Resumo dos samba-rock

sábado, 12 de setembro de 2026

MEU GLORIOSO SÃO CRISTÓVÃO - JORGE BEN JOR E GILBERTO GIL

MEU GLORIOSO SÃO CRISTÓVÃO - JORGE BEN JOR E GILBERTO GIL

De: Jorge Lima Menezes

1974


Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso Mártir

Meu glorioso Mártir, portador de Cristo, intercedei por nós

Nos flagelos, terremotos, incêndios e inundações

Nas viagens de terra

Subterrâneo, mar e ar

Livrai-nos do pecado

Do pecado da perdição

Conduzindo-nos

A Deus

Até o porto seguro da felicidade eterna

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Amém

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso Mártir

Meu glorioso Mártir

Portador de Cristo, intercedei por nós

Portador de Cristo, intercedei, intercedei por nós

Nos flagelos, terremotos, incêndios e inundações

Nos flagelos, terremotos, incêndios e inundações

Nas viagens de terra, subterrâneo, mar e ar

Nas viagens de terra, subterrâneo, mar e ar

Livrai-nos do pecado da perdição

Livrai-nos do pecado da perdição

Livrai-nos do pecado da perdição

Conduzindo-nos a Deus

Conduzindo-nos a Deus

Até o porto seguro da felicidade eterna

Conduzindo-nos a Deus

Até o porto seguro da felicidade eterna

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Amém

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Meu São Cristóvão

Amém

Meu São Cristóvão

Amém

Meu Glorioso São Cristóvão

Meu Glorioso Mártir

Meu Glorioso Mártir

Meu Glorioso São Cristóvão

Meu Glorioso São Cristóvão

Meu Glorioso Mártir

Meu Glorioso Mártir

Portador de Cristo

Portador de Cristo

Intercedei por nós

Intercedei por nós

Nos flagelos, terremotos, incêndios

E inundações

Nos flagelos, terremotos, incêndios

E inundações

Nas viagens de terra

Subterrâneo, mar e ar

Nas viagens de terra

Subterrâneo, mar e ar

Livrai-nos do pecado

Livrai-nos do pecado

Da perdição

Da perdição

Conduzindo-nos a Deus

Conduzindo-nos a Deus

Conduzindo-nos a Deus

Conduzindo-nos a Deus

Até o porto seguro

Até o porto seguro

Da felicidade eterna

Da felicidade eterna

Até o porto seguro

Até o porto seguro

Da felicidade eterna

Da felicidade eterna

Imploramos por Jesus Cristo

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Que conduzistes nos ombros

Imploramos por Jesus Cristo

Imploramos por Jesus Cristo

Que conduzistes nos ombros

Que conduzistes nos ombros

Amém

Amém

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso São Cristóvão

Amém, amém, amém

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso Mártir

Meu glorioso Mártir

Amém

Meu glorioso São Cristóvão

São Cristóvão

Amém

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso São Cristóvão

Meu glorioso São Cristóvão, meu glorioso Mártir

Portador de Cristo intercedei por nós

Nos flagelos, terremotos

Incêndios e inundações

Nas viagens de terra, subterrâneo, mar e ar

Livrai-nos do pecado da perdição

Conduzindo-nos a Deus

Até o porto seguro da felicidade eterna

Imploro por Jesus Cristo

Que conduzis...

Que conduzistes nos ombros, amém

Meu glorioso São Cristóvão

Amém

Amém

Amém

Amém

Amém

Amém


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SEM ESSA Nº 5 – JORGE BEN JOR

SEM ESSA Nº 5 – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1975


1, 2, 1, 2, 3 e...

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não

Mas só se não fizer

Sol amanhã

E se chover também

Eu não vou sair de casa

Pois eu não estou aqui

Pra pegar uma gripe danada

E no fim da semana não ver meu time jogar

Nem ver a minha namorada

Não ver meu time jogar

Nem ver a minha namorada

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não, não

Mas só se for pra brigar

Se for brigar com a minha sogra

Que ainda não sei porque, não sei porque não gosta de mim

Eu sou um rapaz considerado simpático, sou feliz mesmo acordado

Pois minha mãe sempre me ensinou

Como é lindo

O amor

Como é lindo

O amor

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não

Mas só se não fizer

Sol amanhã

E se chover também

Eu não vou sair de casa

Pois eu não estou aqui

Pra pegar uma gripe danada

E no fim da semana

Não ver meu time jogar

Nem ver a minha namorada

Não ver meu time jogar

Não ver a minha namorada

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não

Mas só se for pra brigar

Se for pra brigar com a minha sogra

Que ainda não sei porque, não sei porque não gosta de mim

Eu sou um rapaz considerado simpático, sou feliz mesmo acordado

Mas minha mãe sempre me ensinou

Como é lindo

O amor

Como é lindo

O amor

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, guerra não, não, não, não


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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O SABER POÉTICO DA LITERATURA DE CORDEL - JORGE BEN JOR

O SABER POÉTICO DA LITERATURA DE CORDEL - JORGE BEN JOR

De: Baianinho

1975


Ih!

Em Cima da Hora pede passagem

Apresentando o samba enredo, o Boi Mandingueiro

Era uma vez, era uma vez

Era assim que começava

Eu era menino e hoje recordo

Das histórias que vovó contava

Do pavão misterioso

Que evangelista mandou construir

Com seu talento conquistou

A filha do conde, o seu amor

Quem é que não se lembra

Do conto do boi mandingueiro

Quando falava o seu nome

Vaqueiro tremia de medo

Mas quem amansasse o boi

Tinha um prêmio em dinheiro

E também casava com a filha do fazendeiro, viu?

E também casava com a filha do fazendeiro

O padre Cícero do Juazeiro

Homem de bom coração

Sempre lembrado pelo povo cristão

Vamos cantar minha gente

Preste atenção no refrão

Viva o poeta violeiro, lá do sertão

Vamos cantar minha gente

Preste atenção no refrão

Viva o poeta violeiro, lá do sertão

Ê boi

E ê ê boiada

É mandingueiro, gente, é vaquejada

Ê boi

E ê ê boiada

É mandingueiro, gente, é vaquejada

Era uma vez

Era uma vez

Era assim que começava

Eu era menino, hoje recordo

As histórias que vovô contava

O pavão misterioso

Evangelista mandou construir

Com seu talento conquistou, ô, ô

A filha do conde, o seu amor

Quem é que não se lembra

Do conto do boi mandingueiro

Quando falava o seu nome

Vaqueiro tremia de medo

Mas quem amansasse o boi

Tinha um prêmio em dinheiro

E também casava com a filha do fazendeiro

E também casava com a filha do fazendeiro

O padre Cícero do Juazeiro, padinho Ciço

Homem de bom coração

Sempre lembrado pelo povo cristão

Vamos cantar minha gente, preste atenção no refrão

Viva o poeta, violeiro lá do sertão

Vamos cantar, minha gente

Preste atenção no refrão

Viva o poeta, violeiro

Lá do sertão

Ê boi

E ê ê boiada

É mandingueiro, gente, é vaquejada

Ê boi

E ê ê boiada

É mandingueiro, gente, é vaquejada

Ih, solta o boi

Ih, é, quero ver a (…) pro boi


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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

CAMISA 10 DA GÁVEA – JORGE BEN JOR

CAMISA 10 DA GÁVEA – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1976


É falta na entrada da área

Adivinha quem vai bater?

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

Ele tem uma dinâmica

Física, rica e rítmica

Seus reflexos lúcidos

Lançamentos, dribles desconcertantes

Chutes maliciosos

São como flash eletrizantes

Estufando a rede, num possível gol de placa

Estufando a rede, num possível gol de placa

É gol é gol

É falta

Na entrada da área

Adivinha quem vai bater?

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

O galinho de Quintino chegou

Ôôôôô

Com garra, fibra e amor

Ôôôôô

Pode não ser um jogador perfeito

Mas a sua malícia o faz com que seja lembrado

Pois mesmo quando não está inspirado

Ele procura

A inspiração de cada gol, cada toque, cada jogada

É um deleite para os apaixonados do esporte bretão

E cada gol, cada toque, cada jogada

É um deleite para os apaixonados do esporte bretão

Zico é falta na entrada da área

Adivinha quem vai bater

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É falta na entrada da área, adivinha quem vai bater?

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea

É o Camisa 10 da Gávea


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terça-feira, 8 de setembro de 2026

SPEED – SÔNIA SANTOS

SPEED – SÔNIA SANTOS

De: Jorge Ben Jor

1978


Speed

Aonde é que você vai, speed?

Speed, speed, speed, speed, speed, speed

Aonde é que você vai, speed?

O seu crédito foi aceito

Pois descobriram que você

É um rapaz direito, speed

Oh yeah, speed

Aonde é que você vai, speed?

Speed, speed, speed, speed, speed, speed

Aonde é que você vai, speed?

Eles estão te esperando

Eles estão te olhando

Eles querem te ver feliz, speed

Vista seu terno novo

Passe um pente no cabelo

Ponha um cravo na lapela

Tome uma cerveja gelada

Tome um táxi na esquina

E fé em Deus e pé na tábua

Pois na igreja, speed

Todos estão a te esperar

É só você dizer que sim

E aquela noiva pura, linda, inocente vai ser sua para sempre, speed

Speed

Aonde é que você vai, speed?

Speed, speed, speed, speed, speed, speed

Aonde é que você vai, speed?

O seu crédito foi aceito

Pois descobriram que você é um rapaz direito, speed

Speed

Aonde é que você vai, speed

Speed, speed, speed, speed, speed, speed

Aonde é que você vai, speed

Eles estão te esperando

Eles estão te olhando

Eles querem te ver feliz, speed

Vista seu terno novo

Passe um pente no cabelo

Põe um cravo na lapela

Tome uma cerveja gelada

Tome um táxi na esquina

E fé em Deus e pé na tábua

Pois na igreja, speed

Todos estão a te esperar

É só você dizer que sim

E aquela noiva pura, linda, inocente vai ser sua para sempre, speed

Speed

Speed

Speed

Speed

Speed, speed, speed, speed, speed, speed, speed, speed, speed, speed...


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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

NATAL BRASILEIRO (QUE NATAL É ESSE) – JORGE BEN JOR

NATAL BRASILEIRO (QUE NATAL É ESSE) – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1978


Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Depois da Missa do Galo

Parentes, amigos e convidados

Reunidos na mesma mesa toda enfeitada

Com frutas tropicais

E no centro um cabrito assado e tenro todo recheado, espalhando farofa pra todo lado, pra todo lado

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

E lá fora os partideiros, os partideiros

Jorge da Viola, Neném da Cuíca e Joãozinho do Pandeiro

Representando os Três Reis Magos, trazendo de presente o samba

E a alegria pro terreiro

Pois o filho homem de Dona Maria

Que acabou de nascer nesse dia glorioso e sentimental

É a imagem do Menino Rei

É a alegria do Natal

É a imagem do Menino Rei

É a alegria do Natal

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Depois da Missa do Galo

Parentes, amigos e convidados

Reunidos na mesma mesa toda enfeitada

Com frutas tropicais

E no centro um cabrito assado e tenro todo recheado, espalhando farofa pra todo lado, pra todo lado

Que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

E lá fora os partideiros, os partideiros

Jorge da Viola, Neném da Cuíca e Joãozinho do Pandeiro

Representando os Três Reis Magos, trazendo de presente o samba

E a alegria pro terreiro

Pois o filho homem de Dona Maria

Que acabou de nascer nesse dia glorioso e sentimental

É a imagem do Menino Rei

É a alegria do Natal

É a imagem do Menino Rei

É a alegria do Natal

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, amor

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá

Pá, pá, pá, pá, pará, pá

Feliz Natal, Brasil

Fala-la-la-la-la

Feliz Natal

Esse é o Natal brasileiro, amor

Mas que Natal é esse

Mas que Natal é esse

É o Natal, Natal brasileiro, amor

Mas que Natal, mas que Natal, mas que Natal é esse

É o Natal brasileiro, é o Natal brasileiro, amor

Foi salgueiro nisso, foi o salgueiro agora

Ih!

Salgueiro funk, lá vem salgueiro

Natal, viva Natal, ih!

Salve o filho homem de dona Maria


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domingo, 6 de setembro de 2026

WAIMEA 55.000 – JORGE BEN JOR

WAIMEA 55.000 – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1978


Ou você pega a onda ou a onda pega você

Ou você pega a onda ou a onda pega você

Desliza que eu quero ver

Desliza que eu quero ver

Vai dropar

Ou vai deslizar

Vai dropar

Ou vai deslizar o waimea

A simpatia, a perseverança e o sentimento

Neutralizaram o sórdido fingimento

E disso tudo nasceu um lindo e cândido amor

Ora, veja bem, eu sou um poeta liberal

Que vê num sorriso de uma criança

E o abanar da cauda de um cão

A beleza e a presença de um anjo da guarda constante

Não sei se você me entende

Mas eu não faço planos, eu vivo o presente

Procurando entender a tudo e a todos

Eu vou surfando e cantando, eu vou, eu vou, eu vou surfando e cantando

Ou você pega a onda ou a onda pega você

Ou você pega a onda ou a onda pega você

Desliza que eu quero ver

Desliza que eu quero ver

Vai dropar

Ou vai deslizar

Vai dropar

Ou vai deslizar o waimea

A simpatia, a perseverança e o sentimento

Neutralizaram o sórdido fingimento

E disso tudo nasceu um lindo e cândido amor

Ora, veja bem, eu sou um poeta liberal

Que vê num sorriso de uma criança

E o abanar da cauda de um cão

A beleza e a presença de um anjo da guarda constante

Não sei se você me entende

Mas eu não faço planos, eu vivo o presente

Procurando entender a tudo e a todos

Eu vou surfando e cantando, eu vou, eu vou, eu vou surfando e cantando

Waimea 55.000

Waimea 55.000

É uma onda de 15 metros que dá uma vez por ano no Havaí

E só as grandes feras ficam em cima

Com as suas pranchas

Eu quero ver vocês aí, eu quero ver vocês aí

As gatinhas estão olhando, olha aí

Eu quero ver as feras

Passa parafina, Paulinho

Olha aí, Paulinho, passa parafina

Cuidado, olha o tubo

É isso que dá, Paulinho

Essa prancha parece até um submarino aí

Isso é que dá fazer prancha no fundo do quintal, Paulinho

Tampa esse buraco, Paulinho

Cuidado com waimea

55.000

Alô, alô, alô, alô moçada

Ih, waimea

Paulinho, passa parafina, Paulinho


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E NOVAMENTE MAIS QUE NADA – RONALDO RESEDÁ

E NOVAMENTE MAIS QUE NADA – RONALDO RESEDÁ

De: Jorge Lima Menezes

1979


Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Mais que nada

Mais que nada

Por favor sai da minha frente

Me deixem eu passar

Pois o samba continua animado

Preciso dar forças nos trabalhos

Por isso eu tenho que sambar

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Mais que nada

Mais que nada

Esse samba que continua misto de maracatu e universal

Samba de Zé Pretinho, alegria

Samba de preto velho, simpatia

Samba que abre caminho

Samba que decide e manda

Samba que abre caminho

Samba que decide e manda

Ele toca no rádio, na discoteca, no terreiro, no baile e na banda

Ele toca no rádio, na discoteca, no terreiro, no baile e na banda

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Ma, ma, mais que nada eu quero ver você sambar

Ma, ma, mais que nada eu quero ver, quero ver você dançar

Ma, ma, mais que nada eu quero ver você sambar

Ma, ma, mais que nada eu quero ver, quero ver você dançar

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Mais que nada

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba

Oh, ariá, ariá, ariá, ariá, raiô, oba, oba


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WALDOMIRO PENA – JORGE BEN JOR

WALDOMIRO PENA – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1979


Esta

É a história

De Waldomiro Pena

O cândido

O último repórter

Policial romântico

Salve Waldomiro Pena

O cândido

Waldomiro anda muito preocupado

Com as ideias de seu editor

Que querendo modernizar o jornal

Serra e esquece o romantismo

Que ele criou

Que ele conquistou

Waldomiro Pena

Mora no bairro do Flamengo

Num quarto e sala displicente decorado

Onde depois da matinal

Média e pão com manteiga

Num boteco da esquina

As pressas manda botar na conta

E se manda para o jornal

A Folha Popular a sua glória nacional

Bate o ponto pega uma velha perua e com a sua gangue cai nas ruas

Bate o ponto pega uma velha perua e com a sua gangue cai nas ruas

Transando com gente de todo tipo e espécie

Como por exemplo

Camelôs, policiais

Bicheiros, sambistas

Otários e marginais

Waldomiro Pena

Topa toda hora com lances incríveis e perigosos

Sem perder o seu humor

Heroico e romântico

Salve Waldomiro Pena

O Cândido

Salve Waldomiro Pena

O Cândido

Waldomiro

Waldomiro Pena

Waldomiro

Waldomiro Pena


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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

MARIA MARIÁ - MARKU RIBAS

MARIA MARIÁ - MARKU RIBAS

De: Marco Antônio Ribas / Walter Queiroz

1979


A rede vazia no quintal

Panela no fogo mungunzá

O dono da casa só precisa

Moça bonita pra se casar, é

Morena bonita é Maria

Por ela a viola vive a gemer

O dono da casa fez promessa

Moça bonita então Deus lhe dê

Ah, essa vida assim não dá

Morena de tão seu, eu sou tão só

Eu já nem sei dormir

Me esqueço de jantar

E você morena nem tá aí não

Pra dor do meu penar

Morena bonita é Maria

Vamos, gente!

Por ela a viola vive a gemer

O dono da casa fez promessa

Moça bonita então Deus lhe dê

Amém

A rede vazia no quintal

Panela no fogo mungunzá

O dono da casa só precisa

Moça bonita pra se casar, é

Oh, essa vida assim não dá

Morena de tão seu, eu sou tão só

Eu já nem sei dormir, é

Me esqueço de jantar

E você morena nem tá aí não

Pra dor do meu penar


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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

CANTILEÑAS DE SÃO VICTOR – JORGE BEN JOR

CANTILEÑAS DE SÃO VICTOR – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1979


São Víctor escreveu e falou

Cantou para quem quisesse ouvir

O liber vitae meritorum

São Víctor escreveu

São Víctor cantou

A glória

Divinorum

Operum

Cum gemarum

Partes fractas

Solidasse has distractas

Tribuit pauperibus

Inexaustum fert the saurum

Qui de virgis

Fecit aurum

Gemmas de lapidibus

Qui de virgis

Fecit aurum

Gemmas de lapidibus

São Víctor escreveu e falou

Cantou para quem quisesse ouvir

O liber vitae meritorum

São Víctor escreveu

São Víctor cantou

São Víctor escreveu

São Víctor cantou


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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

SENTA A PUA - ELZA SOARES

SENTA A PUA - ELZA SOARES

De: Ronaldo Barcelos da Silva

1981


Oh! Canoa, já não posso mais remar

Quase já quebrei meu remo

E tu nem sai do lugar

Não bebo essa água suja

Me ajude a sair desse mar

Oh! Canoa

Oh! Canoa, já não posso mais remar

Quase já quebrei meu remo

E tu nem sai do lugar

Não bebo essa água suja

Me ajude a sair desse mar

Já naveguei

Por esses mares, penei

Eu pensei

Que Deus ia se esquecer de nós dois

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua

Oh! Canoa, já não posso mais remar

Quase já quebrei meu remo

E tu nem sai do lugar

Não bebo essa água suja

Me ajude a sair desse mar

Oh! Canoa, já não posso mais remar

Quase já quebrei meu remo

E tu nem sai do lugar

Não bebo essa água suja

Me ajude a sair desse mar

Já naveguei

Por esses mares, penei

Eu pensei

Que Deus ia se esquecer de nós dois

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa

Senta a pua

Nossa vida continua na boa

Oh! Canoa


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sábado, 29 de agosto de 2026

RETRATAÇÃO – ALCIONE

RETRATAÇÃO – ALCIONE

De: Reginaldo Bessa

1980


Pra me fazer chorar

Todos os dias você mata a minha alegria

Só quer brigar

Implica

Se estou mais bonita

Critica se eu não me arrumo

Se fico por perto me grita

Se irrita na hora em que eu sumo

Depois quando lhe dá na telha até se ajoelha

E me pede perdão

E diz que faz isso porque

Me tem paixão

O meu inferno é o seu paraíso, eu já vi

Estampado em seu rosto

Um disfarçado sorriso

Um prazer incontido de ver meu desgosto

É muito fácil magoar

Pra depois acertar retratação

Mas francamente um amor tão doente não tem

Mais condição

Quem bate se esquece, quem apanha lembra você

Tantas me fez

E diz que me quer por mulher

Mais uma vez pra quê?

Pra me fazer chorar

Todos os dias você mata a minha alegria

Só quer brigar

Implica

Se estou mais bonita

Critica se eu não me arrumo

Se fico por perto me grita

Se irrita na hora em que eu sumo

Depois quando lhe dá na telha até se ajoelha

E me pede perdão

E diz que faz isso porque

Me tem paixão

O meu inferno é o seu paraíso, eu já vi

Estampado em seu rosto

Um disfarçado sorriso, um prazer incontido de ver

Meu desgosto

É muito fácil magoar

Pra depois acertar retratação

Mas francamente um amor tão doente não tem

Mais condição

Quem bate se esquece, quem apanha lembra você

Tantas me fez

E diz que me quer por mulher

Mais uma vez pra quê?

Pra me fazer chorar


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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

QUADRO DE ISMAEL - ALCIONE

QUADRO DE ISMAEL - ALCIONE

De: Carlos Dafé / Jon Lemos

1980


Um dia eu falei que eu não morria

Sem antes sair na Mangueira

Nem me passou na cabeça

Que nesse mesmo desfile

Encontraria João Nogueira, Elisete, coisa e tal

Aí veio a Gal

Representando

A Imperatriz no Carnaval

Roberto Ribeiro

Desceu a Serrinha

Para enfeitar com o seu gogó

O carnaval das ilusões

O poeta da Vila Iluminado

Me contou um sonho sonhado

E a rainha do bibope

Dona Elza Soares

Vinha no coro da Mocidade Independente

Foi linda a viagem ao país das maravilhas

Onde vi a minha infância retornar

Bom, bonito e barato

Hoje tem marmelada

Confete e serpentinas, explosão

Da arquibancada

Relampejou

Mas não choveu

E o Estácio pintou um quadro de Ismael

Ô Clara, Dona Yvone

Ô, Jorge Ben, Jorge Ben

Avisa a Bete

Que o Paulinho da Viola também vem

Relampejou, mas não choveu

E o Estácio pintou um quadro

De Ismael

Ô Clara, Yvone Lara

Ô, Jorge Ben

Avisa a Bete

Que o Paulinho da Viola também vem

Olha o Quilombo aí, minha gente!

O poeta da Vila Iluminado

Me contou um sonho sonhado

E a rainha do bibope

Dona Elza Soares

Vinha no coro da Mocidade Independente

Foi linda a viagem ao país das maravilhas

Onde vi a minha infância retornar

Bom, bonito e barato

Hoje tem marmelada

Confete e serpentinas, explosão

Da arquibancada

Relampejou

Mas não choveu

Que beleza!

E o Estácio pintou um quadro

De Ismael

Ô Clara, Yvone Lara

Ô, Jorge Ben

Avisa a Bete

Que o Paulinho da Viola também vem

E olha o Clube do Samba aí, minha gente!

Relampejou

Mas não choveu

E o Estácio pintou um quadro de Ismael

Ô Clara, ô Dona Yvone Lara

Ô, Jorge Ben

Avisa a Bete

Que o Paulinho da Viola também vem

Relampejou

Mas não choveu

Não choveu

E o Estácio pintou um quadro de Ismael


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Letra



Acordes



CIRCO SEM LONA (SÓ UM CEGO NÃO VÊ) - ALCIONE

CIRCO SEM LONA (SÓ UM CEGO NÃO VÊ) - ALCIONE

De: Antonio Carlos / Jocáfi

1980


Feriu

Não posso dizer que esse amor não feriu

Sabe como é

O homem tem sempre razão

E eu sou a mulher

Feriu, eu não posso dizer

Que esse amor não feriu

Sabe como é

O homem tem sempre razão

E eu sou a mulher

Você quer

Salvar as aparências

Mas esquece das minhas carências

E me acusa de impertinência

Quando exponho as minhas razões

Nosso amor é um circo sem lona

Já faz tempo que entrou em coma

É uma arma que já não detona

Só um cego não vê

Feriu, não posso dizer

Que esse amor não feriu

Sabe como é

O homem tem sempre razão

E eu sou a mulher

Feriu, eu não posso dizer

Que esse amor não feriu

Sabe como é

O homem tem sempre razão

E eu sou a mulher

Você quer salvar as aparências

Mas esquece das minhas carências

E me acusa de impertinência

Quando exponho as minhas razões

Nosso amor é um circo sem lona

Já faz tempo que entrou em coma

É uma arma que já não detona

Só um cego não vê

Feriu, não posso dizer

Que esse amor não feriu

Sabe como é

O homem tem sempre razão

Eu sou a mulher

Feriu...

Eu sou a mulher

Feriu, eu não posso dizer

Que esse amor não feriu


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RESUMO – ALCIONE

RESUMO – ALCIONE

De: Roberto Corrêa / Sylvio Son

1980


Nasci na Rua do Coqueiro

Lugar que me viu primeiro lá na minha São Luiz

Também morei na Rua da Saúde

Na Rua do Norte e no Beco Feliz

E bem feliz eu fui na minha infância

Sempre sem conter a ânsia de cantar e de explodir

Meu velho era quem me segurava

Ou o pau é quem cantava e eu fingia desistir

E por falar no velho eu apresento

Era músico e sargento, maestro e compositor

Dos nove irmãos de uma família farta

Dessa fila eu era a quarta, uma sonhadora em flor

O velho lá em casa dominava

Era ele quem mandava sempre na base do grito

Somente minha mãe fazia frente

Quando ela estava quente tudo ficava esquisito

Traumas lá em casa não havia

A vassoura é que comia quando as coisas iam mal

Meu pai batia, minha mãe pegava forte

Pra quem já conhece o norte isso é muito natural

Aprendi a encarar a vida

E se hoje eu sou sabida, agradeço a criação

É com orgulho que eu resumo a minha história

Pois não me sai da memória meus tempos de Maranhão

É, minha terra tem palmeiras onde canto sabiá

E não permita a Deus que eu morra sem que eu volte para lá

Nasci na Rua do Coqueiro

Lugar que me viu primeiro lá na minha São Luiz


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domingo, 23 de agosto de 2026

TORRESMO À MILANESA – CARLINHOS VERGUEIRO

TORRESMO À MILANESA – CARLINHOS VERGUEIRO

De: Carlos de Campos Vergueiro (Carlinhos Vergueiro) / João Rubinato (Adoniran Barbosa)

1979


O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O que é que você trouxe

Na marmita Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão e um torresmo à milanesa da minha Teresa

O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O que é que você trouxe

Na marmita Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão e um torresmo à milanesa da minha Teresa

Vamos almoçar

Sentados

Na calçada

Conversar

Sobre isso e aquilo

Coisas que nós não entende nada

Depois

Puxar uma palha

Andar um pouco pra fazer

O quilo, é dureza João, é dureza João, oi

É dureza João, é dureza João

É dureza João

O mestre falou que hoje não tem vale não

Ele se esqueceu que lá em casa não sou só eu

Se segura Maísa

O mestre falou que hoje não tem vale não

Ele se esqueceu que lá em casa não sou só eu

Se segura Maísa

O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O enxadão da obra bateu onze horas

Vamos simbora João

Vamos simbora João

O que é que você trouxe

Na marmita Dito

Trouxe ovo frito

Trouxe ovo frito

E você beleza

O que é que você trouxe

Arroz com feijão e um torresmo à milanesa da minha Teresa


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ADELITA - JORGE BEN JOR

ADELITA - JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1979


Ih, Adelita

Olha o visual, olha o breque

Ih, Adelita

Sensual

Um, dois, três

Olha o visual

Adelita

Adelita, amor

Adelita

Adelita, amor

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Adelita

Magnética

Adelita

Sensual

Bonita como uma rosa

Angelical

A primavera em pessoa

A primavera em amor, ai

A primavera em pessoa

A primavera em amor

Quando ela passa por aqui

E me olha com esse olhar inocente

Puro adocicado

E primaveril

Eu me sinto deslocado que passo da idade do lobo pra idade pueril

Eu me sinto deslocado que passo da idade do lobo pra idade pueril

Adelita

Adelita amor

Adelita

Adelita amor

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

E também sensual

Ih, olha o breque

Ih, Adelita

Olha o visual

Adelita

Magnética

Adelita

Sensual

Bonita como uma rosa

Angelical

A primavera em pessoa

A primavera em amor, ai

A primavera em pessoa

A primavera em amor

Quando ela passa por aqui

E me olha com esse olhar inocente

Puro, adocicado

E primaveril

Eu me sinto deslocado que passo da idade do lobo pra idade pueril

Eu me sinto deslocado que passo da idade do lobo pra idade pueril

Adelita

Adelita, amor

Adelita

Adelita, amor

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Essa garota tem swing lá do Rio de Janeiro

Vai ver que é carioca e também sai no salgueiro

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética

Ela é magnética


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

MENINA CRIOULA – JORGE BEN JOR

MENINA CRIOULA – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1979


Isso, isso, isso

Vem, vem chegando, vem, vem

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula

Essa menina crioula

Essa crioula menina

Tá demais

A sua pele negra

Macia e aveludada

É demais

Crioula

Crioula

Vai ser bonita

Assim lá em casa

Vai, vai, vai

Vai ser dengosa

Assim lá em casa

Vai, vai, vai

Clássica crioula, meiga mulher

De pura raiz tens o andar de uma guerreira

Crioula

Tens no sangue um vulcão

Tens um gesto de princesa

Crioula

Continua sendo a dona da festa

E do meu coração

Crioula

A verdadeira guerreira

A verdadeira crioula brasileira

Brasileira

Crioula

Piano play

Essa menina crioula

Essa crioula menina

Tá demais

A sua pele negra

Macia e aveludada

É demais

Crioula

Crioula

Vai ser bonita

Assim lá em casa

Vai, vai, vai

Vai ser dengosa

Assim lá em casa

Vai, vai, vai

Clássica crioula

Meiga mulher

De pura raiz tens o andar de uma guerreira

Crioula

Tens no sangue um vulcão

Tens um gesto de princesa

Crioula

Continua sendo a dona da festa

E do meu coração

Crioula

A verdadeira guerreira

A verdadeira crioula brasileira

Brasileira

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula

Crioula


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OCCULATUS ABIS – JORGE BEN JOR

OCCULATUS ABIS – JORGE BEN JOR

De: Jorge Lima Menezes

1979


Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Tem uns dias que eu me levanto

Procurando, pensando e querendo saber

De onde provém o meu impulso

O meu impulso

De sondar o espaço

A começar

Pelo brilho das estrelas

E de pensar

Que os deuses eram astronautas

Occulatus

Occulatus abis

Occulatus

Occulatus abis

E que sozinho pode-se voar até a mais longínqua das estrelas

Ou muito antes

Dos tempos por nós conhecidos

De outras galáxias

Chegaram os deuses

Ou de um belo planeta de possibilidades maravilhosas

De sonhar que não somos os primeiros

Seres terrestres

Pois nós herdamos uma semelhança cósmica

Occulatus abis

Cristalino firmamento

Hic canet errante lunam

Solis labores

Ar et turu

Pruviais

Genos prióis

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Tem uns dias que eu me levanto

Procurando, pensando e querendo saber

De onde provém o meu impulso

O meu impulso

De sondar o espaço

A começar pelo brilho das estrelas

E de pensar

Que os deuses eram astronautas

Occulatus

Occulatus abis

Occulatus

Occulatus abis

E que sozinho pode-se voar até a mais longínqua das estrelas

Ou muito antes

Dos tempos por nós conhecidos

De outras galáxias

Chegaram os deuses

Ou de um belo planeta de possibilidades maravilhosas

E de sonhar que não somos os primeiros

Seres terrestres

Pois nós herdamos uma semelhança cósmica

Occulatus abis

Cristalino firmamento

Hic canet errante lunam

Solis labores

Ar et turu

Pruviais

Genos prióis

Dez

Nove

Oito

Sete

Seis

Cinco

Quatro

Três

Dois

Um

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela

Estela

Estela, estela, estela


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