Resumo dos samba-rock

segunda-feira, 2 de abril de 2018

O LAMENTO DO SAMBA – PAULO CESAR PINHEIRO


O LAMENTO DO SAMBA – PAULO CESAR PINHEIRO

Eu tenho saudade
Dos sambas de antigamente
Quando o samba deixava uma vaga tristeza no peito da gente
Não era amargura e nem desventura e nem sofrimento
Era uma nostalgia, era melancolia, era um bom sentimento
Nos dias de hoje
O samba ficou diferente
Não tem mais dolência, mudou a cadência e o povo nem sente
Sua melodia é uma falsa alegria que passa com o vento
Ninguém percebeu, mas o samba perdeu sua voz de lamento
Quando eu canto na roda de samba um samba que é mais antigo
A moçada se cala, escuta, aprende, e ainda canta comigo
O que falta pra quem faz um samba
É a tristeza que vem de outro tempo
Quem não sabe a ciência do samba
Vai fazer o que pede o momento
O segredo da força do samba
É a vivência do seu fundamento
O que faz ser eterno um bom samba
É a beleza que tem seu lamento
Eu tenho saudade
Dos sambas de antigamente
Quando o samba deixava uma vaga tristeza no peito da gente
Não era amargura e nem desventura e nem sofrimento
Era uma nostalgia, era melancolia, era um bom sentimento
Nos dias de hoje
O samba ficou diferente
Não tem mais dolência, mudou a cadência e o povo nem sente
Sua melodia é uma falsa alegria que passa com o vento
Ninguém percebeu, mas o samba perdeu sua voz de lamento
Quando eu canto na roda de samba um samba que é mais antigo
A moçada se cala, escuta, aprende, e ainda canta comigo
O que falta pra quem faz um samba
É a tristeza que vem de outro tempo
Quem não sabe a ciência do samba
Vai fazer o que pede o momento
O segredo da força do samba
É a vivência do seu fundamento
O que faz ser eterno um bom samba
É a beleza que tem seu lamento

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TEMPO DE PAZ – JORGE PESSANHA


TEMPO DE PAZ – JORGE PESSANHA

Você vai ver que viver sem mim
É pior
Você vai ver que viver sem mim
É pior
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Não, não há mais jeito
Nosso amor desfeito
Você vai viver só
Melhor, já dei um chega
E vou provar que sou maior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Estou em tempo de paz
Sofrer de amor nunca mais
Já não me lembro a cor dos olhos teus
Aceitando riso
Dominei as lágrimas
E aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Não, não há mais jeito
Nosso amor desfeito
Você vai viver só
Melhor, já dei um chega
E vou provar que sou maior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Você vai ver que viver sem mim é pior
Estou em tempo de paz
Sofrer de amor nunca mais
Já não me lembro a cor dos olhos teus
Aceitando riso
Dominei as lágrimas
E aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus
Lalaiá, laiá, lalaiá
Lalaiá, laiá, lalaiá
Aprendi a dizer adeus

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(Colaboração Barry Cox)

UM HINO DE AMOR AO SALGUEIRO - ZUZUCA


UM HINO DE AMOR AO SALGUEIRO - ZUZUCA

Calça Larga
Você foi e será sempre lembrado no coração de todos os salgueirenses
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá
Desculpe, mas do meu ponto de vista
Ser poeta e ser sambista
É um dom do brasileiro
Mas, fazer samba para o povo
Tendo sempre um molho novo
É privilegio do Salgueiro
Mas, fazer samba para o povo
Tendo sempre um molho novo
É privilegio do Salgueiro
Quando vejo a escola na avenida
Vejo cores, vejo vida
Tanta coisa recordar
Vejo Casemiro Calça Larga
Lá na Presidente Vargas
Nossa escola comandar
Coisas que a memória não empana
Dona Maria Romana
Tem bem viva em sua mente
E todo Salgueiro tem de cor
Não é melhor, nem é pior
É apenas diferente
E todo Salgueiro tem de cor
Não é melhor, nem é pior
É apenas diferente
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lá, lalaiá, laiá, laiá
Lá, lalaiá, laia, laia, lá

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(Colaboração Barry Cox)

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

QUEM FALA ALTO É GOGÓ – XANGÔ DA MANGUEIRA

QUEM FALA ALTO É GOGÓ – XANGÔ DA MANGUEIRA 

Não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Não quero ser o primeiro, eu não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
No chuleio da viola vem a rima de repente Partido não tem escola
É um dom onipotente
Eu não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Eu não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Na casa de partideiro viola não é problema Cavaco, prato e pandeiro solando dentro do tema
Não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Eu não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
No seu tema eu dou um laço, na sua rima
Eu dou um nó
Partido é como eu faço na palma da mão e no gogó
Eu não quero ser o primeiro, não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Eu não quero ser o primeiro, eu não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
No seu tema eu dou um laço, na sua rima
Eu dou um nó
Partido é como eu faço na palma da mão e no gogó
Eu não quero ser o primeiro, eu não quero ser o maior
Na casa de partideiro quem fala alto é gogó
Não quero ser o primeiro, eu não quero ser o maior

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(Colaboração de Barry Cox, que gentilmente compartilhou esta música)

QUILOMBO – XANGÔ DA MANGUEIRA

QUILOMBO – XANGÔ DA MANGUEIRA 

Ô gente
O Quilombo vem aí
Ô gente
O Quilombo vem aí
É fácil de repetir
Com muito axé
Vem um bamba por aí
É fácil de repetir, gente,
Com muito axé
Vem um bamba por aí
O negro de hoje
Não é como o negro de outrora
Não canta mais em lamento
Ele sorri
Agora
Não canta mais em lamento
Ele sorri
Agora
Vem sorrir
Vem cantar
O Quilombo é amor
Pra quem sabe amar
Vem sorrir
Vem cantar
O Quilombo é amor
Pra quem sabe amar
Não é?!
Ô gente
O Quilombo vem aí
Eu falei!
Ô gente
O Quilombo vem aí
É fácil de repetir, gente,
Com muito axé
Vem um bamba por aí
É fácil de repetir, gente,
Com muito axé
Vem um bamba por aí
O negro de hoje
Não é como o negro de outrora
Não canta mais em lamento
Ele sorri
Agora
Não canta mais em lamento
Ele sorri
Agora
Vem sorrir
Vem cantar
O Quilombo é amor
Pra quem sabe amar
Vem sorrir
Vem cantar
O Quilombo é amor
Pra quem sabe amar
Não é?!
Ô gente
O Quilombo vem aí
Eu falei!
Ô gente
O Quilombo vem aí
É fácil de repetir, gente,
Com muito axé
Vem um bamba por aí
É fácil de repetir, gente,
Com muito axé
Vem um bamba por aí
O negro de hoje
Não é como o negro de outrora
Não canta mais em lamento

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(Colaboração de Barry Cox, que gentilmente compartilhou esta música)

NÃO ADIANTA FALAR MAL DE MIM – XANGÔ DA MANGUEIRA

NÃO ADIANTA FALAR MAL DE MIM – XANGÔ DA MANGUEIRA 

Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você quem é ruim
Eu falei pra você
Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você que é ruim
Você só pensa em vingança dia e noite, noite e dia
Até levou minha roupa
Pra fazer feitiçaria
Mas eu estou com saúde
Até mesmo com dinheiro
Cuidado com o feitiço
Vira contra o feiticeiro
Eu falei pra você
Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você que é ruim
Eu falei pra você
Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você que é ruim
Você só pensa em vingança dia e noite, de noite e dia
Até levou minha roupa
Pra fazer feitiçaria
Mas eu estou com saúde
Até mesmo com dinheiro
Cuidado com o feitiço
Vira contra o feiticeiro
Eu falei pra você
Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você que é ruim
Eu falei pra você
Não adianta você
Falar mal de mim
Todo mundo tá sabendo
Que você que é ruim

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(Colaboração de Barry Cox, que gentilmente compartilhou esta música)

MINEIRO Ê – XANGÔ DA MANGUEIRA

MINEIRO Ê – XANGÔ DA MANGUEIRA

Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexa bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexa bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexa bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexa bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Olha que eu sou de Minas, compadre
Olha que eu vim de lá
Olha que um bom mineiro
Não pode se atrapalhar
Apelidaram o angu de baiano
Mas o fubá vem de lá
Apelidaram o angu de baiano
Mas o fubá vem de lá
Mineiro ê!
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Dizem que o mineiro é bobo, compadre
Eu não posso acreditar
Ele trabalha em silêncio
Para não se atrapalhar
Minas deu sete governos, compadre
Ainda tem muito pra dar
Minas deu sete governos, compadre
Ainda tem muito pra dar

Mineiro ê!
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Olha que eu sou mineiro, compadre
Olha que eu vim de lá
Olha  que um bom mineiro
Não pode se atrapalhar
Apelidaram o angu de baiano
Mas o fubá vem de lá
Apelidaram o angu de baiano
Mas o fubá vem de lá
Oi mineiro ê!
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Dizem que o mineiro é bobo, compadre
Eu não posso acreditar
Ele trabalha em silêncio
Para não se atrapalhar
Minas deu sete governos, compadre
Ainda tem muito pra dar
Minas deu sete governos, compadre
Ainda tem muito pra dar
Oi mineiro ê!
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Mexe bem esse angu que nessa panela tem muito fubá
Oi, mineiro ê
Oi, mineiro á

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(Colaboração de Barry Cox, que gentilmente compartilhou esta música)