Resumo dos samba-rock

domingo, 11 de janeiro de 2026

COM AÇÚCAR, SEM MISTÉRIO - JORGINHO DO IMPÉRIO

COM AÇÚCAR, SEM MISTÉRIO - JORGINHO DO IMPÉRIO

(Jacy José de Oliveira)

Viagem Encantada - 1975


Vou fazer um samba sem critério

E não vou levar a sério

Quem quiser me criticar

Vou fazer um samba sem mistério

Que até no cemitério

A gente possa cantar

Vou fazer um samba diferente

Vou fazer samba pra gente

Que quiser se desligar

Vou fazer um samba companheiro

Pra cantar no meu banheiro

Quando a vida sufocar

Vou fazer um samba companheiro

Pra cantar no meu banheiro

Quando a vida sufocar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar

Vou fazer um samba sem mistério

Que até no cemitério

A gente possa cantar

Vou fazer um samba diferente

Vou fazer samba pra gente

Que quiser se desligar

Vou fazer um samba companheiro

Pra cantar no meu banheiro

Quando a vida sufocar

Vou fazer um samba companheiro

Pra cantar no meu banheiro

Quando a vida sufocar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar

0 que interessa não é grilar

É ver pra não sentir

E desligar


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REI SEM SABER - JORGINHO DO IMPÉRIO

REI SEM SABER - JORGINHO DO IMPÉRIO

(Jorge Antônio Carlos)

Viagem Encantada - 1975


E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

O tempo passa e você linda ainda

Me faz esquecer a vida

Toda ela que passou

Oi na avenida nossa escola colorida

Desfilando pra vencer

Tantos querendo lhe ver

Eram confetes mil aplausos e sofridos

Serpentinas e alegrias disfarçadas na ilusão

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

Ainda me lembro seu gingado bem marcado

Sua sandália de dourado

Seu sorriso só pra mim

Faz tanto tempo, mas pra mim isso é agora

Nosso amor nunca vê hora

E me faz feliz assim

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

E eu e eu

Sem saber era rei

Dono do seu coração

E eu e eu


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

QUEM SAMBA NÃO CHORA - ELIANA PITTMAN

QUEM SAMBA NÃO CHORA - ELIANA PITTMAN

(Délcio Carvalho)

1975


Quero uma cuíca

Eu quero um pandeiro

Quero um tamborim

E na mão de quem sabe, bater bem uma viola

Um cavaquinho, um agogô

Eu quero o surdo

Antes que eu me acabe

Eu quero é mais

Desabafar meu coração

Ingratidão

Não vai me atrasar, juro que não

Se eu não sambar

Essa tristeza não vai embora

Entenda

Quem samba não chora

Entenda

Quem samba não chora

Quero uma cuíca

Eu quero um pandeiro

Quero um tamborim

E na mão de quem sabe, bater bem uma viola

Um cavaquinho, um agogô

Eu quero o surdo

Antes que eu me acabe

Eu quero é mais

Desabafar meu coração

Ingratidão

Não vai me atrasar, juro que não

Se eu não sambar

Essa tristeza não vai embora

Entenda

Quem samba não chora

Entenda

Quem samba não chora

Quero uma cuíca

Eu quero um pandeiro

Quero um tamborim

E na mão de quem sabe, bater bem uma viola

Um cavaquinho, um agogô

Eu quero o surdo

Antes que eu me acabe

Eu quero é mais

Desabafar meu coração

Ingratidão

Não vai me atrasar, juro que não

Se eu não sambar

Essa tristeza não vai embora

Entenda

Quem samba não chora

Entenda

Quem samba não chora

Entenda

Quem samba não chora

Entenda

Quem samba não chora


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NÃO FOI SURPRESA - EIANA PITTMAN

NÃO FOI SURPRESA - EIANA PITTMAN

(Delcio Antônio Carlos)

1976


A eu sabia

Que você um dia

Ia magoar

Meu coração por sofrer tanto

Não lhe darei mais meu perdão

A eu sabia

Que você um dia

Ia magoar

Meu coração por sofrer tanto

Não lhe darei mais meu perdão

Não, não foi surpresa para mim

Mais uma vez

Agora

Chegou ao fim

Amor

Vai embora

Deus terá pena de mim

A eu sabia

Que você um dia

Ia magoar

Meu coração por sofrer tanto

Não lhe darei mais meu perdão

A eu sabia

Que você um dia

Ia magoar

Meu coração por sofrer tanto

Não lhe darei mais meu perdão

Não, não foi surpresa para mim

Mais uma vez

Agora

Chegou ao fim

Amor

Vai embora

Deus terá pena de mim

Laiá...


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ATÉ QUE ENFIM - AROLDO SANTOS

ATÉ QUE ENFIM - AROLDO SANTOS

De: Aroldo dos Santos (Aroldo Santos) / Moacyr Ciqueira Lima (Moacyr Franqueza)

1975


Até que enfim

Se lembraram de mim

Eu não sou bom

Mas não sou ruim

Quero saber

Qual é o problema

Faço meus pagodes, canto os meus sambas, esse é o meu lema

Como diz o ditado

Caranguejo é que anda pra trás

Não é possível gente

Já é demais

Mas não sou eu

Que vou ficar de touca

Marcando bobeira compadre

Com uma chupeta na boca

Mas não sou eu

Que vou ficar de touca

Marcando bobeira compadre

Com uma chupeta na boca

Até que enfim

Se lembraram de mim

Eu não sou bom

Mas não sou ruim

Quero saber

Qual é o problema

Faço meus pagodes, canto os meus sambas, esse é o meu lema

Como diz o ditado

Caranguejo é que anda pra trás

Não é possível gente

Já é demais

Mas não sou eu

Que vou ficar de touca

Marcando bobeira compadre

Com uma chupeta na boca

Mas não sou eu

Que vou ficar de touca

Marcando bobeira compadre

Com uma chupeta na boca


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PRA MIM ISTO NÃO VALE - AROLDO SANTOS

PRA MIM ISTO NÃO VALE - AROLDO SANTOS

De: Aroldo dos Santos (Aroldo Santos) / Augusto Nunes

1975


Para mim isto não vale

É bem melhor que te cales

Já estás falando alto

Esse ano eu vou sair

Quero é me divertir

Vou brincar lá no asfalto

Se duvidas tu verás

É agora ou nunca mais

Já fiz minha fantasia

Vou brincar para valer

Doa, doa a quem doer

Eu vou sambar noite e dia

Vou brincar para valer

Doa, doa a quem doer

Eu vou sambar noite e dia

Sempre tive esse desejo

Pois todo ano vejo

Minha escola desfilar

Mas agora é diferente

Resolvi botar pra frente

E também quero cantar

Se eu vou não me arrependo

Por dentro está me doendo

Com vontade de ir agora

Mesmo se errado estou

Até logo, eu já vou

Mas é que está chegando a hora

Mesmo se errado estou

Até logo, eu já vou

Mas é que está chegando a hora


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BATIDA DE LIMÃO - AROLDO SANTOS

BATIDA DE LIMÃO - AROLDO SANTOS

De: Aroldo dos Santos (Aroldo Santos) / Zardino de Oliveira (Zardino)

1975


Corta essa bicho

Eu não quero mais lhe ver êh êh êh

É melhor ficar na sua

É preciso de esquecer

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Minha onda bicho

É pesada pra você êh êh êh

Pra curtir a que eu vou curtindo

Vai ter muito que aprender

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Meu negócio agora bicho

É dizer para você êh êh êh

Que o limão é o maior barato bicho

Só pra quem sabe beber

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Corta essa bicho

Eu não quero mais lhe ver êh êh êh

É melhor ficar na sua

É preciso de esquecer

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Minha onda bicho

É pesada pra você êh êh êh

Pra curtir a que eu vou curtindo

É preciso de esquecer

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Meu negócio agora bicho

É dizer para você êh êh êh

Que o limão é o maior barato bicho

Só pra quem sabe beber

Tô doidão

Tô doidão

Tô doidão de batida de limão, mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão

Mas é o bão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão, tô doidão

Tô doidão de batida de limão


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sábado, 3 de janeiro de 2026

ORIGEM DO SAMBA - AROLDO SANTOS

ORIGEM DO SAMBA - AROLDO SANTOS

De: Olympio Chapelem (Naval) / Delbio Bragança (Delmo) / Carlos Cesar Augusto (Cesar)

1975


Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

Negro misturou a raça

Negro misturou a cor

Batuques negros sambantus

No sangue ameríndios ficou

Negro misturou a raça

Negro misturou a cor

Batuques negros sambantus

No sangue ameríndios ficou

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

E veio o negro da África

Com seu mistério deixou

Trouxe keto e Angola gege malê e nagô

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

E assim negro chegou

Espalhou amor e fé

Deu o samba e capoeira

E dança de candomblé

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

Ieleô

Ieleô matungo malungo kalombé

Dizia o negro no lamento

Pedia mais vento e maré

Ieleô


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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

MAS COMO É LINDA - JORGINHO DO IMPÉRIO

MAS COMO É LINDA - JORGINHO DO IMPÉRIO

(Jorge Antônio Carlos)

1975


Mas como é linda e tem cadência no andar

Mas como é linda e tem cadência no andar

Achou quem te leva vai

Que o mundo te ensinará

Achou quem te leva vai

Que o mundo te ensinará

Mas como é linda

Mas como é linda e tem cadência no andar

Mas como é linda e tem cadência no andar

Achou quem te leva vai

Que o mundo te ensinará

Achou quem te leva vai

Que o mundo te ensinará


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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

NÃO MEXE NÃO - JORGINHO DO IMPÉRIO

NÃO MEXE NÃO - JORGINHO DO IMPÉRIO

(Darcy da Mangueira)

1975


Não mexe não, não mexe não

Não mexe com essa nega não

É conhecida, compadre

Vai arrumar confusão

Não mexe não

Não mexe não

Não mexe com essa nega não

É conhecida, compadre

Vai arrumar confusão

O marido dessa nega

É um cara valentão

Ele usa revólver na cinta,

Dá rabo de arraia

E briga na mão

Mas não mexe não

Não mexe não

Não mexe com essa nega não

É conhecida, compadre, vai arrumar confusão

É conhecida, compadre, vai arrumar confusão

Essa nega é conhecida, compadre, vai arrumar confusão

É conhecida, compadre, vai arrumar confusão

Por causa dessa nega meu amigo morreu do coração

É conhecida, compadre, vai arrumar confusão

Essa nega é minha camarada, o nome dela é Conceição

É conhecida, compadre, vai arrumar confusão

Ela é da minha política e não gosta muito de confusão


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domingo, 28 de dezembro de 2025

BAIANEIRO - NADINHO DA ILHA

BAIANEIRO - NADINHO DA ILHA

De: Armando Fernandes de Aguiar (Mamão)

1973


Nasci ao meio-dia

Na divisa de Minas com a Bahia

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Maria Aparecida Conceição, minha mãe

Meu pai

Juca Geraldo da Paixão

Ah! Eu sou baianeiro Maneco Paixão da Conceição

Ah! Eu sou baianeiro Maneco Paixão da Conceição

Ah! Eu sou baianeiro Maneco Paixão da Conceição

Ah! Eu sou baianeiro Maneco Paixão da Conceição

Não tenho berimbau e nem viola

Consola por banca sem ser banqueiro

Quem planta o cacau é o baiano

Quem guarda o cacau é o mineiro

Quem planta o cacau é o baiano

Quem guarda o cacau é o mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Calamidade mineira é tromba d'água

Tragédia baiana é falta d'água

Nem todo baiano é banqueiro

Mas todo banqueiro é mineiro

Nem todo baiano é banqueiro

Mas todo banqueiro é mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

No céu digo salve o padroeiro

Na terra eu dou viva pro dinheiro

Compadre baiano é macumbeiro

Compadre mineiro é fazendeiro

Compadre baiano é macumbeiro

Padre mineiro é fazendeiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro

Ah! Eu sou baianeiro, metade baiano metade mineiro


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sábado, 27 de dezembro de 2025

PENHA LAPA - AZES DA MELODIA

PENHA LAPA - AZES DA MELODIA

De: Ivan Pires / Domenico Castro (Doca)

1973


Eu já posso ficar

Com você até de manhã

Já não pego mais o trem das onze

Nem moro mais em Jaçanã

Eu já posso ficar

Com você até de manhã

Já não pego mais o trem das onze

Nem moro mais em Jaçanã

Mamãe dorme sossegada

Já não fica mais preocupada

Eu vou à Penha a qualquer hora

Lapa Penha tem condução a toda hora

Eu já posso ficar

Com você até de manhã

Já não pego mais o trem das onze

Nem moro mais em Jaçanã

Eu já posso ficar

Com você até de manhã

Já não pego mais o trem das onze

Nem moro mais em Jaçanã

Mamãe dorme sossegada

Já não fica mais preocupada

Eu vou à Penha a qualquer hora

Lapa Penha tem condução a toda hora

Lapa Penha tem condução a toda hora

Lapa Penha tem condução a toda hora

Lapa Penha!


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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

JÁ FUI SAMBISTA – MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL

JÁ FUI SAMBISTA – MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL

(Nézinho)

1975


Peço licença aos senhores

Que são admiradores

Deste ritmo quente que é o samba

Venho através dos meus versos

Relembrar os sucessos

Quando eu tive a nobreza de bamba

Já fui sambista

Tive glórias no passado

Mas no meu ponto de vista

0 samba será sempre considerado

Já fui sambista

Tive glórias no passado

Mas no meu ponto de vista

0 samba será sempre considerado

Vai, vai meu samba

Penetra no coração da mulata

Deixa que ela sinta o prazer

De gritar teu nome em voz bem alta

Semeia o teu micróbio no terreiro

Para o povo ver de perto que tu és

Orgulho deste torrão Brasileiro

Peço licença aos senhores

Peço licença aos senhores

Que são admiradores

Deste ritmo quente que é o samba

Venho através dos meus versos

Relembrar os sucessos

Quando eu tive a nobreza de bamba

Já fui sambista

Tive glórias no passado

Mas no meu ponto de vista

0 samba será sempre considerado

Já fui sambista

Tive glórias no passado

Mas no meu ponto de vista

0 samba será sempre considerado

Vai, vai meu samba

Penetra no coração da mulata

Deixa que ela sinta o prazer

De gritar teu nome em voz bem alta

Semeia o teu micróbio no terreiro

Para o povo ver de perto que tu és

Orgulho deste torrão Brasileiro

Peço licença aos senhores


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O CARIOCA - JAIR RODRIGUES

O CARIOCA - JAIR RODRIGUES

(Ary Alves de Souza / Otacilio de Souza)

1975


Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Tá bonito!

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá

O carioca é aquele que deita na sombra na hora do almoço

Está quase sempre com ar de bom moço

Que bate uma bola até com o caroço

Com um São Jorge no pescoço

O carioca é aquele que paga um mês quando já deve seis

Está quase sempre com ar de burguês

Que nunca faz nada e diz que já fez

Ele não pensa na vida

Tem sempre uma nega, a sua Margarida

Come na pensão, não carrega marmita

Adora cerveja e também a batida

E que batida, hein?!

E quando vai pro estádio vai para a geral

Pula para as cadeiras

Xinga o juiz (Viana), mas é brincadeira

Se ganha o Mengão logo tem bebedeira

0 carioca é aquele

Que sai na Escola de Samba

Lá na Avenida ele é um bamba

0 carioca é aquele

Que pelo Rio se inflama

Arpoador, Copacabana,

0 carioca é aquele

Que vive de gozação

Mas ama seus companheiros

Pois todos são seu irmão

Essa não!

Como é que é ô meu, tá a fim de tirar uma chinfra comigo?

Tás pensando que eu sou loque, meu?

Aqui é mais em cima, a gente passa é a vassoura

Porque aqui o buraco é mais embaixo, onde passa é o rodo

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Vai morrer, ô vagabundo!

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá

O carioca é aquele que deita na sombra na hora do almoço

Está quase sempre com ar de bom moço

Que bate uma bola até com o caroço

Com um São Jorge no pescoço

O carioca é aquele que paga um mês quando já deve seis

Está quase sempre com ar de burguês

Que nunca faz nada e diz que já fez

Ele não pensa na vida

Tem sempre uma nega, a sua Margarida

Come na pensão, não carrega marmita

Adora cerveja e também a batida

Batida, hein?!

E quando vai pro estádio vai para a geral

Pula para as cadeiras

Xinga o juiz (ladrão), mas é brincadeira

Se ganha o Mengão logo tem bebedeira

0 carioca é aquele

Que sai na Escola de Samba

Lá na Avenida ele é um bamba

0 carioca é aquele

Que pelo Rio se inflama

Arpoador, Copacabana,

0 carioca é aquele

Que vive de gozação

Mas ama seus companheiros

E todos são seu irmão

Essa não!

Aê, ô meu compadre, to com um bagulho da melhor qualidade pra passar pro senhor

Pro senhor arrebentar a boca do balão, vai ou fica?

Que é isso rapaz, vai roubar pra ser preso?

Tá pensando que eu sou trouxa?

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá (sem essa malandro)

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá, laiá

Vai morrer, vagabundo

Laiá, laiá, laiá

Vai embarcar nesse trem

Laiá, laiá, laiá

Que isso, rapaz

Laiá, laiá, laiá

Aqui em cima a gente tá passando na vassoura, rapaz

Laiá, laiá, laiá, laiá

E aqui a gente passa o rodo toda hora

Laiá, laiá, laiá

Laiá, laiá, laiá


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

MEU PIRÃO PRIMEIRO – DELCIO CARVALHO, NOCA DA PORTELA E ZÉ DO MARANHÃO

MEU PIRÃO PRIMEIRO – DELCIO CARVALHO, NOCA DA PORTELA E ZÉ DO MARANHÃO

(Delcio Carvalho)

1976


Ô gente, tá faltando comida aí, hein?!

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Eu já tô com a voz cansada

Tô fraquinho, meu irmão

Tô com a barriga doendo

Veja que situação

Bota logo a feijoada

Que se não posso voar

Tripa fina e tripa grossa

Já começaram a brigar

Farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha, farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

O jejum que estou fazendo

Não é por religião

Moro longe e meu salário

Gasto só na condução

Você tem tudo na vida

Mas não faz uma franqueza

Nunca rebolei os queixos

Na beira da sua mesa

Farinha, farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Se não botar esse rango

Eu não sei como vai ser

Já estou ficando bambo

Com o corpo todinho a tremer

Tô fazendo uma dieta

Só eu sei qual a razão

Já faz tempo que não vejo

Um prato cheinho de arroz com feijão

Farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Sonhei que fui numa festa

Muito bem acompanhado

Ah! Como tinha comida e bebida

Rolando pra todo lado

Quando acordei com pancada levei bofetada e não tive colher

Estava dando dentada na parte carnuda da minha mulher

Farinha

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro

Farinha pouca

Meu pirão primeiro

Quem tá com fome não pode ser cavalheiro


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sábado, 20 de dezembro de 2025

MARIA DEVAGAR – BETINHO DA BALANÇA

MARIA DEVAGAR – BETINHO DA BALANÇA

(Claudionor Santana / Gilberto da Silva)

1976


Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Eu nem quero me lembrar

O que Maria já fez

Por causa de uma cachaça

Quase mata o português

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Eu conheço esta mulher

Ela não é brincadeira

Ela bebe, joga e fuma

Ela brinca capoeira

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Sertanejo é quem espera

O mau tempo melhorar

Antes que o caldo entorne

Eu já vou me retirar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Eu conheço esta mulher

Ela não é brincadeira

Ela joga, bebe e fuma

Ela brinca capoeira

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Eu nem quero me lembrar

O que Maria já fez

Por causa de uma cachaça

Quase mata o português

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Sertanejo é quem espera

O mau tempo melhorar

Antes que o caldo entorne

Eu já vou me retirar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar

Dona Maria devagar

Mata boi sem segurar


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terça-feira, 16 de dezembro de 2025

BARRA PESADA (ONDE MORO LADRÃO TEM MEDO DE IR) - DICRÓ

BARRA PESADA (ONDE MORO LADRÃO TEM MEDO DE IR) - DICRÓ

De: Carlos Roberto Oliveira (Dicró)

1976


No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

É isso aí!

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

Ladrão não anda de noite

Porque tem medo de ser assaltado

Já viraram o camburão

Eta lugar carregado

Um cara foi assaltado

Por quatro sujeitos barbudos

Levaram o dinheiro do cara

E o anel com dedo e tudo

Eta lugar

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

Gente, parece piada

Mas é perigoso de fato

A bandeira lá do meu lugar

Tem o retrato de um gato

Um motorista de entrega

Está bobo até agora

Roubaram o pneu do seu carro

A sessenta quilômetros a hora

Eta lugar

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

E na semana passada veja o que me aconteceu

O dente do cara doeu

Ele mandou arrancar o meu

O vizinho que foi receber

Um auxílio à natalidade

Chegou um malandro e tomou

Dizendo que era o pai de verdade

Eta lugar

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi

No lugar onde moro até ladrão tem medo de ir

Eta lugar perigoso

Igual aquele eu nunca vi


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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

NA BEIRA DO MANGUE - JAIR RODRIGUES

NA BEIRA DO MANGUE - JAIR RODRIGUES

De: Ary Alves de Souza (Ary do Cavaco) / Roque José Xavier (Roque do Plá)

1976


Na cidade nova também vou morar

Pois o carnaval também já foi pra lá

Eu sei que o progresso o mangue vai fechar

Quem ornamentou foi Barão de Mauá

Até o metrô já vai passar por lá

Pois tudo quer que chega lá tem que chegar

Eu vou morar

Na beira do mangue

Tudo está lá

Na beira do mangue

Eu sei que vou ficar

Na beira do mangue

De papo pro ar

Na beira do mangue

O Mangue tem na zona centro e zona norte

Na suburbana a correnteza é muito forte

Zona rural, zona da mata e da morte

E a do agrião que é perigosa no esporte

Quem sai da zona norte e vai pra zona sul

Quem sai do Ipanema e vai pro Caju

Quem sai lá do Flamengo e vai pra Bangu

Quem vem aqui pro centro de Nova Iguaçu

Aonde tem que passar

Na beira do mangue

Tudo está lá

Na beira do mangue

Eu sei que vou ficar

Na beira do mangue

De papo pro ar

Na beira do mangue

Na cidade nova também vou morar

Pois o carnaval também já foi pra lá

Eu sei que o progresso o mangue vai fechar

Quem ornamentou foi Barão de Mauá

Até o metrô já vai passar por lá

Pois tudo quer que chega lá tem que chegar

Eu vou morar

Na beira do mangue

Tudo está lá

Na beira do mangue

É eu vou ficar

Na beira do mangue

De papo pro ar

Na beira do mangue

O Mangue tem na zona centro e zona norte

Na suburbana a correnteza é muito forte

Zona rural, zona da mata e da morte

E a do agrião que é perigosa no esporte

Quem sai da zona norte e vai pra zona sul

Quem sai do Ipanema e vai pro Caju

Quem sai lá do Flamengo e vai pra Bangu

Quem vem aqui pro centro de Nova Iguaçu

Aonde tem que passar

Na beira do Mangue

Tudo está lá

Na beira do Mangue

É eu vou pra lá

Na beira do Mangue

Eu sei que vou ficar

Na beira do Mangue


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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

CARA BACANA - NELSON CEBOLA

CARA BACANA - NELSON CEBOLA

De: Nelson Reis Conceição (Nelson Cebola)

1976


Aonde eu moro tem um botequim

Viola, pandeiro e até tamborim

Onde eu moro tem um botequim

Viola, pandeiro e até tamborim

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da semana, viu?

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da semana

Tem uma de litro que matou o guarda

Mas eu me seguro estou sempre legal

Malandro é o gato que salta de banda

Mas vira batuque quando é carnaval

Malandro é o gato que salta de banda

Mas vira batuque quando é carnaval

A rapaziada diz que eu sou legal

Sou um papo firme com muita moral

Não marco bobeira já tô com quarenta

Meu apelido é pedra noventa

Não marco bobeira já estou com quarenta

Meu apelido é pedra noventa

Tem gente que bebe não sabe o que diz

Vivendo assim eu vivo feliz

Eu vivo pro samba e a mulata pra mim

A felicidade que eu penso é assim

Eu vivo pro samba e a mulata pra mim

A felicidade que eu penso é assim

Ih! Aonde eu moro tem um botequim

Viola, pandeiro e até tamborim, viu?

Onde eu moro tem um botequim

Viola, pandeiro e até tamborim

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da semana, viu?

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da semana

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da

E o dono é um cara bacana

Só pago o que eu devo no fim da semana


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sexta-feira, 14 de novembro de 2025

EU PONHO A MÃO NO FOGO - DICRÓ

EU PONHO A MÃO NO FOGO - DICRÓ

De: Carlos Roberto Oliveira (Dicró)

1976


Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Olha que eu já disse que posso botar

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

É a minha mulher é mulata

E olha que eu sou escurinho

Mas meu garoto nasceu

Totalmente moreninho

Ela tem barriga limpa

É um dom que Deus lhe deu

Porque na minha família

Só quem é preto sou eu

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Olha que eu já disse que posso botar

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Eu já ando preocupado com o que lhe aconteceu

Umas manchas toda roxa

No seu pescoço apareceu

Isto é carne estragada

Que a minha nega comeu

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Ei menina eu já disse que posso botar

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Saio na segunda-feira

Só volto pra casa domingo

Eu confio em minha preta

Ciúme eu não tenho um pingo

Ela não fica sozinha

O meu primo é sua companhia

Ele é sangue do meu sangue

Gente que a gente confia

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Menina eu já disse que posso botar

Por ela eu boto a mão no fogo

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Olha que eu já disse que posso botar

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Pode botar

Sem ter medo de queimar

Pode botar

Sem ter medo de queimar


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sábado, 25 de outubro de 2025

ENQUANTO A CIDADE DORME – JAIR DO CAVAQUINHO E NELSON CAVAQUINHO

ENQUANTO A CIDADE DORME – JAIR DO CAVAQUINHO E NELSON CAVAQUINHO

De: Nelson Antônio da Silva (Nelson Cavaquinho) / Jair de Araújo Costa (Jair do Cavaquinho)

1975


Enquanto a cidade dorme

Meu sofrimento é desconforme

Eu já perdi a esperança

Meu coração pede vingança

Enquanto a cidade dorme

Meu sofrimento é desconforme

Eu já perdi a esperança

Meu coração pede vingança

Estou vingado em lhe ver sofrer demais

Eu não sabia que não me querias mais

Foi bem melhor tudo terminar

Vou colocar minha cabeça no lugar

Enquanto a cidade dorme

Enquanto a cidade dorme

Meu sofrimento é desconforme

Eu já perdi a esperança

Meu coração pede vingança

Enquanto a cidade dorme

Meu sofrimento é desconforme

Eu já perdi a esperança

Meu coração pede vingança

Estou vingado em lhe ver sofrer demais

Eu não sabia que não me querias mais

Foi bem melhor tudo terminar

Vou colocar minha cabeça no lugar

Vou colocar minha cabeça no lugar

Vou colocar minha cabeça no lugar


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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

O MESMO DE OUTRORA - AROLDO SANTOS

O MESMO DE OUTRORA - AROLDO SANTOS

De: Aroldo dos Santos / Augusto Nunes

1975


Ainda sou o mesmo de outrora

E não vou mudar de opinião

Não, não

Não é você que chegou agora

Que vai mudar as batidas do meu coração

Mas infelizmente é impossível

Só pra você totalmente fazer-me mudar

Não me venha agora

Querendo marcar pra depois

Porque de hoje em diante não dá pra nós dois

Não me venha agora

Querendo marcar pra depois

Porque de hoje em diante não dá pra nós dois

Minha vida tem sido sofrer por amor, eu não quero mais isso

Lhe dei a liberdade, saí do suplício

O melhor a fazer, procurar outro alguém

A fumaça cobriu, o vento bateu e a cinza espalhou

É melhor que procure um príncipe encantado

Que lhe dê nova vida com muito amor

Minha vida tem sido sofrer por amor, eu não quero mais isso

Lhe dei a liberdade, saí do suplício

O melhor a fazer, procurar outro alguém

A fumaça cobriu, o vento bateu e a cinza espalhou

É melhor que procure um príncipe encantado

Que lhe dê nova vida com muito amor


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sábado, 11 de outubro de 2025

ME CHAMARAM DE DOUTOR - AROLDO SANTOS

ME CHAMARAM DE DOUTOR - AROLDO SANTOS

De: Aroldo dos Santos (Aroldo Santos) / Murilo Rodrigues Mello (Murilo)

1975


Me chamaram de doutor

Porque eu pego na vassoura

Com ela ganho do leite

E defendo o da crioula

Mas eu me sinto feliz

Ela é o meu tesouro

E também já considero a vassoura, caneta de ouro

Mas quando eu pego nela

E começo a trabalhar

Mas quando eu pego nela

E começo a trabalhar

No som do barulho dela logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa, eu disse que ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Ih! logo começa, meu bem, mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Me chamaram de doutor

Porque eu pego na vassoura

Com ela ganho do leite

E defendo o da crioula

Mas eu me sinto feliz

Ela é o meu tesouro

E também já considero a vassoura, caneta de ouro

Mas quando eu pego nela

E começo a trabalhar

Mas quando eu pego nela

E começo a trabalhar

No som do barulho dela logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa, eu disse que ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Ih! logo começa, meu bem, mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar

Mas ela faz

Chuá chuá

Logo começa a limpar


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