Resumo dos samba-rock

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

BYE BYE QUERIDO (KOI NO BYE BYE) - ROSA MIYAKE

BYE BYE QUERIDO (KOI NO BYE BYE) - ROSA MIYAKE

Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Sayonara
Sayonara
É a hora do adeus
Sayonara
Sayonara
Sem as lágrimas do adeus
Levarei
Junto a mim
A lembrança do meu amor
Sem a ternura e o calor de outrora
Ao findar
Do amor
A noite vem
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Korede
Sayonara
Wakanimasho
Korede
Sayonara
Wara ate yoko
Yasashi
Anata no
Mamokoro
Dakeyo
Istumo kokoroni daite yuku
Koi no
Oari no
Yufugeru
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Sayonara
Sayonara
É a hora do adeus
Sayonara
Sayonara
Sem as lágrimas do adeus
Levarei
Junto a mim
A lembrança do meu amor
Sem a ternura e o calor de outrora
Ao findar
Do amor
A noite vem
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye,
Bye, bye, bye, bye...

(Colaboração de Débora - Pirajuí-SP)

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

BAIXINHO INJURIADO – CAPRÍ / VADINHO DO ENGENHO NOVO

BAIXINHO INJURIADO – CAPRÍ / VADINHO DO ENGENHO NOVO

Eu estava lá
E vi o tumulto como começou
Chamaram o baixinho de cotoco de vela, compadre,
E o Baixinho num se conformou
Vocês tinham que ver
Pra crer
Como o baixinho brigou vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
Mas eu estava lá
Eu estava lá
E vi o tumulto como começou
Chamaram o baixinho de cotoco de vela, compadre,
E o Baixinho num se conformou
Vocês tinham que ver
Pra crer
Como o baixinho brigou vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
O baixinho foi até o bar
Ele tomou um mé
E já com má intenção
Pegou bem no meio da quadra, compadre
E pagou a maior sugestão
Ele levou raquetada,
Ele deu bolachada e o crioulo tombou
Daí
Pra frente
Foi que o tumulto começou
Vocês tinham que ver
Pra crer
Como o baixinho brigou vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
O baixinho muito injuriado
Pulava pro lado para escapulir
O grande mandava tanta raquetada
Passava tão perto, chegava zunir
E o baixinho aproveitava o vácuo, só dava embaixo pro grande cair
Vocês tinham que ver
Pra crer
Como o baixinho brigou vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
O baixinho já estava cansado
De tanto dar e levar bofetão
Pegou uma faca pontuda, compadre
Na outra, um três oitão
Vocês tinham que ver
Pra crer
Valente correndo sem querer correr, vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
Vocês tinham que ver
Pra crer
Chinelo e sapato pra dar e vender
Vocês tinham que ver
Pra crer, o baixinho apanhou, mas cansou de bater
Vocês tinham que ver
Pra crer
Chinelo e sapato pra dar e vender
Vocês tinham que ver

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BAHIA BERÇO DO BRASIL – JORGE BEN JOR

BAHIA BERÇO DO BRASIL – JORGE BEN JOR

Bahia
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Terra dos capoeiras
Do famoso candomblé
Tem a festa da Ribeira
A festa do lava-pé
Salve Senhor do Bonfim que os baianos tem muita fé
Tem a festa da Ribeira
A festa do lava-pé
Salve Senhor do Bonfim que os baianos tem muita fé
Bahia
Bahia
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Glória
À heroína Maria Quitéria
Mulher de grande valor
Lutou pela liberdade
E contra o terrível preconceito
Bahia, berço do Brasil
Terra de São Salvador
Que o mundo inteiro encantou
Bahia, berço do Brasil
Terra de São Salvador
Que o mundo inteiro encantou
Bahia
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Terra dos capoeiras
Do famoso candomblé
Tem a festa da Ribeira
A festa do lava-pé
Salve Senhor do Bonfim que os baianos tem muita fé
Tem a festa da Ribeira
A festa do lava-pé
Salve Senhor do Bonfim que os baianos tem muita fé
Ê Bahia
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Glória
À heroína Maria Quitéria
Mulher de grande valor
Lutou pela liberdade
E contra o terrível preconceito
Bahia, berço do Brasil
Terra de São Salvador
Que o mundo inteiro encantou
Bahia, berço do Brasil
Terra de São Salvador
Que o mundo inteiro encantou
Ê Bahia
Bahia!
Bahia de São Salvador
Bahia!
Ê Bahia
Bahia!
Bahia de São Salvador
De São Salvador
Bahia!
Bahia de São Salvador
Ê Bahia
Bahia de São Salvador
Ê Bahia
Em cima da hora pede passagem!
Bahia de São Salvador
Bahia de São Salvador
Bahia, Bahia, Bahia,
De São Salvador
Bahia, Bahia, Bahia,
De São Salvador


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BABULINA - SAMBASONICS

BABULINA - SAMBASONICS

O Babulina
Pega na guitarra, my friend
Pega o violão
E faz o jongo pra gente ver
Escreve uma canção pra preto velho descer, hum,
Aluandê
Cante uma canção pra preto velho sambar,
Aluandê
O Babulina
Pega na guitarra, my friend
Pega o violão
E faz o jongo pra gente ver
Escreve uma canção pra preto velho descer,
Aluandê
Cante uma canção pra preto velho sambar,
Aluandê
Babá bubububá
Babulina ai ai ai ai ai
Babá bubububá
Babulina
Ô
Babá bubububá
Babulina ai ai ai ai ai
Babá bubububá
Babulina
Babulina das negas Teresa, Domingas,
Dominicais
Num domingo dancei com você cheio de poesia
Para nunca mais eu dançar
Esperando ele
Para nunca mais eu ficar
Esperando ele
Para nunca mais eu dançar
Esperando ele
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina
Iorubá!
Iorubá, uê!
Iorubá!
Iorubá, uê!
Iorubá!
Iorubá, iê!
Iorubá!
Iorubá, iê!
Babulina das negas Teresa, Domingas,
Dominicais
Num domingo eu dancei com você cheio de poesia
Para nunca mais eu dançar
Esperando ele
Para nunca mais eu chorar
Esperando ele
Para nunca mais eu ficar
Esperando ele
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina!
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina!
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina, ai, ai, ai,
Para nunca mais eu ficar sem teu som
Babulina!
Iorubá!
Iorubá, uê!
Iorubá!
Iorubá, iê!
Iorubá!
Iorubá, uê!
Ô
Babá bubububá
Babulina ai ai ai ai ai
Babá bubububá
Babulina
Babá bubububá
Babulina ai ai ai ai ai
Babá bubububá
Babulina
Ô
Babá bubububá
Babulina ai ai ai ai ai
Babá bubububá
Babulina
Oi
Babá bubububá
Babulina
Babá bubububá
Babulina
Ô
Babá bubububá
Babulina, ai, ai, ai, ai, ai
Babá bubububá
Babulina


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terça-feira, 22 de julho de 2014

CHORÃO DE ALUGUEL – BEZERRA DA SILVA

CHORÃO DE ALUGUEL – BEZERRA DA SILVA
1993 - Cocada Boa

Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Burlou a lei do sentimento
E foi cumprir um tratado
Molhou lenços e mais lenços chorou na capela ao lado
Quase que o bicho lhe pega por estar chorando pro defunto errado
Quase que o bicho lhe pega por estar chorando pro defunto errado
Compraste
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Tu já era um canalha da área
Que atrasava todo o movimento
O safado não sabia chorou fingindo sentimento
A viúva que não era boba
Sentiu a cebola que o bicho aplicou
Deu um alô pra rapaziada, ele levou um cacete e se machucou
Deu somente um alô pra rapaziada, ele levou um cacete e se machucou
Por que
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Burlou a lei do sentimento
E foi cumprir um tratado
Molhou lenços e mais lenços chorou na capela ao lado
Quase que o bicho lhe pega por estar chorando pro defunto errado
Quase que o bicho lhe pega por estar chorando pro defunto errado
Compraste
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Tu já era um canalha da área
Que atrasava todo o movimento
O safado não sabia chorou fingindo sentimento
A viúva que não era boba
Sentiu a cebola que o bicho aplicou
Deu um alô pra rapaziada, ele levou um cacete e se machucou
Deu somente um alô pra rapaziada, ele levou um cacete e se machucou
Por que
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Aí safado!
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
É isso aí!
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
A cebola caguetou o malandro!
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Aí malandragem!
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Sujou, sujou!
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar
Compraste um terno canalha
Saiu tentando aplicar
Vive cobrando uma taxa
Pra no velório dos outros chorar


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quarta-feira, 2 de julho de 2014

MINHA FESTA – CLARA NUNES

MINHA FESTA – CLARA NUNES

Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá, iá!
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá!
Graças a Deus
Minha vida mudou
Quem me viu quem me vê
A tristeza acabou
Contigo aprendi a sorrir
Escondeste o pranto de quem
Sofreu tanto
Organizaste
Uma festa em mim
É por isso que eu canto assim
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá, iá!
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá!
Graças a Deus
Minha vida mudou
Quem me viu quem me vê
A tristeza acabou
Contigo aprendi a sorrir
Escondeste o pranto de quem
Sofreu tanto
Organizaste
Uma festa em mim
É por isso que eu canto assim
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá, iá!
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá!
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá, iá!
Lá, lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá, laiá!
Lá, laiá, laiá!


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FAZ DE CONTA – PAULINHO DA VIOLA

FAZ DE CONTA – PAULINHO DA VIOLA

Faz de conta que não houve aquele adeus
Faz de conta que foi ontem que eu saí
Dizendo que voltava logo, logo,
Faz de conta que hoje é logo
E por isso estou aqui
Faz de conta que nós nunca nos dissemos
Aquelas palavras
Tão rudes e más
Faz de conta que não houve tantos anos separados
E eu apenas me atrasei um pouco mais
Faz de conta
Que não houve aquele adeus
Faz de conta
Que foi ontem que eu saí
Dizendo
Que voltava logo, logo,
Faz de conta que hoje é logo
E por isso estou aqui
Faz de conta
Que nós nunca nos dissemos
Aquelas palavras
Tão rudes e más
Faz de conta que não houve tantos anos separados
E eu apenas me atrasei um pouco mais


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