Alves Cavalcante / Joel Menezes (Joel Menezes Lourenço)

1984


Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu o vento que vagueia

Deu areia a beira-mar

Deu a morena sereia

Para o sol morenizar

Deu a lua toda prosa

Deu a rosa pra enfeitar

Deu a fé pra quem tem fé

Oração pra se rezar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu azul de amaralina

Deu-me a sina de amar

Deu o amor de Janaína

Para o amor de Obatalá

Deu Uiara e seu encanto

Deu o canto de Iemanjá

Deu a luz pra quem tem luz

E uma cruz pra meditar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Deu mironga pra Bahia

Deu magia pro congá

Deu a ginga de Maria

Para gente admirar

Deu o pranto que deslisa

Deu a brisa pra secar

Deu o riso da criança

Esperança pra ficar

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá

Morena Jesus deu

Morena Jesus dá

Morena Jesus deu

Oi Jesus deu oi Jesus dá


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BEIJO MATINAL - CHICO DA SILVA

BEIJO  MATINAL - CHICO DA SILVA

De: Arlindo Cruz (Arlindo Domingos da Cruz Filho) / Zeca Pagodinho (Jessé Gomes da Silva Filho) / Sereno (Jalcireno Fontoura de Oliveira)

1984


É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

É tão bom

É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Eu sei que por dentro ela chora, mas vou trabalhar

Sou obrigado

Na saída um beijo molhado, um abraço apertado nos faz esperar

No curso que o tempo passar

A saudade me devora

Sei que a minha demora ela sente também

Eu digo amém

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

Pra sonhar

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

É tão bom

É tão bom

Acordar dizer bom dia

E ouvir o retorno

Na voz de quem se ama

Levantar da cama

Pra lavar o rosto

E sentir o gosto

Do beijo matinal

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Abrir a janela

Para o sol entrar

E participar também desse lindo ritual

Eu sei que por dentro ela chora, mas vou trabalhar

Sou obrigado

Na saída um beijo molhado, um abraço apertado nos faz esperar

No curso que o tempo passar

A saudade me devora

Sei que a minha demora ela sente também

Eu digo amém

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

Pra sonhar

Quando a noite vem pra me trazer de volta ao lar

Em teu chamego tem sossego pra sonhar

É tão bom


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

SE EXISTE AMOR - CHICO DA SILVA

SE EXISTE AMOR - CHICO DA SILVA

De: Darci Maravilha (Darci Souto Amorim da Cruz) / Adilson Gavião (Adilson Magalhães Gavião? Marquinho

1981


Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá, lá

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Se existe amor

Se existe amor

Tem que haver compreensão

Se continuar assim

Vai haver separação

Foi uma roda de bamba que você me conheceu

E numa rosa de samba

Nosso amor quase morreu

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer, não

Eu vou lhe dizer, não vim ao samba

Pra me aborrecer

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá, lá

Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, lá, lalaiá, laiá


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CORDA POÍDA – CHICO DA SILVA

CORDA POÍDA – CHICO DA SILVA

De: Davi Correa (David Antônio Correia) / Zé do Maranhão (José Calazans Viveiros)

1981


Eu não sou rosa nem espinho

Não sou afilhado nem padrinho

Não sou liberdade nem gaiola

E nem tão pouco sou passarinho

Eu não sou chapéu de palha

E não sou chapéu de feltro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Mas quando perder o povo vai pagar pra ver

Quem joga a pedra e esconde a mão

Amordaçaram o meu coração

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Eu não sou rosa

Eu não sou rosa nem espinho

Não sou afilhado nem padrinho

Não sou liberdade nem gaiola

E nem tão pouco sou passarinho

Eu não sou chapéu de palha

E não sou chapéu de feltro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Em briga de família ou panelinha

Já falei

Eu fico neutro

Mas quando perder o povo vai pagar pra ver

Quem joga a pedra e esconde a mão

Amordaçaram o meu coração

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco

Em corda poída

Não se amarra barco

Arrebenta sempre do lado mais fraco


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

SONHO MEU – CLEMENTINA DE JESUS e DONA IVONE LARA

SONHO MEU – CLEMENTINA DE JESUS e DONA IVONE LARA

De: Dona Ivone Lara / Delcio Carvalho

Clementina e Convidados – 1979


Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Pra matar essa saudade

Sonho meu

Com a sua liberdade

Sonho meu

No meu céu a estrela guia se perdeu

A madrugada fria

Só me traz melancolia

Sonho meu

Sinto o canto da noite na boca do vento

Fazer a dança das flores

No meu pensamento

Traz a pureza de um samba

Sentido, marcado de mágoas de amor

Um samba que mexe o corpo da gente

E o vento vadio embalando a flor

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Pra matar essa saudade

Sonho meu

Com a sua liberdade

Sonho meu

No meu céu a estrela guia se perdeu

A madrugada fria

Só me traz melancolia

Sonho meu

Sinto o canto da noite na boca do vento

Fazer a dança das flores

No meu pensamento

Traz a pureza de um samba

Sentido, marcado de mágoas de amor

Um samba que mexe o corpo da gente

E o vento vadio embalando a flor

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Vai buscar quem mora longe

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu

Sonho meu


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

ASSIM NÃO, ZAMBI - CLEMENTINA DE JESUS e MARTINHO DA VILA

ASSIM NÃO, ZAMBI - CLEMENTINA DE JESUS e MARTINHO DA VILA

De: Martinho da Vila

Clementina e Convidados - 1979


Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Ô Zambi

Vê se manda parar com aquelas blitz lá no morro

Quando os homens chegam chutando a porta e revirando tudo

Todo mundo fica assustado

E a criançada com aqueles olhos arregalados

O coração saindo pela boca

Ai meu Deus!

A tal de lei de invasão de domicílio lá no morro não vale nada

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

A Zambi, lembrei de outra coisa

Vê se clareia a cabeça da minha gente lá no morro

Para eles pararem de tanta cachaçada, maconha e briga

Devagar tá legal

Mas quando os nego tão doido dão tiro à toa, à toa

E quando eles inventam de brincar de bandido?

É o debaixo atacando o de cima

Os da direita atacando o da esquerda

E o pior é que ninguém é da direita nem da esquerda

É todo mundo do mesmo morro

É a miséria brigando com o miserê

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero as crianças roubando

E as veinhas esmolando uma xepa na feira

Eu não quero esse medo espantado

Na cara dos nego sem eira e sem beira

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Abre a cadeia pros inocentes

Dá liberdade pros homens de opinião

Quando um nego tá morto de fome

O outro não tem o que comer

Quando um nego tá num pau de arara

Tem outro penando num outro sofrer

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Quando eu morrer

Vou bater lá na porta do céu

E vou falar pra São Pedro

Que ninguém quer essa vida cruel

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Eu não quero essa vida assim não, Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Clementina é filha de Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Ê ê ê ê ê ê ê ê ê Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi

Deus é pai, Deus é filho, Espírito Santo é Zambi

Ninguém quer essa vida assim, não Zambi


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TORRESMO À MILANESA - CLEMENTINA DE JESUS

TORRESMO À MILANESA - CLEMENTINA DE JESUS

De: Adoniran Barbosa / Carlinhos Vergueiro

Clementina e Convidados - 1979


O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Que é que você trouxe

Na marmita, Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão

E um torresmo à milanesa

Da minha Tereza

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

O enxadão da obra

Bateu onze horas

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Vamo simbora, João

Que é que você trouxe

Na marmita, Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito, ué

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão

E um torresmo à milanesa

Da minha Tereza

Vamos almoçar

Sentados na calçada

Conversar sobre isso e aquilo

Coisas que nóis não entende nada

Depois puxar uma paia

Andar um pouco

Pra fazer o quilo

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza

É dureza João

É dureza João

É dureza João

É dureza João

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou

Que hoje não tem vale, não

Ele se esqueceu

Que lá em casa não sou só eu

Se segura Maria

O mestre falou


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LAÇADOR - CLEMENTINA DE JESUS

LAÇADOR - CLEMENTINA DE JESUS

De: Sebastião Vitorino Teixeira dos Santos (Catoni) / Clementina de Jesus

Clementina e Convidados - 1979


Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Veja que carreiro bom

É carreiro da fazenda

O carro tá na lama

O carreiro tá na venda

Se quiser pinga da boa

Mande calango buscar

É nego tem perna fina

Ele vai e volta já

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Você pra cantar magina

Eu canto sem maginar

Trago letra na cabeça

Como letra no jorná

Chiquinha compra e vende

Totonha compra e me dá

Comprei uma boneca

Pra menina batizá

Olha o boi

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Veja que carreiro bom

É o carreiro da fazenda

Recado tá na lama

E o carreiro tá na venda

Se quiser pinga da boa

Mande calango buscar

É nego tem perna fina

Ele vai e volta já

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá

Olha o boi lá, Sá Dona

Olha o boi lá


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